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    <title>Gente Conversa</title>
    <link>https://gente.globosat.com.br/</link>
    <description><![CDATA[“Gente Conversa” traz os podcasts de debate de Gente, a plataforma de insights da Globo. São programas com aproximadamente uma hora de duração trazendo diferentes perspectivas sobre um tema, um estudo. É um bate-papo que conecta.]]></description>
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      <title>Gente Conversa #62 | Lazer em Crise</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #62 | Lazer em Crise</itunes:title>
      <description><![CDATA[O tempo livre — aquele intervalo que deveria servir pra respirar, se reconectar, criar — está em crise. Nunca tivemos tantas opções de entretenimento, tantas telas, tantos estímulos… e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão cansados. A tecnologia jurou devolver tempo à nossa vida. Automatizou tarefas, encurtou caminhos, tirou fricção do cotidiano. Mas, na outra ponta, colonizou a nossa atenção. Feeds infinitos, notificações, métricas de engajamento: o descanso virou conteúdo, a pausa virou produto. O ócio, que já foi espaço de imaginação, passou a exigir justificativa. O lazer passou a carregar o peso da produtividade. A gente “desliga” vendo vídeo curto, mas volta mais cansado. Busca prazer rápido, mas encontra ansiedade e alerta permanente. E quando o trabalho se espalha por toda a cidade — e para dentro do celular —, a fronteira entre expediente e descanso some. No fundo, o que está em jogo não é só organizar a agenda — é disputar o sentido do nosso tempo. Se as máquinas prometem liberar horas, quem decide o que fazer com elas? Vamos ocupar esse tempo com distração passiva… ou com experiências que realmente nos envolvam, nos desafiem, nos façam bem? Porque nem todo lazer é igual: há o que entorpece — e há o que nos coloca em estado de fluxo, presença e encantamento. Praças, festas, rodas de música, esportes, encontros — existe um lazer coletivo, sensorial, de corpo inteiro, que insiste em existir fora das telas. Mas ele convive com desigualdades antigas e novas: renda, gênero, jornada, acesso à cidade, qualidade do tempo. Ju Wallauer conversa sobre a crise do lazer — para, quem sabe, reencontrar o ócio que regenera e o prazer que não cobra performance. Convidados Angela Brêtas: especialista em estudos de lazer, atual Ouvidora da Mulher da UFRJ e criadora do podcast Papo de Lazer com Angela Brêtas Christian Rôças, Crocas: especialista em economia criativa, CEO da Flint.me. Ricardo Laganaro: cineasta e diretor de realidade virtual, CCO da Árvore Imersiva.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O tempo livre — aquele intervalo que deveria servir pra respirar, se reconectar, criar — está em crise. Nunca tivemos tantas opções de entretenimento, tantas telas, tantos estímulos… e, ao mesmo tempo, nunca estivemos tão cansados. A tecnologia jurou devolver tempo à nossa vida. Automatizou tarefas, encurtou caminhos, tirou fricção do cotidiano. Mas, na outra ponta, colonizou a nossa atenção. Feeds infinitos, notificações, métricas de engajamento: o descanso virou conteúdo, a pausa virou produto. O ócio, que já foi espaço de imaginação, passou a exigir justificativa. O lazer passou a carregar o peso da produtividade. A gente “desliga” vendo vídeo curto, mas volta mais cansado. Busca prazer rápido, mas encontra ansiedade e alerta permanente. E quando o trabalho se espalha por toda a cidade — e para dentro do celular —, a fronteira entre expediente e descanso some. No fundo, o que está em jogo não é só organizar a agenda — é disputar o sentido do nosso tempo. Se as máquinas prometem liberar horas, quem decide o que fazer com elas? Vamos ocupar esse tempo com distração passiva… ou com experiências que realmente nos envolvam, nos desafiem, nos façam bem? Porque nem todo lazer é igual: há o que entorpece — e há o que nos coloca em estado de fluxo, presença e encantamento. Praças, festas, rodas de música, esportes, encontros — existe um lazer coletivo, sensorial, de corpo inteiro, que insiste em existir fora das telas. Mas ele convive com desigualdades antigas e novas: renda, gênero, jornada, acesso à cidade, qualidade do tempo. Ju Wallauer conversa sobre a crise do lazer — para, quem sabe, reencontrar o ócio que regenera e o prazer que não cobra performance. Convidados Angela Brêtas: especialista em estudos de lazer, atual Ouvidora da Mulher da UFRJ e criadora do podcast Papo de Lazer com Angela Brêtas Christian Rôças, Crocas: especialista em economia criativa, CEO da Flint.me. Ricardo Laganaro: cineasta e diretor de realidade virtual, CCO da Árvore Imersiva.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 20:20:49 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #61 | O Brasil no espelho: quem somos e como nos vemos</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #61 | O Brasil no espelho: quem somos e como nos vemos</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Brasil às vezes parece muitos países dentro de um só: Um lugar onde a fé e a esperança convivem com o cansaço e a desconfiança. Onde a família é o centro de tudo, mas a rotina aperta e a vida exige malabarismo. Um país em que, mesmo diante das dificuldades, a maioria das pessoas acredita em dias melhores — e mais de oitenta por cento têm orgulho de ser brasileiras. Esses são alguns dos achados do estudo O Brasil no Espelho — uma pesquisa feita pela Globo em parceria com a Quaest para descobrir o que realmente move os brasileiros, o que os preocupa, o que dá sentido à vida e o que ainda os faz acreditar no futuro. O que esse retrato mostra é um país cheio de contrastes. Um país de fé, mas também de dúvida. De otimismo, mas também de desconfiança. De tradição e de mudança. Ju Wallauer conversa sobre o que esse espelho revela: como o Brasil se enxerga, o que está mudando na forma como vivemos e nos relacionamos, e o que tudo isso significa pra quem quer falar — de verdade — com as pessoas que vivem aqui. Porque entender o Brasil é, antes de tudo, um exercício de escuta. E talvez esse espelho esteja mostrando justamente isso: que para se conectar com o brasileiro, é preciso olhar pra ele de perto — sem filtros, sem clichês, e com um pouco mais de empatia. Convidados Suzana Pamplona: diretora de pesquisa & conhecimento da Globo. Felipe Nunes: cientista político e CEO da Quaest. Ana Paula Passarelli (Passa): especialista em creator economy, co-fundadora da Brunch e VP de Creator Economy da Diana.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil às vezes parece muitos países dentro de um só: Um lugar onde a fé e a esperança convivem com o cansaço e a desconfiança. Onde a família é o centro de tudo, mas a rotina aperta e a vida exige malabarismo. Um país em que, mesmo diante das dificuldades, a maioria das pessoas acredita em dias melhores — e mais de oitenta por cento têm orgulho de ser brasileiras. Esses são alguns dos achados do estudo O Brasil no Espelho — uma pesquisa feita pela Globo em parceria com a Quaest para descobrir o que realmente move os brasileiros, o que os preocupa, o que dá sentido à vida e o que ainda os faz acreditar no futuro. O que esse retrato mostra é um país cheio de contrastes. Um país de fé, mas também de dúvida. De otimismo, mas também de desconfiança. De tradição e de mudança. Ju Wallauer conversa sobre o que esse espelho revela: como o Brasil se enxerga, o que está mudando na forma como vivemos e nos relacionamos, e o que tudo isso significa pra quem quer falar — de verdade — com as pessoas que vivem aqui. Porque entender o Brasil é, antes de tudo, um exercício de escuta. E talvez esse espelho esteja mostrando justamente isso: que para se conectar com o brasileiro, é preciso olhar pra ele de perto — sem filtros, sem clichês, e com um pouco mais de empatia. Convidados Suzana Pamplona: diretora de pesquisa & conhecimento da Globo. Felipe Nunes: cientista político e CEO da Quaest. Ana Paula Passarelli (Passa): especialista em creator economy, co-fundadora da Brunch e VP de Creator Economy da Diana.]]></content:encoded>
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      <title>Gente Conversa #60 | Está na moda ser latino</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #60 | Está na moda ser latino</itunes:title>
      <description><![CDATA[A cultura latina nunca esteve tão em evidência. Antes era vista como uma expressão periférica, a latinidade hoje inspira o mainstream global, da música à publicidade. Nos últimos anos, vimos artistas latinos dominarem o topo dos charts globais e a estética latina se transformar em referência de moda e linguagem. O reggaeton, os corridos mexicanos e o funk brasileiro se misturam e se reinventam, conquistando públicos que antes pareciam distantes. E, em paralelo, marcas passaram a olhar para a latinidade como um ativo cultural poderoso, capaz de criar conexão. Mas esse fenômeno não surgiu do nada. Ele é resultado de uma longa história de mistura, resistência e criatividade. A latinidade é plural, híbrida, feita de contradições: é o borogodó, a ginga, o improviso, mas também é memória histórica, atravessada por colonização, desigualdades e pela luta por reconhecimento. Por isso, falar de latinidade hoje é também falar de como equilibrar autenticidade e tendência, potência cultural e apropriação. Nesse episódio, vamos mergulhar nesse momento em que ser latino virou moda — mas é muito mais do que isso. Vamos entender como a Geração Z impulsiona esse movimento através do streaming e das redes sociais, como artistas brasileiros e internacionais estão construindo novas pontes culturais, como o jornalismo ajuda a ampliar o olhar para além das fronteiras, e como marcas podem se conectar a essa energia de um jeito verdadeiro. Juliana Wallauer conversar sobre a força da latinidade com Mariana Madjarof, fundadora e CEO da Access Mídia, agência de marketing e relações públicas para artistas. Fez projetos com Mon Laferte, Karol G, Bad Bunny e outros; Lucas Berti, jornalista, fundador da newsletter Giro Latino, veículo jornalístico independente especializado na cobertura de América Latina, de política a cultura; Emely Jensen, sócia e diretora de curadoria da Bananas Music, uma agência de "music branding", estratégia e experiências musicais para grandes marcas.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A cultura latina nunca esteve tão em evidência. Antes era vista como uma expressão periférica, a latinidade hoje inspira o mainstream global, da música à publicidade. Nos últimos anos, vimos artistas latinos dominarem o topo dos charts globais e a estética latina se transformar em referência de moda e linguagem. O reggaeton, os corridos mexicanos e o funk brasileiro se misturam e se reinventam, conquistando públicos que antes pareciam distantes. E, em paralelo, marcas passaram a olhar para a latinidade como um ativo cultural poderoso, capaz de criar conexão. Mas esse fenômeno não surgiu do nada. Ele é resultado de uma longa história de mistura, resistência e criatividade. A latinidade é plural, híbrida, feita de contradições: é o borogodó, a ginga, o improviso, mas também é memória histórica, atravessada por colonização, desigualdades e pela luta por reconhecimento. Por isso, falar de latinidade hoje é também falar de como equilibrar autenticidade e tendência, potência cultural e apropriação. Nesse episódio, vamos mergulhar nesse momento em que ser latino virou moda — mas é muito mais do que isso. Vamos entender como a Geração Z impulsiona esse movimento através do streaming e das redes sociais, como artistas brasileiros e internacionais estão construindo novas pontes culturais, como o jornalismo ajuda a ampliar o olhar para além das fronteiras, e como marcas podem se conectar a essa energia de um jeito verdadeiro. Juliana Wallauer conversar sobre a força da latinidade com Mariana Madjarof, fundadora e CEO da Access Mídia, agência de marketing e relações públicas para artistas. Fez projetos com Mon Laferte, Karol G, Bad Bunny e outros; Lucas Berti, jornalista, fundador da newsletter Giro Latino, veículo jornalístico independente especializado na cobertura de América Latina, de política a cultura; Emely Jensen, sócia e diretora de curadoria da Bananas Music, uma agência de "music branding", estratégia e experiências musicais para grandes marcas.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 14:15:20 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #59 - Publicidade na era dos memes</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #59 - Publicidade na era dos memes</itunes:title>
      <description><![CDATA[Hoje, as conversas acontecem no tempo do deslize da tela, do refresh. Um comentário vira piada, a piada vira imagem, a imagem vira bordão — e, quando a gente pisca, já tem marca tentando transformar tudo isso em campanha. Com os brasileiros passando em média 3 horas e 41 minutos diários nas redes sociais, o marketing em tempo real se tornou uma ferramenta muito útil para as empresas. Uma tentativa de mostrar que a marca está ligada, que entendeu o momento, que sabe brincar — ou, pelo menos, que quer tentar. Mas entre a agilidade e o atropelo, tem uma linha tênue. Porque uma resposta rápida pode gerar identificação… ou virar crise. E o meme certo na hora certa pode ser genial — mas fora de contexto, vira ruído. A gente vive uma era em que a cultura digital não está só nas redes: ela está na linguagem, no humor, nas campanhas, no jeito como a gente se expressa. E entender esse movimento é mais do que acompanhar tendências. Afinal, o que é preciso para se comunicar com naturalidade na lógica acelerada da internet? Qual é o limite entre se jogar na conversa e se perder nela? E será que toda marca precisa mesmo falar sobre tudo o tempo todo? Ju Wallauer reuniu para esse papo pessoas que vivem dentro da linguagem acelerada da internet. A conversa começa agora. Convidados Bia Granja: especialista em influência e creator economy Chico Barney: criador e comentarista da internet e de TV. Ana Gabriela Lopes: CMO do iFood]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje, as conversas acontecem no tempo do deslize da tela, do refresh. Um comentário vira piada, a piada vira imagem, a imagem vira bordão — e, quando a gente pisca, já tem marca tentando transformar tudo isso em campanha. Com os brasileiros passando em média 3 horas e 41 minutos diários nas redes sociais, o marketing em tempo real se tornou uma ferramenta muito útil para as empresas. Uma tentativa de mostrar que a marca está ligada, que entendeu o momento, que sabe brincar — ou, pelo menos, que quer tentar. Mas entre a agilidade e o atropelo, tem uma linha tênue. Porque uma resposta rápida pode gerar identificação… ou virar crise. E o meme certo na hora certa pode ser genial — mas fora de contexto, vira ruído. A gente vive uma era em que a cultura digital não está só nas redes: ela está na linguagem, no humor, nas campanhas, no jeito como a gente se expressa. E entender esse movimento é mais do que acompanhar tendências. Afinal, o que é preciso para se comunicar com naturalidade na lógica acelerada da internet? Qual é o limite entre se jogar na conversa e se perder nela? E será que toda marca precisa mesmo falar sobre tudo o tempo todo? Ju Wallauer reuniu para esse papo pessoas que vivem dentro da linguagem acelerada da internet. A conversa começa agora. Convidados Bia Granja: especialista em influência e creator economy Chico Barney: criador e comentarista da internet e de TV. Ana Gabriela Lopes: CMO do iFood]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:05:18 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #58 | Brasil, potência criativa global</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #58 | Brasil, potência criativa global</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Brasil sempre teve orgulho de dizer que é criativo. Gostamos de dizer que sabemos improvisar, misturar, dar aquele jeitinho para transformar dificuldades em soluções e beleza. Isso aparece na música, na moda, na gastronomia, no nosso jeito de contar histórias, no nosso jeito de viver. Neste ano, veio outro reconhecimento: o Brasil foi eleito o país mais criativo do mundo no maior festival de criatividade do planeta, o Cannes Lions. É um título importante, claro, mas também levanta várias perguntas. O que significa, de verdade, ser a maior potência criativa global? Esse talento vem do nosso DNA cultural, vem da diversidade, vem da resiliência — ou vem da necessidade de sobreviver? E mais: como a gente transforma esse potencial em estratégia para as marcas, para a cultura e para a sociedade? Hoje, vamos mergulhar nessas camadas todas que moldam a criatividade brasileira. Entender como ela virou referência, como pode ajudar a transformar a realidade, e o que podemos aprender — e ensinar — a partir de agora, quando o mundo todo está nos observando. Vamos falar de mistura, de afeto, de coragem, de oportunidades. E também refletir se estamos prontos para transformar essa energia criativa em impacto real, que nos ajude a construir um país mais inovador e mais plural. Ju Wallauer juntou pessoas incríveis para conversar sobre a força, os desafios e os caminhos da criatividade brasileira. Bora lá? Convidados: Renata Bokel CEO da WMcCann, entrou na lista das 500 mulheres mais influentes da América Latina em 2024. Michel Alcoforado Doutor em antropologia social, palestrante, host do podcast É tudo culpa da cultura. MM Izidoro Produtor, roteirista e diretor de filmes. Escreve sobre a cultura brasileira em sua coluna no UOL. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil sempre teve orgulho de dizer que é criativo. Gostamos de dizer que sabemos improvisar, misturar, dar aquele jeitinho para transformar dificuldades em soluções e beleza. Isso aparece na música, na moda, na gastronomia, no nosso jeito de contar histórias, no nosso jeito de viver. Neste ano, veio outro reconhecimento: o Brasil foi eleito o país mais criativo do mundo no maior festival de criatividade do planeta, o Cannes Lions. É um título importante, claro, mas também levanta várias perguntas. O que significa, de verdade, ser a maior potência criativa global? Esse talento vem do nosso DNA cultural, vem da diversidade, vem da resiliência — ou vem da necessidade de sobreviver? E mais: como a gente transforma esse potencial em estratégia para as marcas, para a cultura e para a sociedade? Hoje, vamos mergulhar nessas camadas todas que moldam a criatividade brasileira. Entender como ela virou referência, como pode ajudar a transformar a realidade, e o que podemos aprender — e ensinar — a partir de agora, quando o mundo todo está nos observando. Vamos falar de mistura, de afeto, de coragem, de oportunidades. E também refletir se estamos prontos para transformar essa energia criativa em impacto real, que nos ajude a construir um país mais inovador e mais plural. Ju Wallauer juntou pessoas incríveis para conversar sobre a força, os desafios e os caminhos da criatividade brasileira. Bora lá? Convidados: Renata Bokel CEO da WMcCann, entrou na lista das 500 mulheres mais influentes da América Latina em 2024. Michel Alcoforado Doutor em antropologia social, palestrante, host do podcast É tudo culpa da cultura. MM Izidoro Produtor, roteirista e diretor de filmes. Escreve sobre a cultura brasileira em sua coluna no UOL. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 15:34:56 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #57 | Inovar para quem? Ética e inclusão na era da IA</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #57 | Inovar para quem? Ética e inclusão na era da IA</itunes:title>
      <description><![CDATA[O futuro está sempre chegando — e, às vezes, ele chega sem bater na porta. De repente, ele já está no seu bolso, no seu histórico de pesquisa, nas câmeras da rua, no caixa do supermercado, no app que recomenda, decide, automatiza. O futuro está aqui. E a pergunta é: ele está do nosso lado? Toda vez que uma nova tecnologia avança, ela carrega consigo uma promessa de progresso — e um pacote de dilemas. A inteligência artificial, a automação e a biotecnologia estão abrindo caminhos que pareciam ficção científica até outro dia. Mas junto com esses caminhos, vêm perguntas urgentes: Quem está sendo incluído nesse futuro? Quem está sendo deixado para trás? Como garantir que a inovação não vá aprofundar desigualdades? Num mundo em que decisões automatizadas definem vagas de emprego, sentenças judiciais, tratamentos médicos e até políticas públicas, deixar a ética para depois não é mais uma opção. A ética precisa estar no começo do código, na estratégia do negócio, no design do produto e na cabeça de quem lidera. Neste episódio, a gente se debruça sobre o tema que vai guiar o Rio Innovation Week em 2025: “Um olhar através da ética. Como a inteligência artificial, a automação e a biotecnologia podem ser aliadas da inclusão?” Vamos falar sobre o papel dos líderes do agora na construção de um amanhã mais consciente, diverso e responsável. Sobre o que está em jogo quando a gente fala de inovação. E sobre como é possível, sim, usar a tecnologia como ferramenta de cuidado, inclusão e transformação. Juliana Wallauer conversa sobre ética e tecnologia com Ben Hur Correia, repórter do Grupo Globo e pesquisador de IA, Nina Da Hora, cientista de computação e pesquisadora brasileira, e Fábio Queiroz, CEO da Rio Innovation Week ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O futuro está sempre chegando — e, às vezes, ele chega sem bater na porta. De repente, ele já está no seu bolso, no seu histórico de pesquisa, nas câmeras da rua, no caixa do supermercado, no app que recomenda, decide, automatiza. O futuro está aqui. E a pergunta é: ele está do nosso lado? Toda vez que uma nova tecnologia avança, ela carrega consigo uma promessa de progresso — e um pacote de dilemas. A inteligência artificial, a automação e a biotecnologia estão abrindo caminhos que pareciam ficção científica até outro dia. Mas junto com esses caminhos, vêm perguntas urgentes: Quem está sendo incluído nesse futuro? Quem está sendo deixado para trás? Como garantir que a inovação não vá aprofundar desigualdades? Num mundo em que decisões automatizadas definem vagas de emprego, sentenças judiciais, tratamentos médicos e até políticas públicas, deixar a ética para depois não é mais uma opção. A ética precisa estar no começo do código, na estratégia do negócio, no design do produto e na cabeça de quem lidera. Neste episódio, a gente se debruça sobre o tema que vai guiar o Rio Innovation Week em 2025: “Um olhar através da ética. Como a inteligência artificial, a automação e a biotecnologia podem ser aliadas da inclusão?” Vamos falar sobre o papel dos líderes do agora na construção de um amanhã mais consciente, diverso e responsável. Sobre o que está em jogo quando a gente fala de inovação. E sobre como é possível, sim, usar a tecnologia como ferramenta de cuidado, inclusão e transformação. Juliana Wallauer conversa sobre ética e tecnologia com Ben Hur Correia, repórter do Grupo Globo e pesquisador de IA, Nina Da Hora, cientista de computação e pesquisadora brasileira, e Fábio Queiroz, CEO da Rio Innovation Week ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2025 12:53:22 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #56 | Solidão conectada: por que nos sentimos sozinhos mesmo juntos?</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #56 | Solidão conectada: por que nos sentimos sozinhos mesmo juntos?</itunes:title>
      <description><![CDATA[A solidão deixou de ser um sentimento privado para se tornar um problema público. Nos últimos anos, esse fenômeno passou a ser reconhecido por autoridades de saúde ao redor do mundo, incluindo a Organização Mundial da Saúde, que hoje trata a solidão como prioridade. A falta de vínculos sociais têm impactos profundos: aumenta o risco de doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade, diminui a expectativa de vida e reduz a sensação de propósito — tanto em indivíduos quanto em comunidades. Mas o que está por trás desse cenário? Vivemos em tempos de hiperconexão, mas também de hiperindividualismo. As interações aumentaram, mas os vínculos nem sempre acompanham esse ritmo. Estamos cercados de contatos, notificações e convites para pertencer — mas, muitas vezes, seguimos nos sentindo sozinhos. No South by Southwest deste ano, a pesquisadora Kasley Killam chamou atenção para um conceito que deve ganhar espaço nos próximos anos: social health, ou saúde social. Segundo ela, a saúde social é a nossa capacidade de construir e manter relações significativas. É um aspecto fundamental do bem-estar, tão importante quanto saúde física ou mental. E isso vale também para empresas, produtos e campanhas: não dá mais pra pensar em cultura de marca ou de consumo sem falar em vínculos reais. Juliana Wallauer conversa sobre o que está por trás da solidão que sentimos — e sobre o que podemos fazer, juntos, para reconstruir espaços de escuta, cuidado e convivência real. Para isso, juntou um time de peso: Ana Suy, psicanalista, escritora e doutora, Carol Romano, consultora com foco em "innovation growth & wellbeing culture" e Thelma Assis, médica, apresentadora do Bem Estar, da Globo, e influenciadora digital. Vem para esse papo com a gente! ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A solidão deixou de ser um sentimento privado para se tornar um problema público. Nos últimos anos, esse fenômeno passou a ser reconhecido por autoridades de saúde ao redor do mundo, incluindo a Organização Mundial da Saúde, que hoje trata a solidão como prioridade. A falta de vínculos sociais têm impactos profundos: aumenta o risco de doenças cardiovasculares, depressão e ansiedade, diminui a expectativa de vida e reduz a sensação de propósito — tanto em indivíduos quanto em comunidades. Mas o que está por trás desse cenário? Vivemos em tempos de hiperconexão, mas também de hiperindividualismo. As interações aumentaram, mas os vínculos nem sempre acompanham esse ritmo. Estamos cercados de contatos, notificações e convites para pertencer — mas, muitas vezes, seguimos nos sentindo sozinhos. No South by Southwest deste ano, a pesquisadora Kasley Killam chamou atenção para um conceito que deve ganhar espaço nos próximos anos: social health, ou saúde social. Segundo ela, a saúde social é a nossa capacidade de construir e manter relações significativas. É um aspecto fundamental do bem-estar, tão importante quanto saúde física ou mental. E isso vale também para empresas, produtos e campanhas: não dá mais pra pensar em cultura de marca ou de consumo sem falar em vínculos reais. Juliana Wallauer conversa sobre o que está por trás da solidão que sentimos — e sobre o que podemos fazer, juntos, para reconstruir espaços de escuta, cuidado e convivência real. Para isso, juntou um time de peso: Ana Suy, psicanalista, escritora e doutora, Carol Romano, consultora com foco em "innovation growth & wellbeing culture" e Thelma Assis, médica, apresentadora do Bem Estar, da Globo, e influenciadora digital. Vem para esse papo com a gente! ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 20:48:24 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #55 | Brain rot e o trabalho</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #55 | Brain rot e o trabalho</itunes:title>
      <description><![CDATA[O fenômeno do brain rot tem ganhado destaque nas discussões sobre saúde mental e produtividade. O termo — que pode ser traduzido como 'apodrecimento cerebral' — descreve a deterioração do estado mental causada pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade e foi eleito como a palavra do ano pelo Dicionário Oxford em 2024. Em um mundo cada vez mais hiper conectado, somos bombardeados o tempo todo por informações superficiais, notificações incessantes e estímulos digitais que, embora pareçam inofensivos, vão, aos poucos, comprometendo a nossa capacidade de concentração, criatividade e bem-estar geral. No ambiente de trabalho, isso se traduz em desafios muito concretos: dificuldade de foco, queda na produtividade, aumento do estresse e, muitas vezes, também problemas físicos, como insônia, dores musculares e ansiedade. Não é por menos que a cultura da 'hiper-disponibilidade' — aquela ideia de estar sempre online e pronto para responder — e o hábito da multitarefa, que até pouco tempo atrás eram vistos como grandes virtudes profissionais, hoje já são questionados pelos danos que podem causar à nossa saúde mental. Neste episódio, a gente vai mergulhar nesse tema para entender como o brain rot impacta o desempenho no trabalho e o que empresas e profissionais podem fazer para mitigar esses efeitos no dia a dia. Ju Wallauer reuniu um time incrível para a gente conversar sobre um assunto que, literalmente, está mexendo com a nossa cabeça. Pedro Shiozawa, médico especialista em saúde e trabalho, cientista-chefe na Great People Mental Health, consultoria especializada em Saúde Mental no ambiente corporativo que se apoia em ciência e Inteligência Artificial para ajudar empresas a promover uma cultura de bem-estar. Martha Gabriel, escritora e palestrante sobre transformação digital e inteligência artificial no ambiente de trabalho. Daniela Diniz, diretora de conteúdo do Great Place to Work Brasil. Vamos nessa? ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O fenômeno do brain rot tem ganhado destaque nas discussões sobre saúde mental e produtividade. O termo — que pode ser traduzido como 'apodrecimento cerebral' — descreve a deterioração do estado mental causada pelo consumo excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade e foi eleito como a palavra do ano pelo Dicionário Oxford em 2024. Em um mundo cada vez mais hiper conectado, somos bombardeados o tempo todo por informações superficiais, notificações incessantes e estímulos digitais que, embora pareçam inofensivos, vão, aos poucos, comprometendo a nossa capacidade de concentração, criatividade e bem-estar geral. No ambiente de trabalho, isso se traduz em desafios muito concretos: dificuldade de foco, queda na produtividade, aumento do estresse e, muitas vezes, também problemas físicos, como insônia, dores musculares e ansiedade. Não é por menos que a cultura da 'hiper-disponibilidade' — aquela ideia de estar sempre online e pronto para responder — e o hábito da multitarefa, que até pouco tempo atrás eram vistos como grandes virtudes profissionais, hoje já são questionados pelos danos que podem causar à nossa saúde mental. Neste episódio, a gente vai mergulhar nesse tema para entender como o brain rot impacta o desempenho no trabalho e o que empresas e profissionais podem fazer para mitigar esses efeitos no dia a dia. Ju Wallauer reuniu um time incrível para a gente conversar sobre um assunto que, literalmente, está mexendo com a nossa cabeça. Pedro Shiozawa, médico especialista em saúde e trabalho, cientista-chefe na Great People Mental Health, consultoria especializada em Saúde Mental no ambiente corporativo que se apoia em ciência e Inteligência Artificial para ajudar empresas a promover uma cultura de bem-estar. Martha Gabriel, escritora e palestrante sobre transformação digital e inteligência artificial no ambiente de trabalho. Daniela Diniz, diretora de conteúdo do Great Place to Work Brasil. Vamos nessa? ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 19:29:06 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #54 | O poder da atenção </title>
      <itunes:title>Gente Conversa #54 | O poder da atenção </itunes:title>
      <description><![CDATA[Somos impactados por milhares de mensagens publicitárias todos os dias. Mas quantas delas realmente captam nossa atenção? Quantas ficam na nossa memória? Quantas influenciam uma decisão de compra? A publicidade sempre buscou atingir o maior número de pessoas possível, mas o que realmente importa já não é mais quantos viram um anúncio, mas sim quantas pessoas realmente prestaram atenção nele. Nosso cérebro está constantemente filtrando informações e escolhendo onde focar. Mas o que faz um anúncio capturar a atenção? O que diferencia um comercial que engaja e gera lembrança de um que passa despercebido? E, em tempos de TV, streaming, redes sociais e inteligência artificial, onde a atenção do consumidor está concentrada? Ju Wallauer vai mergulhar na ciência da atenção e explorar o impacto da TV, o papel do storytelling e as estratégias das agências para criar campanhas memoráveis e eficazes. Também vai olhar para o futuro e entender como a personalização extrema e as novas tecnologias podem transformar a forma como interagimos com a publicidade. Para isso, juntou um time que entende profundamente desse tema e vai nos ajudar a responder uma grande questão: como captar a atenção do consumidor em um mundo saturado de estímulos? Convidados Billy Nascimento: CEO da Forebrain, especialista em neurociência do consumidor, responsável pelo estudo que inspirou o episódio. Marília Câmara: especialista em consumo e insights de mercado da Globo. Luciano Faustino - CMO e Sócio da Genial Investimentos ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Somos impactados por milhares de mensagens publicitárias todos os dias. Mas quantas delas realmente captam nossa atenção? Quantas ficam na nossa memória? Quantas influenciam uma decisão de compra? A publicidade sempre buscou atingir o maior número de pessoas possível, mas o que realmente importa já não é mais quantos viram um anúncio, mas sim quantas pessoas realmente prestaram atenção nele. Nosso cérebro está constantemente filtrando informações e escolhendo onde focar. Mas o que faz um anúncio capturar a atenção? O que diferencia um comercial que engaja e gera lembrança de um que passa despercebido? E, em tempos de TV, streaming, redes sociais e inteligência artificial, onde a atenção do consumidor está concentrada? Ju Wallauer vai mergulhar na ciência da atenção e explorar o impacto da TV, o papel do storytelling e as estratégias das agências para criar campanhas memoráveis e eficazes. Também vai olhar para o futuro e entender como a personalização extrema e as novas tecnologias podem transformar a forma como interagimos com a publicidade. Para isso, juntou um time que entende profundamente desse tema e vai nos ajudar a responder uma grande questão: como captar a atenção do consumidor em um mundo saturado de estímulos? Convidados Billy Nascimento: CEO da Forebrain, especialista em neurociência do consumidor, responsável pelo estudo que inspirou o episódio. Marília Câmara: especialista em consumo e insights de mercado da Globo. Luciano Faustino - CMO e Sócio da Genial Investimentos ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 15:19:49 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #53 | O nordeste é pop</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #53 | O nordeste é pop</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Nordeste brasileiro tem se destacado nas produções audiovisuais nacionais. Novelas como "No Rancho Fundo", a série "Cangaço Novo" e o esperado "Auto da Compadecida 2" são exemplos de como a cultura e as histórias da região estão no centro das atenções. O sucesso dessas narrativas não é só uma celebração do Nordeste, mas também uma mudança na forma como a cultura regional é vista e consumida, tanto no Brasil quanto no exterior. A pesquisa Ginga Pop, da Globo, mostra que, nos últimos anos, há uma crescente valorização das produções que têm o território como elemento central. O estudo, disponível aqui na plataforma Gente, revela o interesse nas histórias que destacam o que torna cada região única. E o Nordeste, com suas cores, sons, sabores e histórias, se destaca nesse movimento. Ju Wallauer hoje discute o sucesso dessas produções audiovisuais que não apenas celebram a região, mas também dão visibilidade a um lugar que foi historicamente sub-representado no audiovisual brasileiro. E pra somar nesse papo estão Thardelly Lima, ator paraibano, conhecido pela atuação no filme "Bacurau" e nas novelas "Mar do Sertão" e "No Rancho Fundo"; Max Petterson, ator e criador digital cearense, atuou nas séries "O Cangaceiro do Futuro" e "Cine Holliúdy", e Déo Cardoso, diretor e roteirista cearense, estreou com "Cabeça de Nêgo", em 2021, que ganhou prêmios no Brasil e no exterior. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Nordeste brasileiro tem se destacado nas produções audiovisuais nacionais. Novelas como "No Rancho Fundo", a série "Cangaço Novo" e o esperado "Auto da Compadecida 2" são exemplos de como a cultura e as histórias da região estão no centro das atenções. O sucesso dessas narrativas não é só uma celebração do Nordeste, mas também uma mudança na forma como a cultura regional é vista e consumida, tanto no Brasil quanto no exterior. A pesquisa Ginga Pop, da Globo, mostra que, nos últimos anos, há uma crescente valorização das produções que têm o território como elemento central. O estudo, disponível aqui na plataforma Gente, revela o interesse nas histórias que destacam o que torna cada região única. E o Nordeste, com suas cores, sons, sabores e histórias, se destaca nesse movimento. Ju Wallauer hoje discute o sucesso dessas produções audiovisuais que não apenas celebram a região, mas também dão visibilidade a um lugar que foi historicamente sub-representado no audiovisual brasileiro. E pra somar nesse papo estão Thardelly Lima, ator paraibano, conhecido pela atuação no filme "Bacurau" e nas novelas "Mar do Sertão" e "No Rancho Fundo"; Max Petterson, ator e criador digital cearense, atuou nas séries "O Cangaceiro do Futuro" e "Cine Holliúdy", e Déo Cardoso, diretor e roteirista cearense, estreou com "Cabeça de Nêgo", em 2021, que ganhou prêmios no Brasil e no exterior. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:24:52 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #52| A força da periferia</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #52| A força da periferia</itunes:title>
