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    <title>Geração 70</title>
    <itunes:subtitle>Uma conversa solta com os protagonistas de hoje que nasceram na década de 70</itunes:subtitle>
    <link>https://sicnoticias.pt/</link>
    <description><![CDATA[<p>Não é um podcast de política ou de economia, nem de artes ou ciência. É uma conversa solta com os protagonistas de hoje que nasceram na década de 70. A geração que está aos comandos do país ou a caminho. Aqui falamos de expectativas e frustrações. De sonhos concretizados e dos que se perderam. Um retrato na primeira pessoa sobre a indelével passagem do tempo, uma viagem dos anos 70 até aos nossos dias conduzida por Bernardo Ferrão.</p>]]></description>
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    <itunes:summary>Não é um podcast de política ou de economia, nem de artes ou ciência. É uma conversa solta com os protagonistas de hoje que nasceram na década de 70. A geração que está aos comandos do país ou a caminho. Aqui falamos de expectativas e frustrações. De sonhos concretizados e dos que se perderam. Um retrato na primeira pessoa sobre a indelével passagem do tempo, uma viagem dos anos 70 até aos nossos dias conduzida por Bernardo Ferrão.</itunes:summary>
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      <itunes:name>Joana Beleza</itunes:name>
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    <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Geração 70</title>
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      <title>Maria João Avillez no Geração 40: “Um jornalista é curioso, a curiosidade é um instrumento que se tem ou não se tem. Ser bisbilhoteiro é completamente diferente”</title>
      <itunes:title>Maria João Avillez no Geração 40: “Um jornalista é curioso, a curiosidade é um instrumento que se tem ou não se tem. Ser bisbilhoteiro é completamente diferente”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa no final da 2&ordf; Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma fam&iacute;lia grande, de origem aristocr&aacute;tica, numa casa que conserva grandes mem&oacute;rias. S&atilde;o tr&ecirc;s irm&atilde;s que seguiram caminhos diferentes, e o caminho de Maria Jo&atilde;o Avillez estava destinado &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o social. Estreou-se em televis&atilde;o aos 17 anos, fundou jornais, fez r&aacute;dio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos &uacute;ltimos 50 anos. <a href="https://omny.fm/shows/geracao-40-julio-isidro">Maria Jo&atilde;o Avillez &eacute; a convidada da estreia de Gera&ccedil;&atilde;o 40, o novo podcast conduzido por J&uacute;lio Isidro</a>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa no final da 2&ordf; Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma fam&iacute;lia grande, de origem aristocr&aacute;tica, numa casa que conserva grandes mem&oacute;rias. S&atilde;o tr&ecirc;s irm&atilde;s que seguiram caminhos diferentes, e o caminho de Maria Jo&atilde;o Avillez estava destinado &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o social. Estreou-se em televis&atilde;o aos 17 anos, fundou jornais, fez r&aacute;dio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos &uacute;ltimos 50 anos. <a href="https://omny.fm/shows/geracao-40-julio-isidro">Maria Jo&atilde;o Avillez &eacute; a convidada da estreia de Gera&ccedil;&atilde;o 40, o novo podcast conduzido por J&uacute;lio Isidro</a>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary> Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro</itunes:summary>
      <category>Nasceu em Lisboa no final da 2ª Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma família grande</category>
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      <category>viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40</category>
      <category>o novo podcast conduzido por Júlio Isidro.</category>
      <category>SUGESTÕES DE TITULOS - AVILLEZ (G40) Mariana Óca Ferreira  ​João Martins​ “Um jornalista é curioso</category>
      <category>a curiosidade é um instrumento que se tem ou não se tem</category>
      <category>ser bisbilhoteiro é completamente diferente”  “No livro de Mário Soares há partes em que ele discute comigo e que me diz que não estou boa da cabeça. Tempos fantásticos. Tenho uma infinita gratidão por ele”  “Não sou saudosista. Era incapaz de dizer que o Sá Carneiro fazia falta hoje. As pessoas não podem ser transplantadas para o mundo que não conhecem e serem igualmente talentosas. Podia ser que fosse</category>
      <category>mas também podia não ser”  “Acho extraordinário 50 anos depois do 25 de Abril que se diga “ela é de direita” como se pertencesse a uma organização mafiosa”  “Não sou a vedeta lá de casa. todos têm muito orgulho</category>
      <category>mas não ligam nenhuma. Os netos não sabem o que é a televisão</category>
      <category>às vezes dizem que a avó na televisão na casa de não sei quem. Não não espectadores assíduos”   “Quando tenho dúvidas sobre algo pergunto ao Francisco</category>
      <category>o meu marido</category>
      <category>e quando ele nao esta perto de mim mando-lhe um mail.  sei que Vem sempre uma boa resposta”    Mariana Óca Ferreira  Produtora Editorial | SIC Notícias  moferreira@sic.impresa.pt 926747517</category>
      <itunes:keywords>Nasceu em Lisboa no final da 2ª Guerra Mundial. Cresceu no seio de uma família grande, de origem aristocrática, numa casa que conserva grandes memórias. São três irmãs que seguiram caminhos diferentes, e o caminho de Maria João Avillez estava destinado à comunicação social. Estreou-se em televisão aos 17 anos, fundou jornais, fez rádio e entrevistou protagonistas, viveu e presenciou os grandes acontecimentos dos últimos 50 anos. Maria João Avillez é a convidada da estreia de Geração 40, o novo podcast conduzido por Júlio Isidro., SUGESTÕES DE TITULOS - AVILLEZ (G40) Mariana Óca Ferreira  ​João Martins​ “Um jornalista é curioso, a curiosidade é um instrumento que se tem ou não se tem, ser bisbilhoteiro é completamente diferente”  “No livro de Mário Soares há partes em que ele discute comigo e que me diz que não estou boa da cabeça. Tempos fantásticos. Tenho uma infinita gratidão por ele”  “Não sou saudosista. Era incapaz de dizer que o Sá Carneiro fazia falta hoje. As pessoas não podem ser transplantadas para o mundo que não conhecem e serem igualmente talentosas. Podia ser que fosse, mas também podia não ser”  “Acho extraordinário 50 anos depois do 25 de Abril que se diga “ela é de direita” como se pertencesse a uma organização mafiosa”  “Não sou a vedeta lá de casa. todos têm muito orgulho, mas não ligam nenhuma. Os netos não sabem o que é a televisão, às vezes dizem que a avó na televisão na casa de não sei quem. Não não espectadores assíduos”   “Quando tenho dúvidas sobre algo pergunto ao Francisco, o meu marido, e quando ele nao esta perto de mim mando-lhe um mail.  sei que Vem sempre uma boa resposta”    Mariana Óca Ferreira  Produtora Editorial | SIC Notícias  moferreira@sic.impresa.pt 926747517</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Geração 40: oiça aqui o trailer do primeiro podcast original de Júlio Isidro</title>
      <itunes:title>Geração 40: oiça aqui o trailer do primeiro podcast original de Júlio Isidro</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Gera&ccedil;&atilde;o 40 &eacute; uma conversa com quem nasceu nos anos 40, uma gera&ccedil;&atilde;o que cresceu com os racionamentos e a sombra da guerra. Viram um pa&iacute;s fechado abrir-se &agrave; Europa. Assistiram ao salto do anal&oacute;gico para o digital.</p> <p>Hoje olham de frente para a era da Intelig&ecirc;ncia Artificial. O mundo transformou-se. Mas ser&aacute; este o futuro que imaginaram? &ldquo;Gera&ccedil;&atilde;o 40&rdquo; &eacute; uma viagem, entre mem&oacute;rias e desafios do presente, conduzida por J&uacute;lio Isidro.</p> <p>Todas as quintas-feiras nos sites da SIC Not&iacute;cias, SIC e Expresso ou na sua plataforma de podcasts preferida. O primeiro epis&oacute;dio sai no dia 12 de fevereiro.</p> <p>O gen&eacute;rico do Gera&ccedil;&atilde;o 40 &eacute; composto pela can&ccedil;&atilde;o portuguesa de 1943 &ldquo;A Minha Casinha&rdquo;, estreada pela atriz e cantora Mil&uacute; no filme &ldquo;O Costa do Castelo&rdquo;. A can&ccedil;&atilde;o tornou-se um dos maiores sucessos da carreira de Milu e foi muito difundida na r&aacute;dio. D&eacute;cadas depois, ganhou nova vida com a vers&atilde;o rock dos Xutos &amp; Pontap&eacute;s, o que a levou a ser conhecida por v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es, dos mais velhos aos mais novos. N&atilde;o h&aacute; mote mais transversal do que este para voltarmos aos anos 40 em 2026. Acompanhe-nos nesta viagem!</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Gera&ccedil;&atilde;o 40 &eacute; uma conversa com quem nasceu nos anos 40, uma gera&ccedil;&atilde;o que cresceu com os racionamentos e a sombra da guerra. Viram um pa&iacute;s fechado abrir-se &agrave; Europa. Assistiram ao salto do anal&oacute;gico para o digital.</p> <p>Hoje olham de frente para a era da Intelig&ecirc;ncia Artificial. O mundo transformou-se. Mas ser&aacute; este o futuro que imaginaram? &ldquo;Gera&ccedil;&atilde;o 40&rdquo; &eacute; uma viagem, entre mem&oacute;rias e desafios do presente, conduzida por J&uacute;lio Isidro.</p> <p>Todas as quintas-feiras nos sites da SIC Not&iacute;cias, SIC e Expresso ou na sua plataforma de podcasts preferida. O primeiro epis&oacute;dio sai no dia 12 de fevereiro.</p> <p>O gen&eacute;rico do Gera&ccedil;&atilde;o 40 &eacute; composto pela can&ccedil;&atilde;o portuguesa de 1943 &ldquo;A Minha Casinha&rdquo;, estreada pela atriz e cantora Mil&uacute; no filme &ldquo;O Costa do Castelo&rdquo;. A can&ccedil;&atilde;o tornou-se um dos maiores sucessos da carreira de Milu e foi muito difundida na r&aacute;dio. D&eacute;cadas depois, ganhou nova vida com a vers&atilde;o rock dos Xutos &amp; Pontap&eacute;s, o que a levou a ser conhecida por v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es, dos mais velhos aos mais novos. N&atilde;o h&aacute; mote mais transversal do que este para voltarmos aos anos 40 em 2026. Acompanhe-nos nesta viagem!</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Júlio Isidro estreia-se no universo dos podcasts dando seguimento à série 'Gerações' da SIC Notícias</itunes:summary>
      <category>geração 40</category>
      <category>júlio isidro</category>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 05 Feb 2026 07:00:59 +0000</pubDate>
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      <title>Trailer: Júlia Palha regressa com o Geração 90</title>
      <itunes:title>Trailer: Júlia Palha regressa com o Geração 90</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/">Na nova temporada do Gera&ccedil;&atilde;o 90, J&uacute;lia Palha volta a abrir as portas &agrave; gera&ccedil;&atilde;o que cresceu com a revolu&ccedil;&atilde;o digital e que vive ansiosa em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.</a> Neste podcast, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro, com novas conversas todas as semanas.</p> <p>O Gera&ccedil;&atilde;o 90 tem o apoio do Novo Banco.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/">Na nova temporada do Gera&ccedil;&atilde;o 90, J&uacute;lia Palha volta a abrir as portas &agrave; gera&ccedil;&atilde;o que cresceu com a revolu&ccedil;&atilde;o digital e que vive ansiosa em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.</a> Neste podcast, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro, com novas conversas todas as semanas.</p> <p>O Gera&ccedil;&atilde;o 90 tem o apoio do Novo Banco.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Na nova temporada do Geração 90, Júlia Palha volta a abrir as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro</itunes:summary>
      <category>Na nova temporada do Geração 90</category>
      <category>Júlia Palha volta a abrir as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. Neste podcast</category>
      <category>fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro</category>
      <category>com novas conversas todas as semanas.</category>
      <itunes:keywords>Na nova temporada do Geração 90, Júlia Palha volta a abrir as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. Neste podcast, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Estreia-se a 07 de outubro, com novas conversas todas as semanas.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 04:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Geração 80. Trailer: 2ª temporada</title>
      <itunes:title>Geração 80. Trailer: 2ª temporada</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Est&aacute; a chegar a segunda temporada de Gera&ccedil;&atilde;o 80, o podcast que d&aacute; voz a uma s&eacute;rie de portugueses nascidos nessa d&eacute;cada brilhante, num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsem&atilde;o. O primeiro epis&oacute;dio sai j&aacute; a 6 de mar&ccedil;o em todas as plataformas e nos sites da SIC Not&iacute;cias, SIC e Expresso. N&atilde;o percam!</p> <p>Livres e sonhadores, os anos 80 em Portugal foram marcados pela consolida&ccedil;&atilde;o da democracia e&nbsp; uma abertura ao mundo impulsionada pela ades&atilde;o &agrave; CEE. Foram anos de grande criatividade, cujo impacto ainda hoje perdura. Apesar dos bigodes, dos chuma&ccedil;os e das permanentes, os anos 80 deram ao mundo a melhor colheita de sempre?</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Est&aacute; a chegar a segunda temporada de Gera&ccedil;&atilde;o 80, o podcast que d&aacute; voz a uma s&eacute;rie de portugueses nascidos nessa d&eacute;cada brilhante, num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsem&atilde;o. O primeiro epis&oacute;dio sai j&aacute; a 6 de mar&ccedil;o em todas as plataformas e nos sites da SIC Not&iacute;cias, SIC e Expresso. N&atilde;o percam!</p> <p>Livres e sonhadores, os anos 80 em Portugal foram marcados pela consolida&ccedil;&atilde;o da democracia e&nbsp; uma abertura ao mundo impulsionada pela ades&atilde;o &agrave; CEE. Foram anos de grande criatividade, cujo impacto ainda hoje perdura. Apesar dos bigodes, dos chuma&ccedil;os e das permanentes, os anos 80 deram ao mundo a melhor colheita de sempre?</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Está a chegar a segunda temporada de Geração 80, o podcast que dá voz a uma série de portugueses nascidos nessa década brilhante, num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsemão</itunes:summary>
      <category>Está a chegar a segunda temporada de Geração 80</category>
      <category>o podcast que dá voz a uma série de portugueses nascidos nessa década brilhante</category>
      <category>num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsemão. O primeiro episódio sai já a 6 de março em todas as plataformas e nos sites da SIC Notícias</category>
