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    <title>Avenida do Brasil</title>
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    <description><![CDATA[<p>Na Avenida do Brasil falamos das trajet&oacute;rias dos imigrantes brasileiras e brasileiros que empreendem em Portugal. Mas n&atilde;o s&oacute;! Este podcast &eacute; um espa&ccedil;o de partilha, onde a conversa &eacute; uma fonte de inspira&ccedil;&atilde;o. O novo podcast do P&Uacute;BLICO Brasil &eacute; conduzido pelos jornalistas Vicente Nunes e Gisele Rech.</p>]]></description>
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    <itunes:summary>Na Avenida do Brasil falamos das trajetórias dos imigrantes brasileiras e brasileiros que empreendem em Portugal. Mas não só! Este podcast é um espaço de partilha, onde a conversa é uma fonte de inspiração. O novo podcast do PÚBLICO Brasil é conduzido pelos jornalistas Vicente Nunes e Gisele Rech.</itunes:summary>
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      <title>Avenida do Brasil</title>
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      <title>Avenida do Brasil: chef Michele Marques divide-se entre restaurante e hotel em Estremoz</title>
      <itunes:title>Avenida do Brasil: chef Michele Marques divide-se entre restaurante e hotel em Estremoz</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Ao desembarcar em Portugal, em 2005, com planos de ficar apenas tr&ecirc;s meses, a carioca Michele Marques n&atilde;o imaginava que fincaria ra&iacute;zes no Alentejo e se tornaria um dos nomes mais consistentes da cena gastron&ocirc;mica de Estremoz, &agrave; frente da Mercearia Gadanha. De quebra, ela tamb&eacute;m empreende na hotelaria, com a Casa do Gadanha.</p> <p>A trajet&oacute;ria empreendedora come&ccedil;ou em 2009 com a Mercearia Gadanha, que em 2013 se transformou em restaurante e, desde 2016, mant&eacute;m-se recomendada no Guia Michelin e com um sol do Guia Repsol: na festa de entrega de pr&ecirc;mios este ano, foi a respons&aacute;vel pela curadoria gastron&ocirc;mica do evento internacional. Sem falar na presen&ccedil;a constante em festivais como <em>Chefs on Fire</em> e sa&iacute;das ao exterior para divulgar a gastronomia portuguesa a convite do Turismo de Portugal.</p> <p>&ldquo;A nossa ideia foi sempre o respeito pela nossa regi&atilde;o, pelo receitu&aacute;rio tradicional, mas eu nunca me senti com o direito de cozinhar cozinha tradicional. A minha ideia foi dar um <em>twist</em> com as minhas viv&ecirc;ncias, n&atilde;o s&oacute; enquanto brasileira, mas enquanto viajante, tratando como rei os ingredientes do receitu&aacute;rio e dando o nosso toque&rdquo;, refor&ccedil;a <a href="https://www.publico.pt/2026/10/30/fugas/noticia/oito-chefs-renome-vinhos-condizer-sabores-outono-vem-ai-taste-toast-2193252" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2026/10/30/fugas/noticia/oito-chefs-renome-vinhos-condizer-sabores-outono-vem-ai-taste-toast-2193252">Michele</a>. Deste percurso, ali&aacute;s, surgiu o ic&ocirc;nico pastel de ca&ccedil;&atilde;o, que mistura a cultura do <a href="https://www.publico.pt/2026/06/08/publico-brasil/noticia/pastel-vento-classico-comida-rua-brasileira-ganha-versao-chef-carioca-festival-2177435" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2026/06/08/publico-brasil/noticia/pastel-vento-classico-comida-rua-brasileira-ganha-versao-chef-carioca-festival-2177435">pastel de feira</a> brasileiro com o recheio que dialoga com a tradicional sopa de ca&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o.