      <description><![CDATA[Quando a gente fala de periferia, é comum que as conversas sejam marcadas por estereótipos negativos ou pelo olhar da compaixão. A periferia é frequentemente retratada como um lugar à margem, esquecido pelo governo e pelo mercado. Outras vezes, é vista como o epicentro de problemas sociais. Mas há uma verdade poderosa que pode passar despercebida. A periferia é um lugar de força, potência e resistência. Ela é o lar de uma parcela significativa da população brasileira. E, mais do que isso, é um berço de inovação. É de lá que saem algumas das ideias mais criativas e transformadoras do Brasil – seja no campo da economia, da cultura ou da política. Essas soluções nascem movidas pela urgência da realidade, mas também pela riqueza da diversidade e pela inteligência coletiva que floresce no cotidiano. No campo cultural, as periferias brasileiras são verdadeiros laboratórios de arte e expressão. Elas abrigam movimentos que reinventam estéticas, rompem barreiras e influenciam a música, o cinema, a literatura e as artes visuais. Na economia, são berços de empreendedorismo criativo, onde novos modelos de negócios surgem, gerando riqueza e distribuindo oportunidades. E, politicamente, são o palco de movimentos sociais que buscam reconfigurar o espaço de poder, promovendo inclusão e luta por direitos. Ju Wallauer explorar as forças criativas que emergem da periferia e que reverberam pelo país, transformando o Brasil. E para issos, conversa com Katia Ramalho Gomes, analista de programas e projetos da Fundação Tide Setubal. É responsável pela estruturação e gestão do monitoramento de resultados das ações de fomento na instituição; Bruno Desidério, líder social do programa Favela 3D para a Gerando Falcões. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória no terceiro setor criando a primeira oficina de futebol da ONG e Leo Suricate, músico, influenciador digital, produtor audiovisual e articulador cultural. Conduziu a tocha olímpica representando o Ceará e co-criou a Vetinflix que faz filmes, séries e clipes para a internet.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Quando a gente fala de periferia, é comum que as conversas sejam marcadas por estereótipos negativos ou pelo olhar da compaixão. A periferia é frequentemente retratada como um lugar à margem, esquecido pelo governo e pelo mercado. Outras vezes, é vista como o epicentro de problemas sociais. Mas há uma verdade poderosa que pode passar despercebida. A periferia é um lugar de força, potência e resistência. Ela é o lar de uma parcela significativa da população brasileira. E, mais do que isso, é um berço de inovação. É de lá que saem algumas das ideias mais criativas e transformadoras do Brasil – seja no campo da economia, da cultura ou da política. Essas soluções nascem movidas pela urgência da realidade, mas também pela riqueza da diversidade e pela inteligência coletiva que floresce no cotidiano. No campo cultural, as periferias brasileiras são verdadeiros laboratórios de arte e expressão. Elas abrigam movimentos que reinventam estéticas, rompem barreiras e influenciam a música, o cinema, a literatura e as artes visuais. Na economia, são berços de empreendedorismo criativo, onde novos modelos de negócios surgem, gerando riqueza e distribuindo oportunidades. E, politicamente, são o palco de movimentos sociais que buscam reconfigurar o espaço de poder, promovendo inclusão e luta por direitos. Ju Wallauer explorar as forças criativas que emergem da periferia e que reverberam pelo país, transformando o Brasil. E para issos, conversa com Katia Ramalho Gomes, analista de programas e projetos da Fundação Tide Setubal. É responsável pela estruturação e gestão do monitoramento de resultados das ações de fomento na instituição; Bruno Desidério, líder social do programa Favela 3D para a Gerando Falcões. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória no terceiro setor criando a primeira oficina de futebol da ONG e Leo Suricate, músico, influenciador digital, produtor audiovisual e articulador cultural. Conduziu a tocha olímpica representando o Ceará e co-criou a Vetinflix que faz filmes, séries e clipes para a internet.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 15:31:12 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #51| Marcas em evolução.</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #51| Marcas em evolução.</itunes:title>
      <description><![CDATA[O branding é a essência de uma marca. É o que diferencia uma empresa no mercado, constrói confiança e cria uma conexão emocional com o público. Nessa jornada, a psicologia desempenha um papel crucial. Por isso, é essencial entender profundamente o público-alvo e o que ele espera de uma marca. Mas a emoção não é o único fator a ser considerado. Dados e métricas também são vitais, oferecendo insights sobre o que está funcionando – e também sobre o que não está funcionando. E, mesmo pras marcas mais consolidadas, sempre chega a hora de se renovar, chega a hora do rebranding. Esse é um processo delicado, que exige equilibrar a evolução da marca com a preservação de sua essência. Só que falar sobre a teoria do branding é fácil. O ideal é saber a hora de aplicar isso no mundo real, onde a comunicação das empresas está cada vez mais próxima das pessoas e onde a mudança é permanente. A apresentadora Ju Wallauer promoveu o debate sobre o papel do branding no mundo moderno, com insights valiosos de quem está na vanguarda dessa transformação – seja pensando em propósito, seja pensando em métricas. Participaram da conversa Andréa Tuttman, diretora de marketing da Globo, responsável pelos canais GloboNews, Multishow, Bis, GNT, Gloob, Viva e modo viagem, Guta Tolmasquim, fundadora e CEO da Purple Metrics, empresa pioneira em mensuração de branding com o uso de ciência de dados e André Scaciota, superintendente de marketing & mídia do Itaú Unibanco.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O branding é a essência de uma marca. É o que diferencia uma empresa no mercado, constrói confiança e cria uma conexão emocional com o público. Nessa jornada, a psicologia desempenha um papel crucial. Por isso, é essencial entender profundamente o público-alvo e o que ele espera de uma marca. Mas a emoção não é o único fator a ser considerado. Dados e métricas também são vitais, oferecendo insights sobre o que está funcionando – e também sobre o que não está funcionando. E, mesmo pras marcas mais consolidadas, sempre chega a hora de se renovar, chega a hora do rebranding. Esse é um processo delicado, que exige equilibrar a evolução da marca com a preservação de sua essência. Só que falar sobre a teoria do branding é fácil. O ideal é saber a hora de aplicar isso no mundo real, onde a comunicação das empresas está cada vez mais próxima das pessoas e onde a mudança é permanente. A apresentadora Ju Wallauer promoveu o debate sobre o papel do branding no mundo moderno, com insights valiosos de quem está na vanguarda dessa transformação – seja pensando em propósito, seja pensando em métricas. Participaram da conversa Andréa Tuttman, diretora de marketing da Globo, responsável pelos canais GloboNews, Multishow, Bis, GNT, Gloob, Viva e modo viagem, Guta Tolmasquim, fundadora e CEO da Purple Metrics, empresa pioneira em mensuração de branding com o uso de ciência de dados e André Scaciota, superintendente de marketing & mídia do Itaú Unibanco.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 04 Oct 2024 20:05:59 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #50| Mulheres e o mercado de trabalho</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #50| Mulheres e o mercado de trabalho</itunes:title>
      <description><![CDATA[Não é de hoje que as brasileiras decidiram sair de casa para trabalhar, um espaço de representatividade conquistado com muitas lutas e cansativas jornadas duplas. O resultado é visível. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílio, do IBGE, o ano de 2023 marcou um recorde histórico na ocupação feminina. Foram mais de 43 milhões de mulheres trabalhando. Além disso, nós já ocupamos 38% dos cargos de liderança no país e nosso desempenho traz melhores resultados. Segundo a ONU, empresas com líderes femininas têm resultados até 20% melhores. Mas, apesar do aumento no número total de mulheres ocupadas, a nossa participação no mercado de trabalho ainda é quase 20% menor do que a dos homens. E esse número piora em cargos mais altos ou se considerarmos recortes raciais. Tal disparidade revela um cenário onde as barreiras para a entrada e permanência das mulheres no mercado de trabalho ainda são consideráveis. Elas incluem, por exemplo, a falta de políticas efetivas de apoio à maternidade e a distribuição desigual das responsabilidades domésticas. Segundo o IBGE, as mulheres gastam quase o dobro de tempo semanalmente no serviço doméstico. Além disso, a desigualdade salarial é uma realidade gritante no Brasil. O 1º Relatório Nacional de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado em 2024, aponta que nós ganhamos, em média, quase 20% a menos que os homens. Esse dado é particularmente chocante quando se considera que as mulheres são mais escolarizadas. A educação, que deveria ser um fator de equiparação e ascensão profissional, não tem sido suficiente para superar as barreiras de gênero que persistem no mercado de trabalho. Mesmo todos esses números, porém, não contam toda a história. Jú Wallauer reuniu três mulheres incríveis, de diferentes áreas, para entender o que tem de fato, na prática, por trás desses dados: Maira Liguori: Diretora da ONG Think Olga e co-fundadora da consultoria para equidade de gênero Think Eva; Egnalda Côrtes: CEO da Côrtes e Companhia, primeira agência de influenciadores negros da América Latina e Carla Crippa: VP de Impacto e Relações Corporativas na Ambev, criadora do negócio social Água AMA. Vem com a gente! ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Não é de hoje que as brasileiras decidiram sair de casa para trabalhar, um espaço de representatividade conquistado com muitas lutas e cansativas jornadas duplas. O resultado é visível. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílio, do IBGE, o ano de 2023 marcou um recorde histórico na ocupação feminina. Foram mais de 43 milhões de mulheres trabalhando. Além disso, nós já ocupamos 38% dos cargos de liderança no país e nosso desempenho traz melhores resultados. Segundo a ONU, empresas com líderes femininas têm resultados até 20% melhores. Mas, apesar do aumento no número total de mulheres ocupadas, a nossa participação no mercado de trabalho ainda é quase 20% menor do que a dos homens. E esse número piora em cargos mais altos ou se considerarmos recortes raciais. Tal disparidade revela um cenário onde as barreiras para a entrada e permanência das mulheres no mercado de trabalho ainda são consideráveis. Elas incluem, por exemplo, a falta de políticas efetivas de apoio à maternidade e a distribuição desigual das responsabilidades domésticas. Segundo o IBGE, as mulheres gastam quase o dobro de tempo semanalmente no serviço doméstico. Além disso, a desigualdade salarial é uma realidade gritante no Brasil. O 1º Relatório Nacional de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado em 2024, aponta que nós ganhamos, em média, quase 20% a menos que os homens. Esse dado é particularmente chocante quando se considera que as mulheres são mais escolarizadas. A educação, que deveria ser um fator de equiparação e ascensão profissional, não tem sido suficiente para superar as barreiras de gênero que persistem no mercado de trabalho. Mesmo todos esses números, porém, não contam toda a história. Jú Wallauer reuniu três mulheres incríveis, de diferentes áreas, para entender o que tem de fato, na prática, por trás desses dados: Maira Liguori: Diretora da ONG Think Olga e co-fundadora da consultoria para equidade de gênero Think Eva; Egnalda Côrtes: CEO da Côrtes e Companhia, primeira agência de influenciadores negros da América Latina e Carla Crippa: VP de Impacto e Relações Corporativas na Ambev, criadora do negócio social Água AMA. Vem com a gente! ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 03 Sep 2024 14:16:58 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #49| Como o brasileiro inspira o audiovisual</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #49| Como o brasileiro inspira o audiovisual</itunes:title>
      <description><![CDATA[A gente já sabe. A diversidade é um traço fundamental do Brasil. Somos uma mistura vibrante de cores, etnias, religiões, orientações sexuais e identidades de gênero. A novidade é a mudança significativa em como o audiovisual brasileiro vem retratando essa diversidade nos últimos anos. E como essa representação vem sendo influenciada pela cultura brasileira. Historicamente, a televisão desempenhou um papel fundamental na construção da identidade cultural brasileira. Seja com as novelas que cativam milhões de telespectadores, seja com os programas de variedades que refletem o cotidiano do país, a TV tem sido uma poderosa ferramenta para disseminar valores, promover debates e criar referências culturais compartilhadas. Agora, vemos um movimento contrário: uma crescente influência da cultura brasileira no audiovisual, tanto na TV quanto nas novas mídias. O brasileiro quer se ver na tela em sua multiplicidade. E está conseguindo, sem precisar recorrer à piada ou à caricatura. Essa diversidade de histórias, perspectivas e talentos é cada vez mais valorizada e celebrada, resultando em produções mais inclusivas e representativas. Estamos contando nossas próprias histórias, refletindo e moldando a cultura brasileira. Ju Wallauer conversa sobre como nós, os brasileiros, inspiramos as novelas, filmes e programas de TV feitos no país. E chama para esse bate-papo Rosane Svartman, Autora e cineasta, que assinou novelas como "Vai na Fé" e "Bom sucesso" e é doutora em comunicação; Valéria Beltrão, gerente do Sintonia com a Sociedade, responsável pela pesquisa O Brasil e o audiovisual e Gustavo Poli, jornalista, diretor de programas e conteúdo digital do esporte na Globo, além de colunista d'O Globo ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A gente já sabe. A diversidade é um traço fundamental do Brasil. Somos uma mistura vibrante de cores, etnias, religiões, orientações sexuais e identidades de gênero. A novidade é a mudança significativa em como o audiovisual brasileiro vem retratando essa diversidade nos últimos anos. E como essa representação vem sendo influenciada pela cultura brasileira. Historicamente, a televisão desempenhou um papel fundamental na construção da identidade cultural brasileira. Seja com as novelas que cativam milhões de telespectadores, seja com os programas de variedades que refletem o cotidiano do país, a TV tem sido uma poderosa ferramenta para disseminar valores, promover debates e criar referências culturais compartilhadas. Agora, vemos um movimento contrário: uma crescente influência da cultura brasileira no audiovisual, tanto na TV quanto nas novas mídias. O brasileiro quer se ver na tela em sua multiplicidade. E está conseguindo, sem precisar recorrer à piada ou à caricatura. Essa diversidade de histórias, perspectivas e talentos é cada vez mais valorizada e celebrada, resultando em produções mais inclusivas e representativas. Estamos contando nossas próprias histórias, refletindo e moldando a cultura brasileira. Ju Wallauer conversa sobre como nós, os brasileiros, inspiramos as novelas, filmes e programas de TV feitos no país. E chama para esse bate-papo Rosane Svartman, Autora e cineasta, que assinou novelas como "Vai na Fé" e "Bom sucesso" e é doutora em comunicação; Valéria Beltrão, gerente do Sintonia com a Sociedade, responsável pela pesquisa O Brasil e o audiovisual e Gustavo Poli, jornalista, diretor de programas e conteúdo digital do esporte na Globo, além de colunista d'O Globo ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 17:31:40 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #48| Releitura de novelas</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #48| Releitura de novelas</itunes:title>
      <description><![CDATA[Novelas que recuperam tramas poderosas do passado não são nenhuma novidade. Recontar histórias é algo muito comum, em qualquer forma de arte narrativa. No teatro, no cinema… e também na televisão. "Mulheres de Areia", por exemplo, mega-sucesso de 1993, era baseada em uma outra novela, exibida 20 anos antes. Essa primeira versão tinha sido inspirada por uma radionovela de 1965. E essa radionovela foi feita com base em um filme de 1946. Se olhar para trás em busca de inspiração não é nada novo, por outro lado é fato que vivemos em um momento particularmente interessado no passado. Segundo o estudo "O Brasil e o Audiovisual", publicado na plataforma Gente, a temática de “nostalgia” ganhou as redes sociais em 2023, com mais de 1,7 bilhão de manifestações digitais: cerca de 10% do total. Não só no Brasil, mas no mundo todo, é uma tendência atual que produtos de entretenimento, principalmente filmes e séries, se aproveitem dessa temática. Essa nostalgia, porém, não deve ser vista apenas como um desejo saudosista de um tempo passado, mas sim como um elo entre o familiar e o novo. Um sentimento que atravessa gerações, unindo o que é conhecido com o que é inesperado. E é nesse equilíbrio entre familiaridade e surpresa que as boas histórias conseguem sobreviver ao teste do tempo. A novidade talvez esteja na preocupação crescente de diretores e produtores em modernizar e atualizar as tramas. Afinal, a verdadeira força das releituras está na capacidade de promover discussões relevantes sobre questões sociais, culturais e políticas atuais. Ao revisitar obras do passado, podemos enxergar novas camadas de significado e encontrar paralelos com o presente, estimulando um diálogo entre diferentes épocas e contextos para pensar o futuro. a Ju Wallauer, conversa sobre narrativas que continuam relevantes depois de décadas – e os desafios de recriar essas histórias. E para isso, conta com Malu Galli, atriz de TV, cinema e teatro. Em "Renascer", faz parte de uma trama que não existiu na versão original da novela; Mauricio Stycer, jornalista e crítico de TV, mestre em sociologia pela USP. Acaba de publicar uma biografia de Gilberto Braga; Gabriel Jacome, diretor de conteúdo da Globo. Foi produtor executivo da versão brasileira do "The Masked Singer" e do "No Limite Amazônia". ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Novelas que recuperam tramas poderosas do passado não são nenhuma novidade. Recontar histórias é algo muito comum, em qualquer forma de arte narrativa. No teatro, no cinema… e também na televisão. "Mulheres de Areia", por exemplo, mega-sucesso de 1993, era baseada em uma outra novela, exibida 20 anos antes. Essa primeira versão tinha sido inspirada por uma radionovela de 1965. E essa radionovela foi feita com base em um filme de 1946. Se olhar para trás em busca de inspiração não é nada novo, por outro lado é fato que vivemos em um momento particularmente interessado no passado. Segundo o estudo "O Brasil e o Audiovisual", publicado na plataforma Gente, a temática de “nostalgia” ganhou as redes sociais em 2023, com mais de 1,7 bilhão de manifestações digitais: cerca de 10% do total. Não só no Brasil, mas no mundo todo, é uma tendência atual que produtos de entretenimento, principalmente filmes e séries, se aproveitem dessa temática. Essa nostalgia, porém, não deve ser vista apenas como um desejo saudosista de um tempo passado, mas sim como um elo entre o familiar e o novo. Um sentimento que atravessa gerações, unindo o que é conhecido com o que é inesperado. E é nesse equilíbrio entre familiaridade e surpresa que as boas histórias conseguem sobreviver ao teste do tempo. A novidade talvez esteja na preocupação crescente de diretores e produtores em modernizar e atualizar as tramas. Afinal, a verdadeira força das releituras está na capacidade de promover discussões relevantes sobre questões sociais, culturais e políticas atuais. Ao revisitar obras do passado, podemos enxergar novas camadas de significado e encontrar paralelos com o presente, estimulando um diálogo entre diferentes épocas e contextos para pensar o futuro. a Ju Wallauer, conversa sobre narrativas que continuam relevantes depois de décadas – e os desafios de recriar essas histórias. E para isso, conta com Malu Galli, atriz de TV, cinema e teatro. Em "Renascer", faz parte de uma trama que não existiu na versão original da novela; Mauricio Stycer, jornalista e crítico de TV, mestre em sociologia pela USP. Acaba de publicar uma biografia de Gilberto Braga; Gabriel Jacome, diretor de conteúdo da Globo. Foi produtor executivo da versão brasileira do "The Masked Singer" e do "No Limite Amazônia". ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:59:20 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #47 | Representatividade LGBTQIAPN+ na mídia</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #47 | Representatividade LGBTQIAPN+ na mídia</itunes:title>
      <description><![CDATA[Muito mudou, mas muito ainda precisa mudar. Desde a década de 60, a batalha por direitos da comunidade LGBTQIAPN+ cresceu e conseguiu resultados, incluindo conquistas reais em diversos países e também no Brasil. A união civil entre homossexuais, o reconhecimento jurídico da identidade de gênero e a criminalização da LGBTfobia são avanços marcantes e confirmam que o caminho é um só: pra frente. A luta, porém, ainda está longe de acabar. Quando falamos de representatividade na mídia, os desafios são notórios. Uma pesquisa recente da empresa Getty Images detalha o problema: apenas 20% dos entrevistados no levantamento global “Visual GPS 2021" afirmaram ver pessoas LGBTQIAPN+ representadas regularmente em imagens. E as que aparecem, muitas vezes aparecem de forma estereotipadas. Por exemplo: • 30% disseram que essas imagens retratam gays de forma afeminada, • 29% que mostram pessoas da comunidade carregando a bandeira do arco-íris, • 29% que retratam mulheres lésbicas como masculinas • e 28% que representam gays como extravagantes. Na TV e no cinema, o cenário da representatividade tem visto progressos, mas ainda enfrenta obstáculos significativos. Existem mais e mais séries e filmes que apresentam personagens diversos em papéis importantes mas seguem existindo, por exemplo, cancelamentos inexplicáveis. O mesmo pode ser dito da publicidade, onde os anúncios com casais do mesmo sexo ou pessoas transgênero são escassos, correndo o risco de parecerem oportunistas. a Ju Wallauer busca entender o que realmente conquistamos até aqui e o que ainda precisa ser conquistado na televisão, no cinema e na publicidade. E para isso, conta com a ajuda de Cris Naumovs: CEO da Unah, é consultora de criatividade e inovação e ex-diretora de redação da Cosmopolitan; Beta Maria: gerente de conta na Soko, trabalha também com inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ no mercado publicitário e Thiago Guimarães: especialista em cultura pop, produz vídeo-ensaios sobre cinema, TV, quadrinhos e literatura no YouTube "Ora Thiago". ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Muito mudou, mas muito ainda precisa mudar. Desde a década de 60, a batalha por direitos da comunidade LGBTQIAPN+ cresceu e conseguiu resultados, incluindo conquistas reais em diversos países e também no Brasil. A união civil entre homossexuais, o reconhecimento jurídico da identidade de gênero e a criminalização da LGBTfobia são avanços marcantes e confirmam que o caminho é um só: pra frente. A luta, porém, ainda está longe de acabar. Quando falamos de representatividade na mídia, os desafios são notórios. Uma pesquisa recente da empresa Getty Images detalha o problema: apenas 20% dos entrevistados no levantamento global “Visual GPS 2021" afirmaram ver pessoas LGBTQIAPN+ representadas regularmente em imagens. E as que aparecem, muitas vezes aparecem de forma estereotipadas. Por exemplo: • 30% disseram que essas imagens retratam gays de forma afeminada, • 29% que mostram pessoas da comunidade carregando a bandeira do arco-íris, • 29% que retratam mulheres lésbicas como masculinas • e 28% que representam gays como extravagantes. Na TV e no cinema, o cenário da representatividade tem visto progressos, mas ainda enfrenta obstáculos significativos. Existem mais e mais séries e filmes que apresentam personagens diversos em papéis importantes mas seguem existindo, por exemplo, cancelamentos inexplicáveis. O mesmo pode ser dito da publicidade, onde os anúncios com casais do mesmo sexo ou pessoas transgênero são escassos, correndo o risco de parecerem oportunistas. a Ju Wallauer busca entender o que realmente conquistamos até aqui e o que ainda precisa ser conquistado na televisão, no cinema e na publicidade. E para isso, conta com a ajuda de Cris Naumovs: CEO da Unah, é consultora de criatividade e inovação e ex-diretora de redação da Cosmopolitan; Beta Maria: gerente de conta na Soko, trabalha também com inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ no mercado publicitário e Thiago Guimarães: especialista em cultura pop, produz vídeo-ensaios sobre cinema, TV, quadrinhos e literatura no YouTube "Ora Thiago". ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 18:35:18 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #46| Ça va Paris</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #46| Ça va Paris</itunes:title>
      <description><![CDATA[Nas margens do Rio Sena… Embaixo da Torre Eiffel… Nos gramados do Palácio de Versalhes… O cenário pode parecer o de um filme romântico… ou de época. Mas em breve será palco mesmo do maior evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos de Paris. E, assim como 100 anos atrás, quando a Cidade Luz sediou as Olimpíadas pela última vez, vai ser histórico. Se em 1924 o mundo ouviu a primeira transmissão radiofônica das provas, 2024 será a primeira edição na era da inteligência artificial. A experiência dos espectadores e dos próprios atletas promete ser mais imersiva do que nunca, com análises de desempenho em tempo real e interações digitais. Mas mais do que a tecnologia, é a sustentabilidade e a diversidade que dão o tom dos Jogos. Com uma abordagem focada em um legado duradouro, os organizadores das Olimpíadas de Paris buscam não apenas celebrar o presente, mas também deixar um impacto positivo para as futuras gerações. No meio de tudo isso, claro, a estrela é o esporte. E os milhares de atletas para quem cada momento nos Jogos Olímpicos representa a realização de um sonho, depois de anos de dedicação, sacrifício e perseverança. A expectativa é grande também para os atletas brasileiro, depois de um recorde histórico de medalhas nos Jogos de Tóquio, em 2021, uma competição que ficou marcada pela pandemia de Covid-19. Mas e aí? Quais as nossas maiores chances de medalha e nossas maiores decepções? Como a cobertura de um evento dessas proporções vem mudando com a tecnologia e as redes sociais? E como as cobranças sobre minimização de impacto social e ambiental vão pautar os Jogos? Pra debater tudo que gira em torno dos jogos Olímpicos de Paris, Ju Wallauer, reuniu um time que vale por uma delegação olímpica inteira: Marcelo Barreto: jornalista e apresentador brasileiro, comanda os programas Redação SporTV e Ça Va Paris, no SporTV, e é colunista d'O Globo; Marcela Zaiden: gerente de grandes eventos de esporte na Globo e Guilherme Costa: Jornalista especialista em esportes olímpicos, comentarista dos programas Mais Você, Redação SporTV e Ça Va Paris. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Nas margens do Rio Sena… Embaixo da Torre Eiffel… Nos gramados do Palácio de Versalhes… O cenário pode parecer o de um filme romântico… ou de época. Mas em breve será palco mesmo do maior evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos de Paris. E, assim como 100 anos atrás, quando a Cidade Luz sediou as Olimpíadas pela última vez, vai ser histórico. Se em 1924 o mundo ouviu a primeira transmissão radiofônica das provas, 2024 será a primeira edição na era da inteligência artificial. A experiência dos espectadores e dos próprios atletas promete ser mais imersiva do que nunca, com análises de desempenho em tempo real e interações digitais. Mas mais do que a tecnologia, é a sustentabilidade e a diversidade que dão o tom dos Jogos. Com uma abordagem focada em um legado duradouro, os organizadores das Olimpíadas de Paris buscam não apenas celebrar o presente, mas também deixar um impacto positivo para as futuras gerações. No meio de tudo isso, claro, a estrela é o esporte. E os milhares de atletas para quem cada momento nos Jogos Olímpicos representa a realização de um sonho, depois de anos de dedicação, sacrifício e perseverança. A expectativa é grande também para os atletas brasileiro, depois de um recorde histórico de medalhas nos Jogos de Tóquio, em 2021, uma competição que ficou marcada pela pandemia de Covid-19. Mas e aí? Quais as nossas maiores chances de medalha e nossas maiores decepções? Como a cobertura de um evento dessas proporções vem mudando com a tecnologia e as redes sociais? E como as cobranças sobre minimização de impacto social e ambiental vão pautar os Jogos? Pra debater tudo que gira em torno dos jogos Olímpicos de Paris, Ju Wallauer, reuniu um time que vale por uma delegação olímpica inteira: Marcelo Barreto: jornalista e apresentador brasileiro, comanda os programas Redação SporTV e Ça Va Paris, no SporTV, e é colunista d'O Globo; Marcela Zaiden: gerente de grandes eventos de esporte na Globo e Guilherme Costa: Jornalista especialista em esportes olímpicos, comentarista dos programas Mais Você, Redação SporTV e Ça Va Paris. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 28 May 2024 18:59:19 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #45| A moda da moda sustentável</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #45| A moda da moda sustentável</itunes:title>
      <description><![CDATA[Poucas questões atuais preocupam mais as pessoas do que as mudanças climáticas. Por isso mesmo, cada vez mais as empresas são cobradas por incorporarem processos menos agressivos ao meio ambiente e a investirem em ações de impacto ambiental. A moda não poderia ficar de fora, claro, afinal é uma das indústrias mais poluentes do planeta. Segundo dados da ONU, a indústria da moda é a segunda maior consumidora de água do mundo, atrás apenas da agricultura, é responsável por algo entre 2% e 8% das emissões de gases de efeito estufa, e é a maior geradora de microplásticos, que acabam virando poluição nos oceanos. Não é pouca coisa. Mas também já está claro que poluir o planeta está ficando demodê. O papo mais antenado nas semanas de moda mundo afora, seja em Paris ou em São Paulo, é sobre sustentabilidade – sobre tecnologias, materiais e formas de produção que diminuam o impacto ambiental das nossas roupas. As mudanças estão também na boca do povo. Diversas pesquisas recentes mostram como os consumidores, principalmente os mais jovens, estão cada vez mais preocupados em comprar itens que respeitem critérios de sustentabilidade – estando dispostos até a pagar mais por mercadorias ecológicas. Entre a alta costura com materiais ultra tecnológicos, a busca por fazer roupas de baixo impacto ambiental mais acessíveis e o incentivo a práticas como comprar em brechós, a moda, assim como várias outras indústrias, busca encontrar um caminho para coexistir com o meio ambiente. Ju Wallauer hoje vamos conversar com pessoas que pensam e fazem moda sustentável para entender o que tem sido feito pela indústria da moda para abandonar a nada desejada marca de ser uma grande poluidora. E os convidados são: André Carvalhal: autor e especialista em design para sustentabilidade. Escreveu o livro "Moda com Propósito" e foi apresentador do GNT. Flavia Aranha: estilista pioneira em criar moda sustentável no Brasil, com roupas em tingimento natural e outras técnicas artesanais. Daniela Garcia: CEO do Capitalismo Consciente Brasil, articuladora de negócios entre segundo e terceiro setor, especializada em impacto socioambiental. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Poucas questões atuais preocupam mais as pessoas do que as mudanças climáticas. Por isso mesmo, cada vez mais as empresas são cobradas por incorporarem processos menos agressivos ao meio ambiente e a investirem em ações de impacto ambiental. A moda não poderia ficar de fora, claro, afinal é uma das indústrias mais poluentes do planeta. Segundo dados da ONU, a indústria da moda é a segunda maior consumidora de água do mundo, atrás apenas da agricultura, é responsável por algo entre 2% e 8% das emissões de gases de efeito estufa, e é a maior geradora de microplásticos, que acabam virando poluição nos oceanos. Não é pouca coisa. Mas também já está claro que poluir o planeta está ficando demodê. O papo mais antenado nas semanas de moda mundo afora, seja em Paris ou em São Paulo, é sobre sustentabilidade – sobre tecnologias, materiais e formas de produção que diminuam o impacto ambiental das nossas roupas. As mudanças estão também na boca do povo. Diversas pesquisas recentes mostram como os consumidores, principalmente os mais jovens, estão cada vez mais preocupados em comprar itens que respeitem critérios de sustentabilidade – estando dispostos até a pagar mais por mercadorias ecológicas. Entre a alta costura com materiais ultra tecnológicos, a busca por fazer roupas de baixo impacto ambiental mais acessíveis e o incentivo a práticas como comprar em brechós, a moda, assim como várias outras indústrias, busca encontrar um caminho para coexistir com o meio ambiente. Ju Wallauer hoje vamos conversar com pessoas que pensam e fazem moda sustentável para entender o que tem sido feito pela indústria da moda para abandonar a nada desejada marca de ser uma grande poluidora. E os convidados são: André Carvalhal: autor e especialista em design para sustentabilidade. Escreveu o livro "Moda com Propósito" e foi apresentador do GNT. Flavia Aranha: estilista pioneira em criar moda sustentável no Brasil, com roupas em tingimento natural e outras técnicas artesanais. Daniela Garcia: CEO do Capitalismo Consciente Brasil, articuladora de negócios entre segundo e terceiro setor, especializada em impacto socioambiental. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 19:59:43 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #44 | Diversidade de Corpos</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #44 | Diversidade de Corpos</itunes:title>
      <description><![CDATA[Existem uma variedade de formas, tamanhos, cores, idades, habilidades e identidades de gênero entre os seres humanos. É o que chamamos de diversidade de corpos. Reconhecer e celebrar essa diversidade é crucial para promover a inclusão, a igualdade e o respeito por todas as pessoas, independentemente de como elas se apresentam fisicamente. Pessoas gordas, ou com corpos maiores, muitas vezes enfrentam estigmatização e discriminação devido ao seu tamanho, um reflexo de normas de saúde estreitas e padrões inatingíveis de magreza. Pessoas com deficiência também fazem parte dessa diversidade: ter um corpo que funciona de forma diferente não as torna menos dignas de respeito e consideração. Além disso, muitas pessoas não se identificam estritamente como homem ou mulher. E essa diversidade de identidades é um aspecto importante da nossa sociedade: pessoas transgênero, não binárias e de gênero fluido têm corpos que podem não se conformar às expectativas tradicionais de masculino ou feminino. Promover a diversidade de corpos não significa apenas reconhecer a existência dessas diferenças, mas também combater o preconceito e a discriminação que muitas vezes afetam as pessoas com base em seus corpos. Para isso, é precisamos entender a importância da aceitação e do respeito, bem como defender políticas e práticas que promovam a igualdade. É importante lembrar que a diversidade de corpos não é uma questão de aparência, mas sim uma questão de dignidade e direitos humanos. Afinal, celebrar uma variedade de aparências e identidades ajuda a quebrar estereótipos e a criar um ambiente onde todos se sintam valorizados e aceitos. Ju Wallauer reuniu pessoas incríveis para conversar sobre representatividade, combate à discriminação, autoestima e saúde mental. A conversa conta com Nana Datto, Líder do grupo de afinidade de pessoas com deficiência da Globo, palestrante corporativa e autora do ebook ”Descomplicando a inclusão”; Bielo Pereira, influenciadora digital e apresentadora intersexo. Se identifica como bigênero, negra e pessoa gorda e Flávia Durante, Comunicadora e idealizadora do Pop Plus, maior feira de moda plus size do mundo. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Existem uma variedade de formas, tamanhos, cores, idades, habilidades e identidades de gênero entre os seres humanos. É o que chamamos de diversidade de corpos. Reconhecer e celebrar essa diversidade é crucial para promover a inclusão, a igualdade e o respeito por todas as pessoas, independentemente de como elas se apresentam fisicamente. Pessoas gordas, ou com corpos maiores, muitas vezes enfrentam estigmatização e discriminação devido ao seu tamanho, um reflexo de normas de saúde estreitas e padrões inatingíveis de magreza. Pessoas com deficiência também fazem parte dessa diversidade: ter um corpo que funciona de forma diferente não as torna menos dignas de respeito e consideração. Além disso, muitas pessoas não se identificam estritamente como homem ou mulher. E essa diversidade de identidades é um aspecto importante da nossa sociedade: pessoas transgênero, não binárias e de gênero fluido têm corpos que podem não se conformar às expectativas tradicionais de masculino ou feminino. Promover a diversidade de corpos não significa apenas reconhecer a existência dessas diferenças, mas também combater o preconceito e a discriminação que muitas vezes afetam as pessoas com base em seus corpos. Para isso, é precisamos entender a importância da aceitação e do respeito, bem como defender políticas e práticas que promovam a igualdade. É importante lembrar que a diversidade de corpos não é uma questão de aparência, mas sim uma questão de dignidade e direitos humanos. Afinal, celebrar uma variedade de aparências e identidades ajuda a quebrar estereótipos e a criar um ambiente onde todos se sintam valorizados e aceitos. Ju Wallauer reuniu pessoas incríveis para conversar sobre representatividade, combate à discriminação, autoestima e saúde mental. A conversa conta com Nana Datto, Líder do grupo de afinidade de pessoas com deficiência da Globo, palestrante corporativa e autora do ebook ”Descomplicando a inclusão”; Bielo Pereira, influenciadora digital e apresentadora intersexo. Se identifica como bigênero, negra e pessoa gorda e Flávia Durante, Comunicadora e idealizadora do Pop Plus, maior feira de moda plus size do mundo. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 05 Dec 2023 16:47:14 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #43 | Consumidores negros</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #43 | Consumidores negros</itunes:title>