      <category>SIC e Expresso. Não percam!  Livres e sonhadores</category>
      <category>os anos 80 em Portugal foram marcados pela consolidação da democracia e  uma abertura ao mundo impulsionada pela adesão à CEE. Foram anos de grande criatividade</category>
      <category>cujo impacto ainda hoje perdura. Apesar dos bigodes</category>
      <category>dos chumaços e das permanentes</category>
      <category>os anos 80 deram ao mundo a melhor colheita de sempre?</category>
      <itunes:keywords>Está a chegar a segunda temporada de Geração 80, o podcast que dá voz a uma série de portugueses nascidos nessa década brilhante, num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsemão. O primeiro episódio sai já a 6 de março em todas as plataformas e nos sites da SIC Notícias, SIC e Expresso. Não percam!  Livres e sonhadores, os anos 80 em Portugal foram marcados pela consolidação da democracia e  uma abertura ao mundo impulsionada pela adesão à CEE. Foram anos de grande criatividade, cujo impacto ainda hoje perdura. Apesar dos bigodes, dos chumaços e das permanentes, os anos 80 deram ao mundo a melhor colheita de sempre?</itunes:keywords>
      <itunes:episodeType>bonus</itunes:episodeType>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Geração 60: perante o mundo atual, o que têm a dizer os que mais acreditaram no progresso e na conquista de direitos?</title>
      <itunes:title>Geração 60: perante o mundo atual, o que têm a dizer os que mais acreditaram no progresso e na conquista de direitos?</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">Nasceram na ditadura, cresceram na democracia e saborearam a liberdade. Tiveram possibilidades que os pais e os av&oacute;s n&atilde;o conheceram. Mais acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; habita&ccedil;&atilde;o. Assistiram a mudan&ccedil;as sociais mais justas, a grandes inova&ccedil;&otilde;es e ao arranque da transforma&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica.</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">Perante os desafios do mundo atual, o que t&ecirc;m a dizer os que acreditaram no progresso e na conquista de direitos?</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">No podcast Gera&ccedil;&atilde;o 60, Concei&ccedil;&atilde;o Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o &uacute;nico ecr&atilde; era o da televis&atilde;o a preto e branco.</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">O podcast Gera&ccedil;&atilde;o 60 tem o apoio da KPMG.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">Nasceram na ditadura, cresceram na democracia e saborearam a liberdade. Tiveram possibilidades que os pais e os av&oacute;s n&atilde;o conheceram. Mais acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; habita&ccedil;&atilde;o. Assistiram a mudan&ccedil;as sociais mais justas, a grandes inova&ccedil;&otilde;es e ao arranque da transforma&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica.</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">Perante os desafios do mundo atual, o que t&ecirc;m a dizer os que acreditaram no progresso e na conquista de direitos?</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">No podcast Gera&ccedil;&atilde;o 60, Concei&ccedil;&atilde;o Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o &uacute;nico ecr&atilde; era o da televis&atilde;o a preto e branco.</a></p> <p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-60">O podcast Gera&ccedil;&atilde;o 60 tem o apoio da KPMG.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Conceição Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o único ecrã era o da televisão a preto e branco</itunes:summary>
      <category>geração 60</category>
      <category>anos 60</category>
      <category>portugal</category>
      <category>ditadura</category>
      <category>estado novo</category>
      <category>conceição lino</category>
      <category>podcast</category>
      <category>Nasceram na ditadura</category>
      <category>cresceram na democracia e saborearam a liberdade. Tiveram possibilidades que os pais e os avós não conheceram. Mais acesso à educação</category>
      <category>à saúde e à habitação. Assistiram a mudanças sociais mais justas</category>
      <category>a grandes inovações e ao arranque da transformação tecnológica.  Perante os desafios do mundo atual</category>
      <category>o que têm a dizer os que acreditaram no progresso e na conquista de direitos?  No podcast Geração 60</category>
      <category>Conceição Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o único ecrã era o da televisão a preto e branco.</category>
      <itunes:keywords>geração 60, anos 60, portugal, ditadura, estado novo, conceição lino, podcast, Nasceram na ditadura, cresceram na democracia e saborearam a liberdade. Tiveram possibilidades que os pais e os avós não conheceram. Mais acesso à educação, à saúde e à habitação. Assistiram a mudanças sociais mais justas, a grandes inovações e ao arranque da transformação tecnológica.  Perante os desafios do mundo atual, o que têm a dizer os que acreditaram no progresso e na conquista de direitos?  No podcast Geração 60, Conceição Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o único ecrã era o da televisão a preto e branco.</itunes:keywords>
      <itunes:episodeType>trailer</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 11:45:30 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Especial ao vivo no Tribeca com Anabela Moreira: “O meu pai passou fome, era uma coisa normal. Eu não e até parecia que havia uma espécie de compensação dos tempos antigos, a mesa estava sempre cheia de comida e tinha de sobrar. Não podia era faltar comida”</title>
      <itunes:title>Especial ao vivo no Tribeca com Anabela Moreira: “O meu pai passou fome, era uma coisa normal. Eu não e até parecia que havia uma espécie de compensação dos tempos antigos, a mesa estava sempre cheia de comida e tinha de sobrar. Não podia era faltar comida”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1976, em Lisboa. Nasceu em 1976, em Lisboa. Cresceu no Restelo e estudou num Colégio de Freiras. Viveu uma infância “protegida de tudo”, com uma educação “profundamente machista”. Apaixonou-se pela representação no cinema que o pai tinha em Lisboa, mas os pais nunca acharam muita graça à ideia. Impediram-na de entrar no conservatório e foi estudar Psicologia. Mas aos 26 anos - e ainda a viver em casa dos pais - passou dias num bordel para se preparar para uma personagem de um filme do João Canijo. A entrega e a dedicação às personagens faz com que seja uma das atrizes mais requisitadas do cinema português. Já engordou 25kg para um filme e viveu meses no bairro Padre Cruz, numa casa em que os vizinhos atiravam as fezes pelo muro do quintal. Anabela Moreira é a convidada deste episódio especial do Geração 70, conduzido pelo Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1976, em Lisboa. Nasceu em 1976, em Lisboa. Cresceu no Restelo e estudou num Colégio de Freiras. Viveu uma infância “protegida de tudo”, com uma educação “profundamente machista”. Apaixonou-se pela representação no cinema que o pai tinha em Lisboa, mas os pais nunca acharam muita graça à ideia. Impediram-na de entrar no conservatório e foi estudar Psicologia. Mas aos 26 anos - e ainda a viver em casa dos pais - passou dias num bordel para se preparar para uma personagem de um filme do João Canijo. A entrega e a dedicação às personagens faz com que seja uma das atrizes mais requisitadas do cinema português. Já engordou 25kg para um filme e viveu meses no bairro Padre Cruz, numa casa em que os vizinhos atiravam as fezes pelo muro do quintal. Anabela Moreira é a convidada deste episódio especial do Geração 70, conduzido pelo Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão a Anabela Moreira no Geração 70</itunes:summary>
      <category>SIC</category>
      <category>Expresso</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>infância</category>
      <category>educação</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>política</category>
      <category>atores</category>
      <category>atriz</category>
      <category>cultura</category>
      <category>Nasceu em 1976</category>
      <category>em Lisboa. Nasceu em 1976</category>
      <category>em Lisboa. Cresceu no Restelo e estudou num Colégio de Freiras. Viveu uma infância “protegida de tudo”</category>
      <category>com uma educação “profundamente machista”. Apaixonou-se pela representação no cinema que o pai tinha em Lisboa</category>
      <category>mas os pais nunca acharam muita graça à ideia. Impediram-na de entrar no conservatório e foi estudar Psicologia. Mas aos 26 anos - e ainda a viver em casa dos pais - passou dias num bordel para se preparar para uma personagem de um filme do João Canijo. A entrega e a dedicação às personagens faz com que seja uma das atrizes mais requisitadas do cinema português. Já engordou 25kg para um filme e viveu meses no bairro Padre Cruz</category>
      <category>numa casa em que os vizinhos atiravam as fezes pelo muro do quintal. Anabela Moreira é a convidada deste episódio especial do Geração 70</category>
      <category>conduzido pelo Bernardo Ferrão</category>
      <itunes:keywords>SIC, Expresso, Bernardo Ferrão, infância, educação, Geração 70, política, atores, atriz, cultura, Nasceu em 1976, em Lisboa. Nasceu em 1976, em Lisboa. Cresceu no Restelo e estudou num Colégio de Freiras. Viveu uma infância “protegida de tudo”, com uma educação “profundamente machista”. Apaixonou-se pela representação no cinema que o pai tinha em Lisboa, mas os pais nunca acharam muita graça à ideia. Impediram-na de entrar no conservatório e foi estudar Psicologia. Mas aos 26 anos - e ainda a viver em casa dos pais - passou dias num bordel para se preparar para uma personagem de um filme do João Canijo. A entrega e a dedicação às personagens faz com que seja uma das atrizes mais requisitadas do cinema português. Já engordou 25kg para um filme e viveu meses no bairro Padre Cruz, numa casa em que os vizinhos atiravam as fezes pelo muro do quintal. Anabela Moreira é a convidada deste episódio especial do Geração 70, conduzido pelo Bernardo Ferrão</itunes:keywords>
      <itunes:episodeType>bonus</itunes:episodeType>
      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 24 Oct 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Bárbara Tinoco: “Esta geração sente uma culpa gigante por descansar e não estar a ser produtiva. É por isso que chegamos a um ponto de exaustão”. Oiça aqui a estreia de Geração 90, com Júlia Palha</title>
      <itunes:title>Bárbara Tinoco: “Esta geração sente uma culpa gigante por descansar e não estar a ser produtiva. É por isso que chegamos a um ponto de exaustão”. Oiça aqui a estreia de Geração 90, com Júlia Palha</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/">É neta de um poeta e de um cantor. O pai tinha uma loja de música e ensinou-a a tocar guitarra aos 13 anos - talvez seja por isso que não percebe como é que os pais a deixaram estudar música. “Não faz ideia” como é que torna as músicas em hits, mas acredita que um artista se faz de tentativas e de “errar demasiadas vezes”. Em 2018, ficou conhecida por causa uma audição num programa de televisão, não foi selecionada, mas o original que cantou (a pedido do júri) colocaram-na no top das rádios. Hoje é jurada do programa que lhe deu esse “não”. Bárbara Tinoco é a primeira convidada do Geração 90, o novo podcast de Júlia Palha.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/">É neta de um poeta e de um cantor. O pai tinha uma loja de música e ensinou-a a tocar guitarra aos 13 anos - talvez seja por isso que não percebe como é que os pais a deixaram estudar música. “Não faz ideia” como é que torna as músicas em hits, mas acredita que um artista se faz de tentativas e de “errar demasiadas vezes”. Em 2018, ficou conhecida por causa uma audição num programa de televisão, não foi selecionada, mas o original que cantou (a pedido do júri) colocaram-na no top das rádios. Hoje é jurada do programa que lhe deu esse “não”. Bárbara Tinoco é a primeira convidada do Geração 90, o novo podcast de Júlia Palha.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Cantora e atriz, Bárbara Tinoco é a primeira convidada do Geração 90, o novo podcast de Júlia Palha</itunes:summary>
      <category>É neta de um poeta e de um cantor. O pai tinha uma loja de música e ensinou-a a tocar guitarra aos 13 anos - talvez seja por isso que não percebe como é que os pais a deixaram estudar música. “Não faz ideia” como é que torna as músicas em hits</category>
      <category>mas acredita que um artista se faz de tentativas e de “errar demasiadas vezes”. Em 2018</category>
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      <category>mas o original que cantou (a pedido do júri) colocaram-na no top das rádios. Hoje é jurada do programa que lhe deu esse “não”. Bárbara Tinoco é a primeira convidada do Geração 90</category>
      <category>o novo podcast de Júlia Palha.</category>
      <category>Bárbara Tinoco: “Esta geração sente uma culpa gigante por descansar e não estar a ser produtivo. É por isso que depois chegamos a um ponto de exaustão”</category>
      <itunes:keywords>É neta de um poeta e de um cantor. O pai tinha uma loja de música e ensinou-a a tocar guitarra aos 13 anos - talvez seja por isso que não percebe como é que os pais a deixaram estudar música. “Não faz ideia” como é que torna as músicas em hits, mas acredita que um artista se faz de tentativas e de “errar demasiadas vezes”. Em 2018, ficou conhecida por causa uma audição num programa de televisão, não foi selecionada, mas o original que cantou (a pedido do júri) colocaram-na no top das rádios. Hoje é jurada do programa que lhe deu esse “não”. Bárbara Tinoco é a primeira convidada do Geração 90, o novo podcast de Júlia Palha., Bárbara Tinoco: “Esta geração sente uma culpa gigante por descansar e não estar a ser produtivo. É por isso que depois chegamos a um ponto de exaustão”</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Trailer: Geração 90</title>
      <itunes:title>Trailer: Geração 90</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/trailer">Júlia Palha abre as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. No Geração 90, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Todas as terças-feiras novos episódios.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://omny.fm/shows/geracao-90-julia-palha/trailer">Júlia Palha abre as portas à geração que cresceu com a revolução digital e que vive ansiosa em relação ao futuro. No Geração 90, fala-se de forma leve do peso que acarretam os sonhos e as expectativas. Todas as terças-feiras novos episódios.</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Júlia Palha abre as portas à geração que cresceu com a revolução digital</itunes:summary>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 Sep 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”</title>