</p> <p>A expans&atilde;o dos neg&oacute;cios ganhou nova escala com a abertura da Casa do Gadanha, projeto de hospitalidade concebido ao lado do s&oacute;cio e companheiro Ruben Trindade. O plano de reabilitar um palacete senhorial de 12 quartos no centro hist&oacute;rico de Estremoz come&ccedil;ou a ser desenhado em 2017, mas as obras coincidiram com o in&iacute;cio de 2020.</p> <p>&ldquo;Compramos o pr&eacute;dio e t&iacute;nhamos um projeto cofinanciado pelo Turismo de Portugal. Ao contr&aacute;rio do que as pessoas pensam, n&atilde;o &eacute; dado. Temos que devolver esse financiamento, mas com juros mais baixos e car&ecirc;ncia que nos ajudou a retardar pagamentos quando tudo atrasou quase um ano por causa da pandemia&rdquo;. A unidade abriu portas em mar&ccedil;o de 2022, integrando alojamento de charme, restaurante pr&oacute;prio sob comando de Ruben e uma elogiada produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de p&atilde;o de fermenta&ccedil;&atilde;o natural.</p> <p>Questionada sobre o segredo para brasileiros que pretendem ingressar no ecossistema do setor de restaurantes e turismo de Portugal, Michele enfatiza a import&acirc;ncia da integra&ccedil;&atilde;o genu&iacute;na e da persist&ecirc;ncia. &ldquo;A maior dica &eacute; perseveran&ccedil;a e conhecimento da lei para seguir cada par&acirc;metro direitinho. Quem vem por bem tem sempre lugar. O acolhimento do brasileiro &eacute; &uacute;nico, mas &eacute; fundamental estar aberto &agrave; cultura local. Basta trocar de papel, pensar em respeitar o territ&oacute;rio e ver o que se pode fazer para que a terra cres&ccedil;a junto com voc&ecirc;, sempre somando&rdquo;, resume.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Ao desembarcar em Portugal, em 2005, com planos de ficar apenas tr&ecirc;s meses, a carioca Michele Marques n&atilde;o imaginava que fincaria ra&iacute;zes no Alentejo e se tornaria um dos nomes mais consistentes da cena gastron&ocirc;mica de Estremoz, &agrave; frente da Mercearia Gadanha. De quebra, ela tamb&eacute;m empreende na hotelaria, com a Casa do Gadanha.</p> <p>A trajet&oacute;ria empreendedora come&ccedil;ou em 2009 com a Mercearia Gadanha, que em 2013 se transformou em restaurante e, desde 2016, mant&eacute;m-se recomendada no Guia Michelin e com um sol do Guia Repsol: na festa de entrega de pr&ecirc;mios este ano, foi a respons&aacute;vel pela curadoria gastron&ocirc;mica do evento internacional. Sem falar na presen&ccedil;a constante em festivais como <em>Chefs on Fire</em> e sa&iacute;das ao exterior para divulgar a gastronomia portuguesa a convite do Turismo de Portugal.</p> <p>&ldquo;A nossa ideia foi sempre o respeito pela nossa regi&atilde;o, pelo receitu&aacute;rio tradicional, mas eu nunca me senti com o direito de cozinhar cozinha tradicional. A minha ideia foi dar um <em>twist</em> com as minhas viv&ecirc;ncias, n&atilde;o s&oacute; enquanto brasileira, mas enquanto viajante, tratando como rei os ingredientes do receitu&aacute;rio e dando o nosso toque&rdquo;, refor&ccedil;a <a href="https://www.publico.pt/2026/10/30/fugas/noticia/oito-chefs-renome-vinhos-condizer-sabores-outono-vem-ai-taste-toast-2193252" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2026/10/30/fugas/noticia/oito-chefs-renome-vinhos-condizer-sabores-outono-vem-ai-taste-toast-2193252">Michele</a>. Deste percurso, ali&aacute;s, surgiu o ic&ocirc;nico pastel de ca&ccedil;&atilde;o, que mistura a cultura do <a href="https://www.publico.pt/2026/06/08/publico-brasil/noticia/pastel-vento-classico-comida-rua-brasileira-ganha-versao-chef-carioca-festival-2177435" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2026/06/08/publico-brasil/noticia/pastel-vento-classico-comida-rua-brasileira-ganha-versao-chef-carioca-festival-2177435">pastel de feira</a> brasileiro com o recheio que dialoga com a tradicional sopa de ca&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o.