      <description><![CDATA[Segundo dados do Censo de 2022, 56% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos. Mas, embora sejam a maioria da população, foi só nos últimos anos que muitas marcas direcionaram seus esforços de pesquisa e desenvolvimento para atender necessidades específicas das pessoas negras. É verdade que isso resultou em avanços na representatividade. Ao mesmo tempo, o consumidor negro é diverso e multifacetado, abrangendo uma ampla gama de identidades e experiências. Quer dizer: a simples criação de produtos e serviços não é suficiente para abordar todas as nuances desse mercado. Para dar conta de todas as camadas, dimensões e complexidades do consumo da população negra brasileira, é precisa considerar não apenas a oferta de produtos, mas também a criação de ambientes que reconheçam a riqueza da cultura afro e promovam o crescimento de empreendedores negros. Essa ideia foi um dos pontos de partida de um estudo realizado pelo Sintonia com a Sociedade, da Globo, em colaboração com pesquisadores negros. Intitulada "O que falta para reinar? As Dimensões do Consumo Afro-Brasileiro", a pesquisa mostrou, entre outras coisas, como a discriminação racial tem levado a mudanças nos hábitos de consumo das pessoas negras. A comunicação de marca autêntica, a promoção do afro-empreendedorismo e o reconhecimento das diversas camadas desse mercado são passos importantes para criar um ambiente mais inclusivo e equitativo, promovendo um progresso sustentável rumo à igualdade racial. Ju Wallauer reuniu três mulheres incríveis que pensam a negritude, o empreendedorismo e a publicidade em uma conversa sobre a potência do consumo para e pela população negra: Nalui Mahim, analista de pesquisa de mercado na Globo, integrante do Sintonia com a Sociedade, e professora de comunicação na UFF; Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta e do PretaHub, empreendedora social e especialista em economia criativa e Anna Cristiana Almeida, gerente de marca na Globo, especialista em marketing e diversidade, também é escritora e doutoranda em história. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Segundo dados do Censo de 2022, 56% dos brasileiros se autodeclaram pretos ou pardos. Mas, embora sejam a maioria da população, foi só nos últimos anos que muitas marcas direcionaram seus esforços de pesquisa e desenvolvimento para atender necessidades específicas das pessoas negras. É verdade que isso resultou em avanços na representatividade. Ao mesmo tempo, o consumidor negro é diverso e multifacetado, abrangendo uma ampla gama de identidades e experiências. Quer dizer: a simples criação de produtos e serviços não é suficiente para abordar todas as nuances desse mercado. Para dar conta de todas as camadas, dimensões e complexidades do consumo da população negra brasileira, é precisa considerar não apenas a oferta de produtos, mas também a criação de ambientes que reconheçam a riqueza da cultura afro e promovam o crescimento de empreendedores negros. Essa ideia foi um dos pontos de partida de um estudo realizado pelo Sintonia com a Sociedade, da Globo, em colaboração com pesquisadores negros. Intitulada "O que falta para reinar? As Dimensões do Consumo Afro-Brasileiro", a pesquisa mostrou, entre outras coisas, como a discriminação racial tem levado a mudanças nos hábitos de consumo das pessoas negras. A comunicação de marca autêntica, a promoção do afro-empreendedorismo e o reconhecimento das diversas camadas desse mercado são passos importantes para criar um ambiente mais inclusivo e equitativo, promovendo um progresso sustentável rumo à igualdade racial. Ju Wallauer reuniu três mulheres incríveis que pensam a negritude, o empreendedorismo e a publicidade em uma conversa sobre a potência do consumo para e pela população negra: Nalui Mahim, analista de pesquisa de mercado na Globo, integrante do Sintonia com a Sociedade, e professora de comunicação na UFF; Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta e do PretaHub, empreendedora social e especialista em economia criativa e Anna Cristiana Almeida, gerente de marca na Globo, especialista em marketing e diversidade, também é escritora e doutoranda em história. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 17 Nov 2023 16:02:34 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #42 | As novas fronteiras da masculinidade </title>
      <itunes:title>Gente Conversa #42 | As novas fronteiras da masculinidade </itunes:title>
      <description><![CDATA[A masculinidade moderna está em constante evolução, refletindo as mudanças sociais e culturais que ocorreram nas últimas décadas. À medida que as sociedades avançam na desconstrução dos estereótipos de gênero, os homens estão navegando por novas fronteiras em busca de uma identidade que seja autêntica e alinhada com os valores contemporâneos. Uma das áreas em que essas mudanças são mais evidentes é no lar. Muitos homens estão assumindo papéis mais ativos na vida doméstica, quebrando a antiga ideia de que este é um trabalho feminino. Para essas famílias, a equidade na divisão de tarefas tornou-se um objetivo compartilhado e os homens estão se tornando parceiros igualitários em suas relações. A paternidade é outro aspecto notável da nova masculinidade. A ideia de que "ser homem" significa apenas ser o provedor financeiro está sendo gradualmente substituída por uma visão mais ampla da paternidade, onde os homens são incentivados a se envolver, nutrir e guiar seus filhos, fortalecendo os laços familiares e preparando as gerações futuras. Claro, essas mudanças ainda acontecem lentamente. O Brasil segue uma sociedade muito marcada pelo machismo e a misoginia. Também por isso o desenvolvimento de iniciativas que valorizam paternidades ativas e novas formas de masculinidades são mais do que bem-vindas. Juliana Wallauer conversa sobre como a masculinidade moderna precisa estar cada vez mais baseada na igualdade, no respeito e na autenticidade, um passo positivo em direção a uma sociedade mais justa. Nesse bate-papo estão Franciso Bosco, filósofo e ensaísta, escreveu um livro sobre paternidade no século 21 e é parte do elenco fixo do Papo de Segunda, do GNT; Josimar Silveira (Jones), influenciador e pai de dois filhos, mantém com a mulher o perfil Família Quilombo, no Instagram; Tiago Koch, Idealizador do projeto Homem Paterno, sobre parto e puerpério, e coordenador do projeto "Meninos: sonhando os homens do futuro" e Fábio Simões, publicitário, atual Head of Branding do NuBank, também foi diretor criativo em agências como FCB Brasil e Saatchi & Saatchi L.A ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A masculinidade moderna está em constante evolução, refletindo as mudanças sociais e culturais que ocorreram nas últimas décadas. À medida que as sociedades avançam na desconstrução dos estereótipos de gênero, os homens estão navegando por novas fronteiras em busca de uma identidade que seja autêntica e alinhada com os valores contemporâneos. Uma das áreas em que essas mudanças são mais evidentes é no lar. Muitos homens estão assumindo papéis mais ativos na vida doméstica, quebrando a antiga ideia de que este é um trabalho feminino. Para essas famílias, a equidade na divisão de tarefas tornou-se um objetivo compartilhado e os homens estão se tornando parceiros igualitários em suas relações. A paternidade é outro aspecto notável da nova masculinidade. A ideia de que "ser homem" significa apenas ser o provedor financeiro está sendo gradualmente substituída por uma visão mais ampla da paternidade, onde os homens são incentivados a se envolver, nutrir e guiar seus filhos, fortalecendo os laços familiares e preparando as gerações futuras. Claro, essas mudanças ainda acontecem lentamente. O Brasil segue uma sociedade muito marcada pelo machismo e a misoginia. Também por isso o desenvolvimento de iniciativas que valorizam paternidades ativas e novas formas de masculinidades são mais do que bem-vindas. Juliana Wallauer conversa sobre como a masculinidade moderna precisa estar cada vez mais baseada na igualdade, no respeito e na autenticidade, um passo positivo em direção a uma sociedade mais justa. Nesse bate-papo estão Franciso Bosco, filósofo e ensaísta, escreveu um livro sobre paternidade no século 21 e é parte do elenco fixo do Papo de Segunda, do GNT; Josimar Silveira (Jones), influenciador e pai de dois filhos, mantém com a mulher o perfil Família Quilombo, no Instagram; Tiago Koch, Idealizador do projeto Homem Paterno, sobre parto e puerpério, e coordenador do projeto "Meninos: sonhando os homens do futuro" e Fábio Simões, publicitário, atual Head of Branding do NuBank, também foi diretor criativo em agências como FCB Brasil e Saatchi & Saatchi L.A ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 25 Oct 2023 00:16:39 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #41 | Vozes indígenas</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #41 | Vozes indígenas</itunes:title>
      <description><![CDATA[2023 tem sido um ano importante para os povos indígenas no Brasil. É a primeira vez que o país tem um Ministério dos Povos Indígenas. É a primeira vez que a presidente da Funai é uma mulher indígena. Em abril, pela primeira vez, celebramos oficialmente o Dia dos Povos Indígenas, e não o Dia do Índio. Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou dados do Censo Demográfico 2022 que mostram que a população indígena no país cresceu 89% nos últimos 12 anos, totalizando 1,7 milhão de pessoas. Esse salto estatístico é explicado por mudanças na forma como o IBGE conduziu as pesquisas. Mas os números populacionais também refletem outras transformações que estão acontecendo no país. Nas eleições de 2022, por exemplo, tivemos um número recorde de candidatos autodeclarados indígenas e de deputados federais eleitos. Tanto nas artes plásticas quanto na música, vemos uma crescente onda de artistas indígenas ganhando destaque e reconhecimento nacional e internacional. Além disso, o avanço da tecnologia criou novos espaços para a discussão sobre os povos indígenas e a necessidade urgente de compreender sua riqueza cultural e diversidade. A internet é a principal ferramenta para isso, com o aparecimento de vários influenciadores indígenas que questionam a hegemonia das narrativas de sua história e desfazem estereótipos centenários. Mas as vozes indígenas encontram novos espaços também em mídias mais tradicionais. Por exemplo, a novela "Terra e Paixão", da Globo, marca a primeira vez que uma trama do horário nobre da emissora tem um núcleo indígena, trazendo para a tela da televisão essa representatividade tão necessária. Nesse episódio Ju Wallauer recebe Daniel Munduruku, Renata Tupinambá e Katú Mirim pra uma conversa sobre a pluralidade e os novos caminhos e temas das vozes indígenas. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[2023 tem sido um ano importante para os povos indígenas no Brasil. É a primeira vez que o país tem um Ministério dos Povos Indígenas. É a primeira vez que a presidente da Funai é uma mulher indígena. Em abril, pela primeira vez, celebramos oficialmente o Dia dos Povos Indígenas, e não o Dia do Índio. Em agosto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou dados do Censo Demográfico 2022 que mostram que a população indígena no país cresceu 89% nos últimos 12 anos, totalizando 1,7 milhão de pessoas. Esse salto estatístico é explicado por mudanças na forma como o IBGE conduziu as pesquisas. Mas os números populacionais também refletem outras transformações que estão acontecendo no país. Nas eleições de 2022, por exemplo, tivemos um número recorde de candidatos autodeclarados indígenas e de deputados federais eleitos. Tanto nas artes plásticas quanto na música, vemos uma crescente onda de artistas indígenas ganhando destaque e reconhecimento nacional e internacional. Além disso, o avanço da tecnologia criou novos espaços para a discussão sobre os povos indígenas e a necessidade urgente de compreender sua riqueza cultural e diversidade. A internet é a principal ferramenta para isso, com o aparecimento de vários influenciadores indígenas que questionam a hegemonia das narrativas de sua história e desfazem estereótipos centenários. Mas as vozes indígenas encontram novos espaços também em mídias mais tradicionais. Por exemplo, a novela "Terra e Paixão", da Globo, marca a primeira vez que uma trama do horário nobre da emissora tem um núcleo indígena, trazendo para a tela da televisão essa representatividade tão necessária. Nesse episódio Ju Wallauer recebe Daniel Munduruku, Renata Tupinambá e Katú Mirim pra uma conversa sobre a pluralidade e os novos caminhos e temas das vozes indígenas. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 12:21:12 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #40 | A Copa do Mundo e o Futebol Feminino no Brasil</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #40 | A Copa do Mundo e o Futebol Feminino no Brasil</itunes:title>
      <description><![CDATA[A Copa do Mundo Feminina acaba de terminar. Mas conversas sobre o torneio não vão parar tão cedo. Quais são as novas craques do futebol feminino? Quais estrelas do esporte não vão jogar o próximo Mundial? O que o Brasil pode fazer para melhorar sua performance para a Copa de 2027? Desde a sua criação, em 1991, a importância da Copa do Mundo Feminina no cenário esportivo só cresce. No começo, o torneio buscava espaço e reconhecimento, mas agora já se transformou em um poderoso agente de mudança, impulsionando a visibilidade do futebol feminino em todo o globo. O Mundial deste ano quebrou recordes de audiência no mundo inteiro e consolidou um grande aumento de popularidade do futebol feminino, algo que já havia ficado claro na edição de 2019 da competição. Mais do que uma competição esportiva, o torneio carrega consigo uma missão: fortalecer o futebol feminino como um movimento de transformação social, promovendo a equidade de gênero e o empoderamento feminino. Mas o sonho da Seleção de conquistar sua primeira vitória no Mundial durou pouco este ano. A equipe brasileira foi eliminada ainda na primeira fase do torneio, depois de um empate em zero a zero com a Jamaica. Ainda no gramado, Marta afirmou que essa foi sua última Copa do Mundo. O tom era de tristeza, claro, mas a mensagem era de otimismo também. O próximo ciclo do Brasil deve ser de renovação, com uma nova geração de jogadoras comandando a troca de passes dentro do campo e a expectativa de talvez sediar a próxima edição da Copa. Mas antes disso, vamos fazer um balanço de como foi a edição de 2023 da Copa do Mundo, do gramado ao patrocínio, e o impacto que do crescimento deste grande evento no futebol feminino como um todo. Juliana Wallauer reuniu um time da pesada pra bater uma bola sobre como essa paixão crescente está impulsionando mudanças e inspirando milhões de corações em um caminho rumo à igualdade e reconhecimento pleno no esporte e na sociedade. O papo de hoje é com Katiuscia Fernandes, lateral-direita do Corinthians, e cinco vezes campeã do Brasileirão; Sarah Tonon Reis, marketing esportivo do banco BMG, onde é responsável por projetos de patrocínio ao futebol feminino; Renata Mendonça, Colunista da Folha de S. Paulo, comentarista do Grupo Globo e co-fundadora do Dibradoras; e Ana Thais, jornalista e comentarista esportiva. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A Copa do Mundo Feminina acaba de terminar. Mas conversas sobre o torneio não vão parar tão cedo. Quais são as novas craques do futebol feminino? Quais estrelas do esporte não vão jogar o próximo Mundial? O que o Brasil pode fazer para melhorar sua performance para a Copa de 2027? Desde a sua criação, em 1991, a importância da Copa do Mundo Feminina no cenário esportivo só cresce. No começo, o torneio buscava espaço e reconhecimento, mas agora já se transformou em um poderoso agente de mudança, impulsionando a visibilidade do futebol feminino em todo o globo. O Mundial deste ano quebrou recordes de audiência no mundo inteiro e consolidou um grande aumento de popularidade do futebol feminino, algo que já havia ficado claro na edição de 2019 da competição. Mais do que uma competição esportiva, o torneio carrega consigo uma missão: fortalecer o futebol feminino como um movimento de transformação social, promovendo a equidade de gênero e o empoderamento feminino. Mas o sonho da Seleção de conquistar sua primeira vitória no Mundial durou pouco este ano. A equipe brasileira foi eliminada ainda na primeira fase do torneio, depois de um empate em zero a zero com a Jamaica. Ainda no gramado, Marta afirmou que essa foi sua última Copa do Mundo. O tom era de tristeza, claro, mas a mensagem era de otimismo também. O próximo ciclo do Brasil deve ser de renovação, com uma nova geração de jogadoras comandando a troca de passes dentro do campo e a expectativa de talvez sediar a próxima edição da Copa. Mas antes disso, vamos fazer um balanço de como foi a edição de 2023 da Copa do Mundo, do gramado ao patrocínio, e o impacto que do crescimento deste grande evento no futebol feminino como um todo. Juliana Wallauer reuniu um time da pesada pra bater uma bola sobre como essa paixão crescente está impulsionando mudanças e inspirando milhões de corações em um caminho rumo à igualdade e reconhecimento pleno no esporte e na sociedade. O papo de hoje é com Katiuscia Fernandes, lateral-direita do Corinthians, e cinco vezes campeã do Brasileirão; Sarah Tonon Reis, marketing esportivo do banco BMG, onde é responsável por projetos de patrocínio ao futebol feminino; Renata Mendonça, Colunista da Folha de S. Paulo, comentarista do Grupo Globo e co-fundadora do Dibradoras; e Ana Thais, jornalista e comentarista esportiva. ]]></content:encoded>
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      <title>Gente Conversa #39 | As desigualdades da crise climática</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #39 | As desigualdades da crise climática</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Brasil está preocupado com o futuro do planeta. Mais de 70% dos brasileiros declaram que as mudanças climáticas e aquecimento global são um problema sério. Questões globais como a pobreza e a perda de espécies de animais e plantas têm mais importância aqui do que em outros países. Mesmo assim, as desigualdades da crise climática ainda não estão claras para todos nós. Essas preocupações estão ligadas ao conceito de "justiça climática". Mas o termo ainda é pouco conhecido. Segundo um levantamento da Globo, quase 65% dos entrevistados nunca ouviram falar do conceito. Então, o que é "justiça climática"? As mudanças climáticas são uma realidade para todos no planeta Terra, mas suas consequências impactam as populações de formas desiguais. Povos indígenas, comunidades de baixa renda, mulheres e países em desenvolvimento são mais afetados pelos efeitos devastadores do aumento das temperaturas, eventos climáticos extremos e escassez de recursos naturais. Não por acaso, falar de "justiça climática" também é falar de racismo ambiental, de pobreza energética, de refugiados climáticos, de insegurança alimentar… Por isso, reconhecer e abordar as conexões entre a crise climática, a pobreza, o racismo, o sexismo e outras formas de opressão é fundamental para combatermos esse problema de forma justa. De um jeito que resolva, ou minimize os impactos, para todas as comunidades. Ju Wallauer conversa com um time de especialistas para tratar desse desafio: Iara Poppe, especialista de pesquisa no Sintonia com a Sociedade, na Globo, Flavia Bellaguarda, advogada e mestre em justiça climática, cofundadora da rede de juristas LACLIMA e do Youth Climate Leaders e Marcelo Rocha, fundador e diretor executivo do Instituto Ayíka a ativista em negritude, educação e mudanças climáticas.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil está preocupado com o futuro do planeta. Mais de 70% dos brasileiros declaram que as mudanças climáticas e aquecimento global são um problema sério. Questões globais como a pobreza e a perda de espécies de animais e plantas têm mais importância aqui do que em outros países. Mesmo assim, as desigualdades da crise climática ainda não estão claras para todos nós. Essas preocupações estão ligadas ao conceito de "justiça climática". Mas o termo ainda é pouco conhecido. Segundo um levantamento da Globo, quase 65% dos entrevistados nunca ouviram falar do conceito. Então, o que é "justiça climática"? As mudanças climáticas são uma realidade para todos no planeta Terra, mas suas consequências impactam as populações de formas desiguais. Povos indígenas, comunidades de baixa renda, mulheres e países em desenvolvimento são mais afetados pelos efeitos devastadores do aumento das temperaturas, eventos climáticos extremos e escassez de recursos naturais. Não por acaso, falar de "justiça climática" também é falar de racismo ambiental, de pobreza energética, de refugiados climáticos, de insegurança alimentar… Por isso, reconhecer e abordar as conexões entre a crise climática, a pobreza, o racismo, o sexismo e outras formas de opressão é fundamental para combatermos esse problema de forma justa. De um jeito que resolva, ou minimize os impactos, para todas as comunidades. Ju Wallauer conversa com um time de especialistas para tratar desse desafio: Iara Poppe, especialista de pesquisa no Sintonia com a Sociedade, na Globo, Flavia Bellaguarda, advogada e mestre em justiça climática, cofundadora da rede de juristas LACLIMA e do Youth Climate Leaders e Marcelo Rocha, fundador e diretor executivo do Instituto Ayíka a ativista em negritude, educação e mudanças climáticas.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 15:55:55 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #38 | Menopausa sem tabus</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #38 | Menopausa sem tabus</itunes:title>
      <description><![CDATA[A menopausa é um tema negligenciado. Isso é irônico porque, na prática, ela faz parte da vida de milhões de mulheres ao redor do mundo. Segundo dados do IBGE, só no Brasil são 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa. Mesmo assim, como costuma acontecer com temas relativos ao corpo e à sexualidade feminina, a menopausa é um tabu. E essa falta de conhecimento afeta de maneira significativa a saúde mental e física das mulheres. De acordo com uma pesquisa realizada pela femtech brasileira Plenapausa, 81% das mulheres afirmaram ter experimentado ansiedade e depressão durante a menopausa. Além disso, 58% delas relataram que se sentem menos produtivas no trabalho. Os números destacam a importância da gente abordar abertamente a menopausa, dividindo informações claras e confiáveis para todas as pessoas: mulheres adultas e jovens, e também suas famílias, companheiros e colegas. A menopausa é um momento natural na vida de uma mulher, cercada por sintomas físicos e emocionais que podem impactar profundamente no dia a dia. Mas ela não precisa ser um período de silêncio ou desconhecimento. É preciso quebrar os tabus e abrir caminho para uma nova compreensão dessa fase, que inclui valorizar a vida de mulheres adultas e combater o preconceito de idade. É por isso que o papo de hoje é uma conversa franca e aberta sobre o tema, sem rodeios, a fim de compartilhar informações relevantes, histórias inspiradoras e dicas práticas. Queremos que cada mulher possa viver a menopausa com confiança e sentir-se inteira em todas as fases da vida. Junte-se a nós nessa jornada de empoderamento e transformação! Juliana Wallauer recebe Lilia Cabral, atriz, Beatriz Tupinambá, ginecologista e obstetra, criadora de conteúdo sobre climatério e menopausa, e Sâmara Irumé, psicóloga, autora do site Diário da Menopausa. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A menopausa é um tema negligenciado. Isso é irônico porque, na prática, ela faz parte da vida de milhões de mulheres ao redor do mundo. Segundo dados do IBGE, só no Brasil são 29 milhões de mulheres estão entre o climatério e a menopausa. Mesmo assim, como costuma acontecer com temas relativos ao corpo e à sexualidade feminina, a menopausa é um tabu. E essa falta de conhecimento afeta de maneira significativa a saúde mental e física das mulheres. De acordo com uma pesquisa realizada pela femtech brasileira Plenapausa, 81% das mulheres afirmaram ter experimentado ansiedade e depressão durante a menopausa. Além disso, 58% delas relataram que se sentem menos produtivas no trabalho. Os números destacam a importância da gente abordar abertamente a menopausa, dividindo informações claras e confiáveis para todas as pessoas: mulheres adultas e jovens, e também suas famílias, companheiros e colegas. A menopausa é um momento natural na vida de uma mulher, cercada por sintomas físicos e emocionais que podem impactar profundamente no dia a dia. Mas ela não precisa ser um período de silêncio ou desconhecimento. É preciso quebrar os tabus e abrir caminho para uma nova compreensão dessa fase, que inclui valorizar a vida de mulheres adultas e combater o preconceito de idade. É por isso que o papo de hoje é uma conversa franca e aberta sobre o tema, sem rodeios, a fim de compartilhar informações relevantes, histórias inspiradoras e dicas práticas. Queremos que cada mulher possa viver a menopausa com confiança e sentir-se inteira em todas as fases da vida. Junte-se a nós nessa jornada de empoderamento e transformação! Juliana Wallauer recebe Lilia Cabral, atriz, Beatriz Tupinambá, ginecologista e obstetra, criadora de conteúdo sobre climatério e menopausa, e Sâmara Irumé, psicóloga, autora do site Diário da Menopausa. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 04 Jul 2023 13:58:49 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #37 | Edutainment e o desafio de comunicar educação</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #37 | Edutainment e o desafio de comunicar educação</itunes:title>
      <description><![CDATA[Muitas conversas honestas e bem intencionadas sobre os problemas do Brasil terminam com a mesma conclusão: "a solução é educação". Sim, todos concordamos que investir em educação é primordial para o bom funcionamento de uma sociedade. Mas, apesar de ser um tema tão importante, a "educação" raramente está na pauta do dia para além dessas conversas. Vivemos em uma era em que somos constantemente bombardeados por super-heróis, celebridades e influenciadores que ocupam grande parte do espaço de comunicação. Onde está a educação nessa equação? Como trazer esse assunto essencial para o centro das nossas conversas? Está claro que comunicar educação em um ambiente de entretenimento, com conteúdos cada vez mais curtos e superficiais, não é tarefa fácil. Para ganhar a atenção do público, é preciso encontrar maneiras criativas de transmitir conhecimento sem abrir mão da relevância, e nem da diversão. Por outro lado, as novas tecnologias oferecem ferramentas capazes de reinventar a forma como falamos sobre educação. Do YouTube ao Chat GPT, a tecnologia nos permite explorar formatos interativos e envolventes, capazes de alcançar públicos amplos e diversificados. Por isso, na conversa de hoje, vamos explorar como a educação pode ser comunicada de forma impactante, qual o papel da tecnologia nesse processo e como podemos fazer do entretenimento uma porta de entrada para o conhecimento. Julianna Wallauer conversa com Martha Gabriel, futurista, palestrante e autora best-seller especializada em negócios e inovação, com expertise em transformação digital e educação; Viridiana Bertolini, gerente de Valor Social no Grupo Globo, e uma das responsáveis pela iniciativa "Movimento LED - Luz na Educação"; e Iberê Thenório, criador e apresentador do canal de YouTube "Manual do Mundo", que populariza a ciência de forma acessível e divertida. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Muitas conversas honestas e bem intencionadas sobre os problemas do Brasil terminam com a mesma conclusão: "a solução é educação". Sim, todos concordamos que investir em educação é primordial para o bom funcionamento de uma sociedade. Mas, apesar de ser um tema tão importante, a "educação" raramente está na pauta do dia para além dessas conversas. Vivemos em uma era em que somos constantemente bombardeados por super-heróis, celebridades e influenciadores que ocupam grande parte do espaço de comunicação. Onde está a educação nessa equação? Como trazer esse assunto essencial para o centro das nossas conversas? Está claro que comunicar educação em um ambiente de entretenimento, com conteúdos cada vez mais curtos e superficiais, não é tarefa fácil. Para ganhar a atenção do público, é preciso encontrar maneiras criativas de transmitir conhecimento sem abrir mão da relevância, e nem da diversão. Por outro lado, as novas tecnologias oferecem ferramentas capazes de reinventar a forma como falamos sobre educação. Do YouTube ao Chat GPT, a tecnologia nos permite explorar formatos interativos e envolventes, capazes de alcançar públicos amplos e diversificados. Por isso, na conversa de hoje, vamos explorar como a educação pode ser comunicada de forma impactante, qual o papel da tecnologia nesse processo e como podemos fazer do entretenimento uma porta de entrada para o conhecimento. Julianna Wallauer conversa com Martha Gabriel, futurista, palestrante e autora best-seller especializada em negócios e inovação, com expertise em transformação digital e educação; Viridiana Bertolini, gerente de Valor Social no Grupo Globo, e uma das responsáveis pela iniciativa "Movimento LED - Luz na Educação"; e Iberê Thenório, criador e apresentador do canal de YouTube "Manual do Mundo", que populariza a ciência de forma acessível e divertida. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:14:56 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #36 | Mulheres e entretenimento</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #36 | Mulheres e entretenimento</itunes:title>
      <description><![CDATA[A indústria do entretenimento tem passado por grandes transformações. Parte por conta do avanço da tecnologia. Parte pela crescente demanda por conteúdo diverso e representativo. E as mulheres são parte ativa e crítica neste cenário. No Brasil, o público feminino é o principal consumidor de entretenimento, desde as tradicionais novelas até as mais recentes plataformas de streaming. Em um estudo global, as brasileiras ficaram em segundo lugar como as mulheres que mais consomem streaming no mundo. A experiência das mulheres, porém, é frequentemente afetada pela falta de representatividade e a perpetuação de estereótipos de gênero. Não à toa, elas vem exigindo mais protagonismo e representatividade em filmes, programas de TV, jogos, músicas e livros. A forma como as mulheres acessam o conteúdo é moldada por suas vivências e realidades sociais. É o que mostra a pesquisa "Como as brasileiras consomem entretenimento?", feita pelo GNT. Realizada em 2022 com mulheres entre 30 e 45 anos, a pesquisa mostra, por exemplo, que 84% das mulheres são interrompidas em suas experiências com conteúdos de vídeo – o que explica uma preferência por narrativas curtas. De que outras formas as vivências femininas interferem no consumo de entretenimento? E qual o papel do conteúdo na diminuição das desigualdades de gênero? Juliana Wallauer conversa com Renata Martins, diretora e roteirista, criadora da série Histórias (Im)Possíveis, que reúne tramas ficcionais de suspense protagonizadas por mulheres, Míriam Castro, conhecida como Mikannn, é jornalista e youtuber especializada em cultura pop, jogos e séries, com mais de 500 mil inscritos em seu canal e Leonardo Moura, Gerente Sênior de Produto de Canais Pagos na Globo, à frente da programação de lifestyle, entretenimento, infantil e notícias. Vem com a gente pra uma conversa sobre tendências, desafios e oportunidades para o consumo de entretenimento por mulheres no Brasil.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A indústria do entretenimento tem passado por grandes transformações. Parte por conta do avanço da tecnologia. Parte pela crescente demanda por conteúdo diverso e representativo. E as mulheres são parte ativa e crítica neste cenário. No Brasil, o público feminino é o principal consumidor de entretenimento, desde as tradicionais novelas até as mais recentes plataformas de streaming. Em um estudo global, as brasileiras ficaram em segundo lugar como as mulheres que mais consomem streaming no mundo. A experiência das mulheres, porém, é frequentemente afetada pela falta de representatividade e a perpetuação de estereótipos de gênero. Não à toa, elas vem exigindo mais protagonismo e representatividade em filmes, programas de TV, jogos, músicas e livros. A forma como as mulheres acessam o conteúdo é moldada por suas vivências e realidades sociais. É o que mostra a pesquisa "Como as brasileiras consomem entretenimento?", feita pelo GNT. Realizada em 2022 com mulheres entre 30 e 45 anos, a pesquisa mostra, por exemplo, que 84% das mulheres são interrompidas em suas experiências com conteúdos de vídeo – o que explica uma preferência por narrativas curtas. De que outras formas as vivências femininas interferem no consumo de entretenimento? E qual o papel do conteúdo na diminuição das desigualdades de gênero? Juliana Wallauer conversa com Renata Martins, diretora e roteirista, criadora da série Histórias (Im)Possíveis, que reúne tramas ficcionais de suspense protagonizadas por mulheres, Míriam Castro, conhecida como Mikannn, é jornalista e youtuber especializada em cultura pop, jogos e séries, com mais de 500 mil inscritos em seu canal e Leonardo Moura, Gerente Sênior de Produto de Canais Pagos na Globo, à frente da programação de lifestyle, entretenimento, infantil e notícias. Vem com a gente pra uma conversa sobre tendências, desafios e oportunidades para o consumo de entretenimento por mulheres no Brasil.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 02 May 2023 20:08:57 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #35 | Tendências: o que esperar de 2023</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #35 | Tendências: o que esperar de 2023</itunes:title>
      <description><![CDATA[Fim de ano chegando e aquele clima geral de bota-fora de 2022 impera em todos os lugares. Entra ano, sai ano, o ritual não muda. E, claro, fazer aquela lista de metas, projetos e sonhos para o ano que vem não pode faltar. Tem gente que faz listinha mental, tem quem faça promessa, tem quem se jogue na planilha e tente planejar cada detalhe do novo ciclo. Mais do que um ritual, a mudança de ano é um momento propício pra gente avaliar para onde estamos indo, e como chegar onde queremos. Mas, se fazer esse planejamento no nível pessoal já é uma trabalheira, quando a gente fala de negócios e sociedade então… Se prever o futuro ainda é impossível, um certo nível de certeza sobre o que deve acontecer é crucial para a maioria das empresas. E tem muita gente que se debruça em números, pesquisas e índices, para se dedicar à arte de predizer o imprevisível. Por isso, nossa conversa de hoje está de olhos bem abertos para o futuro. Especialistas em tendências nos mostram o que podemos esperar para 2023. Como devemos nos comportar após pandemia, eleições, guerra, crise econômica, copa do mundo… E tantos fatos históricos nos atropelando de uma vez. Será que estamos preparados para um novo ciclo? Será que viveremos, de fato, um novo ciclo? E mais do que isso: como ler e interpretar as tendências para o próximo ano? Juliana Wallauer conversa com Paula Rizzo, Head de Inovação em Marca e Comunicação da Globo, Iara Poppe, Especialista em Pesquisa da Globo e Túlio Custódio, escritor, filósofo e sócio-curador da Inesplorato, empresa de tendências.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Fim de ano chegando e aquele clima geral de bota-fora de 2022 impera em todos os lugares. Entra ano, sai ano, o ritual não muda. E, claro, fazer aquela lista de metas, projetos e sonhos para o ano que vem não pode faltar. Tem gente que faz listinha mental, tem quem faça promessa, tem quem se jogue na planilha e tente planejar cada detalhe do novo ciclo. Mais do que um ritual, a mudança de ano é um momento propício pra gente avaliar para onde estamos indo, e como chegar onde queremos. Mas, se fazer esse planejamento no nível pessoal já é uma trabalheira, quando a gente fala de negócios e sociedade então… Se prever o futuro ainda é impossível, um certo nível de certeza sobre o que deve acontecer é crucial para a maioria das empresas. E tem muita gente que se debruça em números, pesquisas e índices, para se dedicar à arte de predizer o imprevisível. Por isso, nossa conversa de hoje está de olhos bem abertos para o futuro. Especialistas em tendências nos mostram o que podemos esperar para 2023. Como devemos nos comportar após pandemia, eleições, guerra, crise econômica, copa do mundo… E tantos fatos históricos nos atropelando de uma vez. Será que estamos preparados para um novo ciclo? Será que viveremos, de fato, um novo ciclo? E mais do que isso: como ler e interpretar as tendências para o próximo ano? Juliana Wallauer conversa com Paula Rizzo, Head de Inovação em Marca e Comunicação da Globo, Iara Poppe, Especialista em Pesquisa da Globo e Túlio Custódio, escritor, filósofo e sócio-curador da Inesplorato, empresa de tendências.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 20 Dec 2022 14:45:19 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #34 | A ascensão das séries no país das novelas</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #34 | A ascensão das séries no país das novelas</itunes:title>