      <itunes:title>Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em junho de 1979, em Lisboa. Cresceu em Alhandra, uma zona piscatória com escadas para o Tejo. Tomou muitas vezes banho com os filhos dos peixeiros. Em criança chamavam-lhe “Albaninho" e passava os dias a brincar no quintal de uma senhora a quem chamava “carinhosamente” de avó. A mãe trabalhava na TAP e o pai tinha um talho. Tem dois irmãos mais velhos e a infância “dura” uniu-os para sempre. A relação com o pai nunca foi a melhor. “O meu pai ensinou-me o que não devo fazer. Os ensinamentos que me deu foram muito úteis. A minha mãe deu-me amor”. Entrou no teatro muito cedo, mas a mãe queria que o filho arranjasse uma profissão “segura”. Começou a trabalhar aos 15 anos “para levar dinheiro para casa”. Albano Jerónimo é o último convidado da 2ª temporada do Geração 70. É um dos atores mais reconhecidos a nível nacional, tem um percurso internacional muito elogiado, com uma carreira de sucesso que passa pela televisão, teatro e cinema. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, admite que nunca teve padrinhos para ser “validado” no teatro e mostra-se preocupado com aquilo que considera ser a notória “escassez” de cultura no país. Aproveita também para desmistificar alguns mitos em relação aos atores de televisão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em junho de 1979, em Lisboa. Cresceu em Alhandra, uma zona piscatória com escadas para o Tejo. Tomou muitas vezes banho com os filhos dos peixeiros. Em criança chamavam-lhe “Albaninho" e passava os dias a brincar no quintal de uma senhora a quem chamava “carinhosamente” de avó. A mãe trabalhava na TAP e o pai tinha um talho. Tem dois irmãos mais velhos e a infância “dura” uniu-os para sempre. A relação com o pai nunca foi a melhor. “O meu pai ensinou-me o que não devo fazer. Os ensinamentos que me deu foram muito úteis. A minha mãe deu-me amor”. Entrou no teatro muito cedo, mas a mãe queria que o filho arranjasse uma profissão “segura”. Começou a trabalhar aos 15 anos “para levar dinheiro para casa”. Albano Jerónimo é o último convidado da 2ª temporada do Geração 70. É um dos atores mais reconhecidos a nível nacional, tem um percurso internacional muito elogiado, com uma carreira de sucesso que passa pela televisão, teatro e cinema. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, admite que nunca teve padrinhos para ser “validado” no teatro e mostra-se preocupado com aquilo que considera ser a notória “escassez” de cultura no país. Aproveita também para desmistificar alguns mitos em relação aos atores de televisão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Ouça aqui o último episódio da segunda temporada do Geração 70, com o ator Albano Jerónimo</itunes:summary>
      <category>Nasceu em junho de 1979</category>
      <category>em Lisboa. Cresceu em Alhandra</category>
      <category>uma zona piscatória com escadas para o Tejo. Tomou muitas vezes banho com os filhos dos peixeiros. Em criança chamavam-lhe “Albaninho" e passava os dias a brincar no quintal de uma senhora a quem chamava “carinhosamente” de avó. A mãe trabalhava na TAP e o pai tinha um talho. Tem dois irmãos mais velhos e a infância “dura” uniu-os para sempre. A relação com o pai nunca foi a melhor. “O meu pai ensinou-me o que não devo fazer. Os ensinamentos que me deu foram muito úteis. A minha mãe deu-me amor”. Entrou no teatro muito cedo</category>
      <category>mas a mãe queria que o filho arranjasse uma profissão “segura”. Começou a trabalhar aos 15 anos “para levar dinheiro para casa”. Albano Jerónimo é o último convidado da 2ª temporada do Geração 70. É um dos atores mais reconhecidos a nível nacional</category>
      <category>tem um percurso internacional muito elogiado</category>
      <category>com uma carreira de sucesso que passa pela televisão</category>
      <category>teatro e cinema. Nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>admite que nunca teve padrinhos para ser “validado” no teatro e mostra-se preocupado com aquilo que considera ser a notória “escassez” de cultura no país. Aproveita também para desmistificar alguns mitos em relação aos atores de televisão.</category>
      <category>Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana</category>
      <category>usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso</category>
      <category>até acho importante porque é único; é a minha vida</category>
      <category>a minha educação</category>
      <category>que eu não escolhi”</category>
      <category>“Nos tomávamos banho uma vez por semana. Usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isto potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disto. Até acho de certa forma importante porque é único. É a minha vida</category>
      <category>que eu não escolhi”

“Nos meios pequenos</category>
      <category>de onde eu vim</category>
      <category>sente-se que a vergonha é mais visível. As pessoas não se separam porque socialmente é uma vergonha. Estão endividadas porque vivem à sombra de ideais que elas criam de como é que seria ter uma vida perfeita. Há iliteracia financeira</category>
      <category>desinformação. É por isso que a cultura é útil!”

“Preocupa-me algumas questões do país</category>
      <category>como artista e como pai. Pensar num futuro é complicado</category>
      <category>para mim não há futuro</category>
      <category>somos todos merda</category>
      <category>mas como pai eu não posso boicotar o futuro das minhas filhas”

“O estrangeiro é mal tratado? Sem dúvida! Vivo num país onde na AR se tem um vocabulário que para mim é inapropriado .Ser político é algo nobre e deveria ser um exemplo para toda uma sociedade. Há legitimação do discurso numa casa de que devia ser o exemplo de bom comportamento e excelência“

“Vivemos em tempos onde as imagens de horror de tragédia são divertimento ou conteúdos nas redes sociais. Há um afastamento brutal; A empatia está cansada e nós podíamos trabalhar mais nisso”

“50 anos depois do 25 de Abril</category>
      <category>sinto que o indivíduo fica sempre à margem de uma lei que se sobrepõe e carece de braço maior que fale para as pessoas. Os sucessivos Governos não se identificam com as pessoas”

“Eu tenho sorte em ter trabalho e sou muito grato</category>
      <category>mas eu não paro de trabalhar. Ser ator em Portugal é muito complicado e desgastante. Como não sou propriamente rico</category>
      <category>trabalho para viver. Para fazer acontecer espetáculos</category>
      <category>na minha companhia de Teatro</category>
      <category>tenho de pôr dinheiro. Em Espanha qualquer colega faz uma novela e fica 8 meses sem trabalhar”

“Fazer uma novela é um desgaste enorme. Entramos todos os dias pela casa dos portugueses. O horário de trabalho é duro e não há muito tempo para gravar. Mas as pessoas acham que há um facilitismo associado à ideia de ser ator de televisão e vão gostar de saber que não é assim.”</category>
      <itunes:keywords>Nasceu em junho de 1979, em Lisboa. Cresceu em Alhandra, uma zona piscatória com escadas para o Tejo. Tomou muitas vezes banho com os filhos dos peixeiros. Em criança chamavam-lhe “Albaninho" e passava os dias a brincar no quintal de uma senhora a quem chamava “carinhosamente” de avó. A mãe trabalhava na TAP e o pai tinha um talho. Tem dois irmãos mais velhos e a infância “dura” uniu-os para sempre. A relação com o pai nunca foi a melhor. “O meu pai ensinou-me o que não devo fazer. Os ensinamentos que me deu foram muito úteis. A minha mãe deu-me amor”. Entrou no teatro muito cedo, mas a mãe queria que o filho arranjasse uma profissão “segura”. Começou a trabalhar aos 15 anos “para levar dinheiro para casa”. Albano Jerónimo é o último convidado da 2ª temporada do Geração 70. É um dos atores mais reconhecidos a nível nacional, tem um percurso internacional muito elogiado, com uma carreira de sucesso que passa pela televisão, teatro e cinema. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, admite que nunca teve padrinhos para ser “validado” no teatro e mostra-se preocupado com aquilo que considera ser a notória “escassez” de cultura no país. Aproveita também para desmistificar alguns mitos em relação aos atores de televisão., Albano Jerónimo: “Tomávamos banho uma vez por semana, usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isso potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disso, até acho importante porque é único; é a minha vida, a minha educação, que eu não escolhi”, “Nos tomávamos banho uma vez por semana. Usávamos sempre a mesma roupa para ir para a escola. Tudo isto potenciou uma grande união entre mim e os meus irmãos. Não tenho complexos em falar disto. Até acho de certa forma importante porque é único. É a minha vida, que eu não escolhi”

“Nos meios pequenos, de onde eu vim, sente-se que a vergonha é mais visível. As pessoas não se separam porque socialmente é uma vergonha. Estão endividadas porque vivem à sombra de ideais que elas criam de como é que seria ter uma vida perfeita. Há iliteracia financeira, desinformação. É por isso que a cultura é útil!”

“Preocupa-me algumas questões do país, como artista e como pai. Pensar num futuro é complicado, para mim não há futuro, somos todos merda, mas como pai eu não posso boicotar o futuro das minhas filhas”

“O estrangeiro é mal tratado? Sem dúvida! Vivo num país onde na AR se tem um vocabulário que para mim é inapropriado .Ser político é algo nobre e deveria ser um exemplo para toda uma sociedade. Há legitimação do discurso numa casa de que devia ser o exemplo de bom comportamento e excelência“

“Vivemos em tempos onde as imagens de horror de tragédia são divertimento ou conteúdos nas redes sociais. Há um afastamento brutal; A empatia está cansada e nós podíamos trabalhar mais nisso”

“50 anos depois do 25 de Abril, sinto que o indivíduo fica sempre à margem de uma lei que se sobrepõe e carece de braço maior que fale para as pessoas. Os sucessivos Governos não se identificam com as pessoas”

“Eu tenho sorte em ter trabalho e sou muito grato, mas eu não paro de trabalhar. Ser ator em Portugal é muito complicado e desgastante. Como não sou propriamente rico, trabalho para viver. Para fazer acontecer espetáculos, na minha companhia de Teatro, tenho de pôr dinheiro. Em Espanha qualquer colega faz uma novela e fica 8 meses sem trabalhar”

“Fazer uma novela é um desgaste enorme. Entramos todos os dias pela casa dos portugueses. O horário de trabalho é duro e não há muito tempo para gravar. Mas as pessoas acham que há um facilitismo associado à ideia de ser ator de televisão e vão gostar de saber que não é assim.”</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Tânia Ganho: “Os primeiros sinais do Alzheimer estão lá e ninguém os vê, comecei a dizer que o meu pai tinha Alzheimer e diziam-me que andava a imaginar coisas”</title>
      <itunes:title>Tânia Ganho: “Os primeiros sinais do Alzheimer estão lá e ninguém os vê, comecei a dizer que o meu pai tinha Alzheimer e diziam-me que andava a imaginar coisas”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em Coimbra, em 1973. É a mais nova de dois irmãos, filha do “senhor doutor”, figura respeitada na terra e a quem todos recorriam. Desde pequena que tem uma relação de “amor e ódio” com cidade onde cresceu. Sentia-se “claustrofóbica” porque tudo era campo e distante da realidade de Lisboa ou do Porto. Começou a escrever aos 12 anos. E foi com a escrita que percebeu que lhe faltava mundo e horizontes. O pai era madeirense e a família passava as férias de verão na “ilha”. Desde os 18 anos que não regressa ao Funchal com receio de encontrar outra terra e "apagar" as memórias de uma infância feliz. Em casa falava-se de figuras políticas e menos de política ou partidos. O pai sempre a incentivou a ter espírito crítico e hoje não escolhe partidos, nem clubes de futebol, prefere as pessoas com ideais. Foi ele que homenageou no primeiro livro de memórias da carreira. “Não foi um livro planeado. "Escrevi meia dúzia de linhas para anunciar a morte do meu pai no Facebook e a partir desse momento não parei de escrever na minha cabeça. Escrevi durante dias”. A escritora, romancista e tradutora literária, Tânia Ganho é a convidada de Bernardo Ferrão no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Coimbra, em 1973. É a mais nova de dois irmãos, filha do “senhor doutor”, figura respeitada na terra e a quem todos recorriam. Desde pequena que tem uma relação de “amor e ódio” com cidade onde cresceu. Sentia-se “claustrofóbica” porque tudo era campo e distante da realidade de Lisboa ou do Porto. Começou a escrever aos 12 anos. E foi com a escrita que percebeu que lhe faltava mundo e horizontes. O pai era madeirense e a família passava as férias de verão na “ilha”. Desde os 18 anos que não regressa ao Funchal com receio de encontrar outra terra e "apagar" as memórias de uma infância feliz. Em casa falava-se de figuras políticas e menos de política ou partidos. O pai sempre a incentivou a ter espírito crítico e hoje não escolhe partidos, nem clubes de futebol, prefere as pessoas com ideais. Foi ele que homenageou no primeiro livro de memórias da carreira. “Não foi um livro planeado. "Escrevi meia dúzia de linhas para anunciar a morte do meu pai no Facebook e a partir desse momento não parei de escrever na minha cabeça. Escrevi durante dias”. A escritora, romancista e tradutora literária, Tânia Ganho é a convidada de Bernardo Ferrão no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Tânia Ganho em entrevista no podcast Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>escrita</category>
      <category>literatura</category>
      <category>romance</category>
      <category>família</category>
      <category>morte</category>
      <category>pai</category>
      <category>Tânia Ganho</category>
      <category>SIC</category>
      <category>Expresso</category>
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      <category>podcast</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>infância</category>
      <category>memórias</category>
      <category>política</category>
      <category>partidos</category>
      <itunes:keywords>escrita, literatura, romance, família, morte, pai, Tânia Ganho, SIC, Expresso, Cultura, podcast, Bernardo Ferrão, infância, memórias, política, partidos</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Nelson Rosado: “Na Margem Sul ainda temos professores que honram a profissão. A minha professora de História marcou-me profundamente. Hoje os meus filhos têm professores que já os marcaram, e isso é bonito”</title>