</p> <p>A expans&atilde;o dos neg&oacute;cios ganhou nova escala com a abertura da Casa do Gadanha, projeto de hospitalidade concebido ao lado do s&oacute;cio e companheiro Ruben Trindade. O plano de reabilitar um palacete senhorial de 12 quartos no centro hist&oacute;rico de Estremoz come&ccedil;ou a ser desenhado em 2017, mas as obras coincidiram com o in&iacute;cio de 2020.</p> <p>&ldquo;Compramos o pr&eacute;dio e t&iacute;nhamos um projeto cofinanciado pelo Turismo de Portugal. Ao contr&aacute;rio do que as pessoas pensam, n&atilde;o &eacute; dado. Temos que devolver esse financiamento, mas com juros mais baixos e car&ecirc;ncia que nos ajudou a retardar pagamentos quando tudo atrasou quase um ano por causa da pandemia&rdquo;. A unidade abriu portas em mar&ccedil;o de 2022, integrando alojamento de charme, restaurante pr&oacute;prio sob comando de Ruben e uma elogiada produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de p&atilde;o de fermenta&ccedil;&atilde;o natural.</p> <p>Questionada sobre o segredo para brasileiros que pretendem ingressar no ecossistema do setor de restaurantes e turismo de Portugal, Michele enfatiza a import&acirc;ncia da integra&ccedil;&atilde;o genu&iacute;na e da persist&ecirc;ncia. &ldquo;A maior dica &eacute; perseveran&ccedil;a e conhecimento da lei para seguir cada par&acirc;metro direitinho. Quem vem por bem tem sempre lugar. O acolhimento do brasileiro &eacute; &uacute;nico, mas &eacute; fundamental estar aberto &agrave; cultura local. Basta trocar de papel, pensar em respeitar o territ&oacute;rio e ver o que se pode fazer para que a terra cres&ccedil;a junto com voc&ecirc;, sempre somando&rdquo;, resume.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Ouça a estreia de "Quem matou Rosalina?" A mulher ignorada 608 (versão brasileira)</title>
      <itunes:title>Ouça a estreia de "Quem matou Rosalina?" A mulher ignorada 608 (versão brasileira)</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Trinta e seis segundos num elevador, uma mulher ajeita o cabelo ao espelho e &eacute; uma noite de chuva em Saquarema, nos arredores do Rio de Janeiro, Brasil. <a href="https://www.publico.pt/2011/10/05/jornal/como-rosalina-morou-no-rio-sem-por-um-pe-na-praia-23126039" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2011/10/05/jornal/como-rosalina-morou-no-rio-sem-por-um-pe-na-praia-23126039">Rosalina Ribeiro</a>, secret&aacute;ria pessoal e companheira do milion&aacute;rio L&uacute;cio Tom&eacute; Feteira, falecido em 2000, saiu para jantar a 150 metros de casa e nunca mais voltou.</p> <p>Levaram-lhe a pasta com os documentos e deixaram-lhe o rel&oacute;gio e os brincos, porque quem a matou n&atilde;o queria o que ela tinha, queria o que ela sabia.</p> <p>Durante dez dias, enquanto as amigas colavam cartazes alertando para o seu desaparecimento pelas ruas do bairro de Flamengo, o seu corpo foi apenas uma etiqueta, com o n&uacute;mero 608, numa morgue do Rio de Janeiro.</p> <p>Neste primeiro epis&oacute;dio do podcast <em><strong>Quem Matou </strong></em><em><strong></strong></em><em><strong>Rosalina?