      <description><![CDATA[Você pode até ter a impressão de que as séries só se tornaram um tema "da moda" nos últimos anos. Mas, a verdade é que esse formato já está em voga desde o comecinho do século passado. Sim, desde que a TV é a TV, as séries estavam lá, em preto e branco mesmo. E você, provavelmente, viu. Só talvez não tenha reparado. Mas, no começo do século XXI, as séries ganharam mais musculatura e começaram a pipocar por todas as partes, iniciando uma corrida de canais de TV de todo mundo pelos direitos de transmissão. Enquanto isso, a internet ia jogando seus tentáculos por várias áreas de nossas vidas. Por meio dela, as séries encontraram um espaço confortável entre memes, trending topics e plataformas de vídeo. O streaming entrou em nossas casas, computadores e celulares, sem nunca precisarmos desligar a TV. E de repente, o país das novelas começou a apostar alto em produtos nacionais desse gênero, que leva o nome pela divisão em temporadas (ou então, divisão "seriada") de alguns capítulos. O verbo "maratonar" se tornou linguagem corrente nas casas brasileiras - principalmente depois de uma pandemia, que nos trancou em casa por tantos meses. E os temidos "spoilers" passaram a ser combatidos por todas as partes. Subitamente, parece que ficou impossível participar de conversas, grupos e referências, sem consumir, pelo menos, uma boa dose de conteúdo sobre séries. O formato furou uma bolha virtual, atingindo público de todas as idades e localidades. Se democratizou, diversificou e passou a abrigar uma quantidade quase infinita de histórias, formatos e narrativas. Está cada vez mais difícil definir, exatamente, o que é uma série. E ficou impossível negar sua importância na briga pelo entretenimento em todo o mundo. Para nos ajudar com essa questão, Juliana Wallauer conversa com Vinicius Mayer, coordenador de Marketing da NBCUniversal, Raphael Perez, analista de conteúdo na NBCUniversal e Thiago Guimarães, influenciador e criador de conteúdo sobre cultura pop e entretenimento. ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Você pode até ter a impressão de que as séries só se tornaram um tema "da moda" nos últimos anos. Mas, a verdade é que esse formato já está em voga desde o comecinho do século passado. Sim, desde que a TV é a TV, as séries estavam lá, em preto e branco mesmo. E você, provavelmente, viu. Só talvez não tenha reparado. Mas, no começo do século XXI, as séries ganharam mais musculatura e começaram a pipocar por todas as partes, iniciando uma corrida de canais de TV de todo mundo pelos direitos de transmissão. Enquanto isso, a internet ia jogando seus tentáculos por várias áreas de nossas vidas. Por meio dela, as séries encontraram um espaço confortável entre memes, trending topics e plataformas de vídeo. O streaming entrou em nossas casas, computadores e celulares, sem nunca precisarmos desligar a TV. E de repente, o país das novelas começou a apostar alto em produtos nacionais desse gênero, que leva o nome pela divisão em temporadas (ou então, divisão "seriada") de alguns capítulos. O verbo "maratonar" se tornou linguagem corrente nas casas brasileiras - principalmente depois de uma pandemia, que nos trancou em casa por tantos meses. E os temidos "spoilers" passaram a ser combatidos por todas as partes. Subitamente, parece que ficou impossível participar de conversas, grupos e referências, sem consumir, pelo menos, uma boa dose de conteúdo sobre séries. O formato furou uma bolha virtual, atingindo público de todas as idades e localidades. Se democratizou, diversificou e passou a abrigar uma quantidade quase infinita de histórias, formatos e narrativas. Está cada vez mais difícil definir, exatamente, o que é uma série. E ficou impossível negar sua importância na briga pelo entretenimento em todo o mundo. Para nos ajudar com essa questão, Juliana Wallauer conversa com Vinicius Mayer, coordenador de Marketing da NBCUniversal, Raphael Perez, analista de conteúdo na NBCUniversal e Thiago Guimarães, influenciador e criador de conteúdo sobre cultura pop e entretenimento. ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 29 Nov 2022 15:04:12 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #33 | Como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade?</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #33 | Como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade?</itunes:title>
      <description><![CDATA[Há alguns anos, a publicidade vem tentando se equilibrar numa corda que parece bem bamba: a escolha entre o investimento nos formatos tradicionais - grandes anúncios, comerciais e campanhas nacionais, versus os novos formatos digitais: mídia programática, com espaços comprados diretamente com os veículos, controlada por algoritmos e inteligências artificiais. Por muito tempo, parecia que a resposta estava na divisão dos meios de acordo com a estratégia: grandes campanhas atingem boa parte da população, enquanto campanhas digitais fazem comunicação segmentada, personalizada pelo próprio comportamento dos consumidores. Se o ambiente digital prometia dar fim à era do "broadcast", onde um só canal fala com várias pessoas ao mesmo tempo, veículos tradicionais se mostraram mais resistentes do que muitos pensavam. E agora, pode vir desses grandes espaços a solução para essa dicotomia entre comunicação massiva e anúncios personalizados: o caminho do meio. Finalmente, a tecnologia e as possibilidades de conexão abrem caminhos para que a segmentação e os formatos dinâmicos deixem de ser termos exclusivos da internet e passem para o streaming, para a TV e para outros grandes formatos de mídia. A personalização parece a obsessão das marcas - e os dados e a tecnologia, são o caminho para atingirmos esses objetivos. Para entender mais sobre como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade, vamos conversar com Renata Fernandes, diretora de Produtos Publicitários Digitais da Globo, Yuri Valdevite, gerente sênior de Brand Marketing da Deezer e Diego Correa, gerente de Mídia na agência VMLY&R.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Há alguns anos, a publicidade vem tentando se equilibrar numa corda que parece bem bamba: a escolha entre o investimento nos formatos tradicionais - grandes anúncios, comerciais e campanhas nacionais, versus os novos formatos digitais: mídia programática, com espaços comprados diretamente com os veículos, controlada por algoritmos e inteligências artificiais. Por muito tempo, parecia que a resposta estava na divisão dos meios de acordo com a estratégia: grandes campanhas atingem boa parte da população, enquanto campanhas digitais fazem comunicação segmentada, personalizada pelo próprio comportamento dos consumidores. Se o ambiente digital prometia dar fim à era do "broadcast", onde um só canal fala com várias pessoas ao mesmo tempo, veículos tradicionais se mostraram mais resistentes do que muitos pensavam. E agora, pode vir desses grandes espaços a solução para essa dicotomia entre comunicação massiva e anúncios personalizados: o caminho do meio. Finalmente, a tecnologia e as possibilidades de conexão abrem caminhos para que a segmentação e os formatos dinâmicos deixem de ser termos exclusivos da internet e passem para o streaming, para a TV e para outros grandes formatos de mídia. A personalização parece a obsessão das marcas - e os dados e a tecnologia, são o caminho para atingirmos esses objetivos. Para entender mais sobre como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade, vamos conversar com Renata Fernandes, diretora de Produtos Publicitários Digitais da Globo, Yuri Valdevite, gerente sênior de Brand Marketing da Deezer e Diego Correa, gerente de Mídia na agência VMLY&R.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 27 Oct 2022 14:08:12 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #32 | Por que o brasileiro gosta tanto de novela?</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #32 | Por que o brasileiro gosta tanto de novela?</itunes:title>
      <description><![CDATA[No mundo do entretenimento, cada mergulho é um flash. Todos os dias, milhões de horas de conteúdo são despejadas e consumidas nas mais diversas plataformas. E o tempo que duram as tendências, fica cada vez menor. Mas algumas coisas insistem em não mudar. E após mais de 70 anos, as novelas continuam uma fervorosa paixão nacional. Tão significativas para nós quanto o futebol, o carnaval, e outras tradições. Claro, todo mundo ama uma boa e bem contada história. E todos lembram de pelo menos um personagem marcante. Mas engana-se quem pensa que o segredo do sucesso, está na repetição da fórmula. Como as novelas conseguiram se reinventar, mantendo-se as mesmas? Como conciliam públicos tão diversos, há tanto tempo? E como equilibram a sede de uma boa história, com um bom espaço para anúncios? Para falar sobre isso, Juliana Wallauer recebe Paulo Silvestrine, Diretor Artístico da Globo, Viviane Ribeiro, Gerente de Negócios Internos de Publicidade da Globo e Juliana Covino, Gerente de Comunicação na Vivo.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo do entretenimento, cada mergulho é um flash. Todos os dias, milhões de horas de conteúdo são despejadas e consumidas nas mais diversas plataformas. E o tempo que duram as tendências, fica cada vez menor. Mas algumas coisas insistem em não mudar. E após mais de 70 anos, as novelas continuam uma fervorosa paixão nacional. Tão significativas para nós quanto o futebol, o carnaval, e outras tradições. Claro, todo mundo ama uma boa e bem contada história. E todos lembram de pelo menos um personagem marcante. Mas engana-se quem pensa que o segredo do sucesso, está na repetição da fórmula. Como as novelas conseguiram se reinventar, mantendo-se as mesmas? Como conciliam públicos tão diversos, há tanto tempo? E como equilibram a sede de uma boa história, com um bom espaço para anúncios? Para falar sobre isso, Juliana Wallauer recebe Paulo Silvestrine, Diretor Artístico da Globo, Viviane Ribeiro, Gerente de Negócios Internos de Publicidade da Globo e Juliana Covino, Gerente de Comunicação na Vivo.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 04 Oct 2022 22:43:20 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #31 | A saúde mental da Geração Z</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #31 | A saúde mental da Geração Z</itunes:title>
      <description><![CDATA[Na divisão dos grupos geracionais, a Geração Z corresponderia aos nascidos entre 1995 e 2010. Pessoas entre os 12 e os 27 anos. Desde quem está entrando agora na adolescência, até quem está iniciando a vida adulta. Este é um momento de autoconhecimento e descoberta, de crescimento e transformação física e mental. Quem já passou por essa fase, certamente se lembra. Claro que tem angústia, dor, sofrimento, tristeza, quebra de expectativa. Mas, quando todas essas sensações se repetem, se intensificam e se tornam perenes, a coisa fica grave. No caso da Geração Z, essa preocupação se torna alarmante: um estudo divulgado pela McKinsey e publicado no Guia do Estudante, apontou que 25% dos jovens entre 16 e 24 anos declararam sofrer de sofrimento emocional. Será que perdemos uma geração, para os transtornos mentais? Quais adultos estamos criando? E o que essas pessoas nos revelam sobre o mundo e a sociedade que estamos construindo? Juliana Wallauer aprofunda a conversa sobre o que vem afetando a saúde mental da Geração Z com Daniel Becker, pediatra, escritor, palestrante, Kaique Brito, criador da geração Z e Babi Dewet, romancista brasileira. Vem com a gente nessa conversa de hoje!]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Na divisão dos grupos geracionais, a Geração Z corresponderia aos nascidos entre 1995 e 2010. Pessoas entre os 12 e os 27 anos. Desde quem está entrando agora na adolescência, até quem está iniciando a vida adulta. Este é um momento de autoconhecimento e descoberta, de crescimento e transformação física e mental. Quem já passou por essa fase, certamente se lembra. Claro que tem angústia, dor, sofrimento, tristeza, quebra de expectativa. Mas, quando todas essas sensações se repetem, se intensificam e se tornam perenes, a coisa fica grave. No caso da Geração Z, essa preocupação se torna alarmante: um estudo divulgado pela McKinsey e publicado no Guia do Estudante, apontou que 25% dos jovens entre 16 e 24 anos declararam sofrer de sofrimento emocional. Será que perdemos uma geração, para os transtornos mentais? Quais adultos estamos criando? E o que essas pessoas nos revelam sobre o mundo e a sociedade que estamos construindo? Juliana Wallauer aprofunda a conversa sobre o que vem afetando a saúde mental da Geração Z com Daniel Becker, pediatra, escritor, palestrante, Kaique Brito, criador da geração Z e Babi Dewet, romancista brasileira. Vem com a gente nessa conversa de hoje!]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Gente</itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Sep 2022 14:15:50 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #30 | Perspectivas para a Black Friday 2022</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #30 | Perspectivas para a Black Friday 2022</itunes:title>
      <description><![CDATA[Dá para falar em consumo quando a conta do brasileiro apertou? Na lenta retomada do pós-pandemia, o endividamento das famílias brasileiras atingiu um nível recorde em 2022, assim como a inadimplência. O cenário econômico é desafiador, conforme indica a pesquisa “Black Friday 2022: termômetro de consumo” realizada pela área de Inteligência de Mercado da Globo. E a percepção dos consumidores sobre a capacidade de comprar não é discrepante nos diferentes níveis socioeconômicos. Para as pessoas que tiveram de repensar alguns gastos, a maioria optou por cortar o lazer fora de casa, como turismo e bares, além moda, delivery e itens domésticos. Mas, se por um lado o momento atual traz obstáculos, por outro, o olhar para o futuro vem com perspectivas otimistas. E para falar dos desafios e das oportunidades do mercado e de consumo que atravessam uma das datas mais importantes do comércio, a Black Friday, Juliana Wallauer conversa com quatro especialistas no tema. Estão à mesa: Camila Viol, responsável pela pesquisa em Inteligência de Mercado da Globo; Fernanda Celidonio, Head de Retail Insights na Globo; Mario Sousa, Diretor Sênior de Marketing de Mobile Experience na Samsung; e Tatiana Souza, Diretora de Negócios na Globo. Vem com a gente! Na plataforma você acessa esta pesquisa na íntegra em gente.com.br]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Dá para falar em consumo quando a conta do brasileiro apertou? Na lenta retomada do pós-pandemia, o endividamento das famílias brasileiras atingiu um nível recorde em 2022, assim como a inadimplência. O cenário econômico é desafiador, conforme indica a pesquisa “Black Friday 2022: termômetro de consumo” realizada pela área de Inteligência de Mercado da Globo. E a percepção dos consumidores sobre a capacidade de comprar não é discrepante nos diferentes níveis socioeconômicos. Para as pessoas que tiveram de repensar alguns gastos, a maioria optou por cortar o lazer fora de casa, como turismo e bares, além moda, delivery e itens domésticos. Mas, se por um lado o momento atual traz obstáculos, por outro, o olhar para o futuro vem com perspectivas otimistas. E para falar dos desafios e das oportunidades do mercado e de consumo que atravessam uma das datas mais importantes do comércio, a Black Friday, Juliana Wallauer conversa com quatro especialistas no tema. Estão à mesa: Camila Viol, responsável pela pesquisa em Inteligência de Mercado da Globo; Fernanda Celidonio, Head de Retail Insights na Globo; Mario Sousa, Diretor Sênior de Marketing de Mobile Experience na Samsung; e Tatiana Souza, Diretora de Negócios na Globo. Vem com a gente! Na plataforma você acessa esta pesquisa na íntegra em gente.com.br]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:55:47 +0000</pubDate>
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      <title> Gente Conversa #29 | Cinema que transforma</title>
      <itunes:title> Gente Conversa #29 | Cinema que transforma</itunes:title>
      <description><![CDATA[Depois de dois anos de pandemia e de um apagão nos repasses do Fundo Setorial do Audiovisual, o cinema brasileiro vive um importante momento de retomada. Como ato simbólico desse novo ciclo, a Cinemateca Brasileira, em São Paulo, espaço que guarda o maior acervo de filmes da América do Sul, reabriu em maio, depois de um ano e meio fechada. No mesmo mês, a Ancine lançou uma linha de crédito de R$215 milhões para estimular o crescimento do setor, que se soma a outros R$450 milhões em editais já publicados em 2022. Bom para o público – e também para a economia do país. Segundo uma reportagem da Folha de S. Paulo, cada real investido por mecanismos como o Fundo do Audiovisual retorna aos cofres públicos 15 reais. Investe 1 real, retorno 15. Nada mal né? Agora, considere todas as áreas que a produção de um filme movimenta, como hotelaria e alimentação, por exemplo. A Ancine considerou e estimou que em 2018 esse mercado movimentou um valor adicionado maior do que as indústrias têxtil e farmacêutica juntas. Mesmo assim, existem muitos desafios pela frente nessa retomada. Talvez um dos principais seja transformar o cinema – uma área majoritariamente branca, heterossexual e masculina – em um ambiente inclusivo e igualitário, que reflita melhor a população do Brasil. E também incorporar as causas sociais, ambientais e outras questões importantes para a sociedade na sua pauta. Tudo isso sem deixar de produzir um conteúdo que sensibilize os brasileiros que buscam um entretenimento de qualidade, mas também um entretenimento que transforma. E é sobre isso que Juliana Wallauer vai conversar com Camila Roque, Gerente de Marketing do Canal Brasil, e Sabrina Fidalgo, multipremiada diretora e roteirista carioca. O estudo "Versão Brasileira", do Canal Brasil, também faz parte do papo, que analisa o cenário e o consumo dos conteúdos audiovisuais brasileiros e mostra que a versão nacional desperta interesse e reconhecimento do público. Vem com a gente... Luz, câmera e transformação! Acesse a pesquisa em https://gente.globo.com/]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Depois de dois anos de pandemia e de um apagão nos repasses do Fundo Setorial do Audiovisual, o cinema brasileiro vive um importante momento de retomada. Como ato simbólico desse novo ciclo, a Cinemateca Brasileira, em São Paulo, espaço que guarda o maior acervo de filmes da América do Sul, reabriu em maio, depois de um ano e meio fechada. No mesmo mês, a Ancine lançou uma linha de crédito de R$215 milhões para estimular o crescimento do setor, que se soma a outros R$450 milhões em editais já publicados em 2022. Bom para o público – e também para a economia do país. Segundo uma reportagem da Folha de S. Paulo, cada real investido por mecanismos como o Fundo do Audiovisual retorna aos cofres públicos 15 reais. Investe 1 real, retorno 15. Nada mal né? Agora, considere todas as áreas que a produção de um filme movimenta, como hotelaria e alimentação, por exemplo. A Ancine considerou e estimou que em 2018 esse mercado movimentou um valor adicionado maior do que as indústrias têxtil e farmacêutica juntas. Mesmo assim, existem muitos desafios pela frente nessa retomada. Talvez um dos principais seja transformar o cinema – uma área majoritariamente branca, heterossexual e masculina – em um ambiente inclusivo e igualitário, que reflita melhor a população do Brasil. E também incorporar as causas sociais, ambientais e outras questões importantes para a sociedade na sua pauta. Tudo isso sem deixar de produzir um conteúdo que sensibilize os brasileiros que buscam um entretenimento de qualidade, mas também um entretenimento que transforma. E é sobre isso que Juliana Wallauer vai conversar com Camila Roque, Gerente de Marketing do Canal Brasil, e Sabrina Fidalgo, multipremiada diretora e roteirista carioca. O estudo "Versão Brasileira", do Canal Brasil, também faz parte do papo, que analisa o cenário e o consumo dos conteúdos audiovisuais brasileiros e mostra que a versão nacional desperta interesse e reconhecimento do público. Vem com a gente... Luz, câmera e transformação! Acesse a pesquisa em https://gente.globo.com/]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 14 Jun 2022 19:56:53 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #28 | Mais que 90 minutos</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #28 | Mais que 90 minutos</itunes:title>
      <description><![CDATA[Quando o assunto é esporte, o futebol segue no topo da preferência dos brasileiros Isso não mudou. Mas, assim como tudo no mundo de hoje, o futebol também vem passando por transformações profundas. Algumas foram impulsionadas pela pandemia. Outras, pelo jeito menos estruturado com que os jovens consomem conteúdo. E ainda tem as mudanças legais, como a transformação dos clubes em sociedades anônimas e a chegada de novos jogadores nesse jogo. Por exemplo. Uma das principais novidades do futebol brasileiro nos últimos anos foi a popularização dos sites de apostas esportivas. Eles chegaram em peso ao Brasil depois de uma medida provisória em 2018. Em 2020, esse mercado movimentou 7 bilhões de reais. Além de fazerem a cabeça dos torcedores, essas plataformas se tornaram um dos principais anunciantes do esporte. E patrocinam grandes clubes do País. O crescimento do futebol feminino também é notável. Este ano, inclusive, estreia uma nova divisão no campeonato nacional: o Brasileirão Feminino A3. Assim, com três divisões, o Brasileirão Feminino movimentará 64 clubes de todo o país. O jogo das mulheres também ganha cada vez mais espaço na mídia e no coração das torcidas. E já se apresenta como um importante espaço para os clubes desenvolverem novos negócios, principalmente na área de marketing. Porém, algumas coisas nunca mudam. Uma delas é a importância da TV na vida dos torcedores. Outra, é a capacidade do futebol de gerar identificação, sensação de pertencimento e paixão. E é sobre essa paixão, e tudo que ela envolve fora do campo, que a gente vai conversar hoje. No papo, Juliana Wallauer recebe Erika Paulon Santos, Especialista de Marketing em Esportes Globo, Luis Fernando Santos, Gerente de Marketing Publicitário em Esportes Globo, e Arthur Silva, Head da Betway no Brasil. Bora jogar? Acesse pesquisas e insights sobre esportes em https://gente.globo.com/]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Quando o assunto é esporte, o futebol segue no topo da preferência dos brasileiros Isso não mudou. Mas, assim como tudo no mundo de hoje, o futebol também vem passando por transformações profundas. Algumas foram impulsionadas pela pandemia. Outras, pelo jeito menos estruturado com que os jovens consomem conteúdo. E ainda tem as mudanças legais, como a transformação dos clubes em sociedades anônimas e a chegada de novos jogadores nesse jogo. Por exemplo. Uma das principais novidades do futebol brasileiro nos últimos anos foi a popularização dos sites de apostas esportivas. Eles chegaram em peso ao Brasil depois de uma medida provisória em 2018. Em 2020, esse mercado movimentou 7 bilhões de reais. Além de fazerem a cabeça dos torcedores, essas plataformas se tornaram um dos principais anunciantes do esporte. E patrocinam grandes clubes do País. O crescimento do futebol feminino também é notável. Este ano, inclusive, estreia uma nova divisão no campeonato nacional: o Brasileirão Feminino A3. Assim, com três divisões, o Brasileirão Feminino movimentará 64 clubes de todo o país. O jogo das mulheres também ganha cada vez mais espaço na mídia e no coração das torcidas. E já se apresenta como um importante espaço para os clubes desenvolverem novos negócios, principalmente na área de marketing. Porém, algumas coisas nunca mudam. Uma delas é a importância da TV na vida dos torcedores. Outra, é a capacidade do futebol de gerar identificação, sensação de pertencimento e paixão. E é sobre essa paixão, e tudo que ela envolve fora do campo, que a gente vai conversar hoje. No papo, Juliana Wallauer recebe Erika Paulon Santos, Especialista de Marketing em Esportes Globo, Luis Fernando Santos, Gerente de Marketing Publicitário em Esportes Globo, e Arthur Silva, Head da Betway no Brasil. Bora jogar? Acesse pesquisas e insights sobre esportes em https://gente.globo.com/]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 17 May 2022 20:15:43 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #27 | Meio Ambiente Partido</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #27 | Meio Ambiente Partido</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Brasil já foi protagonista da luta ambiental. Porém, nos últimos anos, há um aumento alarmante de queimadas e desmatamento ilegal. O país enfrenta até mesmo uma onda de descrédito internacional pela falta de ações de preservação do meio ambiente, com a possibilidade de sanções. A pesquisa "Meio Ambiente Partido", realizada pela equipe de Sintonia com a Sociedade, da área de Pesquisa da Globo, não deixa dúvidas: a maior parte dos brasileiros se preocupa com o aquecimento global. E a maioria reconhece que a principal causa desse fenômeno são as atividades humanas. Ao mesmo tempo, o levantamento também mostra como a polarização do debate público se infiltra até mesmo na pauta ambiental, criando abismos no diálogo entre quem se diz de esquerda, centro ou direita. Só que mesmo com essa divisão política, este é um assunto que ganha cada vez mais espaço, principalmente pela urgência com que se apresenta. E a urgência é bastante real. Por isso, precisamos entender: O que influencia a percepção que as pessoas têm sobre as mudanças climáticas? E qual é a real responsabilidade de cada setor da sociedade? Como ajustar o foco das ações individuais sem perder de vista as boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativas das grandes empresas? Essas são as perguntas que vamos tentar responder neste novo episódio de Gente Conversa que conta com a mediação de Juliana Wallauer e com a participação de Camila Bolzan, Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente (ABRAPA), Iara Poppe, Especialista de Pesquisa & Conhecimento da Globo, e Marcelo Rocha, Diretor Executivo do Instituto Ayika. Leia a pesquisa completa em gente.com.br Vem com a gente! ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil já foi protagonista da luta ambiental. Porém, nos últimos anos, há um aumento alarmante de queimadas e desmatamento ilegal. O país enfrenta até mesmo uma onda de descrédito internacional pela falta de ações de preservação do meio ambiente, com a possibilidade de sanções. A pesquisa "Meio Ambiente Partido", realizada pela equipe de Sintonia com a Sociedade, da área de Pesquisa da Globo, não deixa dúvidas: a maior parte dos brasileiros se preocupa com o aquecimento global. E a maioria reconhece que a principal causa desse fenômeno são as atividades humanas. Ao mesmo tempo, o levantamento também mostra como a polarização do debate público se infiltra até mesmo na pauta ambiental, criando abismos no diálogo entre quem se diz de esquerda, centro ou direita. Só que mesmo com essa divisão política, este é um assunto que ganha cada vez mais espaço, principalmente pela urgência com que se apresenta. E a urgência é bastante real. Por isso, precisamos entender: O que influencia a percepção que as pessoas têm sobre as mudanças climáticas? E qual é a real responsabilidade de cada setor da sociedade? Como ajustar o foco das ações individuais sem perder de vista as boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativas das grandes empresas? Essas são as perguntas que vamos tentar responder neste novo episódio de Gente Conversa que conta com a mediação de Juliana Wallauer e com a participação de Camila Bolzan, Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Ambiental e Relações Pessoa-Ambiente (ABRAPA), Iara Poppe, Especialista de Pesquisa & Conhecimento da Globo, e Marcelo Rocha, Diretor Executivo do Instituto Ayika. Leia a pesquisa completa em gente.com.br Vem com a gente! ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 19 Apr 2022 23:25:33 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #26 | Como o brasileiro envelhece</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #26 | Como o brasileiro envelhece</itunes:title>
      <description><![CDATA[Longevidade é tema do novo episódio do podcast Gente Conversa. Diferente dos clichês do passado, a transformação etária dos brasileiros caminha cada vez mais para uma maturidade ativa e independente. No país, 25% da população tem mais de 50 anos e esse grupo representa cerca de 40% do poder de consumo do Brasil. O 26º episódio de Gente Conversa discute as diversas formas de envelhecer em 2022. Comandado por Juliana Wallauer, o programa recebe a apresentadora Astrid Fontenelle, a gerente de insights da Globo, Flávia Toledo e a empreendedora e cofundadora do Hype 60+, Layla Vallias. A pesquisa ‘Diversa-idade: Um olhar aprofundado sobre a maturidade’, explorou a temática da longevidade e buscou entender as várias versões do Brasil 50+. Entre as descobertas, a pesquisa aponta que os brasileiros encaram a longevidade questionando padrões e redefinindo velhos conceitos. Dados da pesquisa também apontam que 70% dos brasileiros acima de 50 anos acessam a internet todos os dias e 64% usam as redes sociais. Para Astrid Fontenelle, a maturidade carrega valores e transformações importantes para a atualidade. “A gente está vivendo um momento onde as atenções estão voltadas para o bom envelhecimento. Nada mais moderno do que falar do envelhecimento, aliás, do que envelhecer. A tecnologia, a moda, o consumo são coisas que me interessam muito. A tecnologia é fundamental, ela é saber, ela é conhecimento, ela é conexão. Então, eu sou uma senhorinha toda conectada”, afirma. O entendimento da velhice no Brasil se estende por diversos recortes, entre eles, o recorte racial. Flávia Toledo explica como é o impacto de raça no entendimento da velhice no país. “O que é esperado da velhice? É que seja um momento de sabedoria e desfrute. Mas a gente sabe que, no Brasil, homens e mulheres negros demoram mais do que os brancos para poder vivenciar essa fase do descanso e do desfrute da velhice. Por quê? Porque eles têm que trabalhar mais, por mais tempo, para ser esse arrimo familiar. Eles têm mais familiares dependendo dele”, comenta. Já na perspectiva de gênero, Layla Vallias aproveita para destacar a lente comportamental que norteia a velhice do público feminino. “São as mulheres que mais trafegam e navegam melhor na maturidade. Um perfil aventureiro, explorador, que quer conhecer e fazer muito mais coisa pela frente”, conclui. Vem descobrir mais insights com a gente =) Acesse a pesquisa completa em https://gente.globo.com/]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Longevidade é tema do novo episódio do podcast Gente Conversa. Diferente dos clichês do passado, a transformação etária dos brasileiros caminha cada vez mais para uma maturidade ativa e independente. No país, 25% da população tem mais de 50 anos e esse grupo representa cerca de 40% do poder de consumo do Brasil. O 26º episódio de Gente Conversa discute as diversas formas de envelhecer em 2022. Comandado por Juliana Wallauer, o programa recebe a apresentadora Astrid Fontenelle, a gerente de insights da Globo, Flávia Toledo e a empreendedora e cofundadora do Hype 60+, Layla Vallias. A pesquisa ‘Diversa-idade: Um olhar aprofundado sobre a maturidade’, explorou a temática da longevidade e buscou entender as várias versões do Brasil 50+. Entre as descobertas, a pesquisa aponta que os brasileiros encaram a longevidade questionando padrões e redefinindo velhos conceitos. Dados da pesquisa também apontam que 70% dos brasileiros acima de 50 anos acessam a internet todos os dias e 64% usam as redes sociais. Para Astrid Fontenelle, a maturidade carrega valores e transformações importantes para a atualidade. “A gente está vivendo um momento onde as atenções estão voltadas para o bom envelhecimento. Nada mais moderno do que falar do envelhecimento, aliás, do que envelhecer. A tecnologia, a moda, o consumo são coisas que me interessam muito. A tecnologia é fundamental, ela é saber, ela é conhecimento, ela é conexão. Então, eu sou uma senhorinha toda conectada”, afirma. O entendimento da velhice no Brasil se estende por diversos recortes, entre eles, o recorte racial. Flávia Toledo explica como é o impacto de raça no entendimento da velhice no país. “O que é esperado da velhice? É que seja um momento de sabedoria e desfrute. Mas a gente sabe que, no Brasil, homens e mulheres negros demoram mais do que os brancos para poder vivenciar essa fase do descanso e do desfrute da velhice. Por quê? Porque eles têm que trabalhar mais, por mais tempo, para ser esse arrimo familiar. Eles têm mais familiares dependendo dele”, comenta. Já na perspectiva de gênero, Layla Vallias aproveita para destacar a lente comportamental que norteia a velhice do público feminino. “São as mulheres que mais trafegam e navegam melhor na maturidade. Um perfil aventureiro, explorador, que quer conhecer e fazer muito mais coisa pela frente”, conclui. Vem descobrir mais insights com a gente =) Acesse a pesquisa completa em https://gente.globo.com/]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Mar 2022 01:01:25 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #25 | Sotaques do Brasil</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #25 | Sotaques do Brasil</itunes:title>
      <description><![CDATA[Gente Conversa #25 discute sobre sotaques brasileiros e atuação da publicidade no cenário multicultural do país As diferentes características linguísticas, culturais e identitárias das regiões brasileiras fazem do Brasil um país múltiplo e diverso. O novo episódio do podcast Gente Conversa discute sobre as singularidades dos vários sotaques espalhados pelo Brasil, a importância de contemplar a retratação de regionalidades e debate sobre como isso tem interferido na comunicação e atuação de marcas com seus clientes. Apresentado por Juliana Wallauer, o episódio recebe Gabriela Rodrigues, head de cultura e impacto na agência de publicidade SOKO, Cau Stéfani, especialista em pesquisa e conhecimento na Globo e David Fiss, diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar. No episódio, Cau Stéfani comenta sobre a série de estudos ‘Sotaques’, disponível na Plataforma Gente, e que tem o objetivo de descontruir estereótipos regionais e entender as características e identidades das populações locais. “Quando a gente fala que vai apresentar um estudo sobre sotaque, normalmente as pessoas associam única e exclusivamente a questão linguísticas. E a gente precisa parar e falar que a questão linguística é o que eu menos vou abordar. Eu tenho que abordar toda uma série de construção identitária, construção cultural, construção histórica de toda uma população”. Já no contexto da publicidade e comunicação de marcas, Gabriela Rodrigues acredita que as particularidades regionais precisam ser trabalhadas de maneira mais efetiva pelas empresas. “Eu sinto que hoje em dia, 2022, se a gente fizesse um raio x da publicidade brasileira, a gente veria que ela ainda é muito deslocada de realidade social brasileira. É quase como se fosse um mundo que nega o Brasil e tenta produzir conteúdo para ser consumido por quem mora no Brasil”. David Fiss, também aproveita o papo para refletir sobre o papel do consumidor no ato de contestar a não identificação nas publicidades que vão ao ar. “Por que não questionar a comunicação nas redes sociais? Cadê o sotaque da minha região aqui? Cadê a linguagem da minha região? Eu acho que a gente, como consumidor, é muito passivo, infelizmente”. Vem pra conversa com a gente =) Descubra insights nas pesquisas da série ‘Sotaques’ em https://gente.globo.com/ ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Gente Conversa #25 discute sobre sotaques brasileiros e atuação da publicidade no cenário multicultural do país As diferentes características linguísticas, culturais e identitárias das regiões brasileiras fazem do Brasil um país múltiplo e diverso. O novo episódio do podcast Gente Conversa discute sobre as singularidades dos vários sotaques espalhados pelo Brasil, a importância de contemplar a retratação de regionalidades e debate sobre como isso tem interferido na comunicação e atuação de marcas com seus clientes. Apresentado por Juliana Wallauer, o episódio recebe Gabriela Rodrigues, head de cultura e impacto na agência de publicidade SOKO, Cau Stéfani, especialista em pesquisa e conhecimento na Globo e David Fiss, diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar. No episódio, Cau Stéfani comenta sobre a série de estudos ‘Sotaques’, disponível na Plataforma Gente, e que tem o objetivo de descontruir estereótipos regionais e entender as características e identidades das populações locais. “Quando a gente fala que vai apresentar um estudo sobre sotaque, normalmente as pessoas associam única e exclusivamente a questão linguísticas. E a gente precisa parar e falar que a questão linguística é o que eu menos vou abordar. Eu tenho que abordar toda uma série de construção identitária, construção cultural, construção histórica de toda uma população”. Já no contexto da publicidade e comunicação de marcas, Gabriela Rodrigues acredita que as particularidades regionais precisam ser trabalhadas de maneira mais efetiva pelas empresas. “Eu sinto que hoje em dia, 2022, se a gente fizesse um raio x da publicidade brasileira, a gente veria que ela ainda é muito deslocada de realidade social brasileira. É quase como se fosse um mundo que nega o Brasil e tenta produzir conteúdo para ser consumido por quem mora no Brasil”. David Fiss, também aproveita o papo para refletir sobre o papel do consumidor no ato de contestar a não identificação nas publicidades que vão ao ar. “Por que não questionar a comunicação nas redes sociais? Cadê o sotaque da minha região aqui? Cadê a linguagem da minha região? Eu acho que a gente, como consumidor, é muito passivo, infelizmente”. Vem pra conversa com a gente =) Descubra insights nas pesquisas da série ‘Sotaques’ em https://gente.globo.com/ ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 15 Feb 2022 22:59:04 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #24 | A (r)evolução é preta</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #24 | A (r)evolução é preta</itunes:title>