      <itunes:title>Nelson Rosado: “Na Margem Sul ainda temos professores que honram a profissão. A minha professora de História marcou-me profundamente. Hoje os meus filhos têm professores que já os marcaram, e isso é bonito”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nelson é o mais velho dos irmãos Rosado, conhecidos pelo nome artístico "Anjos". Nasceu em fevereiro de 1976 e desde muito novo que tem relação com a música e o mundo do espetáculo. O pai tocava acordeão e a mãe cantava fado em festas. Ele e o irmão pisaram cedo o palco, sempre juntos, a cantar aos fins de semana. Mais tarde integraram a banda "Sétimo Céu", mas foi sol de pouca dura. Bateram com a porta e formaram os "Anjos" com êxitos como "Ficarei", "Perdoa" ou "Quero Voltar". O país passou a conhecê-los através da rádio e da televisão, muitas vezes nos tops, garantem que nunca pararam de lutar, porque, como já explicaram, o artista português se quiser ter sucesso tem de fazer um pouco de tudo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nelson é o mais velho dos irmãos Rosado, conhecidos pelo nome artístico "Anjos". Nasceu em fevereiro de 1976 e desde muito novo que tem relação com a música e o mundo do espetáculo. O pai tocava acordeão e a mãe cantava fado em festas. Ele e o irmão pisaram cedo o palco, sempre juntos, a cantar aos fins de semana. Mais tarde integraram a banda "Sétimo Céu", mas foi sol de pouca dura. Bateram com a porta e formaram os "Anjos" com êxitos como "Ficarei", "Perdoa" ou "Quero Voltar". O país passou a conhecê-los através da rádio e da televisão, muitas vezes nos tops, garantem que nunca pararam de lutar, porque, como já explicaram, o artista português se quiser ter sucesso tem de fazer um pouco de tudo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nelson é o mais velho dos irmãos Rosado, conhecidos pelo nome artístico "Anjos". Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>anjos</category>
      <category>nelson rosado</category>
      <category>sergio rosado</category>
      <category>música</category>
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      <category>banda</category>
      <category>irmãos</category>
      <category>Nelson é o mais velho dos irmãos Rosado</category>
      <category>conhecidos pelo nome artístico "Anjos". Nasceu em fevereiro de 1976 e desde muito novo que tem relação com a música e o mundo do espetáculo. O pai tocava acordeão e a mãe cantava fado em festas. Ele e o irmão pisaram cedo o palco</category>
      <category>sempre juntos</category>
      <category>a cantar aos fins de semana. Mais tarde integraram a banda "Sétimo Céu"</category>
      <category>mas foi sol de pouca dura. Bateram com a porta e formaram os "Anjos" com êxitos como "Ficarei"</category>
      <category>"Perdoa" ou "Quero Voltar". O país passou a conhecê-los através da rádio e da televisão</category>
      <category>muitas vezes nos tops</category>
      <category>garantem que nunca pararam de lutar</category>
      <category>porque</category>
      <category>como já explicaram</category>
      <category>o artista português se quiser ter sucesso tem de fazer um pouco de tudo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</category>
      <itunes:keywords>anjos, nelson rosado, sergio rosado, música, boyband, banda, irmãos, Nelson é o mais velho dos irmãos Rosado, conhecidos pelo nome artístico "Anjos". Nasceu em fevereiro de 1976 e desde muito novo que tem relação com a música e o mundo do espetáculo. O pai tocava acordeão e a mãe cantava fado em festas. Ele e o irmão pisaram cedo o palco, sempre juntos, a cantar aos fins de semana. Mais tarde integraram a banda "Sétimo Céu", mas foi sol de pouca dura. Bateram com a porta e formaram os "Anjos" com êxitos como "Ficarei", "Perdoa" ou "Quero Voltar". O país passou a conhecê-los através da rádio e da televisão, muitas vezes nos tops, garantem que nunca pararam de lutar, porque, como já explicaram, o artista português se quiser ter sucesso tem de fazer um pouco de tudo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>João Coutinho: "É uma desilusão ver que a minha geração se tornou super conservadora e estamos a ver isso também com os franceses, que estão a ir a votos agora"</title>
      <itunes:title>João Coutinho: "É uma desilusão ver que a minha geração se tornou super conservadora e estamos a ver isso também com os franceses, que estão a ir a votos agora"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu no Porto em outubro de 1971. É um dos mais distinguidos criativos portugueses, com mais de 25 anos de carreira por cá, em Espanha, Brasil e Estados Unidos. <br>João Coutinho ainda quis ser arquitecto, mas acabou por se licenciar em Publicidade. Montou uma agência com uns amigos e, nos primeiros tempos, o principal cliente era a discoteca Indústria, no Porto, para onde faziam flyers e cartazes. <br>Há três anos, nos Estados Unidos, cofundou a Atlantic, uma agência criativa. Trabalhou para clientes como a Yahoo, Twitter, Amazon Prime ou TikTok. Foi várias vezes premiado e eleito um dos 10 melhores diretores de arte do mundo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu no Porto em outubro de 1971. É um dos mais distinguidos criativos portugueses, com mais de 25 anos de carreira por cá, em Espanha, Brasil e Estados Unidos. <br>João Coutinho ainda quis ser arquitecto, mas acabou por se licenciar em Publicidade. Montou uma agência com uns amigos e, nos primeiros tempos, o principal cliente era a discoteca Indústria, no Porto, para onde faziam flyers e cartazes. <br>Há três anos, nos Estados Unidos, cofundou a Atlantic, uma agência criativa. Trabalhou para clientes como a Yahoo, Twitter, Amazon Prime ou TikTok. Foi várias vezes premiado e eleito um dos 10 melhores diretores de arte do mundo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Foi várias vezes premiado e eleito um dos 10 melhores diretores de arte do mundo. Oiça aqui a conversa</itunes:summary>
      <category>Nasceu no Porto em outubro de 1971. É um dos mais distinguidos criativos portugueses</category>
      <category>com mais de 25 anos de carreira por cá</category>
      <category>em Espanha</category>
      <category>Brasil e Estados Unidos.  João Coutinho ainda quis ser arquitecto</category>
      <category>mas acabou por se licenciar em Publicidade. Montou uma agência com uns amigos e</category>
      <category>nos primeiros tempos</category>
      <category>o principal cliente era a discoteca Indústria</category>
      <category>no Porto</category>
      <category>para onde faziam flyers e cartazes.  Há três anos</category>
      <category>nos Estados Unidos</category>
      <category>cofundou a Atlantic</category>
      <category>uma agência criativa. Trabalhou para clientes como a Yahoo</category>
      <category>Twitter</category>
      <category>Amazon Prime ou TikTok. Foi várias vezes premiado e eleito um dos 10 melhores diretores de arte do mundo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</category>
      <itunes:keywords>Nasceu no Porto em outubro de 1971. É um dos mais distinguidos criativos portugueses, com mais de 25 anos de carreira por cá, em Espanha, Brasil e Estados Unidos.  João Coutinho ainda quis ser arquitecto, mas acabou por se licenciar em Publicidade. Montou uma agência com uns amigos e, nos primeiros tempos, o principal cliente era a discoteca Indústria, no Porto, para onde faziam flyers e cartazes.  Há três anos, nos Estados Unidos, cofundou a Atlantic, uma agência criativa. Trabalhou para clientes como a Yahoo, Twitter, Amazon Prime ou TikTok. Foi várias vezes premiado e eleito um dos 10 melhores diretores de arte do mundo. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão.</itunes:keywords>
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      <itunes:episode>13</itunes:episode>
      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Jul 2024 05:15:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>João Costa: “Tinha duas colegas com 14 anos que se prostituíam e amigos que não comiam e viviam em barracas; cresci irritado por ter privilégios”</title>
      <itunes:title>João Costa: “Tinha duas colegas com 14 anos que se prostituíam e amigos que não comiam e viviam em barracas; cresci irritado por ter privilégios”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Cresceu em Setúbal, vivia com os pais, os três irmãos e a avó, mas nasceu em Lisboa, em novembro de 1972, porque o pai era "alfacinha de gema". Depois da Revolução, o país ficou “demasiado frágil” e viu a “miséria” à porta de casa. “Tinha amigos que não tinham casa, viviam em barracas. Tinha duas colegas de turma que aos 14 anos prostituíam-se”. Teve uma infância e vida privilegiadas, mas as desigualdades sempre o incomodaram. Desde pequeno que quis ser professor, não gostava de jogar à bola na rua e no Verão ia com a mãe, professora, para a escola ajudá-la a fazer turmas. É escuteiro desde os 9 anos e fez teatro em criança. Hoje é professor catedrático de Linguística, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, mas nos últimos oito anos fez parte do Governo de António Costa. Veio da academia, não tem nenhum "passado político" e não foi para a política por vaidade. "Se quisesse popularidade não tinha sido Ministro da Educação". João Costa é o novo convidado do Geração 70. Esta é uma conversa conduzida por Bernardo Ferrão sobre a infância, vida e carreira do ex-ministro e sobre o papel dos professores, alunos e pais hoje nas escolas. “Ser pai não me dá o direito de negar ao meu filho o acesso à informação. A disciplina de cidadania pode ser comparada ao português ou à matemática: é informação”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Cresceu em Setúbal, vivia com os pais, os três irmãos e a avó, mas nasceu em Lisboa, em novembro de 1972, porque o pai era "alfacinha de gema". Depois da Revolução, o país ficou “demasiado frágil” e viu a “miséria” à porta de casa. “Tinha amigos que não tinham casa, viviam em barracas. Tinha duas colegas de turma que aos 14 anos prostituíam-se”. Teve uma infância e vida privilegiadas, mas as desigualdades sempre o incomodaram. Desde pequeno que quis ser professor, não gostava de jogar à bola na rua e no Verão ia com a mãe, professora, para a escola ajudá-la a fazer turmas. É escuteiro desde os 9 anos e fez teatro em criança. Hoje é professor catedrático de Linguística, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, mas nos últimos oito anos fez parte do Governo de António Costa. Veio da academia, não tem nenhum "passado político" e não foi para a política por vaidade. "Se quisesse popularidade não tinha sido Ministro da Educação". João Costa é o novo convidado do Geração 70. Esta é uma conversa conduzida por Bernardo Ferrão sobre a infância, vida e carreira do ex-ministro e sobre o papel dos professores, alunos e pais hoje nas escolas. “Ser pai não me dá o direito de negar ao meu filho o acesso à informação. A disciplina de cidadania pode ser comparada ao português ou à matemática: é informação”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão ao ex-ministro João Costa</itunes:summary>
      <category>João Costa</category>
      <category>Professores</category>
      <category>educação</category>
      <category>infância</category>
      <category>carreiras</category>
      <category>FENPROF</category>
      <category>André Pestana</category>
      <category>STOP</category>
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      <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Ana Figueiredo: “Quando fazia apresentações levava sempre uma fotografia que dizia: ‘Quando for grande não quero ser princesa, quero ser CEO’”</title>
      <itunes:title>Ana Figueiredo: “Quando fazia apresentações levava sempre uma fotografia que dizia: ‘Quando for grande não quero ser princesa, quero ser CEO’”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa, em 1974. Viveu com os pais e os avós em Benfica, mas foi na linha de Cascais que cresceu. Aprendeu a ler e a escrever muito cedo para conseguir comunicar com o avô que tinha problemas de audição. Foi pela mão do avô que entrou no ténis e era com ele que ia ver os jogos do Benfica. Licenciou-se em Administração e Gestão de Empresas e entrou para a Altice Portugal em 2003. Desde pequena que é incentivada pela avó e pela mãe a lutar pelos direitos das mulheres. Não sabe como seria a sua vida se tivesse nascido um homem, mas já sentiu que a sua voz foi "ouvida" por ser mulher. Em 2018 mudou-se para a República Dominicana e tornou-se a primeira mulher a presidir uma operadora de telecomunicações naquele país. Foi nomeada CEO da empresa em 2022 e admite que é um cargo cada vez mais "desgastante e muito físico". Um ano depois de assumir o cargo a empresa viu a sede, em Lisboa, ser alvo de buscas na Operação Picoas, e confessa que foi complicado gerir as equipas: "Expliquei à minha equipa que aquilo não era um problema. Na República Dominicana deixámos 4 milhões sem rede e isso foi um problema". Ana Figueiredo é a convidada no Geração 70 desta semana</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa, em 1974. Viveu com os pais e os avós em Benfica, mas foi na linha de Cascais que cresceu. Aprendeu a ler e a escrever muito cedo para conseguir comunicar com o avô que tinha problemas de audição. Foi pela mão do avô que entrou no ténis e era com ele que ia ver os jogos do Benfica. Licenciou-se em Administração e Gestão de Empresas e entrou para a Altice Portugal em 2003. Desde pequena que é incentivada pela avó e pela mãe a lutar pelos direitos das mulheres. Não sabe como seria a sua vida se tivesse nascido um homem, mas já sentiu que a sua voz foi "ouvida" por ser mulher. Em 2018 mudou-se para a República Dominicana e tornou-se a primeira mulher a presidir uma operadora de telecomunicações naquele país. Foi nomeada CEO da empresa em 2022 e admite que é um cargo cada vez mais "desgastante e muito físico". Um ano depois de assumir o cargo a empresa viu a sede, em Lisboa, ser alvo de buscas na Operação Picoas, e confessa que foi complicado gerir as equipas: "Expliquei à minha equipa que aquilo não era um problema. Na República Dominicana deixámos 4 milhões sem rede e isso foi um problema". Ana Figueiredo é a convidada no Geração 70 desta semana</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Ana Figueiredo, CEO da Altice, no Geração 70</itunes:summary>
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      <category>mas já sentiu que a sua voz foi "ouvida" por ser mulher. Em 2018 mudou-se para a República Dominicana e tornou-se a primeira mulher a presidir uma operadora de telecomunicações naquele país. Foi nomeada CEO da empresa em 2022 e admite que é um cargo cada vez mais "desgastante e muito físico". Um ano depois de assumir o cargo a empresa viu a sede</category>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Pedro Boucherie Mendes: “Os meus avós na Bélgica já tinham um portão que abria com telecomando, televisão a cores e gelados de pauzinho. Achava tudo aquilo espantoso! Nós aqui comíamos Tulicreme e lá já eu comia Nutella”</title>