</strong></em>, ouvimos Rosemary Gomes, a testemunha que ouviu os tiros, a fadista Maria Alcina, amiga de Rosalina, que sonhou com o pedido de socorro, e entrevistamos o jornalista Pl&iacute;nio Fraga, autor da reportagem <em>Dostoi&eacute;vski em Saquarema</em>, que reconstitui o caso e nos apresenta <a href="https://www.publico.pt/duarte-lima" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/duarte-lima">Duarte Lima</a>, o homem que se adiantou &agrave; pol&iacute;cia com o envio de um fax que ningu&eacute;m lhe pediu.</p> <p>O lan&ccedil;amento deste <em>podcast</em> narrativo coincide com o in&iacute;cio do julgamento de Duarte Lima, no tribunal de Sintra, a 5 de Novembro. O antigo deputado do PSD foi acusado pelo homic&iacute;dio de Rosalina Ribeiro, no Brasil, a 7 de Dezembro de 2009.</p> <p><strong><em>Quem Matou Rosalina?</em></strong> &eacute; uma produ&ccedil;&atilde;o da <a href="https://coimbracoolectiva.pt/" data-cke-saved-href="https://coimbracoolectiva.pt/">Coimbra Coolectiva </a>em exclusivo para o P&Uacute;BLICO, com a colabora&ccedil;&atilde;o do Globo. A narra&ccedil;&atilde;o &eacute; de <a href="https://coimbracoolectiva.pt/author/vilmaorlandareis/" data-cke-saved-href="https://coimbracoolectiva.pt/author/vilmaorlandareis/">Vilma Reis</a> e a banda sonora &eacute; dos Belle Chase Hotel.</p> <p>O P&Uacute;BLICO disp&otilde;e tamb&eacute;m de uma <a href="https://www.publico.pt/podcast-matou-rosalina-" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/podcast-matou-rosalina-">vers&atilde;o portuguesa</a> deste podcast.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Trinta e seis segundos num elevador, uma mulher ajeita o cabelo ao espelho e &eacute; uma noite de chuva em Saquarema, nos arredores do Rio de Janeiro, Brasil. <a href="https://www.publico.pt/2011/10/05/jornal/como-rosalina-morou-no-rio-sem-por-um-pe-na-praia-23126039" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/2011/10/05/jornal/como-rosalina-morou-no-rio-sem-por-um-pe-na-praia-23126039">Rosalina Ribeiro</a>, secret&aacute;ria pessoal e companheira do milion&aacute;rio L&uacute;cio Tom&eacute; Feteira, falecido em 2000, saiu para jantar a 150 metros de casa e nunca mais voltou.</p> <p>Levaram-lhe a pasta com os documentos e deixaram-lhe o rel&oacute;gio e os brincos, porque quem a matou n&atilde;o queria o que ela tinha, queria o que ela sabia.</p> <p>Durante dez dias, enquanto as amigas colavam cartazes alertando para o seu desaparecimento pelas ruas do bairro de Flamengo, o seu corpo foi apenas uma etiqueta, com o n&uacute;mero 608, numa morgue do Rio de Janeiro.</p> <p>Neste primeiro epis&oacute;dio do podcast <em><strong>Quem Matou </strong></em><em><strong></strong></em><em><strong>Rosalina?</strong></em>, ouvimos Rosemary Gomes, a testemunha que ouviu os tiros, a fadista Maria Alcina, amiga de Rosalina, que sonhou com o pedido de socorro, e entrevistamos o jornalista Pl&iacute;nio Fraga, autor da reportagem <em>Dostoi&eacute;vski em Saquarema</em>, que reconstitui o caso e nos apresenta <a href="https://www.publico.pt/duarte-lima" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/duarte-lima">Duarte Lima</a>, o homem que se adiantou &agrave; pol&iacute;cia com o envio de um fax que ningu&eacute;m lhe pediu.</p> <p>O lan&ccedil;amento deste <em>podcast</em> narrativo coincide com o in&iacute;cio do julgamento de Duarte Lima, no tribunal de Sintra, a 5 de Novembro. O antigo deputado do PSD foi acusado pelo homic&iacute;dio de Rosalina Ribeiro, no Brasil, a 7 de Dezembro de 2009.</p> <p><strong><em>Quem Matou Rosalina?</em></strong> &eacute; uma produ&ccedil;&atilde;o da <a href="https://coimbracoolectiva.pt/" data-cke-saved-href="https://coimbracoolectiva.pt/">Coimbra Coolectiva </a>em exclusivo para o P&Uacute;BLICO, com a colabora&ccedil;&atilde;o do Globo. A narra&ccedil;&atilde;o &eacute; de <a href="https://coimbracoolectiva.pt/author/vilmaorlandareis/" data-cke-saved-href="https://coimbracoolectiva.pt/author/vilmaorlandareis/">Vilma Reis</a> e a banda sonora &eacute; dos Belle Chase Hotel.