      <description><![CDATA[Você já ouviu falar de Ubuntu? Essa é uma daquelas palavras de difícil tradução. De origem sul-africana, ela carrega uma reflexão filosófica a partir do seguinte ponto: 'eu sou porque você é'. Filosofia de preto, o ubuntu é, na prática, sobre cooperação. E essa é uma das chaves mais importantes para sacar de onde vem a potência da revolução preta que estamos atravessando. Eu explico: O ubuntu é revolucionário quando absorvido por comunidades marginalizadas. E as favelas brasileiras - de população majoritariamente preta - sempre tiveram na cooperação e no senso de comunidade a sua maior potência. E essa força já gerou enormes mudanças… Quer um exemplo? Basta se ligar em como a cultura negra se transformou no maior centro de influência artística do país. Os pretos brasileiros já não precisam mais do aval de ninguém para legitimar suas existências. O mundo é que tem que correr atrás. Mas ainda tem muita coisa pra acontecer - e pra ser revolucionada - nessa história. O ubuntu é um caminho para um outro conceito central da negritude contemporânea: o afrofuturismo. Já ouviu falar, né A cidade de Wakanda, da Marvel, ganhou espaço no imaginário de todo mundo quando a gente pensa sobre o termo. Mas a real é que afrofuturismo não é ficção, mas sim um jeito de transformar a realidade. O preto como protagonista, aliado à tecnologia, à ciência e ao poder. A ideia de Black Money, por exemplo, tem tudo a ver com isso. Se liga: Nos anos 90, uma pesquisa norte-americana descobriu que enquanto 1 dólar circulava por 30 dias dentro da comunidade asiática, na comunidade negra esse período se resumia a seis horas. Ou seja: o dinheiro saia das mãos dos consumidores negros, mas não chegava aos empreendedores negros. O black money é uma estratégia para mudar isso e propor que a comunidade se retroalimente, se fortaleça. Compre do preto. Ubuntu. Enquanto isso… No Brasil, um empreendedor preto tem os seus pedidos de crédito negados três vezes mais do que um branco. Construir uma rede comunitária que drible os racismos institucionais é um gatilho gigante para fazer das ideias afrofuturistas realidade. E essa ferramenta ganha ainda mais força quando a gente se lembra que o maior grupo demográfico do Brasil é o de mulheres negras. Que são, sim, massacradas pelo sistema. Mas resistiram, resistem e revolucionam. E ainda empreendem. A existência preta não é (só) composta por tragédias. O debate público já está sendo mais pautado pela necessidade de diversidade - mas precisamos agora converter isso em mais dinheiro, mais poder e mais saúde para o povo preto brasileiro. E é sobre isso que Túlio Custódio, Katiúcha Watuze, Luiz Felipe Sá e Rafaelle Seraphim vão trocar uma ideia com você hoje. Vem com a gente! ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Você já ouviu falar de Ubuntu? Essa é uma daquelas palavras de difícil tradução. De origem sul-africana, ela carrega uma reflexão filosófica a partir do seguinte ponto: 'eu sou porque você é'. Filosofia de preto, o ubuntu é, na prática, sobre cooperação. E essa é uma das chaves mais importantes para sacar de onde vem a potência da revolução preta que estamos atravessando. Eu explico: O ubuntu é revolucionário quando absorvido por comunidades marginalizadas. E as favelas brasileiras - de população majoritariamente preta - sempre tiveram na cooperação e no senso de comunidade a sua maior potência. E essa força já gerou enormes mudanças… Quer um exemplo? Basta se ligar em como a cultura negra se transformou no maior centro de influência artística do país. Os pretos brasileiros já não precisam mais do aval de ninguém para legitimar suas existências. O mundo é que tem que correr atrás. Mas ainda tem muita coisa pra acontecer - e pra ser revolucionada - nessa história. O ubuntu é um caminho para um outro conceito central da negritude contemporânea: o afrofuturismo. Já ouviu falar, né A cidade de Wakanda, da Marvel, ganhou espaço no imaginário de todo mundo quando a gente pensa sobre o termo. Mas a real é que afrofuturismo não é ficção, mas sim um jeito de transformar a realidade. O preto como protagonista, aliado à tecnologia, à ciência e ao poder. A ideia de Black Money, por exemplo, tem tudo a ver com isso. Se liga: Nos anos 90, uma pesquisa norte-americana descobriu que enquanto 1 dólar circulava por 30 dias dentro da comunidade asiática, na comunidade negra esse período se resumia a seis horas. Ou seja: o dinheiro saia das mãos dos consumidores negros, mas não chegava aos empreendedores negros. O black money é uma estratégia para mudar isso e propor que a comunidade se retroalimente, se fortaleça. Compre do preto. Ubuntu. Enquanto isso… No Brasil, um empreendedor preto tem os seus pedidos de crédito negados três vezes mais do que um branco. Construir uma rede comunitária que drible os racismos institucionais é um gatilho gigante para fazer das ideias afrofuturistas realidade. E essa ferramenta ganha ainda mais força quando a gente se lembra que o maior grupo demográfico do Brasil é o de mulheres negras. Que são, sim, massacradas pelo sistema. Mas resistiram, resistem e revolucionam. E ainda empreendem. A existência preta não é (só) composta por tragédias. O debate público já está sendo mais pautado pela necessidade de diversidade - mas precisamos agora converter isso em mais dinheiro, mais poder e mais saúde para o povo preto brasileiro. E é sobre isso que Túlio Custódio, Katiúcha Watuze, Luiz Felipe Sá e Rafaelle Seraphim vão trocar uma ideia com você hoje. Vem com a gente! ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 19 Jan 2022 01:33:07 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #23 | O futuro da experiência</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #23 | O futuro da experiência</itunes:title>
      <description><![CDATA[Gente Conversa #23 fala sobre o conceito da realidade mista e híbrida e de como isso vai impactar a vida da sociedade daqui para frente A pandemia chega em um momento em que a vida ainda é vivida dentro de casa, mas com a vacinação, escola, trabalho e eventos já retomam ao presencial, mantendo hábitos desenvolvidos durante o isolamento. E assim o termo híbrido vai tomando conta da cena e as experiências de cada um devem ser levadas em consideração, uma vez que geram emoções e as marcas buscam isso cada vez mais. Para debater esses assuntos, o novo episódio de Gente Conversa, sob o comando de Juliana Wallauer, traz os convidados Priscila Braga, CEO do GExperience; Franklin Costa, cofundador do ØCLB; Luciano Luccas, head de Brand Experience da Coca-Cola; e Duda Pereira, Gerente de Relações Públicas da Globo, que vão falar sobre o “Futuro da Experiência”. A conversa começa com o questionamento: como fazer os melhores dos mundos - unir as vantagens do digital com as emoções do presencial. E todos são categóricos: não é uma coisa ou outra e é preciso que o digital tenha ferramentas para fazer essa conexão. “Dependendo do conteúdo eu consigo otimizar muito mais no digital. Mas há momentos em que o coletivo faz muita falta e é insubstituível. Contudo, os dois formatos têm vantagens, se complementam. Basta buscar o equilíbrio entre eles”, compara Priscila Braga. Para Luciano, uma fronteira caiu e é apenas preciso gerenciamento. “O cenário é assim. Comercialmente é melhor ainda, pois consigo alcançar pessoas físicas e ainda ampliar. O negócio tem capacidade de aumento exponencial”, analisa. E atenção: Franklin explica que é “pecado” pensar que no modelo híbrido basta colocar uma webcam no cenário. “Tudo é percepção e no online a leitura é diferente. É preciso construir uma leva de profissionais que saibam trabalhar com essa linguagem e roteirizar onde está sendo trabalhada a emoção”, explica o cofundador do ØCLB. Vem conversar com a gente =) ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Gente Conversa #23 fala sobre o conceito da realidade mista e híbrida e de como isso vai impactar a vida da sociedade daqui para frente A pandemia chega em um momento em que a vida ainda é vivida dentro de casa, mas com a vacinação, escola, trabalho e eventos já retomam ao presencial, mantendo hábitos desenvolvidos durante o isolamento. E assim o termo híbrido vai tomando conta da cena e as experiências de cada um devem ser levadas em consideração, uma vez que geram emoções e as marcas buscam isso cada vez mais. Para debater esses assuntos, o novo episódio de Gente Conversa, sob o comando de Juliana Wallauer, traz os convidados Priscila Braga, CEO do GExperience; Franklin Costa, cofundador do ØCLB; Luciano Luccas, head de Brand Experience da Coca-Cola; e Duda Pereira, Gerente de Relações Públicas da Globo, que vão falar sobre o “Futuro da Experiência”. A conversa começa com o questionamento: como fazer os melhores dos mundos - unir as vantagens do digital com as emoções do presencial. E todos são categóricos: não é uma coisa ou outra e é preciso que o digital tenha ferramentas para fazer essa conexão. “Dependendo do conteúdo eu consigo otimizar muito mais no digital. Mas há momentos em que o coletivo faz muita falta e é insubstituível. Contudo, os dois formatos têm vantagens, se complementam. Basta buscar o equilíbrio entre eles”, compara Priscila Braga. Para Luciano, uma fronteira caiu e é apenas preciso gerenciamento. “O cenário é assim. Comercialmente é melhor ainda, pois consigo alcançar pessoas físicas e ainda ampliar. O negócio tem capacidade de aumento exponencial”, analisa. E atenção: Franklin explica que é “pecado” pensar que no modelo híbrido basta colocar uma webcam no cenário. “Tudo é percepção e no online a leitura é diferente. É preciso construir uma leva de profissionais que saibam trabalhar com essa linguagem e roteirizar onde está sendo trabalhada a emoção”, explica o cofundador do ØCLB. Vem conversar com a gente =) ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Dec 2021 16:06:51 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #22 | Quanto vale uma boa ideia?</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #22 | Quanto vale uma boa ideia?</itunes:title>
      <description><![CDATA[A todo momento estamos gravando valiosos dados sobre nós mesmo enquanto navegamos pela internet. É com essa premissa que Ju Wallauer apresenta o novo episódio do podcast Gente Conversa “Quanto vale uma boa ideia?”, apresentado pelo Prêmio Profissionais do Ano. Com a lógica do algoritmo e do marketing digital voltado cada vez mais para os dados, a criatividade ainda é fundamental para se destacar na internet. Para tentar entender como os dados se transformam em informação relevante na construção de ideias e como isso muda a relação do consumidor com as marcas, o podcast reúne três profissionais que vivem isso no dia a dia: Livia Kinoshita, Gerente Executiva de Marketing na Volkswagen Brasil, André Vinicius, diretor de Negócios com Agências da Globo, e Luiz Sanches, Chairman e CCO da AlmapBBDO. “O papel da criatividade é inspirar as pessoas. Só existem números depois que você tem um estímulo, e esse estímulo vem de alguma coisa que inspira as pessoas. Os dados são importantes para continuar uma conversa. Mas o ponto inicial, a faísca, o que vai começar uma conversa tem que ser algo surpreendente, único. Sem criatividade o mundo fica chato. As pessoas precisam sonhar”, opina Luiz. “Saber que tipo de dado pode nos ajudar a construir estratégias de comunicação mais vencedoras é o grande ponto do jogo. Além de pensar na questão da comunicação e criação para as marcas, também muda a forma de produzir conteúdo. O Big Brother, por exemplo, se transformou no maior reality do Brasil, mas também em uma grande plataforma de gerar conversas e discussões sobre a sociedade”, afirma André Vinícius. “Ao mesmo tempo que a gente, como profissional de marketing, precisa criar esses estímulos. Antes, a gente determinava a vontade, mas sem canal de devolutiva. Hoje as coisas se misturam muito mais. A gente tem que criar as demandas, mas também tem que ouvir. Hoje os espaços estão abertos”, finaliza Lívia. Vem com a gente =) Tem mais sobre criatividade, dados e insights na plataforma. Acesse gente.com.br ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A todo momento estamos gravando valiosos dados sobre nós mesmo enquanto navegamos pela internet. É com essa premissa que Ju Wallauer apresenta o novo episódio do podcast Gente Conversa “Quanto vale uma boa ideia?”, apresentado pelo Prêmio Profissionais do Ano. Com a lógica do algoritmo e do marketing digital voltado cada vez mais para os dados, a criatividade ainda é fundamental para se destacar na internet. Para tentar entender como os dados se transformam em informação relevante na construção de ideias e como isso muda a relação do consumidor com as marcas, o podcast reúne três profissionais que vivem isso no dia a dia: Livia Kinoshita, Gerente Executiva de Marketing na Volkswagen Brasil, André Vinicius, diretor de Negócios com Agências da Globo, e Luiz Sanches, Chairman e CCO da AlmapBBDO. “O papel da criatividade é inspirar as pessoas. Só existem números depois que você tem um estímulo, e esse estímulo vem de alguma coisa que inspira as pessoas. Os dados são importantes para continuar uma conversa. Mas o ponto inicial, a faísca, o que vai começar uma conversa tem que ser algo surpreendente, único. Sem criatividade o mundo fica chato. As pessoas precisam sonhar”, opina Luiz. “Saber que tipo de dado pode nos ajudar a construir estratégias de comunicação mais vencedoras é o grande ponto do jogo. Além de pensar na questão da comunicação e criação para as marcas, também muda a forma de produzir conteúdo. O Big Brother, por exemplo, se transformou no maior reality do Brasil, mas também em uma grande plataforma de gerar conversas e discussões sobre a sociedade”, afirma André Vinícius. “Ao mesmo tempo que a gente, como profissional de marketing, precisa criar esses estímulos. Antes, a gente determinava a vontade, mas sem canal de devolutiva. Hoje as coisas se misturam muito mais. A gente tem que criar as demandas, mas também tem que ouvir. Hoje os espaços estão abertos”, finaliza Lívia. Vem com a gente =) Tem mais sobre criatividade, dados e insights na plataforma. Acesse gente.com.br ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 09 Nov 2021 16:48:31 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #21 | A Era do Pós-propósito</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #21 | A Era do Pós-propósito</itunes:title>
      <description><![CDATA[Globalmente 94% dos consumidores declaram que é importante para uma empresa ter um propósito forte e bem desenhado. Contudo, essa discussão já é antiga, pois o mundo já está na era do pós-propósito. E o que é isso? Agora a questão não está mais no discurso, mas na ação efetiva. O tema é tão relevante que o novo episódio de Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, recebe à mesa Gabriela Soares, Diretora de Estratégia da Talent Marcel, Herbert Zeizer, Head de Bens de Consumo da Globo, e Viviane Pepe, Diretora de Comunicação Avon. Em um contexto de muitas urgências e poucas soluções, o que fazer em tempos de pandemia para ajudar a mudar o cenário? Quando se escolhe gastar seu dinheiro em uma marca, espera-se receber mais do que apenas um bom produto. Por isso, cada vez mais se amplia o conceito de consumidores e cidadãos. Isso ocorre quando há um pouco mais de responsabilidade com a sociedade e com o planeta. Para Herbert Zeizer essa evolução da sociedade não foi linear: “Vamos fazendo a composição e nesse zigue zague consigo identificar uma evolução da sociedade nessa direção de consumir produtos de forma mais consciente. O consumidor está mais exigente, com mais disponibilidade para escolher”, explica. E foi a pandemia que acelerou algumas dessas preocupações. Com a população em casa, muitos valores foram ressignificados. “A ideia do propósito é antiga, vem de uns 10 anos atrás quando as corporações voltaram para seus negócios tentando entender o que poderiam gerar de valor para a sociedade. O que ocorre de novo é o amadurecimento desse conceito. Não é mais sobre falar o que faz, mas sim sobre fazer, o que de fato eu faço para mostrar esse compromisso. E antes da pandemia isso era uma tendência apenas. E a pandemia virou urgência. As pessoas não esperam mais das marcas, elas exigem. E se não fazem, elas boicotam”, analisa Gabriela Soares. Para a diretora de comunicação da Avon, Viviane Pepe, a pandemia evidenciou muitas questões que já existiam em relação ao comportamento e ao consumo. “A própria conexão que as pessoas têm com as marcas, a expectativa. É importante que as marcas sejam protagonistas nessas mudanças que o mundo está precisando. As marcas e o mundo inteiro estão sendo cobrados por se conectar com as necessidades do mundo”, aposta Viviane. Vem ouvir com a gente! gente.com.br]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Globalmente 94% dos consumidores declaram que é importante para uma empresa ter um propósito forte e bem desenhado. Contudo, essa discussão já é antiga, pois o mundo já está na era do pós-propósito. E o que é isso? Agora a questão não está mais no discurso, mas na ação efetiva. O tema é tão relevante que o novo episódio de Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, recebe à mesa Gabriela Soares, Diretora de Estratégia da Talent Marcel, Herbert Zeizer, Head de Bens de Consumo da Globo, e Viviane Pepe, Diretora de Comunicação Avon. Em um contexto de muitas urgências e poucas soluções, o que fazer em tempos de pandemia para ajudar a mudar o cenário? Quando se escolhe gastar seu dinheiro em uma marca, espera-se receber mais do que apenas um bom produto. Por isso, cada vez mais se amplia o conceito de consumidores e cidadãos. Isso ocorre quando há um pouco mais de responsabilidade com a sociedade e com o planeta. Para Herbert Zeizer essa evolução da sociedade não foi linear: “Vamos fazendo a composição e nesse zigue zague consigo identificar uma evolução da sociedade nessa direção de consumir produtos de forma mais consciente. O consumidor está mais exigente, com mais disponibilidade para escolher”, explica. E foi a pandemia que acelerou algumas dessas preocupações. Com a população em casa, muitos valores foram ressignificados. “A ideia do propósito é antiga, vem de uns 10 anos atrás quando as corporações voltaram para seus negócios tentando entender o que poderiam gerar de valor para a sociedade. O que ocorre de novo é o amadurecimento desse conceito. Não é mais sobre falar o que faz, mas sim sobre fazer, o que de fato eu faço para mostrar esse compromisso. E antes da pandemia isso era uma tendência apenas. E a pandemia virou urgência. As pessoas não esperam mais das marcas, elas exigem. E se não fazem, elas boicotam”, analisa Gabriela Soares. Para a diretora de comunicação da Avon, Viviane Pepe, a pandemia evidenciou muitas questões que já existiam em relação ao comportamento e ao consumo. “A própria conexão que as pessoas têm com as marcas, a expectativa. É importante que as marcas sejam protagonistas nessas mudanças que o mundo está precisando. As marcas e o mundo inteiro estão sendo cobrados por se conectar com as necessidades do mundo”, aposta Viviane. Vem ouvir com a gente! gente.com.br]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 01 Sep 2021 00:11:31 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #20 | O futuro do cinema</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #20 | O futuro do cinema</itunes:title>
      <description><![CDATA[A pandemia fez os planos virarem um presente mais do que urgente - nove entre dez brasileiros que têm internet em casa usam os serviços de streaming. Seria esse o caminho para a poderosa indústria cinematográfica? Sem grandes inovações técnicas, mas com uma grande transformação de conceito, o streaming promete ser a nova era do cinema. Para discutir o tema, o podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, reuniu um time de peso: Teresa Cristina, cantora, compositora e uma das comentaristas do Oscar neste ano; Daniela Evelyn, Coordenadora de Consumer Insights no Telecine; e Bruno Roedel, Coordenador de Conteúdo Linear no Telecine. Desde o início da pandemia, em março de 2020, que a mágica experiência de ir ao cinema foi transportada para dentro de casa. Foi o momento da rica e poderosa indústria do cinema se dobrar às exigências de quem pode optar por assistir ao lançamento no conforto do lar. Para Bruno Roedel, ao contrário do cinema tradicional, que em geral abre mais espaços para transmitir conteúdos comerciais, o streaming oferece um cardápio completo para todos os gostos. “Dá voz a mais gente, de lugares variados e com mais diversidade de gênero. É possível num mesmo lugar obter uma lista de filmes mais intelectualizados e que fazem pensar e também os que divertem e fazem abstrair”, aponta Roedel. Assim como ocorreu na música, as plataformas digitais no audiovisual ajudam a democratizar e pluralizar as vozes, conteúdo e o alcance. “Ir ao cinema ou assistir de casa são experiências complementares, uma não invalida a outra. Quando saímos de uma sala da caixa preta da sala de cinema, o choque com as luzes de fora e o contato com a realidade à minha volta são importantes pois me dizem que aquela fantasia acabou. E isso acho muito importante em filmes de ação e de violência, por exemplo”, analisa a cantora Teresa Cristina, que recordou também dos momentos marcantes das suas lives musicais, no início da pandemia. Esse poder que o cinema tem de construir pontes, transforma o mundo e as pessoas. Ainda mais em tempos desafiadores que estamos vivendo. “O filme tira as pessoas da realidade, da rotina. E tem um grande potencial de criar empatia, faz com que as pessoas tenham outras vivências a partir das histórias narradas”, conta Daniela Evelyn. Vem com a gente =) gente.com.br ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A pandemia fez os planos virarem um presente mais do que urgente - nove entre dez brasileiros que têm internet em casa usam os serviços de streaming. Seria esse o caminho para a poderosa indústria cinematográfica? Sem grandes inovações técnicas, mas com uma grande transformação de conceito, o streaming promete ser a nova era do cinema. Para discutir o tema, o podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, reuniu um time de peso: Teresa Cristina, cantora, compositora e uma das comentaristas do Oscar neste ano; Daniela Evelyn, Coordenadora de Consumer Insights no Telecine; e Bruno Roedel, Coordenador de Conteúdo Linear no Telecine. Desde o início da pandemia, em março de 2020, que a mágica experiência de ir ao cinema foi transportada para dentro de casa. Foi o momento da rica e poderosa indústria do cinema se dobrar às exigências de quem pode optar por assistir ao lançamento no conforto do lar. Para Bruno Roedel, ao contrário do cinema tradicional, que em geral abre mais espaços para transmitir conteúdos comerciais, o streaming oferece um cardápio completo para todos os gostos. “Dá voz a mais gente, de lugares variados e com mais diversidade de gênero. É possível num mesmo lugar obter uma lista de filmes mais intelectualizados e que fazem pensar e também os que divertem e fazem abstrair”, aponta Roedel. Assim como ocorreu na música, as plataformas digitais no audiovisual ajudam a democratizar e pluralizar as vozes, conteúdo e o alcance. “Ir ao cinema ou assistir de casa são experiências complementares, uma não invalida a outra. Quando saímos de uma sala da caixa preta da sala de cinema, o choque com as luzes de fora e o contato com a realidade à minha volta são importantes pois me dizem que aquela fantasia acabou. E isso acho muito importante em filmes de ação e de violência, por exemplo”, analisa a cantora Teresa Cristina, que recordou também dos momentos marcantes das suas lives musicais, no início da pandemia. Esse poder que o cinema tem de construir pontes, transforma o mundo e as pessoas. Ainda mais em tempos desafiadores que estamos vivendo. “O filme tira as pessoas da realidade, da rotina. E tem um grande potencial de criar empatia, faz com que as pessoas tenham outras vivências a partir das histórias narradas”, conta Daniela Evelyn. Vem com a gente =) gente.com.br ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 27 Jul 2021 11:02:32 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #19 | Acessibilidade em conteúdo adulto</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #19 | Acessibilidade em conteúdo adulto</itunes:title>
      <description><![CDATA[Estudos sugerem que o setor pornográfico movimenta em torno de US$696 bilhões anuais e que 30% de todos os dados que transitam pela rede carregam conteúdo pornográfico. Em toda essa produção há geração de conteúdos que retratam todos os corpos, gêneros, cores de pele, sexualidades e dinâmicas de relacionamento. Contudo, quando o assunto continua sendo pouco acessível para os portadores de deficiência visual e auditiva. Como esse público consome esse tipo de conteúdo se o que é feito hoje tem o áudio e a imagem como estrelas? Para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, abre os microfones para três mulheres falarem sobre sexo. As convidadas são Joana Peregrino, proprietária da Conecta Acessibilidade, empresa que transforma conteúdos de todos os formatos e gêneros acessíveis a pessoas com deficiência visual e auditiva, Claudia Rodrigues, professora, deficiente visual e consumidora de filmes adultos, e a diretora geral do canal adulto Sexy Hot, Cinthia Fajardo. “Quando pensamos em acessibilidade, temos uma visão generalizada. Contudo, é preciso levar em consideração a subjetividade de cada um, até mesmo no universo da deficiência. Em geral imagina-se que o deficiente é um ser etéreo, iluminado e que não sente desejos e atrações sexuais. Sem falar no grande número de casos de deficientes que sofrem, ou já sofreram abusos sexuais. E isso não tem relação com fetiche, mas sim de acharem que são pessoas mais vulneráveis e que não sabem se defender. A sociedade precisa estar disponível para ver e rever essa situação”, aponta Claudia Rodrigues. Segundo Joana, infantilizar a pessoa com deficiência torna tudo muito mais difícil. “Precisamos dar independência, e a audiodescrição ou a legenda descritiva vai trazer isso. No caso do trabalho de transformar filmes acessíveis é sempre um processo desafiador e com muitas regras. A audiodescrição, por exemplo, é uma modalidade de tradução, é uma versão. Escolhemos, com muita sensibilidade, o que é mais importante em cada cena”, explica Joana. O Sexy Hot já disponibiliza no sexyhot.com.br filmes do selo Sexy Hot Produções com esses recursos - tanto de legenda descritiva quanto de audiodescrição. A ideia é que, com o tempo, todos os conteúdos exclusivos do canal sejam acessíveis. “Entrar no canal de conteúdo adulto para mim não foi uma experiência encarada como tabu. Minha expectativa foi trazer o olhar feminino para essa indústria que durante anos teve um olhar essencialmente masculino e machista. E hoje 80% do nosso time na Playboy do Brasil é composto por mulheres, inclusive na equipe que faz a aquisição do conteúdo”, recorda Cinthia. Vem descobrir mais com a gente! gente.com.br ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Estudos sugerem que o setor pornográfico movimenta em torno de US$696 bilhões anuais e que 30% de todos os dados que transitam pela rede carregam conteúdo pornográfico. Em toda essa produção há geração de conteúdos que retratam todos os corpos, gêneros, cores de pele, sexualidades e dinâmicas de relacionamento. Contudo, quando o assunto continua sendo pouco acessível para os portadores de deficiência visual e auditiva. Como esse público consome esse tipo de conteúdo se o que é feito hoje tem o áudio e a imagem como estrelas? Para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, comandado por Ju Wallauer, abre os microfones para três mulheres falarem sobre sexo. As convidadas são Joana Peregrino, proprietária da Conecta Acessibilidade, empresa que transforma conteúdos de todos os formatos e gêneros acessíveis a pessoas com deficiência visual e auditiva, Claudia Rodrigues, professora, deficiente visual e consumidora de filmes adultos, e a diretora geral do canal adulto Sexy Hot, Cinthia Fajardo. “Quando pensamos em acessibilidade, temos uma visão generalizada. Contudo, é preciso levar em consideração a subjetividade de cada um, até mesmo no universo da deficiência. Em geral imagina-se que o deficiente é um ser etéreo, iluminado e que não sente desejos e atrações sexuais. Sem falar no grande número de casos de deficientes que sofrem, ou já sofreram abusos sexuais. E isso não tem relação com fetiche, mas sim de acharem que são pessoas mais vulneráveis e que não sabem se defender. A sociedade precisa estar disponível para ver e rever essa situação”, aponta Claudia Rodrigues. Segundo Joana, infantilizar a pessoa com deficiência torna tudo muito mais difícil. “Precisamos dar independência, e a audiodescrição ou a legenda descritiva vai trazer isso. No caso do trabalho de transformar filmes acessíveis é sempre um processo desafiador e com muitas regras. A audiodescrição, por exemplo, é uma modalidade de tradução, é uma versão. Escolhemos, com muita sensibilidade, o que é mais importante em cada cena”, explica Joana. O Sexy Hot já disponibiliza no sexyhot.com.br filmes do selo Sexy Hot Produções com esses recursos - tanto de legenda descritiva quanto de audiodescrição. A ideia é que, com o tempo, todos os conteúdos exclusivos do canal sejam acessíveis. “Entrar no canal de conteúdo adulto para mim não foi uma experiência encarada como tabu. Minha expectativa foi trazer o olhar feminino para essa indústria que durante anos teve um olhar essencialmente masculino e machista. E hoje 80% do nosso time na Playboy do Brasil é composto por mulheres, inclusive na equipe que faz a aquisição do conteúdo”, recorda Cinthia. Vem descobrir mais com a gente! gente.com.br ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 22 Jun 2021 10:02:41 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #18 | Novas formas de torcer</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #18 | Novas formas de torcer</itunes:title>
      <description><![CDATA[O esporte existe enquanto expressão da humanidade há mais de 3 mil anos. É parte da nossa identidade. E quando o mundo muda, o esporte muda junto. Se reinventando e criando novas conexões. O que a gente vai testemunhar nos próximos 10 anos é um desses períodos em que tudo vira do avesso. O esporte deve mudar mais na próxima década do que mudou no último século. Na real, a tecnologia vai transformar completamente nosso conceito de esporte. Quem já passou dos 30 pode ir se acostumando a ficar na dúvida: mas isso é esporte? Corrida de drone é esporte? Videogame é esporte? Pra ser esporte precisa ter esforço físico? Reflexo e controle mental são atributos físicos? Nesse novo contexto, o torcedor não quer mais ser só um espectador. Ele quer participar. As novas gerações exigem experiências personalizadas, curtem interagir com várias telas simultâneas, querem influência, exclusividade e ativismo. Com análises de dados cada vez mais afiadas sendo utilizadas por todos os players desse mercado, nosso jeito de torcer vai passar pela dor e a delícia de ser desvendado por um algoritmo. E mais: a Revolução Tecnológica vai se somar à pandemia no caldeirão que está transformando o esporte. E esse ano ainda tem Olímpiada com modalidades inéditas, como skate, surf e escalada. E pra tentar sintetizar tudo isso em um episódio de podcast de uma hora, pra essa rodada do Gente Conversa, Ju Wallauer convoca um baita time: Andrea Tuttman, Diretora de Marketing dos canais de Esporte da Globo; Bruno Maia, especialista em inovação e tecnologia para o mercado o esporte, fundador da agência de conteúdo 14; e Flávio Canto Judoca medalhista olímpico, fundou o Instituto Reação, que promove o desenvolvimento humano e a integração social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento. Vem pro jogo! Ou melhor, vem pro papo =) gente.com.br ]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O esporte existe enquanto expressão da humanidade há mais de 3 mil anos. É parte da nossa identidade. E quando o mundo muda, o esporte muda junto. Se reinventando e criando novas conexões. O que a gente vai testemunhar nos próximos 10 anos é um desses períodos em que tudo vira do avesso. O esporte deve mudar mais na próxima década do que mudou no último século. Na real, a tecnologia vai transformar completamente nosso conceito de esporte. Quem já passou dos 30 pode ir se acostumando a ficar na dúvida: mas isso é esporte? Corrida de drone é esporte? Videogame é esporte? Pra ser esporte precisa ter esforço físico? Reflexo e controle mental são atributos físicos? Nesse novo contexto, o torcedor não quer mais ser só um espectador. Ele quer participar. As novas gerações exigem experiências personalizadas, curtem interagir com várias telas simultâneas, querem influência, exclusividade e ativismo. Com análises de dados cada vez mais afiadas sendo utilizadas por todos os players desse mercado, nosso jeito de torcer vai passar pela dor e a delícia de ser desvendado por um algoritmo. E mais: a Revolução Tecnológica vai se somar à pandemia no caldeirão que está transformando o esporte. E esse ano ainda tem Olímpiada com modalidades inéditas, como skate, surf e escalada. E pra tentar sintetizar tudo isso em um episódio de podcast de uma hora, pra essa rodada do Gente Conversa, Ju Wallauer convoca um baita time: Andrea Tuttman, Diretora de Marketing dos canais de Esporte da Globo; Bruno Maia, especialista em inovação e tecnologia para o mercado o esporte, fundador da agência de conteúdo 14; e Flávio Canto Judoca medalhista olímpico, fundou o Instituto Reação, que promove o desenvolvimento humano e a integração social por meio do esporte e da educação, fomentando o judô desde a iniciação esportiva até o alto rendimento. Vem pro jogo! Ou melhor, vem pro papo =) gente.com.br ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 May 2021 16:01:14 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #17 | Download SXSW</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #17 | Download SXSW</itunes:title>
      <description><![CDATA[Em um mundo de transformações cada vez mais aceleradas e de problemas cada vez mais complexos… Como saber, como viver ou como seguir confiantes no futuro? Hoje, queremos mesmo é saber sobre: inteligência artificial e emprego, privacidade e equidade e - claro - sobre o mundo pós-pandemia. <br> <br>E, para nos ajudar nessa busca por respostas, desde 1987 acontece em Austin, no Texas, o evento South by Southwest, popularmente conhecido aqui no Brasil como SXSW. É um evento anual, que reúne alguns dos nomes mais importantes dos negócios, da arte, da ciência e da tecnologia para debater e refletir sobre o futuro de suas áreas. <br> <br>No ano passado, o evento foi cancelado por conta da pandemia. Mas esse ano ele voltou, firme e forte, em uma versão totalmente remota e online. E no novo episódio de Gente Conversa, reunimos três especialistas para dividir com a gente o que de mais interessante eles viram por lá. Muito repertório e insights sobre tendências e futuro. <br> <br>Com a mediação de Ju Wallauer, na conversa: Carla Uller, Gerente executiva de Educação, Comunicação e Inovação Social do Oi Futuro, Fernando Luna, jornalista e colunista da Revista Gama, e Vitor Vasconcellos. Diretor de Inteligência de Mercado na Globo. <br> <br>Vem pro papo!]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Em um mundo de transformações cada vez mais aceleradas e de problemas cada vez mais complexos… Como saber, como viver ou como seguir confiantes no futuro? Hoje, queremos mesmo é saber sobre: inteligência artificial e emprego, privacidade e equidade e - claro - sobre o mundo pós-pandemia. <br> <br>E, para nos ajudar nessa busca por respostas, desde 1987 acontece em Austin, no Texas, o evento South by Southwest, popularmente conhecido aqui no Brasil como SXSW. É um evento anual, que reúne alguns dos nomes mais importantes dos negócios, da arte, da ciência e da tecnologia para debater e refletir sobre o futuro de suas áreas. <br> <br>No ano passado, o evento foi cancelado por conta da pandemia. Mas esse ano ele voltou, firme e forte, em uma versão totalmente remota e online. E no novo episódio de Gente Conversa, reunimos três especialistas para dividir com a gente o que de mais interessante eles viram por lá. Muito repertório e insights sobre tendências e futuro. <br> <br>Com a mediação de Ju Wallauer, na conversa: Carla Uller, Gerente executiva de Educação, Comunicação e Inovação Social do Oi Futuro, Fernando Luna, jornalista e colunista da Revista Gama, e Vitor Vasconcellos. Diretor de Inteligência de Mercado na Globo. <br> <br>Vem pro papo!]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Em um mundo de transformações cada vez mais aceleradas e de problemas cada vez mais complexos… Como saber, como viver ou como seguir confiantes no futuro? Hoje, queremos mesmo é saber sobre: inteligência artificial e emprego, privacidade e equidade e - claro - sobre o mundo pós-pandemia. 