      <itunes:title>Pedro Boucherie Mendes: “Os meus avós na Bélgica já tinham um portão que abria com telecomando, televisão a cores e gelados de pauzinho. Achava tudo aquilo espantoso! Nós aqui comíamos Tulicreme e lá já eu comia Nutella”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1970, em Angola, onde viveu seis meses. A família mudou-se para Braga, por causa do trabalho do pai, mas foi na Linha de Cascais, na Parede, que cresceu. O nome Boucherie, de origem belga, vem do lado materno. Em criança visitava os avós muitas vezes na Bélgica e recorda “dois mundos totalmente diferentes” - um com Tulicreme e o outro com Nutella. A infância foi passada na rua a comer nêsperas e a jogar à bola. Nunca votou à esquerda, nunca foi a comícios nem foi “jota”. Entrou para a Universidade no tempo em que os jovens lutavam contra o fim das propinas. Nunca foi a favor, e foi nessa altura que “apanhou” o “vírus anti-esquerda”. Com 21 anos já trabalhava como diretor de programas na rádio Marginal, mas foi em 2009 que ficou conhecido do público com a participação no júri dos “Ídolos”: "No programa tinha de ser exigente, fizemos aquilo muito bem, hoje nos concursos de musica só se interessam se o miúdo tem cancro ou se o pai morreu, é um género, a mim isso não me interessa". Pedro Boucherie Mendes, diretor de Conteúdos Digitais de Entretenimento da SIC, é o novo convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1970, em Angola, onde viveu seis meses. A família mudou-se para Braga, por causa do trabalho do pai, mas foi na Linha de Cascais, na Parede, que cresceu. O nome Boucherie, de origem belga, vem do lado materno. Em criança visitava os avós muitas vezes na Bélgica e recorda “dois mundos totalmente diferentes” - um com Tulicreme e o outro com Nutella. A infância foi passada na rua a comer nêsperas e a jogar à bola. Nunca votou à esquerda, nunca foi a comícios nem foi “jota”. Entrou para a Universidade no tempo em que os jovens lutavam contra o fim das propinas. Nunca foi a favor, e foi nessa altura que “apanhou” o “vírus anti-esquerda”. Com 21 anos já trabalhava como diretor de programas na rádio Marginal, mas foi em 2009 que ficou conhecido do público com a participação no júri dos “Ídolos”: "No programa tinha de ser exigente, fizemos aquilo muito bem, hoje nos concursos de musica só se interessam se o miúdo tem cancro ou se o pai morreu, é um género, a mim isso não me interessa". Pedro Boucherie Mendes, diretor de Conteúdos Digitais de Entretenimento da SIC, é o novo convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Bernardo Ferrão entrevista Pedro Boucheire Mendes no Geração 70</itunes:summary>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Televisão</category>
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      <category>é um género</category>
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      <category>diretor de Conteúdos Digitais de Entretenimento da SIC</category>
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      <itunes:keywords>Geração 70, Televisão, Ídolos, programas de TV, SIC, Pedro Boucherie Mendes, educação, infância, canais, Fama, público, política, PSD, Esquerda, 25 de Abril, Nasceu em 1970, em Angola, onde viveu seis meses. A família mudou-se para Braga, por causa do trabalho do pai, mas foi na Linha de Cascais, na Parede, que cresceu. O nome Boucherie, de origem belga, vem do lado materno da família. Em criança visitava-os muitas vezes na Bélgica e recorda “dois mundos totalmente diferentes” - um com Tulicreme e o outro com Nutella. A infância foi passada na rua a comer nêsperas e a jogar à bola. Nunca votou à esquerda, nunca foi a comícios nem foi “jota”. Entrou para a Universidade no tempo em que os jovens lutavam contra o fim das propinas. Nunca foi a favor, e foi nessa altura que “apanhou” o “vírus anti-esquerda”. Com 21 anos já trabalhava como diretor de programas na rádio Marginal, mas foi em 2009 que ficou conhecido do público com a participação no júri dos “Ídolos”: "No programa tinha de ser exigente, fizemos aquilo muito bem, hoje nos concursos de musica só se interessam se o miúdo tem cancro ou se o pai morreu, é um género, a mim isso não me interessa". Pedro Boucherie Mendes, diretor de Conteúdos Digitais de Entretenimento da SIC, é o novo convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70, Pedro Boucherie Mendes: “Os meus avós na Bélgica já tinham um portão que abria com telecomando, televisão a cores e gelados de pauzinho. Achava tudo aquilo espantoso! Nós aqui comíamos Tulicreme e lá já eu comia Nutella”</itunes:keywords>
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      <title>Kalaf: “Por causa da guerra éramos proibidos de brincar com pistolas. Os meus pais ofereciam-nos livros da Disney que nos faziam sonhar”</title>
      <itunes:title>Kalaf: “Por causa da guerra éramos proibidos de brincar com pistolas. Os meus pais ofereciam-nos livros da Disney que nos faziam sonhar”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu e cresceu em Benguela, Angola, durante a guerra civil. Os pais proibiram-no de brincar com pistolas, levava o dia a ler e a desenhar com o irmão, que é hoje artista plástico. Viajou pela primeira vez para Portugal aos sete anos, por causa de um acidente no olho esquerdo. Os médicos angolanos disseram que não havia solução, mas a mãe não desistiu. Com 17 anos veio viver para Lisboa e nunca mais quis voltar a Angola. Hoje vive em Berlim e sente na pele a “resistência” com os imigrantes: “Ninguém sai do seu país de livre e espontânea vontade. Há uma razão e normalmente é porque algo de muito mau aconteceu no país onde nasceram”. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, regressa à Angola de hoje e mostra-se desiludido com o rumo do país que ficará para sempre marcado pela passagem da família Dos Santos. “Isabel dos Santos é o bode expiatório de algo que é muito mais nocivo e que ainda está presente em Angola. A corrupção é quase cultural". Kalaf é o convidado do novo episódio do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu e cresceu em Benguela, Angola, durante a guerra civil. Os pais proibiram-no de brincar com pistolas, levava o dia a ler e a desenhar com o irmão, que é hoje artista plástico. Viajou pela primeira vez para Portugal aos sete anos, por causa de um acidente no olho esquerdo. Os médicos angolanos disseram que não havia solução, mas a mãe não desistiu. Com 17 anos veio viver para Lisboa e nunca mais quis voltar a Angola. Hoje vive em Berlim e sente na pele a “resistência” com os imigrantes: “Ninguém sai do seu país de livre e espontânea vontade. Há uma razão e normalmente é porque algo de muito mau aconteceu no país onde nasceram”. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, regressa à Angola de hoje e mostra-se desiludido com o rumo do país que ficará para sempre marcado pela passagem da família Dos Santos. “Isabel dos Santos é o bode expiatório de algo que é muito mais nocivo e que ainda está presente em Angola. A corrupção é quase cultural". Kalaf é o convidado do novo episódio do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista a Kalaf no Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Angola</category>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2024 05:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Teresa Burnay: “Os meus pais chegaram a Portugal e começaram do zero, com três malas e três filhas, parecia que vinhamos de férias”</title>
      <itunes:title>Teresa Burnay: “Os meus pais chegaram a Portugal e começaram do zero, com três malas e três filhas, parecia que vinhamos de férias”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em outubro de 1974, em Lisboa, mas não viveu sempre em Portugal. Os pais, um “bocadinho hippies”, decidiram voltar para Angola quando nasceu, numa altura em que muitos faziam o sentido contrário. Da “primeira infância" recorda a farda do MPLA que era obrigada a usar na escola e a professora primária, que só tinha o 4.º ano. Viveu lá até 1981. O regresso foi começar do "zero", os pais com três malas e três filhos. Trouxe de Angola os valores que influenciaram a mulher que é hoje. É casada há 25 anos, tem seis filhas, três delas adotadas. “Não é uma coisa estranha nas nossas famílias. Fomos completamente abertos e não colocámos restrições de doenças, etnia, idades". É licenciada em Economia e trabalha na Unilever há 20 anos. Diz que seria “hipócrita” se não reconhecesse que é uma exceção num mundo ainda muito masculino. O marido abdicou da carreira para que ela pudesse voar mais alto e "não há complexos". "Ele tem um papel super ativo com as nossas filhas e temos uma admiração enorme por ele". Teresa Burnay é responsável pelo Marketing e Media e integra a Comissão Executiva da Unilever. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em outubro de 1974, em Lisboa, mas não viveu sempre em Portugal. Os pais, um “bocadinho hippies”, decidiram voltar para Angola quando nasceu, numa altura em que muitos faziam o sentido contrário. Da “primeira infância" recorda a farda do MPLA que era obrigada a usar na escola e a professora primária, que só tinha o 4.º ano. Viveu lá até 1981. O regresso foi começar do "zero", os pais com três malas e três filhos. Trouxe de Angola os valores que influenciaram a mulher que é hoje. É casada há 25 anos, tem seis filhas, três delas adotadas. “Não é uma coisa estranha nas nossas famílias. Fomos completamente abertos e não colocámos restrições de doenças, etnia, idades". É licenciada em Economia e trabalha na Unilever há 20 anos. Diz que seria “hipócrita” se não reconhecesse que é uma exceção num mundo ainda muito masculino. O marido abdicou da carreira para que ela pudesse voar mais alto e "não há complexos". "Ele tem um papel super ativo com as nossas filhas e temos uma admiração enorme por ele". Teresa Burnay é responsável pelo Marketing e Media e integra a Comissão Executiva da Unilever. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão a Teresa Burnay da Unilever</itunes:summary>
      <category>Unilever</category>
      <category>marcas</category>
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      <category>três delas adotadas. “Não é uma coisa estranha nas nossas famílias. Fomos completamente abertos e não colocámos restrições de doenças</category>
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      <category>idades". É licenciada em Economia e trabalha na Unilever há 20 anos. Diz que seria “hipócrita” se não reconhecesse que é uma exceção num mundo ainda muito masculino. O marido abdicou da carreira para que ela pudesse voar mais alto e "não há complexos". "Ele tem um papel super ativo com as nossas filhas e temos uma admiração enorme por ele". Teresa Burnay é responsável pelo Marketing e Media e integra a Comissão Executiva da Unilever. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</category>
      <itunes:keywords>Unilever, marcas, marketing, publicidade, anúnicos, educação, infância, política, Bernardo Ferrão, Teresa Burnay, Economia, dinheiro, gelados, Olá, podcast, SIC, Expresso, Geração 70, Nasceu em outubro de 1974, em Lisboa, mas não viveu sempre em Portugal. Os pais, um “bocadinho hippies”, decidiram voltar para Angola quando nasceu, numa altura em que muitos faziam o sentido contrário. Da “primeira infância" recorda a farda do MPLA que era obrigada a usar na escola e a professora primária, que só tinha o 4.º ano. Viveu lá até 1981. O regresso foi começar do "zero", os pais com três malas e três filhos. Trouxe de Angola os valores que influenciaram a mulher que é hoje. É casada há 25 anos, tem seis filhas, três delas adotadas. “Não é uma coisa estranha nas nossas famílias. Fomos completamente abertos e não colocámos restrições de doenças, etnia, idades". É licenciada em Economia e trabalha na Unilever há 20 anos. Diz que seria “hipócrita” se não reconhecesse que é uma exceção num mundo ainda muito masculino. O marido abdicou da carreira para que ela pudesse voar mais alto e "não há complexos". "Ele tem um papel super ativo com as nossas filhas e temos uma admiração enorme por ele". Teresa Burnay é responsável pelo Marketing e Media e integra a Comissão Executiva da Unilever. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</itunes:keywords>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2024 05:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Bernardo Pires de Lima: “Nunca vi o meu avô como um alto quadro do antigo regime. Via-o como o meu avô, de quem gostava muito”</title>
      <itunes:title>Bernardo Pires de Lima: “Nunca vi o meu avô como um alto quadro do antigo regime. Via-o como o meu avô, de quem gostava muito”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa, em 1979. Cresceu rodeado de vizinhos, amigos e de mais de 30 primos. A família vivia “sem grandes dificuldades” em Carcavelos e com 10 anos, Bernardo agarrava na bicicleta e ia para a praia. Os pais casaram um ano depois de nascer e por isso diz ser um “produto do 25 de Abril”. Sempre foi uma criança dona do seu nariz, sem “medo” de assumir as suas posições. O pai e o lado paterno da família eram politicamente mais conservadores. O avô tinha, aliás, ligações ao antigo regime: “Nunca o vi como um alto quadro do Ministério do Interior. Via-o como o meu avô, de quem gostava muito”. É conselheiro político do Presidente da República, analista de Assuntos Internacionais, investigador na Universidade Nova de Lisboa. Pai de três filhos, não esconde que já teve muito dissabores ao longo da vida, mas escolheu sempre ficar ao lado dos moderados: "Nem hesitei um segundo em fazer as ruturas necessárias quando o lado escolhido quer anular o meu ou o futuro dos meus filhos”. Bernardo Pires Lima é o convidado do novo episódio do Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Lisboa, em 1979. Cresceu rodeado de vizinhos, amigos e de mais de 30 primos. A família vivia “sem grandes dificuldades” em Carcavelos e com 10 anos, Bernardo agarrava na bicicleta e ia para a praia. Os pais casaram um ano depois de nascer e por isso diz ser um “produto do 25 de Abril”. Sempre foi uma criança dona do seu nariz, sem “medo” de assumir as suas posições. O pai e o lado paterno da família eram politicamente mais conservadores. O avô tinha, aliás, ligações ao antigo regime: “Nunca o vi como um alto quadro do Ministério do Interior. Via-o como o meu avô, de quem gostava muito”. É conselheiro político do Presidente da República, analista de Assuntos Internacionais, investigador na Universidade Nova de Lisboa. Pai de três filhos, não esconde que já teve muito dissabores ao longo da vida, mas escolheu sempre ficar ao lado dos moderados: "Nem hesitei um segundo em fazer as ruturas necessárias quando o lado escolhido quer anular o meu ou o futuro dos meus filhos”. Bernardo Pires Lima é o convidado do novo episódio do Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Bernardo Pires de Lima em entrevista no Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Bernardo Pires de Lima</category>
      <category>Presidente da República</category>
      <category>Marcelo Rebelo de Sousa</category>
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    <item>