</p> <p>O P&Uacute;BLICO disp&otilde;e tamb&eacute;m de uma <a href="https://www.publico.pt/podcast-matou-rosalina-" data-cke-saved-href="https://www.publico.pt/podcast-matou-rosalina-">vers&atilde;o portuguesa</a> deste podcast.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <title>Salete Novaes comanda o Grupo Siroco e vê setor naval puxado por brasileiros</title>
      <itunes:title>Salete Novaes comanda o Grupo Siroco e vê setor naval puxado por brasileiros</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>A empres&aacute;ria Salete Novaes, CEO do Grupo Siroco, v&ecirc; oportunidades crescentes no mercado naval, que, em Portugal, vem sendo puxado, sobretudo, pelos brasileiros. Segundo ela, que est&aacute; h&aacute; 30 anos em territ&oacute;rio luso, os neg&oacute;cios s&oacute; n&atilde;o crescem mais por falta de marinas dispon&iacute;veis para o atracamento de barcos.</p> <p>"Estamos com limita&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o. Precisamos de mais marinas", diz a brasileira, que comanda 30 funcion&aacute;rios &mdash; alguns deles est&atilde;o ao lado de Salete desde o nascimento da empresa. "Nossa rotatividade &eacute; muito baixa. Sabemos a import&acirc;ncia de nossos colaboradores para o nosso neg&oacute;cio. S&atilde;o nossos parceiros", assinala.</p> <p>Salete j&aacute; trabalhava no mercado naval no Brasil com compras, vendas e alugueis de barcos, mas decidiu cruzar o Atl&acirc;ntico ao lado do marido, num recome&ccedil;o para os dois. "N&atilde;o foi f&aacute;cil conquistamos nosso espa&ccedil;o, sobretudo para mim, por ser brasileira e mulher", ressalta. Mas a compet&ecirc;ncia se sobrep&ocirc;s a todo tipo de preconceito.</p> <p>O marido de Salete morreu recentemente e ela teve de tocar o neg&oacute;cio por completo. "Assumi todas as opera&ccedil;&otilde;es e estamos avan&ccedil;ando", sublinha ela, que atribui &agrave; sua capacidade de ouvir o outro um de seus principais trunfos. "Estou sempre disposta a ouvir. Isso &eacute; muito importante em todos os aspectos", frisa.</p> <p>Para Salete, Portugal &eacute; um mercado potente para o setor naval, pois &eacute; um pa&iacute;s posicionado de frente para o mar. Contudo, no entender dela, &eacute; preciso ampliar a infraestrutura para que o setor navegue em &aacute;guas ainda mais tranquilas. No entender dela, quanto melhor for a infraestrutura do pa&iacute;s, melhor para os neg&oacute;cios.&nbsp;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A empres&aacute;ria Salete Novaes, CEO do Grupo Siroco, v&ecirc; oportunidades crescentes no mercado naval, que, em Portugal, vem sendo puxado, sobretudo, pelos brasileiros. Segundo ela, que est&aacute; h&aacute; 30 anos em territ&oacute;rio luso, os neg&oacute;cios s&oacute; n&atilde;o crescem mais por falta de marinas dispon&iacute;veis para o atracamento de barcos.</p> <p>"Estamos com limita&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o. Precisamos de mais marinas", diz a brasileira, que comanda 30 funcion&aacute;rios &mdash; alguns deles est&atilde;o ao lado de Salete desde o nascimento da empresa. "Nossa rotatividade &eacute; muito baixa. Sabemos a import&acirc;ncia de nossos colaboradores para o nosso neg&oacute;cio. S&atilde;o nossos parceiros", assinala.