E, para nos ajudar nessa busca por respostas, desde 1987 acontece em Austin, no Texas, o evento South by Southwest, popularmente conhecido aqui no Brasil como SXSW. É um evento anual, que reúne alguns dos nomes mais importantes dos negócios, da arte, da ciência e da tecnologia para debater e refletir sobre o futuro de suas áreas.

No ano passado, o evento foi cancelado por conta da pandemia. Mas esse ano ele voltou, firme e forte, em uma versão totalmente remota e online. E no novo episódio de Gente Conversa, reunimos três especialistas para dividir com a gente o que de mais interessante eles viram por lá. Muito repertório e insights sobre tendências e futuro.

Com a mediação de Ju Wallauer, na conversa: Carla Uller, Gerente executiva de Educação, Comunicação e Inovação Social do Oi Futuro, Fernando Luna, jornalista e colunista da Revista Gama, e Vitor Vasconcellos. Diretor de Inteligência de Mercado na Globo. 

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      <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 17:15:10 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #16 | O impacto da pandemia no marketing de influência</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #16 | O impacto da pandemia no marketing de influência</itunes:title>
      <description><![CDATA[Em um tempo em que as pessoas estão buscando mais autenticidade e menos massificação, o marketing de influência se mantém cada vez mais forte, mesmo em tempos de pandemia. <br> <br>É para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, sob o comando da Ju Wallauer, recebe três grandes nomes: Vanessa Oliveira, diretora geral da ViuHub, Ricardo Silvestre - fundador e CEO da agência Black Influence e Bia Granja, uma das maiores especialistas em influência digital do país, co-fundadora e CCO da YOUPIX. <br> <br>“No começo de tudo o digital era um universo à parte, algo mais dos jovens, e um lugar que você vai e volta. Para a gente, já era uma forma de se comunicar e ver o mundo. Em 2012 foi o momento que percebi que esse universo era muito mais, era business mesmo. Os criadores de conteúdo hoje são as startups, são o universo da economia criativa, da influência”, relembra Bia, que fez parte do início do universo digital. <br> <br>Segundo pesquisa da Rakuten de 2019, 80% dos consumidores já fizeram alguma compra recomendada por um influenciador. A força dessa tática é tal que, em meio à uma pandemia que bateu forte na economia, derrubou PIBs e mercados (isso sem falar no incalculável e lastimável custo humano, é claro) o marketing de influência se manteve firme e foi uma das principais alternativas das marcas para se conectar à seu público com um conteúdo relevante, humano e direcionado. <br> <br>Descubra mais sobre o cenário do mercado neste papo. Vem com a gente.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Em um tempo em que as pessoas estão buscando mais autenticidade e menos massificação, o marketing de influência se mantém cada vez mais forte, mesmo em tempos de pandemia. <br> <br>É para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, sob o comando da Ju Wallauer, recebe três grandes nomes: Vanessa Oliveira, diretora geral da ViuHub, Ricardo Silvestre - fundador e CEO da agência Black Influence e Bia Granja, uma das maiores especialistas em influência digital do país, co-fundadora e CCO da YOUPIX. <br> <br>“No começo de tudo o digital era um universo à parte, algo mais dos jovens, e um lugar que você vai e volta. Para a gente, já era uma forma de se comunicar e ver o mundo. Em 2012 foi o momento que percebi que esse universo era muito mais, era business mesmo. Os criadores de conteúdo hoje são as startups, são o universo da economia criativa, da influência”, relembra Bia, que fez parte do início do universo digital. <br> <br>Segundo pesquisa da Rakuten de 2019, 80% dos consumidores já fizeram alguma compra recomendada por um influenciador. A força dessa tática é tal que, em meio à uma pandemia que bateu forte na economia, derrubou PIBs e mercados (isso sem falar no incalculável e lastimável custo humano, é claro) o marketing de influência se manteve firme e foi uma das principais alternativas das marcas para se conectar à seu público com um conteúdo relevante, humano e direcionado. <br> <br>Descubra mais sobre o cenário do mercado neste papo. Vem com a gente.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Em um tempo em que as pessoas estão buscando mais autenticidade e menos massificação, o marketing de influência se mantém cada vez mais forte, mesmo em tempos de pandemia.