      <title>Joana Vasconcelos: "Andava num berçário com o símbolo de uma foice e um biberão, os pais revolucionários é que tomavam conta de nós. A certa altura a minha mãe achou que aquilo não era boa ideia"</title>
      <itunes:title>Joana Vasconcelos: "Andava num berçário com o símbolo de uma foice e um biberão, os pais revolucionários é que tomavam conta de nós. A certa altura a minha mãe achou que aquilo não era boa ideia"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, em Paris, três anos antes do 25 de Abril. O pai fugiu da Guerra Colonial para Paris e casou com a mãe por correspondência. A família regressou a Portugal no verão de 1974, mas um ano antes, com apenas 2 anos, já tinha viajado para Lisboa “sozinha” - "Vim passar o Natal. Mandaram-me num avião com uma etiqueta". Cresceu rodeada de artistas, cantores e pintores. Bebeu as influências dos pais e da avó, pintora, com quem aprendeu a fazer croché. Depois da primeira peça em Serralves, tem somado muitos sucessos e é uma das artistas de renome no país. Acredita que um artista “nunca está a trabalhar” e que o seu papel também é “inquietar”. Quase todas as peças inquietam e confessa que a maior desilusão foi o lustre feito de tampões ter sido censurado em Versalhes. Joana Vasconcelos é a nova convidada do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, em Paris, três anos antes do 25 de Abril. O pai fugiu da Guerra Colonial para Paris e casou com a mãe por correspondência. A família regressou a Portugal no verão de 1974, mas um ano antes, com apenas 2 anos, já tinha viajado para Lisboa “sozinha” - "Vim passar o Natal. Mandaram-me num avião com uma etiqueta". Cresceu rodeada de artistas, cantores e pintores. Bebeu as influências dos pais e da avó, pintora, com quem aprendeu a fazer croché. Depois da primeira peça em Serralves, tem somado muitos sucessos e é uma das artistas de renome no país. Acredita que um artista “nunca está a trabalhar” e que o seu papel também é “inquietar”. Quase todas as peças inquietam e confessa que a maior desilusão foi o lustre feito de tampões ter sido censurado em Versalhes. Joana Vasconcelos é a nova convidada do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Oiça aqui a conversa com a artista portuguesa Joana Vasconcelos</itunes:summary>
      <category>Nasceu em 1971</category>
      <category>em Paris</category>
      <category>três anos antes do 25 de Abril. O pai fugiu da Guerra Colonial para Paris e casou com a mãe por correspondência. A família regressou a Portugal no verão de 1974</category>
      <category>mas um ano antes</category>
      <category>com apenas 2 anos</category>
      <category>já tinha viajado para Lisboa “sozinha” - "Vim passar o Natal. Mandaram-se num avião com uma etiqueta". Cresceu rodeada de artistas</category>
      <category>cantores e pintores. Bebeu as influências dos pais e da avó</category>
      <category>pintora</category>
      <category>com quem aprendeu a fazer croché. Depois da primeira peça em Serralves tem somado muitos sucessos e é uma das artistas de renome no país. Acredita que um artista “nunca está a trabalhar” e que o seu papel também é “inquietar”. Quase todas as peças inquietam e confessa que a maior desilusão foi o lustre feito de tampões ter sido censurado em Versalhes. Joana Vasconcelos é a nova convidada do Geração 70</category>
      <itunes:keywords>Nasceu em 1971, em Paris, três anos antes do 25 de Abril. O pai fugiu da Guerra Colonial para Paris e casou com a mãe por correspondência. A família regressou a Portugal no verão de 1974, mas um ano antes, com apenas 2 anos, já tinha viajado para Lisboa “sozinha” - "Vim passar o Natal. Mandaram-se num avião com uma etiqueta". Cresceu rodeada de artistas, cantores e pintores. Bebeu as influências dos pais e da avó, pintora, com quem aprendeu a fazer croché. Depois da primeira peça em Serralves tem somado muitos sucessos e é uma das artistas de renome no país. Acredita que um artista “nunca está a trabalhar” e que o seu papel também é “inquietar”. Quase todas as peças inquietam e confessa que a maior desilusão foi o lustre feito de tampões ter sido censurado em Versalhes. Joana Vasconcelos é a nova convidada do Geração 70</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 05:15:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Gonçalo Matias: “Há 20 anos tínhamos dificuldades no acesso à informação e tínhamos uma enciclopédia em casa para consultar. Hoje os meus filhos têm acesso a muita informação, mas muita dela é má e manipulada. Continuamos a formar as pessoas para um mundo que já não existe”</title>
      <itunes:title>Gonçalo Matias: “Há 20 anos tínhamos dificuldades no acesso à informação e tínhamos uma enciclopédia em casa para consultar. Hoje os meus filhos têm acesso a muita informação, mas muita dela é má e manipulada. Continuamos a formar as pessoas para um mundo que já não existe”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>“Acho que sou um cosmopolita e por isso esta fotografia aos comandos de um avião resume algumas das minhas paixões”. A infância foi privilegiada e com apenas 2 anos, em 1981, já viajava de avião com os pais. Aos 5 anos, já vestia a toga do pai a subia ao sofá para discursar. Sempre teve o dom da oratória. O currículo é vasto e aos 45 anos já trabalhou para dois Presidentes da República. Gonçalo Matias é o novo convidado do Geração 70, numa conversa sobre a evolução do país, sobre Direito e política, sobre os jovens de hoje os problemas que se mantêm há 50 anos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>“Acho que sou um cosmopolita e por isso esta fotografia aos comandos de um avião resume algumas das minhas paixões”. A infância foi privilegiada e com apenas 2 anos, em 1981, já viajava de avião com os pais. Aos 5 anos, já vestia a toga do pai a subia ao sofá para discursar. Sempre teve o dom da oratória. O currículo é vasto e aos 45 anos já trabalhou para dois Presidentes da República. Gonçalo Matias é o novo convidado do Geração 70, numa conversa sobre a evolução do país, sobre Direito e política, sobre os jovens de hoje os problemas que se mantêm há 50 anos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Aos 5 anos, já vestia a toga do pai a subia ao sofá para discursar. Sempre teve o dom da oratória. O currículo é vasto e aos 45 anos já trabalhou para dois Presidentes da República. Gonçalo Matias é o novo convidado do Geração 70</itunes:summary>
      <category>Aos 5 anos</category>
      <category>já vestia a toga do pai a subia ao sofá para discursar. Sempre teve o dom da oratória. O currículo é vasto e aos 45 anos já trabalhou para dois Presidentes da República. Gonçalo Matias é o novo convidado do Geração 70</category>
      <category>“Acho que sou um cosmopolita e por isso esta fotografia aos comandos de um avião resume algumas das minhas paixões”. A infância foi privilegiada e com apenas 2 anos</category>
      <category>em 1981</category>
      <category>já viajava de avião com os pais. Aos 5 anos</category>
      <category>numa conversa sobre a evolução do país</category>
      <category>sobre Direito e política</category>
      <category>sobre os jovens de hoje os problemas que se mantêm há 50 anos.</category>
      <itunes:keywords>Aos 5 anos, já vestia a toga do pai a subia ao sofá para discursar. Sempre teve o dom da oratória. O currículo é vasto e aos 45 anos já trabalhou para dois Presidentes da República. Gonçalo Matias é o novo convidado do Geração 70, “Acho que sou um cosmopolita e por isso esta fotografia aos comandos de um avião resume algumas das minhas paixões”. A infância foi privilegiada e com apenas 2 anos, em 1981, já viajava de avião com os pais. Aos 5 anos, numa conversa sobre a evolução do país, sobre Direito e política, sobre os jovens de hoje os problemas que se mantêm há 50 anos.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 May 2024 05:20:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Rui Vitória: “Depois do jogo os jogadores já nao procuram ver se a prestação foi boa ou má, chegam ao balneário e agarram-se aos telemóveis. O que importa é ser reconhecido socialmente, a palavra do treinador tem menos impacto”</title>
      <itunes:title>Rui Vitória: “Depois do jogo os jogadores já nao procuram ver se a prestação foi boa ou má, chegam ao balneário e agarram-se aos telemóveis. O que importa é ser reconhecido socialmente, a palavra do treinador tem menos impacto”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu e cresceu a ver os pais a trabalhar de "manhã à noite". O irmão, aos 17 anos, entrou nas famosas “oficinas de Alverca” e foi um "alívio" para os pais - o mais velho já tinha o "futuro garantido". Rui Vitória nunca pensou chegar ao topo. Se não fosse jogador, treinaror e professor, teria sido contabilista. Subiu de clube em clube até que chegou o telefonema de Luís Filipe Vieira: "Pensava que não era o passo que o Benfica queria dar". Nesta conversa conduzida por Bernardo Ferrão, o mister Rui Vitória fala sobre a infância, a carreira, a pressão mediática, os momentos difíceis na Luz e ainda e sobre o que pensa dos jogadores nos dias de hoje. Oiça aqui a entrevista no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu e cresceu a ver os pais a trabalhar de "manhã à noite". O irmão, aos 17 anos, entrou nas famosas “oficinas de Alverca” e foi um "alívio" para os pais - o mais velho já tinha o "futuro garantido". Rui Vitória nunca pensou chegar ao topo. Se não fosse jogador, treinaror e professor, teria sido contabilista. Subiu de clube em clube até que chegou o telefonema de Luís Filipe Vieira: "Pensava que não era o passo que o Benfica queria dar". Nesta conversa conduzida por Bernardo Ferrão, o mister Rui Vitória fala sobre a infância, a carreira, a pressão mediática, os momentos difíceis na Luz e ainda e sobre o que pensa dos jogadores nos dias de hoje. Oiça aqui a entrevista no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O treinador Rui Vitória em entrevista no Geração 70</itunes:summary>
      <category>Futebol</category>
      <category>Benfica</category>
      <category>Rui Vitória</category>
      <category>desporto</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
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      <category>Luís Filipe Vieira</category>
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      <category>treinador</category>
      <category>Nasceu e cresceu a ver os pais a trabalhar de "manhã à noite". O irmão</category>
      <category>aos 17 anos</category>
      <category>entrou nas famosas “oficinas de Alverca” e foi um "alívio" para os pais - o mais velho já tinha o "futuro garantido". Nunca pensou chegar ao topo. Se nao fosse jogador</category>
      <category>treinardor e professor teria sido contabilista. Subiu de clube em clube até que chegou o telefonema de Luís Filipe Vieira. "Pensava que não era o passo que o Benfica queria dar". Nesta conversa conduzida por Bernardo Ferrão</category>
      <category>o mister Rui Vitória fala sobre a infância</category>
      <category>a carreira</category>
      <category>a pressão mediática</category>
      <category>os momentos difíceis na Luz e ainda e sobre o que pensa dos novos jogadores</category>
      <itunes:keywords>Futebol, Benfica, Rui Vitória, desporto, geração 70, Bernardo Ferrão, infância, Alverca, educação, Luís Filipe Vieira, Rui Costa, FC Porto, Sporting, treinador, Nasceu e cresceu a ver os pais a trabalhar de "manhã à noite". O irmão, aos 17 anos, entrou nas famosas “oficinas de Alverca” e foi um "alívio" para os pais - o mais velho já tinha o "futuro garantido". Nunca pensou chegar ao topo. Se nao fosse jogador, treinardor e professor teria sido contabilista. Subiu de clube em clube até que chegou o telefonema de Luís Filipe Vieira. "Pensava que não era o passo que o Benfica queria dar". Nesta conversa conduzida por Bernardo Ferrão, o mister Rui Vitória fala sobre a infância, a carreira, a pressão mediática, os momentos difíceis na Luz e ainda e sobre o que pensa dos novos jogadores</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 01 May 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Tiago Mota Saraiva: “Para mim a luta contra o fascismo era passado. A minha desilusão é saber que as minhas filhas vão ser confrontadas com essa luta”</title>
      <itunes:title>Tiago Mota Saraiva: “Para mim a luta contra o fascismo era passado. A minha desilusão é saber que as minhas filhas vão ser confrontadas com essa luta”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1976, cresceu e viveu no Estoril. O pai trabalhou em vários sindicatos, nomeadamente no sindicato do metalúrgicos, foi artista gráfico e plástico e desenhou alguns dos autocolantes do PPD que fazem parte da coleção de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógão, fez parte da equipa responsável pela construção das casas naquele município. Na semana dos 50 anos do 25 de Abril, Bernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraiva, numa conversa sobre política, sobre o comunismo, o fascismo e sobre o resultado das eleições legislativas. O crescimento do Chega e do ódio e os problemas, como o da Habitação, que se mantém há 5 décadas. E de como esta pode “salvar a democracia”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1976, cresceu e viveu no Estoril. O pai trabalhou em vários sindicatos, nomeadamente no sindicato do metalúrgicos, foi artista gráfico e plástico e desenhou alguns dos autocolantes do PPD que fazem parte da coleção de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógão, fez parte da equipa responsável pela construção das casas naquele município. Na semana dos 50 anos do 25 de Abril, Bernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraiva, numa conversa sobre política, sobre o comunismo, o fascismo e sobre o resultado das eleições legislativas. O crescimento do Chega e do ódio e os problemas, como o da Habitação, que se mantém há 5 décadas. E de como esta pode “salvar a democracia”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Na semana dos 50 anos do 25 de Abril, Bernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraiva</itunes:summary>
      <category>Nasceu em 1976</category>
      <category>cresceu e viveu no Estoril. O pai foi artista gráfico e plástico e desenhava os autocolantes do PPD de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógão</category>
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      <category>habitação</category>
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      <category>tiago mota saraiva</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>bernardo ferrão</category>
      <category>arquitetura</category>
      <category>25 de abril</category>