</p> <p>Salete j&aacute; trabalhava no mercado naval no Brasil com compras, vendas e alugueis de barcos, mas decidiu cruzar o Atl&acirc;ntico ao lado do marido, num recome&ccedil;o para os dois. "N&atilde;o foi f&aacute;cil conquistamos nosso espa&ccedil;o, sobretudo para mim, por ser brasileira e mulher", ressalta. Mas a compet&ecirc;ncia se sobrep&ocirc;s a todo tipo de preconceito.</p> <p>O marido de Salete morreu recentemente e ela teve de tocar o neg&oacute;cio por completo. "Assumi todas as opera&ccedil;&otilde;es e estamos avan&ccedil;ando", sublinha ela, que atribui &agrave; sua capacidade de ouvir o outro um de seus principais trunfos. "Estou sempre disposta a ouvir. Isso &eacute; muito importante em todos os aspectos", frisa.</p> <p>Para Salete, Portugal &eacute; um mercado potente para o setor naval, pois &eacute; um pa&iacute;s posicionado de frente para o mar. Contudo, no entender dela, &eacute; preciso ampliar a infraestrutura para que o setor navegue em &aacute;guas ainda mais tranquilas. No entender dela, quanto melhor for a infraestrutura do pa&iacute;s, melhor para os neg&oacute;cios.&nbsp;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 19:04:00 +0000</pubDate>
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      <title>Marca curitibana ganha o mundo com destaque ao café brasileiro</title>
      <itunes:title>Marca curitibana ganha o mundo com destaque ao café brasileiro</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Na estreia do <em>Avenida do Brasil</em>, o novo podcast do P&Uacute;BLICO Brasil, o CEO e cofundado da The Coffee, que nasceu em Curitiba e hoje est&aacute; presente em 28 pa&iacute;ses do, apresenta a vertente empreendedora por tr&aacute;s da marca.</p> <p>Fundada em 2018 pelos irm&atilde;os Alexandre, Carlos e Luis Fertonani, a <a href="https://www.thecoffee.jp/aboutus" data-cke-saved-href="https://www.thecoffee.jp/aboutus">The Coffee</a> n&atilde;o nasceu apenas de um plano de neg&oacute;cios, cuja inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma viagem a T&oacute;quio, mas de uma lacuna de mercado, que encontrou em pequenos espa&ccedil;os a oportunidade de popularizar o chamado caf&eacute; de especialidade.</p> <p>&ldquo;Vimos naquelas portinhas estreitas uma possibilidade de criar um modelo de neg&oacute;cio onde a hospitalidade n&atilde;o se mede em metros quadrados, mas no rigor da curadoria do produto&rdquo;, diz Carlos.</p> <p>No projeto, desenhado a seis m&atilde;os, Carlos tratou da espacialidade e das linhas arquitet&ocirc;nicas, transformando cub&iacute;culos de tr&ecirc;s a 15 metros quadrados em espa&ccedil;os de design funcional, com tablets para autoatendimento.</p> <p>Alexandre refinou a narrativa de marca e a experi&ecirc;ncia sensorial, com &ecirc;nfase &agrave; curadoria que garante ao menos 80% de caf&eacute; autenticamente brasileiro &agrave; x&iacute;cara ou copos desenhados especialmente para o modelo de takeaway. Por fim, Lu&iacute;s garantiu a tecnologia e a musculatura log&iacute;stica que sustentam uma rede global sem perder a consist&ecirc;ncia.</p> <p>&ldquo;Iniciamos em Curitiba, come&ccedil;amos a expans&atilde;o pelo Brasil e a partir do aporte de um investidor-anjo, criamos um modelo para levar a marca ao exterior em um modelo de franquias&rdquo;, explica Carlos, revelando que, dentro em breve, a marca chega a 400 unidades em todo o mundo.</p> <p>O controle de qualidade, ali&aacute;s, obedece um rigor que vai desde a escolha dos franqueados da marca ao acompanhamento, bem como a adapta&ccedil;&atilde;o a cada mercado. Em Lisboa, por exemplo, h&aacute; quem fa&ccedil;a <em>latte</em> de pastel de nata.