É para debater esse tema que o novo episódio do podcast Gente Conversa, sob o comando da Ju Wallauer, recebe três grandes nomes: Vanessa Oliveira, diretora geral da ViuHub, Ricardo Silvestre - fundador e CEO da agência Black Influence e Bia Granja, uma das maiores especialistas em influência digital do país, co-fundadora e CCO da YOUPIX.

“No começo de tudo o digital era um universo à parte, algo mais dos jovens, e um lugar que você vai e volta. Para a gente, já era uma forma de se comunicar e ver o mundo. Em 2012 foi o momento que percebi que esse universo era muito mais, era business mesmo. Os criadores de conteúdo hoje são as startups, são o universo da economia criativa, da influência”, relembra Bia, que fez parte do início do universo digital.

Segundo pesquisa da Rakuten de 2019, 80% dos consumidores já fizeram alguma compra recomendada por um influenciador. A força dessa tática é tal que, em meio à uma pandemia que bateu forte na economia, derrubou PIBs e mercados (isso sem falar no incalculável e lastimável custo humano, é claro) o marketing de influência se manteve firme e foi uma das principais alternativas das marcas para se conectar à seu público com um conteúdo relevante, humano e direcionado.

Descubra mais sobre o cenário do mercado neste papo. Vem com a gente.</itunes:summary>
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      <pubDate>Tue, 16 Mar 2021 16:15:33 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #15 | Podcasts: os desafios e as oportunidades da vez</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #15 | Podcasts: os desafios e as oportunidades da vez</itunes:title>
      <description><![CDATA[Em plena era digital, as pessoas estão se conectando cada vez mais com o áudio. E se no passado era o rádio, o formato hoje é o podcast. Recente pesquisa da Voxnest, empresa americana especializada em tecnologias para a indústria de áudio, mostra que no Brasil, entre Janeiro a Maio de 2020, houve aumento de 103% no número de produção de podcasts. Segundo o Ibope, 50 milhões de brasileiros já ouviram podcast - o equivalente a cerca de 40% dos internautas do país - e desse total, 16 milhões escutam diariamente. A pesquisa Bus Podcast, de julho de 2019 mostrou que 45% dos ouvintes gastam entre 31 minutos e 2 horas ouvindo podcasts cada vez que acessam um episódio. <br> <br>É para refletir sobre as possibilidades de formato, produção, distribuição e monetização, que Ju Wallauer recebe Renata Lo Prete, âncora do Jornal da Globo e apresentadora do podcast O Assunto; a jornalista Mônica Aquino, jornalista e coordenadora do podcast “O Assunto”; e o head of ad sales & brand solutions na Deezer, Stefan Habergritz, no novo episódio do Gente Conversa. <br> <br>Formato em franca expansão no mundo todo, o podcast vem atraindo a atenção de personalidades, artistas, desconhecidos e até da ex-primeira dama dos EUA, Michelle Obama. “Os números não param de crescer. É uma extensão valiosa para se conectar com a audiência, temos mais marcas e outras entidades que não falavam em podcast e passaram a citar. A retenção do ouvinte é incrível, pois as pessoas decidiram parar e escutar o programa, é o consumo consciente do som. Ele é o produto da manhã, tarde e noite, que pode ser ouvido em qualquer lugar e em qualquer meio”, analisa Stefan Habergritz. <br> <br>Já a jornalista Renata Lo Prete fala da sua relação com o áudio. “O áudio entrou na minha vida profissional já como podcast. Mas minha ligação é antiga, meu pai nos acordava com o rádio tocando. Eu acredito que o sucesso desse formato se deve ao fato dele poder ser consumido por pessoas multitarefas, ainda mais dentro da realidade pandêmica. Eu também ouço muito dos ouvintes que o podcast funciona muito como companhia - ainda mais para quem está sozinho durante essa pandemia”, relata Lo Prete. <br> <br>Vem com a gente.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Em plena era digital, as pessoas estão se conectando cada vez mais com o áudio. E se no passado era o rádio, o formato hoje é o podcast. Recente pesquisa da Voxnest, empresa americana especializada em tecnologias para a indústria de áudio, mostra que no Brasil, entre Janeiro a Maio de 2020, houve aumento de 103% no número de produção de podcasts. Segundo o Ibope, 50 milhões de brasileiros já ouviram podcast - o equivalente a cerca de 40% dos internautas do país - e desse total, 16 milhões escutam diariamente. A pesquisa Bus Podcast, de julho de 2019 mostrou que 45% dos ouvintes gastam entre 31 minutos e 2 horas ouvindo podcasts cada vez que acessam um episódio. <br> <br>É para refletir sobre as possibilidades de formato, produção, distribuição e monetização, que Ju Wallauer recebe Renata Lo Prete, âncora do Jornal da Globo e apresentadora do podcast O Assunto; a jornalista Mônica Aquino, jornalista e coordenadora do podcast “O Assunto”; e o head of ad sales & brand solutions na Deezer, Stefan Habergritz, no novo episódio do Gente Conversa. <br> <br>Formato em franca expansão no mundo todo, o podcast vem atraindo a atenção de personalidades, artistas, desconhecidos e até da ex-primeira dama dos EUA, Michelle Obama. “Os números não param de crescer. É uma extensão valiosa para se conectar com a audiência, temos mais marcas e outras entidades que não falavam em podcast e passaram a citar. A retenção do ouvinte é incrível, pois as pessoas decidiram parar e escutar o programa, é o consumo consciente do som. Ele é o produto da manhã, tarde e noite, que pode ser ouvido em qualquer lugar e em qualquer meio”, analisa Stefan Habergritz. <br> <br>Já a jornalista Renata Lo Prete fala da sua relação com o áudio. “O áudio entrou na minha vida profissional já como podcast. Mas minha ligação é antiga, meu pai nos acordava com o rádio tocando. Eu acredito que o sucesso desse formato se deve ao fato dele poder ser consumido por pessoas multitarefas, ainda mais dentro da realidade pandêmica. Eu também ouço muito dos ouvintes que o podcast funciona muito como companhia - ainda mais para quem está sozinho durante essa pandemia”, relata Lo Prete. <br> <br>Vem com a gente.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Em plena era digital, as pessoas estão se conectando cada vez mais com o áudio. E se no passado era o rádio, o formato hoje é o podcast. Recente pesquisa da Voxnest, empresa americana especializada em tecnologias para a indústria de áudio, mostra que no Brasil, entre Janeiro a Maio de 2020, houve aumento de 103% no número de produção de podcasts. Segundo o Ibope, 50 milhões de brasileiros já ouviram podcast - o equivalente a cerca de 40% dos internautas do país - e desse total, 16 milhões escutam diariamente. A pesquisa Bus Podcast, de julho de 2019 mostrou que 45% dos ouvintes gastam entre 31 minutos e 2 horas ouvindo podcasts cada vez que acessam um episódio.

É para refletir sobre as possibilidades de formato, produção, distribuição e monetização, que Ju Wallauer recebe Renata Lo Prete, âncora do Jornal da Globo e apresentadora do podcast O Assunto; a jornalista Mônica Aquino, jornalista e coordenadora do podcast “O Assunto”; e o head of ad sales &amp; brand solutions na Deezer, Stefan Habergritz, no novo episódio do Gente Conversa.

Formato em franca expansão no mundo todo, o podcast vem atraindo a atenção de personalidades, artistas, desconhecidos e até da ex-primeira dama dos EUA, Michelle Obama. “Os números não param de crescer.  É uma extensão valiosa para se conectar com a audiência, temos mais marcas e outras entidades que não falavam em podcast e passaram a citar. A retenção do ouvinte é incrível, pois as pessoas decidiram parar e escutar o programa, é o consumo consciente do som. Ele é o produto da manhã, tarde e noite, que pode ser ouvido em qualquer lugar e em qualquer meio”, analisa Stefan Habergritz.

Já a jornalista Renata Lo Prete fala da sua relação com o áudio. “O áudio entrou na minha vida profissional já como podcast. Mas minha ligação é antiga, meu pai nos acordava com o rádio tocando. Eu acredito que o sucesso desse formato se deve ao fato dele poder ser consumido por pessoas multitarefas, ainda mais dentro da realidade pandêmica. Eu também ouço muito dos ouvintes que o podcast funciona muito como companhia - ainda mais para quem está sozinho durante essa pandemia”, relata Lo Prete.

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      <title>Gente Conversa #14 | Sociedade do Cansaço</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #14 | Sociedade do Cansaço</itunes:title>
      <description><![CDATA[Final de ano. E de um ano bem doloroso, com muitas perdas e mudanças causadas por uma pandemia ainda longe do fim. Quem não tem todas as explicações para estar cansado? A sociedade está correndo a mil por hora, mesmo imaginando o preço caro que pode pagar. A forma como o estresse toma conta do cotidiano é muito intensa e o fato do ser humano estar em alerta o tempo todo leva à exaustão. <br> <br>É para entender as características desse fenômeno atual e de como o ser humano está sendo afetado que Ju Wallauer recebe Marcella Oliveira, especialista em pesquisa de conhecimento do consumidor da Globo, Mariana Loducca Kok, psicóloga e fundadora do Coletivo Tsuru e Jeane Tavares, psicóloga e professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. <br> <br>A conversa começa apontando a diferença entre a sociedade do século XX, batizada por Michel Foucault como sociedade disciplinar, e a realidade de hoje, chamada de sociedade de desempenho, e tenta entender esse estado de espírito coletivo que nos acomete e vai além do mero cansaço, cunhado por Byung-Chul Han, filósofo sul-coreano, como Sociedade do Cansaço. <br> <br>Vem entender com Gente!]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Final de ano. E de um ano bem doloroso, com muitas perdas e mudanças causadas por uma pandemia ainda longe do fim. Quem não tem todas as explicações para estar cansado? A sociedade está correndo a mil por hora, mesmo imaginando o preço caro que pode pagar. A forma como o estresse toma conta do cotidiano é muito intensa e o fato do ser humano estar em alerta o tempo todo leva à exaustão. <br> <br>É para entender as características desse fenômeno atual e de como o ser humano está sendo afetado que Ju Wallauer recebe Marcella Oliveira, especialista em pesquisa de conhecimento do consumidor da Globo, Mariana Loducca Kok, psicóloga e fundadora do Coletivo Tsuru e Jeane Tavares, psicóloga e professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. <br> <br>A conversa começa apontando a diferença entre a sociedade do século XX, batizada por Michel Foucault como sociedade disciplinar, e a realidade de hoje, chamada de sociedade de desempenho, e tenta entender esse estado de espírito coletivo que nos acomete e vai além do mero cansaço, cunhado por Byung-Chul Han, filósofo sul-coreano, como Sociedade do Cansaço. <br> <br>Vem entender com Gente!]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Final de ano. E de um ano bem doloroso, com muitas perdas e mudanças causadas por uma pandemia ainda longe do fim. Quem não tem todas as explicações para estar cansado? A sociedade está correndo a mil por hora, mesmo imaginando o preço caro que pode pagar. A forma como o estresse toma conta do cotidiano é muito intensa e o fato do ser humano estar em alerta o tempo todo leva à exaustão. 