      <itunes:keywords>Nasceu em 1976, cresceu e viveu no Estoril. O pai foi artista gráfico e plástico e desenhava os autocolantes do PPD de José Pacheco Pereira. Em criança passava tardes nos centros de congressos do PCP. Depois dos grandes incêndios em Pedrógão, fez parte da equipa responsável pela construção das casas naquele município. Na semana dos 50 anos do 25 de Abril, Bernardo Ferrão recebe no Geração 70 o arquiteto Tiago Mota Saraiva, numa conversa sobre política, sobre o comunismo, o fascismo e sobre o resultado das eleições legislativas. O crescimento do Chega e do ódio e os problemas, como o da Habitação, que se mantém há 5 décadas. E de como esta pode “salvar a democracia”., habitação, portugal, tiago mota saraiva, geração 70, bernardo ferrão, arquitetura, 25 de abril</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 24 Apr 2024 05:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Irmãos Nuno e Ana Markl: “O nosso pai, de esquerda, zangava-se muito com os amigos por causa da política e hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”</title>
      <itunes:title>Irmãos Nuno e Ana Markl: “O nosso pai, de esquerda, zangava-se muito com os amigos por causa da política e hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Não é todos os dias que Ana e Nuno Markl se sentam para abrir o livro. São duas figuras incontornáveis da rádio, televisão e redes sociais, mas nem sempre confortáveis com tanta exposição mediática. A “ditadura das audiências” assusta-os, mas pior é a ditadura do ódio que se está instalar no debate político: “o nosso pai, de esquerda, zangava-se muito com os amigos por causa da politica, hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”.  Nuno e Ana Markl são os convidados do novo episódio do Geração 70. Esta é uma conversa sobre a juventude marcada por longas emissões de rádio gravadas no quarto e sobre os tempos de hoje, mais “assustadores”: “quando em criança me falavam do fascismo achava que o assunto estava arrumado…"</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Não é todos os dias que Ana e Nuno Markl se sentam para abrir o livro. São duas figuras incontornáveis da rádio, televisão e redes sociais, mas nem sempre confortáveis com tanta exposição mediática. A “ditadura das audiências” assusta-os, mas pior é a ditadura do ódio que se está instalar no debate político: “o nosso pai, de esquerda, zangava-se muito com os amigos por causa da politica, hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”.  Nuno e Ana Markl são os convidados do novo episódio do Geração 70. Esta é uma conversa sobre a juventude marcada por longas emissões de rádio gravadas no quarto e sobre os tempos de hoje, mais “assustadores”: “quando em criança me falavam do fascismo achava que o assunto estava arrumado…"</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Os radialistas e estrelas da comunicação em Portugal Nuno e Ana Markl em entrevista no Geração 70</itunes:summary>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Markl</category>
      <category>rádio</category>
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      <category>Benfica</category>
      <category>Rádio Comercial</category>
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      <category>anos 70</category>
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      <category>Nuno Markl</category>
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      <category>política</category>
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      <category>comunista</category>
      <category>25 de Abril</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>SIC</category>
      <category>Expresso</category>
      <category>Podcast</category>
      <category>Irmãos Nuno e Ana Markl: “O nosso pai</category>
      <category>de esquerda</category>
      <category>zangava-se muito com os amigos por causa da política e hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”</category>
      <category>Não é todos os dias que Ana e Nuno Markl se sentam para abrir o livro. São duas figuras incontornáveis da rádio</category>
      <category>televisão e redes sociais</category>
      <category>mas nem sempre confortáveis com tanta exposição mediática. A “ditadura das audiências” assusta-os</category>
      <category>mas pior é a ditadura do ódio que se está instalar no debate político: “o nosso pai</category>
      <category>zangava-se muito com os amigos por causa da politica</category>
      <category>hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”.  Nuno e Ana Markl são os convidados do novo episódio do Geração 70. Esta é uma conversa sobre a juventude marcada por longas emissões de rádio gravadas no quarto e sobre os tempos de hoje</category>
      <category>mais “assustadores”: “quando em criança me falavam do fascismo achava que o assunto estava arrumado…"</category>
      <itunes:keywords>Geração 70, Markl, rádio, infância, Benfica, Rádio Comercial, anos 80, anos 70, Ana Markl, Nuno Markl, família, educação, música, cinema, política, cultura, comunista, 25 de Abril, Bernardo Ferrão, SIC, Expresso, Podcast, Irmãos Nuno e Ana Markl: “O nosso pai, de esquerda, zangava-se muito com os amigos por causa da política e hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”, Não é todos os dias que Ana e Nuno Markl se sentam para abrir o livro. São duas figuras incontornáveis da rádio, televisão e redes sociais, mas nem sempre confortáveis com tanta exposição mediática. A “ditadura das audiências” assusta-os, mas pior é a ditadura do ódio que se está instalar no debate político: “o nosso pai, zangava-se muito com os amigos por causa da politica, hoje as pessoas estão a zangar-se outra vez”.  Nuno e Ana Markl são os convidados do novo episódio do Geração 70. Esta é uma conversa sobre a juventude marcada por longas emissões de rádio gravadas no quarto e sobre os tempos de hoje, mais “assustadores”: “quando em criança me falavam do fascismo achava que o assunto estava arrumado…"</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Miguel Morgado: “A minha geração cresceu com o país a crescer e achou que era uma coisa garantida, como a chuva que cai do céu”</title>
      <itunes:title>Miguel Morgado: “A minha geração cresceu com o país a crescer e achou que era uma coisa garantida, como a chuva que cai do céu”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nascido e criado na capital da “revolução vermelha”, Setúbal, foi sempre assumidamente de direita. É um dos comentadores políticos mais combativos da atualidade. Um defensor de Passos Coelho, com quem trabalhou nos anos da troika e com quem teve algumas, mas poucas, “divergências”. Crítico da forma como o PSD geriu o Chega, lembra que avisou no devido tempo que o partido de Ventura era uma "ameaça existencial" - o resultado das eleições deu-lhe razão. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão, no Geração 70. Filho de pais licenciados em farmácia e nascido meses depois do 25 de Abril, fala de um país altamente politizado: “em frente ao prédio dos mais pais havia um grafiti que dizia 'Mário Soares fuzilado já!' e não foram as pessoas do PPD que o fizeram.” Miguel Morgado é o primeiro convidado da 2ª temporada do Geração 70.</p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nascido e criado na capital da “revolução vermelha”, Setúbal, foi sempre assumidamente de direita. É um dos comentadores políticos mais combativos da atualidade. Um defensor de Passos Coelho, com quem trabalhou nos anos da troika e com quem teve algumas, mas poucas, “divergências”. Crítico da forma como o PSD geriu o Chega, lembra que avisou no devido tempo que o partido de Ventura era uma "ameaça existencial" - o resultado das eleições deu-lhe razão. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão, no Geração 70. Filho de pais licenciados em farmácia e nascido meses depois do 25 de Abril, fala de um país altamente politizado: “em frente ao prédio dos mais pais havia um grafiti que dizia 'Mário Soares fuzilado já!' e não foram as pessoas do PPD que o fizeram.” Miguel Morgado é o primeiro convidado da 2ª temporada do Geração 70.</p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão a um dos comentadores políticos mais combativos da atualidade</itunes:summary>
      <category>Nascido e criado na capital da “revolução vermelha”</category>
      <category>Setúbal</category>
      <category>foi sempre assumidamente de direita. É um dos comentadores políticos mais combativos da atualidade. Um defensor de Passos Coelho</category>
      <category>com quem trabalhou nos anos da troika e com quem teve algumas</category>
      <category>mas poucas</category>
      <category>“divergências”. Crítico da forma como o PSD geriu o Chega</category>
      <category>lembra que avisou no devido tempo que o partido de Ventura era uma "ameaça existencial" - o resultado das eleições deu-lhe razão. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</category>
      <category>no Geração 70. Filho de pais licenciados em farmácia e nascido meses depois do 25 de Abril</category>
      <category>fala de um país altamente politizado: “em frente ao prédio dos mais pais havia um grafiti que dizia 'Mário Soares fuzilado já!' e não foram as pessoas do PPD que o fizeram.” Miguel Morgado é o primeiro convidado da 2ª temporada do Geração 70.</category>
      <category>politica</category>
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      <category>podcast</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>bernardo ferrão</category>
      <itunes:keywords>Nascido e criado na capital da “revolução vermelha”, Setúbal, foi sempre assumidamente de direita. É um dos comentadores políticos mais combativos da atualidade. Um defensor de Passos Coelho, com quem trabalhou nos anos da troika e com quem teve algumas, mas poucas, “divergências”. Crítico da forma como o PSD geriu o Chega, lembra que avisou no devido tempo que o partido de Ventura era uma "ameaça existencial" - o resultado das eleições deu-lhe razão. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão, no Geração 70. Filho de pais licenciados em farmácia e nascido meses depois do 25 de Abril, fala de um país altamente politizado: “em frente ao prédio dos mais pais havia um grafiti que dizia 'Mário Soares fuzilado já!' e não foram as pessoas do PPD que o fizeram.” Miguel Morgado é o primeiro convidado da 2ª temporada do Geração 70., politica, passos coelho, chega, geringonça, psd, familias, ameaça existencial, podcast, geração 70, bernardo ferrão</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Luis Montenegro: “Eu e Pedro Passos Coelho somos amigos, a nossa relação é muito mais do que trabalho”</title>
      <itunes:title>Luis Montenegro: “Eu e Pedro Passos Coelho somos amigos, a nossa relação é muito mais do que trabalho”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Viveu e cresceu em Espinho. Andou sempre na escola pública. Brincava na rua e com 9 anos ia a pé para as aulas: “até tinha a chave de casa”. foi desde cedo um atleta polivalente, jogou andebol, voleibol e até fez ginástica. Com 16 anos, virou-se para o mar de Espinho e tornou-se nadador-salvador. O pai era mais ligado à política do que a mãe, não esquece a primeira campanha da AD e ainda guarda a sua bandeira e do irmão de um comício. Fez-se militante do PSD aos 18 anos e ganhou visibilidade quando Pedro Passos Coelho o escolheu para líder parlamentar nos tempos da intervenção da Troika. Hoje é candidato a primeiro-ministro e enfrenta a ameaça do crescimento do Chega. E depois de 10 de março, imagina um Governo PSD/Chega? “Não, não imagino”. Luís Montenegro é o convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Viveu e cresceu em Espinho. Andou sempre na escola pública. Brincava na rua e com 9 anos ia a pé para as aulas: “até tinha a chave de casa”. foi desde cedo um atleta polivalente, jogou andebol, voleibol e até fez ginástica. Com 16 anos, virou-se para o mar de Espinho e tornou-se nadador-salvador. O pai era mais ligado à política do que a mãe, não esquece a primeira campanha da AD e ainda guarda a sua bandeira e do irmão de um comício. Fez-se militante do PSD aos 18 anos e ganhou visibilidade quando Pedro Passos Coelho o escolheu para líder parlamentar nos tempos da intervenção da Troika. Hoje é candidato a primeiro-ministro e enfrenta a ameaça do crescimento do Chega. E depois de 10 de março, imagina um Governo PSD/Chega? “Não, não imagino”. Luís Montenegro é o convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista ao atual líder do PSD, nascido em 1973</itunes:summary>
      <category>Viveu e cresceu em Espinho. Andou sempre na escola pública. Brincava na rua e com 9 anos ia a pé para as aulas: “até tinha a chave de casa”. foi desde cedo um atleta polivalente</category>
      <category>jogou andebol</category>
      <category>voleibol e até fez ginástica. Com 16 anos</category>
      <category>virou-se para o mar de Espinho e tornou-se nadador-salvador. O pai era mais ligado à política do que a mãe</category>
      <category>não esquece a primeira campanha da AD e ainda guarda a sua bandeira e do irmão de um comício. Fez-se militante do PSD aos 18 anos e ganhou visibilidade quando Pedro Passos Coelho o escolheu para líder parlamentar nos tempos da intervenção da Troika. Hoje é candidato a primeiro-ministro e enfrenta a ameaça do crescimento do Chega. E depois de 10 de março</category>
      <category>imagina um Governo PSD/Chega? “Não</category>
      <category>não imagino”. Luís Montenegro é o convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70</category>
      <itunes:keywords>Viveu e cresceu em Espinho. Andou sempre na escola pública. Brincava na rua e com 9 anos ia a pé para as aulas: “até tinha a chave de casa”. foi desde cedo um atleta polivalente, jogou andebol, voleibol e até fez ginástica. Com 16 anos, virou-se para o mar de Espinho e tornou-se nadador-salvador. O pai era mais ligado à política do que a mãe, não esquece a primeira campanha da AD e ainda guarda a sua bandeira e do irmão de um comício. Fez-se militante do PSD aos 18 anos e ganhou visibilidade quando Pedro Passos Coelho o escolheu para líder parlamentar nos tempos da intervenção da Troika. Hoje é candidato a primeiro-ministro e enfrenta a ameaça do crescimento do Chega. E depois de 10 de março, imagina um Governo PSD/Chega? “Não, não imagino”. Luís Montenegro é o convidado de Bernardo Ferrão no Geração 70</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 07:07:26 +0000</pubDate>
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      <title>Fernando Medina: “A minha mãe sofre. A política é um meio agressivo, ingrato e não dá boa saúde”</title>