</p> <p>Ao reduzir o custo de ocupa&ccedil;&atilde;o e enxugar o tempo de perman&ecirc;ncia em cada unidade, os irm&atilde;os criaram um modelo que desafia os gigantes do setor. Atualmente, com dezenas de portas abertas na Europa, na Am&eacute;rica Latina e na pr&oacute;pria &Aacute;sia, a The Coffee demonstra que a gastronomia urbana contempor&acirc;nea, em especial no mundo dos caf&eacute;s especiais, pede inten&ccedil;&atilde;o e a coragem de transformar uma ideia em neg&oacute;cio, mesmo que o modelo parta da menor porta da rua para ganhar o mundo. &ldquo;Vamos seguir nesta expans&atilde;o pelo mundo, sempre de olho na melhor entrega ao consumidor final&rdquo;.</p> <p>&nbsp;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Na estreia do <em>Avenida do Brasil</em>, o novo podcast do P&Uacute;BLICO Brasil, o CEO e cofundado da The Coffee, que nasceu em Curitiba e hoje est&aacute; presente em 28 pa&iacute;ses do, apresenta a vertente empreendedora por tr&aacute;s da marca.</p> <p>Fundada em 2018 pelos irm&atilde;os Alexandre, Carlos e Luis Fertonani, a <a href="https://www.thecoffee.jp/aboutus" data-cke-saved-href="https://www.thecoffee.jp/aboutus">The Coffee</a> n&atilde;o nasceu apenas de um plano de neg&oacute;cios, cuja inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma viagem a T&oacute;quio, mas de uma lacuna de mercado, que encontrou em pequenos espa&ccedil;os a oportunidade de popularizar o chamado caf&eacute; de especialidade.</p> <p>&ldquo;Vimos naquelas portinhas estreitas uma possibilidade de criar um modelo de neg&oacute;cio onde a hospitalidade n&atilde;o se mede em metros quadrados, mas no rigor da curadoria do produto&rdquo;, diz Carlos.</p> <p>No projeto, desenhado a seis m&atilde;os, Carlos tratou da espacialidade e das linhas arquitet&ocirc;nicas, transformando cub&iacute;culos de tr&ecirc;s a 15 metros quadrados em espa&ccedil;os de design funcional, com tablets para autoatendimento.</p> <p>Alexandre refinou a narrativa de marca e a experi&ecirc;ncia sensorial, com &ecirc;nfase &agrave; curadoria que garante ao menos 80% de caf&eacute; autenticamente brasileiro &agrave; x&iacute;cara ou copos desenhados especialmente para o modelo de takeaway. Por fim, Lu&iacute;s garantiu a tecnologia e a musculatura log&iacute;stica que sustentam uma rede global sem perder a consist&ecirc;ncia.</p> <p>&ldquo;Iniciamos em Curitiba, come&ccedil;amos a expans&atilde;o pelo Brasil e a partir do aporte de um investidor-anjo, criamos um modelo para levar a marca ao exterior em um modelo de franquias&rdquo;, explica Carlos, revelando que, dentro em breve, a marca chega a 400 unidades em todo o mundo.</p> <p>O controle de qualidade, ali&aacute;s, obedece um rigor que vai desde a escolha dos franqueados da marca ao acompanhamento, bem como a adapta&ccedil;&atilde;o a cada mercado. Em Lisboa, por exemplo, h&aacute; quem fa&ccedil;a <em>latte</em> de pastel de nata.</p> <p>Ao reduzir o custo de ocupa&ccedil;&atilde;o e enxugar o tempo de perman&ecirc;ncia em cada unidade, os irm&atilde;os criaram um modelo que desafia os gigantes do setor. Atualmente, com dezenas de portas abertas na Europa, na Am&eacute;rica Latina e na pr&oacute;pria &Aacute;sia, a The Coffee demonstra que a gastronomia urbana contempor&acirc;nea, em especial no mundo dos caf&eacute;s especiais, pede inten&ccedil;&atilde;o e a coragem de transformar uma ideia em neg&oacute;cio, mesmo que o modelo parta da menor porta da rua para ganhar o mundo. &ldquo;Vamos seguir nesta expans&atilde;o pelo mundo, sempre de olho na melhor entrega ao consumidor final&rdquo;.</p> <p>&nbsp;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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