É para entender as características desse fenômeno atual e de como o ser humano está sendo afetado que Ju Wallauer recebe Marcella Oliveira, especialista em pesquisa de conhecimento do consumidor da Globo, Mariana Loducca Kok, psicóloga e fundadora do Coletivo Tsuru e Jeane Tavares, psicóloga e professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

A conversa começa apontando a diferença entre a sociedade do século XX, batizada por Michel Foucault como sociedade disciplinar, e a realidade de hoje, chamada de sociedade de desempenho, e tenta entender esse estado de espírito coletivo que nos acomete e vai além do mero cansaço, cunhado por Byung-Chul Han, filósofo sul-coreano, como Sociedade do Cansaço.

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      <pubDate>Tue, 22 Dec 2020 15:30:08 +0000</pubDate>
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      <title>Gente Conversa #13 | Violência Contra a Mulher</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #13 | Violência Contra a Mulher</itunes:title>
      <description><![CDATA[Na pandemia, os números de violência contra a mulher aumentaram, escancarando um problema estrutural da sociedade que sempre existiu. Em comparação com os dados do ano passado, o número de feminicídios aumentou 22,2% em 12 estados brasileiros entre março e abril de 2020. Muitos são os tipos de violência contra as mulheres - física, moral, patrimonial, sexual e também psicológica. E quando o assunto é o feminicídio um outro dado deve estar em pauta: o racismo. Dos 889 homicídios com a raça informada, 73% foram contra mulheres negras. <br> <br>No combate à violência contra as mulheres, há algumas ferramentas que precisam ser usadas. Estar atento aos sinais e denunciar, dever de todos nós, podem salvar vidas. Outro caminho necessário para buscar soluções e romper os círculos de violência é a ajuda emocional e financeira para as mulheres. E é fundamental o papel do homem como aliado nessa luta, revendo padrões de comportamento e refletindo sobre suas ações. <br> <br>O novo episódio do Gente Conversa, apresentado por Ju Wallauer, conta com a participação de Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora; Aline Nascimento, historiadora do ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) e Túlio Custódio, sociólogo e curador de conhecimento na Inesplorato. <br> <br>A sociedade e cada um de nós deve se perguntar diariamente como ser parte da solução. E a gente te convida para essa reflexão.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Na pandemia, os números de violência contra a mulher aumentaram, escancarando um problema estrutural da sociedade que sempre existiu. Em comparação com os dados do ano passado, o número de feminicídios aumentou 22,2% em 12 estados brasileiros entre março e abril de 2020. Muitos são os tipos de violência contra as mulheres - física, moral, patrimonial, sexual e também psicológica. E quando o assunto é o feminicídio um outro dado deve estar em pauta: o racismo. Dos 889 homicídios com a raça informada, 73% foram contra mulheres negras. <br> <br>No combate à violência contra as mulheres, há algumas ferramentas que precisam ser usadas. Estar atento aos sinais e denunciar, dever de todos nós, podem salvar vidas. Outro caminho necessário para buscar soluções e romper os círculos de violência é a ajuda emocional e financeira para as mulheres. E é fundamental o papel do homem como aliado nessa luta, revendo padrões de comportamento e refletindo sobre suas ações. <br> <br>O novo episódio do Gente Conversa, apresentado por Ju Wallauer, conta com a participação de Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora; Aline Nascimento, historiadora do ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) e Túlio Custódio, sociólogo e curador de conhecimento na Inesplorato. <br> <br>A sociedade e cada um de nós deve se perguntar diariamente como ser parte da solução. E a gente te convida para essa reflexão.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Na pandemia, os números de violência contra a mulher aumentaram, escancarando um problema estrutural da sociedade que sempre existiu. Em comparação com os dados do ano passado, o número de feminicídios aumentou 22,2% em 12 estados brasileiros entre março e abril de 2020. Muitos são os tipos de violência contra as mulheres - física, moral, patrimonial, sexual e também psicológica. E quando o assunto é o feminicídio um outro dado deve estar em pauta: o racismo. Dos 889 homicídios com a raça informada, 73% foram contra mulheres negras.
 
No combate à violência contra as mulheres, há algumas ferramentas que precisam ser usadas. Estar atento aos sinais e denunciar, dever de todos nós, podem salvar vidas. Outro caminho necessário para buscar soluções e romper os círculos de violência é a ajuda emocional e financeira para as mulheres. E é fundamental o papel do homem como aliado nessa luta, revendo padrões de comportamento e refletindo sobre suas ações.
 
O novo episódio do Gente Conversa, apresentado por Ju Wallauer, conta com a participação de Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora; Aline Nascimento, historiadora do ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) e Túlio Custódio, sociólogo e curador de conhecimento na Inesplorato.
 
A sociedade e cada um de nós deve se perguntar diariamente como ser parte da solução. E a gente te convida para essa reflexão.</itunes:summary>
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      <title>Gente Conversa #12 | Varejo e Black Friday</title>
      <itunes:title>Gente Conversa #12 | Varejo e Black Friday</itunes:title>
      <description><![CDATA[A Plataforma Gente estreia sua nova temporada do podcast Gente Conversa com o tema “Varejo & Black Friday” e contará com a participação de Henrique Simões, Head Setorial da Globo; Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Grupo Magazine Luiza; e André Felizardo Web Engineer e criador de conteúdo para o canal Grana de Preto, no Instagram <br> <br>A expectativa para essa Black Friday, em tempos de pandemia, está alta. Afinal, é o primeiro momento em que as marcas estarão frente a frente - mesmo que de máscara ou via app - com esse novo consumidor pós pandemia. O episódio vai levar discussões sobre a consolidação no país do “omnichannel” - tendência do varejo que significa a convergência dos canais da empresa e o consumidor não vê diferença entre o mundo online e o offline - e a análise de qual será a tendência para esse ano. “O consumidor cada vez mais se torna multicanal. Ele compra pelo app, pega na loja. Depois em outra compra ele quer falar com o vendedor para tirar alguma dúvida e acaba comprando. A loja física se transformou, foi além da transação de compra e venda. Virou um hub de logística e de experimentação. E a pandemia ajudou a dar essa acelerada”, explica Ana Paula. <br> <br>E a discussão vai além: Ju Wallauer aborda a brasilidade da data, que é importada dos Estados Unidos, mas depois de tanto tempo em terras brasileiras já ganhou muito suingue. A data já faz parte do repertório brasileiro e ficou mais abrangente, com promoções que não se limitam mais a smartphones, indo de clínica de estética, passando por farmácia e até padaria. Todos querem participar desse momento de compra, há espaço para os diversos setores, mas resta saber se todos vão garantir uma boa experiência aos consumidores. <br> <br>Vem descobrir com Gente!]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[A Plataforma Gente estreia sua nova temporada do podcast Gente Conversa com o tema “Varejo & Black Friday” e contará com a participação de Henrique Simões, Head Setorial da Globo; Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Grupo Magazine Luiza; e André Felizardo Web Engineer e criador de conteúdo para o canal Grana de Preto, no Instagram <br> <br>A expectativa para essa Black Friday, em tempos de pandemia, está alta. Afinal, é o primeiro momento em que as marcas estarão frente a frente - mesmo que de máscara ou via app - com esse novo consumidor pós pandemia. O episódio vai levar discussões sobre a consolidação no país do “omnichannel” - tendência do varejo que significa a convergência dos canais da empresa e o consumidor não vê diferença entre o mundo online e o offline - e a análise de qual será a tendência para esse ano. “O consumidor cada vez mais se torna multicanal. Ele compra pelo app, pega na loja. Depois em outra compra ele quer falar com o vendedor para tirar alguma dúvida e acaba comprando. A loja física se transformou, foi além da transação de compra e venda. Virou um hub de logística e de experimentação. E a pandemia ajudou a dar essa acelerada”, explica Ana Paula. <br> <br>E a discussão vai além: Ju Wallauer aborda a brasilidade da data, que é importada dos Estados Unidos, mas depois de tanto tempo em terras brasileiras já ganhou muito suingue. A data já faz parte do repertório brasileiro e ficou mais abrangente, com promoções que não se limitam mais a smartphones, indo de clínica de estética, passando por farmácia e até padaria. Todos querem participar desse momento de compra, há espaço para os diversos setores, mas resta saber se todos vão garantir uma boa experiência aos consumidores. <br> <br>Vem descobrir com Gente!]]></content:encoded>
      <itunes:summary>A Plataforma Gente estreia sua nova temporada do podcast Gente Conversa com o tema “Varejo &amp; Black Friday” e contará com a participação de Henrique Simões, Head Setorial da Globo; Ana Paula Rodrigues, diretora de marketing do Grupo Magazine Luiza; e André Felizardo Web Engineer e criador de conteúdo para o canal Grana de Preto, no Instagram

A expectativa para essa Black Friday, em tempos de pandemia, está alta. Afinal, é o primeiro momento em que as marcas estarão frente a frente - mesmo que de máscara ou via app - com esse novo consumidor pós pandemia. O episódio vai levar discussões sobre a consolidação no país do “omnichannel” - tendência do varejo que significa a convergência dos canais da empresa e o consumidor não vê diferença entre o mundo online e o offline - e a análise de qual será a tendência para esse ano.  “O consumidor cada vez mais se torna multicanal. Ele compra pelo app, pega na loja. Depois em outra compra ele quer falar com o vendedor para tirar alguma dúvida e acaba comprando. A loja física se transformou, foi além da transação de compra e venda. Virou um hub de logística e de experimentação. E a pandemia ajudou a dar essa acelerada”, explica Ana Paula.

E a discussão vai além: Ju Wallauer aborda a brasilidade da data, que é importada dos Estados Unidos, mas depois de tanto tempo em terras brasileiras já ganhou muito suingue. A data já faz parte do repertório brasileiro e ficou mais abrangente, com promoções que não se limitam mais a smartphones, indo de clínica de estética, passando por farmácia e até padaria.  Todos querem participar desse momento de compra, há espaço para os diversos setores, mas resta saber se todos vão garantir uma boa experiência aos consumidores.

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      <title>Tendências em conteúdo</title>
      <itunes:title>Tendências em conteúdo</itunes:title>
      <description><![CDATA[O 11º episódio da série de podcasts Gente Conversa vai falar sobre novidade no mercado audiovisual. A apresentadora Ju Wallauer recebe três convidados da indústria de produção de conteúdo para debater sobre as dúvidas em relação ao futuro do mercado. Clarisse Goulart é coordenadora de desenvolvimento e negócios e trabalha na Conspiração Filmes, Erika Wurts é chefe de conteúdo original e coproduções da Globoplay e Gabriel Lupi representa a Deezer como head de conteúdo e marketing de artistas.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O 11º episódio da série de podcasts Gente Conversa vai falar sobre novidade no mercado audiovisual. A apresentadora Ju Wallauer recebe três convidados da indústria de produção de conteúdo para debater sobre as dúvidas em relação ao futuro do mercado. Clarisse Goulart é coordenadora de desenvolvimento e negócios e trabalha na Conspiração Filmes, Erika Wurts é chefe de conteúdo original e coproduções da Globoplay e Gabriel Lupi representa a Deezer como head de conteúdo e marketing de artistas.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O 11º episódio da série de podcasts Gente Conversa vai falar sobre novidade no mercado audiovisual. A apresentadora Ju Wallauer recebe três convidados da indústria de produção de conteúdo para debater sobre as dúvidas em relação ao futuro do mercado. Clarisse Goulart é coordenadora de desenvolvimento e negócios e trabalha na Conspiração Filmes, Erika Wurts é chefe de conteúdo original e coproduções da Globoplay e Gabriel Lupi representa a Deezer como head de conteúdo e marketing de artistas.</itunes:summary>
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      <title>Decodificando a diversão</title>
      <itunes:title>Decodificando a diversão</itunes:title>
      <description><![CDATA[Ju Wallauer recebe o ator Rodrigo Sant´Anna, Gabriela Lins e Silva, coordenadora de conteúdo do Multishow e Roberta Ramos, responsável por pesquisas e tendências do canal para conversar sobre diversão. O ponto de partida é o questionamento: “Para que serve a diversão?”. Eles querem saber o que diverte a população, qual a ciência por trás dessa atividade e quais são as particularidades dos brasileiros. O quarteto ainda debate sobre maneiras viáveis para que o humor e os risos sejam incluídos na rotina e não fiquem restritos à momentos específicos. E também abordam a diferença entre distração e diversão, e explicam que a diversão está relacionada a acontecimentos e também à disposição de cada pessoa em determinado momentos.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Ju Wallauer recebe o ator Rodrigo Sant´Anna, Gabriela Lins e Silva, coordenadora de conteúdo do Multishow e Roberta Ramos, responsável por pesquisas e tendências do canal para conversar sobre diversão. O ponto de partida é o questionamento: “Para que serve a diversão?”. Eles querem saber o que diverte a população, qual a ciência por trás dessa atividade e quais são as particularidades dos brasileiros. O quarteto ainda debate sobre maneiras viáveis para que o humor e os risos sejam incluídos na rotina e não fiquem restritos à momentos específicos. E também abordam a diferença entre distração e diversão, e explicam que a diversão está relacionada a acontecimentos e também à disposição de cada pessoa em determinado momentos.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Ju Wallauer recebe o ator Rodrigo Sant´Anna, Gabriela Lins e Silva, coordenadora de conteúdo do Multishow e Roberta Ramos, responsável por pesquisas e tendências do canal para conversar sobre diversão. O ponto de partida é o questionamento: “Para que serve a diversão?”. Eles querem saber o que diverte a população, qual a ciência por trás dessa atividade e quais são as particularidades dos brasileiros. O quarteto ainda debate sobre maneiras viáveis para que o humor e os risos sejam incluídos na rotina e não fiquem restritos à momentos específicos. E também abordam a diferença entre distração e diversão, e explicam que a diversão está relacionada a acontecimentos e também à disposição de cada pessoa em determinado momentos.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2020 21:04:53 +0000</pubDate>
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      <title>Seguidores e Influenciadores</title>
      <itunes:title>Seguidores e Influenciadores</itunes:title>
      <description><![CDATA[Curtir, compartilhar, número de visualizações e dar unfollow são expressões cada vez mais usadas no nosso dia a dia. Mas afinal, há um motivo específico pelo qual seguimos desconhecidos nas redes sociais? O que nos faz continuar acompanhando a vida de outras pessoas durante horas? Essas respostas e outras descobertas são debatidas no podcast “Seguidores e Influenciadores”, o nono programa da série Gente Conversa. O papo conta com a presença de Bia Granja, fundadora da YouPix; Henrique Diaz, diretor de planejamento estratégico da Box 1824; e Julianna Queiroz, especialista do comportamento do consumidor da Diário de Campo Pesquisa. Comandado por Ju Wallauer, os convidados vão falar sobre como as novas formas de conexão reorganizaram a dinâmica da sociedade.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Curtir, compartilhar, número de visualizações e dar unfollow são expressões cada vez mais usadas no nosso dia a dia. Mas afinal, há um motivo específico pelo qual seguimos desconhecidos nas redes sociais? O que nos faz continuar acompanhando a vida de outras pessoas durante horas? Essas respostas e outras descobertas são debatidas no podcast “Seguidores e Influenciadores”, o nono programa da série Gente Conversa. O papo conta com a presença de Bia Granja, fundadora da YouPix; Henrique Diaz, diretor de planejamento estratégico da Box 1824; e Julianna Queiroz, especialista do comportamento do consumidor da Diário de Campo Pesquisa. Comandado por Ju Wallauer, os convidados vão falar sobre como as novas formas de conexão reorganizaram a dinâmica da sociedade.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Curtir, compartilhar, número de visualizações e dar unfollow são expressões cada vez mais usadas no nosso dia a dia. Mas afinal, há um motivo específico pelo qual seguimos desconhecidos nas redes sociais? O que nos faz continuar acompanhando a vida de outras pessoas durante horas? Essas respostas e outras descobertas são debatidas no podcast “Seguidores e Influenciadores”, o nono programa da série Gente Conversa. O papo conta com a presença de Bia Granja, fundadora da YouPix; Henrique Diaz, diretor de planejamento estratégico da Box 1824; e Julianna Queiroz, especialista do comportamento do consumidor da Diário de Campo Pesquisa. Comandado por Ju Wallauer, os convidados vão falar sobre como as novas formas de conexão reorganizaram a dinâmica da sociedade.</itunes:summary>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2019 16:00:45 +0000</pubDate>
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      <title>Representatividade Negra</title>
      <itunes:title>Representatividade Negra</itunes:title>
      <description><![CDATA[Os dados mais recentes do IBGE mostram que a população negra está em desvantagem no Brasil em diferentes âmbitos sociais como político, acadêmico e econômico, por exemplo. Os números ainda mostram que, apesar de representarem 51% da população, apenas uma em quatro pessoas que consegue um diploma no ensino superior é negra. Para discutir esse cenário e falar de atuação na comunicação e na tecnologia, Túlio Custódio vai comandar a conversa que conta com a participação de três mulheres que têm o que falar: a desenvolvedora Maria Rita Casagrande, a empreendedora Monique Evelle e a publicitária Isabel Aquino, no oitavo programa da séria Gente Conversa.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Os dados mais recentes do IBGE mostram que a população negra está em desvantagem no Brasil em diferentes âmbitos sociais como político, acadêmico e econômico, por exemplo. Os números ainda mostram que, apesar de representarem 51% da população, apenas uma em quatro pessoas que consegue um diploma no ensino superior é negra. Para discutir esse cenário e falar de atuação na comunicação e na tecnologia, Túlio Custódio vai comandar a conversa que conta com a participação de três mulheres que têm o que falar: a desenvolvedora Maria Rita Casagrande, a empreendedora Monique Evelle e a publicitária Isabel Aquino, no oitavo programa da séria Gente Conversa.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Os dados mais recentes do IBGE mostram que a população negra está em desvantagem no Brasil em diferentes âmbitos sociais como político, acadêmico e econômico, por exemplo. Os números ainda mostram que, apesar de representarem 51% da população, apenas uma em quatro pessoas que consegue um diploma no ensino superior é negra. Para discutir esse cenário e falar de atuação na comunicação e na tecnologia, Túlio Custódio vai comandar a conversa que conta com a participação de três mulheres que têm o que falar: a desenvolvedora Maria Rita Casagrande, a empreendedora Monique Evelle e a publicitária Isabel Aquino, no oitavo programa da séria Gente Conversa.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2019 21:24:56 +0000</pubDate>
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      <title>Criatividade no Século XXI</title>
      <itunes:title>Criatividade no Século XXI</itunes:title>
      <description><![CDATA[Nunca produzimos tanto. Sejam bens de consumo, conhecimento, dados ou entretenimento. E pra gente se destacar neste oceano produtivo, pra ser disruptivo, talvez o principal motor seja a criatividade. De onde, afinal, vem as ideias? Qual é o papel do nosso corpo nesse processo? E neste Oceano de Informação: os dados são farol ou são sereia? Para ajudar a responder essas questões, Ju Wallauer conversa com Fabio Porchat, ator, roteirista e produtor; Suyane Ynaya, CEO da We Are Mooc; e Felipe Benatto Ferreira, Coordenador de Consumer & Marketing Insights da Globosat.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Nunca produzimos tanto. Sejam bens de consumo, conhecimento, dados ou entretenimento. E pra gente se destacar neste oceano produtivo, pra ser disruptivo, talvez o principal motor seja a criatividade. De onde, afinal, vem as ideias? Qual é o papel do nosso corpo nesse processo? E neste Oceano de Informação: os dados são farol ou são sereia? Para ajudar a responder essas questões, Ju Wallauer conversa com Fabio Porchat, ator, roteirista e produtor; Suyane Ynaya, CEO da We Are Mooc; e Felipe Benatto Ferreira, Coordenador de Consumer & Marketing Insights da Globosat.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nunca produzimos tanto. Sejam bens de consumo, conhecimento, dados ou entretenimento. E pra gente se destacar neste oceano produtivo, pra ser disruptivo, talvez o principal motor seja a criatividade. De onde, afinal, vem as ideias? Qual é o papel do nosso corpo nesse processo? E neste Oceano de Informação: os dados são farol ou são sereia? Para ajudar a responder essas questões, Ju Wallauer conversa com Fabio Porchat, ator, roteirista e produtor; Suyane Ynaya, CEO da We Are Mooc; e Felipe Benatto Ferreira, Coordenador de Consumer &amp; Marketing Insights da Globosat.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2019 19:22:38 +0000</pubDate>
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      <title>Games &amp; eSports: entretenimento, esporte e profissão</title>
      <itunes:title>Games &amp; eSports: entretenimento, esporte e profissão</itunes:title>
      <description><![CDATA[O Brasil é um dos países que mais consome internet no mundo. E dentro desse universo, os gamers têm fatia significativa. Seja criando modalidades, ligas e fãs apaixonados pelos eSports, quanto chamando a atenção de marcas pelas cifras milionárias que o mercado movimenta. Jogar é coisa séria. Ju Wallauer conduz este episódio que analisa o cenário e o perfil do consumidor brasileiro de esporte eletrônico junto com os convidados Leandro Valentim, Head de Novos Negócios do Esporte Grupo Globo; Márcio Canosa, Diretor de eSports e Comunidade da Ubisoft na América Latina; e Igor Correa, líder da Unilever Esports.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil é um dos países que mais consome internet no mundo. E dentro desse universo, os gamers têm fatia significativa. Seja criando modalidades, ligas e fãs apaixonados pelos eSports, quanto chamando a atenção de marcas pelas cifras milionárias que o mercado movimenta. Jogar é coisa séria. Ju Wallauer conduz este episódio que analisa o cenário e o perfil do consumidor brasileiro de esporte eletrônico junto com os convidados Leandro Valentim, Head de Novos Negócios do Esporte Grupo Globo; Márcio Canosa, Diretor de eSports e Comunidade da Ubisoft na América Latina; e Igor Correa, líder da Unilever Esports.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O Brasil é um dos países que mais consome internet no mundo. E dentro desse universo, os gamers têm fatia significativa. Seja criando modalidades, ligas e fãs apaixonados pelos eSports, quanto chamando a atenção de marcas pelas cifras milionárias que o mercado movimenta. Jogar é coisa séria. Ju Wallauer conduz este episódio que analisa o cenário e o perfil do consumidor brasileiro de esporte eletrônico junto com os convidados Leandro Valentim, Head de Novos Negócios do Esporte Grupo Globo; Márcio Canosa, Diretor de eSports e Comunidade da Ubisoft na América Latina; e Igor Correa, líder da Unilever Esports.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 30 Sep 2019 15:58:21 +0000</pubDate>
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      <title>Repensando o feminino</title>
      <itunes:title>Repensando o feminino</itunes:title>
      <description><![CDATA[O que é ser mulher? Qual o futuro do binarismo de gênero? Coisa de homem e coisa de mulher? Essas são algumas questões que serão debatidas em "Repensando o feminino", o quinto programa da série Gente Conversa. O episódio conta com a mediação de Ju Wallauer e as seguintes convidadas: a socióloga da Unesp, Heloisa Pait, Ana Paula Xongani, youtuber e militante do feminismo negro e Jöa Clandestina, criadora de conteúdo de arteducação.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[O que é ser mulher? Qual o futuro do binarismo de gênero? Coisa de homem e coisa de mulher? Essas são algumas questões que serão debatidas em "Repensando o feminino", o quinto programa da série Gente Conversa. O episódio conta com a mediação de Ju Wallauer e as seguintes convidadas: a socióloga da Unesp, Heloisa Pait, Ana Paula Xongani, youtuber e militante do feminismo negro e Jöa Clandestina, criadora de conteúdo de arteducação.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O que é ser mulher? Qual o futuro do binarismo de gênero? Coisa de homem e coisa de mulher? Essas são algumas questões que serão debatidas em "Repensando o feminino", o quinto programa da série Gente Conversa. O episódio conta com a mediação de Ju Wallauer e as seguintes convidadas: a socióloga da Unesp, Heloisa Pait, Ana Paula Xongani, youtuber e militante do feminismo negro e Jöa Clandestina, criadora de conteúdo de arteducação.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 02 Sep 2019 16:06:03 +0000</pubDate>
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      <title>Diálogos entre muros</title>
      <itunes:title>Diálogos entre muros</itunes:title>
      <description><![CDATA[Cada vez com mais frequência a sociedade enfrenta dificuldades para se reconectar com uma boa conversa. Quais são os caminhos para isso? Essa e outras questões são o ponto de partida de “Diálogos entre muros”, o quarto episódio da série Gente Conversa. Ju Wallauer recebe André Freire (Inesplorato), Jup do Bairro (Canal Brasil) e Guilherme Valadares (Papo de Homem) para falar sobre o tema inspirado no estudo “Diálogo: conexão que atravessa bolhas”.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[Cada vez com mais frequência a sociedade enfrenta dificuldades para se reconectar com uma boa conversa. Quais são os caminhos para isso? Essa e outras questões são o ponto de partida de “Diálogos entre muros”, o quarto episódio da série Gente Conversa. Ju Wallauer recebe André Freire (Inesplorato), Jup do Bairro (Canal Brasil) e Guilherme Valadares (Papo de Homem) para falar sobre o tema inspirado no estudo “Diálogo: conexão que atravessa bolhas”.]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Cada vez com mais frequência a sociedade enfrenta dificuldades para se reconectar com uma boa conversa. Quais são os caminhos para isso? Essa e outras questões são o ponto de partida de “Diálogos entre muros”, o quarto episódio da série Gente Conversa. Ju Wallauer recebe André Freire (Inesplorato), Jup do Bairro (Canal Brasil) e Guilherme Valadares (Papo de Homem) para falar sobre o tema inspirado no estudo “Diálogo: conexão que atravessa bolhas”.</itunes:summary>
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      <pubDate>Mon, 26 Aug 2019 18:02:53 +0000</pubDate>
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      <title>O Forninho dos memes no Brasil</title>
      <itunes:title>O Forninho dos memes no Brasil</itunes:title>
      <description><![CDATA["Uma linguagem mutante e irrastreável" é o tema do novo episódio de Gente Conversa. Para ajudar a explicar o surgimento dos memes e a atual função desse recurso na comunicação, Ju Wallauer conta com a presença de três convidados: Carlos Merigo (B9), Robson Bravo (Buzzfeed) e Marina Roale (Consumoteca) pesquisadora do assunto em questão.]]></description>
      <content:encoded><![CDATA["Uma linguagem mutante e irrastreável" é o tema do novo episódio de Gente Conversa. Para ajudar a explicar o surgimento dos memes e a atual função desse recurso na comunicação, Ju Wallauer conta com a presença de três convidados: Carlos Merigo (B9), Robson Bravo (Buzzfeed) e Marina Roale (Consumoteca) pesquisadora do assunto em questão.]]></content:encoded>
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      <title>História, games e colaboração</title>
      <itunes:title>História, games e colaboração</itunes:title>
      <description><![CDATA[Em Gente Conversa, Ju Wallauer conversa com Anna Mezashi (Gloob), Daniela Tófoli (Revista Crescer) e Cris Dias (B9) sobre como as histórias e os games, influenciam na gamificação e ajudam na construção de habilidades, como a colaboração.]]></description>
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      <title>A Potência da Diversidade</title>
      <itunes:title>A Potência da Diversidade</itunes:title>
      <description><![CDATA[Em Gente Conversa, Ju Wallauer conduz uma mesa inspiradora com Isabela Aggiunti (Facebook), Laura Florence (More Girls) e Adriana Carvalho (ONU Mulheres) para falar sobre como a diversidade é capaz transformar a comunicação das empresas e seu papel na sociedade.]]></description>
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