      <itunes:title>Fernando Medina: “A minha mãe sofre. A política é um meio agressivo, ingrato e não dá boa saúde”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em março de 1973, no Porto. Foi um bebé clandestino. O pai soube do seu nascimento através de um anúncio no jornal “O Século” que dizia: “Perdeu-se um álbum de fotografias no comboio Lisboa-Porto”. Foi uma coisa combinada entre os pais e o sentido da viagem determinava se tinha nascido um menino ou uma menina. Filho de pais comunistas, cresceu no meio da política. A porta grande abriu-se quando foi convidado para trabalhar com António Guterres. Foi o herdeiro de António Costa na Câmara de Lisboa e hoje é um dos seus ministros mais importantes. Afasta a entrada num novo governo e fecha a porta a Lisboa. “A vida anda para a frente” e agora é tempo de regressar aos passeios de bicicleta na Almirante Reis. “Engordei nos últimos tempos. Foram muitas horas fechado no gabinete".</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em março de 1973, no Porto. Foi um bebé clandestino. O pai soube do seu nascimento através de um anúncio no jornal “O Século” que dizia: “Perdeu-se um álbum de fotografias no comboio Lisboa-Porto”. Foi uma coisa combinada entre os pais e o sentido da viagem determinava se tinha nascido um menino ou uma menina. Filho de pais comunistas, cresceu no meio da política. A porta grande abriu-se quando foi convidado para trabalhar com António Guterres. Foi o herdeiro de António Costa na Câmara de Lisboa e hoje é um dos seus ministros mais importantes. Afasta a entrada num novo governo e fecha a porta a Lisboa. “A vida anda para a frente” e agora é tempo de regressar aos passeios de bicicleta na Almirante Reis. “Engordei nos últimos tempos. Foram muitas horas fechado no gabinete".</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Fernando Medina no Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>PS</category>
      <category>Fernando Medina</category>
      <category>Geração 70</category>
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      <category>Bernardo Ferrão</category>
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      <category>Política</category>
      <itunes:keywords>PS, Fernando Medina, Geração 70, infância, PCP, Fascismo, ministro das finanças, Sócrates, Guterres, Bernardo Ferrão, António Costa, crise, finanças, economia, governo, troika, câmara de lisboa, Carlos Moedas, Política</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>José Avillez: “As estrelas Michelin trazem responsabilidade mas continuo a acordar de manhã, a lavar os dentes e ir trabalhar”</title>
      <itunes:title>José Avillez: “As estrelas Michelin trazem responsabilidade mas continuo a acordar de manhã, a lavar os dentes e ir trabalhar”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Sonhou ser carpinteiro, depois arquiteto, mas acabou na cozinha. E com mestria. É trineto do primeiro Conde de Burnay e cresceu na quinta da família reconstruída pelo pai pouco antes de morrer. A mãe ficou viúva aos 34 anos e "nunca mais amou ninguém". Na escola levou “calduços” por se vestir “à betinho”. Quando assumiu a chefia do restaurante Tavares “tudo mudou”. Em poucos anos, construiu um império de restauração com o apoio de uma das famílias mais ricas do país. É o chef português com mais estrelas Michelin. Tem 16 restaurantes e 470 trabalhadores. Nada lhe subiu à cabeça e hoje continua a trabalhar para que os seus sonhos continuem a entrar nos sonhos dos outros. Oiça aqui a entrevista a Bernardo Ferrão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Sonhou ser carpinteiro, depois arquiteto, mas acabou na cozinha. E com mestria. É trineto do primeiro Conde de Burnay e cresceu na quinta da família reconstruída pelo pai pouco antes de morrer. A mãe ficou viúva aos 34 anos e "nunca mais amou ninguém". Na escola levou “calduços” por se vestir “à betinho”. Quando assumiu a chefia do restaurante Tavares “tudo mudou”. Em poucos anos, construiu um império de restauração com o apoio de uma das famílias mais ricas do país. É o chef português com mais estrelas Michelin. Tem 16 restaurantes e 470 trabalhadores. Nada lhe subiu à cabeça e hoje continua a trabalhar para que os seus sonhos continuem a entrar nos sonhos dos outros. Oiça aqui a entrevista a Bernardo Ferrão.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>José Avillez em entrevista com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Cozinha</category>
      <category>Chef</category>
      <category>José Avillez</category>
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      <category>Restauração</category>
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      <category>Geração 70</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>imigração</category>
      <itunes:keywords>Cozinha, Chef, José Avillez, Restaurantes, Restauração, estrelas michelin, prémios, comida, família, educação, infância, crianças, Guincho, praia, pastelaria, Geração 70, Bernardo Ferrão, imigração</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 06:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”</title>
      <itunes:title>Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Pedro Nuno Santos, líder do PS e que quer ser o próximo primeiro-ministro, nasceu em São João da Madeira em abril de 1977. Deu cedo nas vistas no mundo da política. Começou na associação de estudantes, passou pela JS onde se filiou com 14 anos, foi vereador, deputado e governante. Assumidamente de esquerda, foi crítico da terceira via, herdou aliás do pai, empresário, esse lado mais ideológico e de combate. A mãe era mais conservadora. Faz questão de se apresentar como neto de sapateiro, mas já se passeou de Porsche. Em tempos esteve a marimbar-se para a dívida, mas também está na fotografia do primeiro superavit da democracia. Depois foi a tap, o whatsapp de Alexandra Reis, a habitação e agora os CTT. Cicatrizes que carrega para o seu mais importante desafio: se chegar ao lugar de António Costa diz agora é que é: quer fazer algo decente e de jeito pelo país e pelas pessoas. “Havia sempre muita política em minha casa”. Sobre o passado de José Sócrates e António Costa no PS e os planos de futuro ao lado de Galamba, prefere olhar para o dia de hoje: "cada coisa no seu tempo", diz. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Nuno Santos, líder do PS e que quer ser o próximo primeiro-ministro, nasceu em São João da Madeira em abril de 1977. Deu cedo nas vistas no mundo da política. Começou na associação de estudantes, passou pela JS onde se filiou com 14 anos, foi vereador, deputado e governante. Assumidamente de esquerda, foi crítico da terceira via, herdou aliás do pai, empresário, esse lado mais ideológico e de combate. A mãe era mais conservadora. Faz questão de se apresentar como neto de sapateiro, mas já se passeou de Porsche. Em tempos esteve a marimbar-se para a dívida, mas também está na fotografia do primeiro superavit da democracia. Depois foi a tap, o whatsapp de Alexandra Reis, a habitação e agora os CTT. Cicatrizes que carrega para o seu mais importante desafio: se chegar ao lugar de António Costa diz agora é que é: quer fazer algo decente e de jeito pelo país e pelas pessoas. “Havia sempre muita política em minha casa”. Sobre o passado de José Sócrates e António Costa no PS e os planos de futuro ao lado de Galamba, prefere olhar para o dia de hoje: "cada coisa no seu tempo", diz. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso ao atual líder do PS nascido em 1977</itunes:summary>
      <category>“Havia sempre muita política em minha casa”. É com esta afirmação que o atual líder do Partido Socialista se apresenta no Geração 70. Nascido em 1977</category>
      <category>Pedro Nuno Santos cresceu em São João da Madeira</category>
      <category>no norte de Portugal</category>
      <category>numa família privilegiada</category>
      <category>sem problemas de dinheiro. “Eu disse uma vez que tenho muito orgulho em ser neto de sapateiro</category>
      <category>mas criou-se uma ideia errada de que queria dizer que era coitadinho. Não foi nada disso</category>
      <category>o meu avô tinha uma pequena oficina</category>
      <category>o meu pai era empresário e eu tinha uma vida boa”. Pedro Nuno Santos tem a certeza que essa vida com autonomia financeira lhe deu a liberdade que sente hoje</category>
      <category>“sem receio de defender e discordar”. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso</category>
      <category>Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”</category>
      <category>politica</category>
      <category>ps</category>
      <category>partido socialista</category>
      <category>congresso</category>
      <itunes:keywords>“Havia sempre muita política em minha casa”. É com esta afirmação que o atual líder do Partido Socialista se apresenta no Geração 70. Nascido em 1977, Pedro Nuno Santos cresceu em São João da Madeira, no norte de Portugal, numa família privilegiada, sem problemas de dinheiro. “Eu disse uma vez que tenho muito orgulho em ser neto de sapateiro, mas criou-se uma ideia errada de que queria dizer que era coitadinho. Não foi nada disso, o meu avô tinha uma pequena oficina, o meu pai era empresário e eu tinha uma vida boa”. Pedro Nuno Santos tem a certeza que essa vida com autonomia financeira lhe deu a liberdade que sente hoje, “sem receio de defender e discordar”. Oiça aqui o episódio especial ao vivo no Festival de Podcasts do Expresso, Episódio especial ao vivo com Pedro Nuno Santos: “A minha maior desilusão é o país ainda não ter conseguido reduzir de forma drástica o número de pobres. É o maior fracasso da nossa democracia e temos de tentar resolver isso nos próximos anos”, politica, ps, partido socialista, congresso</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 17:18:21 +0000</pubDate>
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      <title>Adolfo Mesquita Nunes: “Quando nasci apanhei a decadência dos negócios da família. As conversas eram sobre hipotecas, dívidas e despedimentos”</title>
      <itunes:title>Adolfo Mesquita Nunes: “Quando nasci apanhei a decadência dos negócios da família. As conversas eram sobre hipotecas, dívidas e despedimentos”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Viveu na Covilhã, na casa dos avós, até ir para a faculdade em Lisboa. A família tinha uma fábrica têxtil, império construído pelo bisavô Adolfo de quem herdou o nome. A fábrica foi a glória e a desgraça da família. "Chegámos a ter tudo. A minha família, numa só geração, passou da pobreza para um grande conforto financeiro". Foram “tempos duros” e chegou a desejar “nunca" ter um negócio. É apaixonado por política desde pequeno e a família, quando se junta no Natal, vai desde o CDS ao MRPP. Adolfo Mesquita Nunes deixou marcas como deputado do CDS e secretário de Estado do Turismo. Em 2021 rasgou o cartão de militante, regressou à advocacia e à terra onde cresceu para ser vereador. Hoje não quer voltar à política ativa: “Não tenho saudades". </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Viveu na Covilhã, na casa dos avós, até ir para a faculdade em Lisboa. A família tinha uma fábrica têxtil, império construído pelo bisavô Adolfo de quem herdou o nome. A fábrica foi a glória e a desgraça da família. "Chegámos a ter tudo. A minha família, numa só geração, passou da pobreza para um grande conforto financeiro". Foram “tempos duros” e chegou a desejar “nunca" ter um negócio. É apaixonado por política desde pequeno e a família, quando se junta no Natal, vai desde o CDS ao MRPP. Adolfo Mesquita Nunes deixou marcas como deputado do CDS e secretário de Estado do Turismo. Em 2021 rasgou o cartão de militante, regressou à advocacia e à terra onde cresceu para ser vereador. Hoje não quer voltar à política ativa: “Não tenho saudades". </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Bernardo Ferrão entrevista Adolfo Mesquita Nunes no Geração 70</itunes:summary>
      <category>política</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Covilhã</category>
      <category>CDS</category>
      <category>Nova Aliança Democrática</category>
      <category>PSD</category>
      <category>Chega</category>
      <category>PS</category>
      <category>António Costa</category>
      <category>Adolfo Mesquita Nunes</category>
      <category>Família</category>
      <category>Educação</category>
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      <category>Galp</category>
      <category>advogado</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>deputado</category>
      <itunes:keywords>política, Geração 70, Covilhã, CDS, Nova Aliança Democrática, PSD, Chega, PS, António Costa, Adolfo Mesquita Nunes, Família, Educação, pobreza, indústria, dívidas, negócios, Galp, advogado, Bernardo Ferrão, deputado</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 06:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Padre Afonso Seixas-Nunes: "Achei que tinha encontrado a mulher da minha vida, mas ela achou o contrário e disse-me que tinha vocação para era ser padre"</title>
      <itunes:title>Padre Afonso Seixas-Nunes: "Achei que tinha encontrado a mulher da minha vida, mas ela achou o contrário e disse-me que tinha vocação para era ser padre"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Não é um padre comum porque os jesuítas são “diferentes”. Tem 5 licenciaturas, é doutorado e especialista em Inteligência Artificial em contexto de guerra. Nunca tinha pensado ser padre, teve os seus “namoricos” de adolescente e até achou que tinha encontrado a "mulher da sua vida". Não vive em Portugal há 18 anos e confessa que deixou de votar depois do processo contra José Sócrates. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre a evolução da Igreja, partilha as conversas que teve com homossexuais e reflete como o “fraco investimento” na Educação em Portugal já ultrapassa fronteiras: “Os alunos portugueses já não são bem vistos”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Não é um padre comum porque os jesuítas são “diferentes”. Tem 5 licenciaturas, é doutorado e especialista em Inteligência Artificial em contexto de guerra. Nunca tinha pensado ser padre, teve os seus “namoricos” de adolescente e até achou que tinha encontrado a "mulher da sua vida". Não vive em Portugal há 18 anos e confessa que deixou de votar depois do processo contra José Sócrates. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre a evolução da Igreja, partilha as conversas que teve com homossexuais e reflete como o “fraco investimento” na Educação em Portugal já ultrapassa fronteiras: “Os alunos portugueses já não são bem vistos”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Padre jesuíta que vive fora de Portugal há 18 anos no Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Igreja</category>
      <category>Abusos sexuais</category>
      <category>infância</category>
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      <category>jesuítas</category>
      <category>conhecimento</category>
      <category>Inteligência artificial</category>
      <category>padre</category>
      <category>estados unidos</category>
      <category>José Sócrates</category>
      <category>Não é um padre comum porque os jesuítas são “diferentes”. Tem 5 licenciaturas</category>
      <category>é doutorado e especialista em Inteligência Artificial em contexto de guerra. Nunca tinha pensado ser padre</category>
      <category>teve os seus “namoricos” de adolescente e até achou que tinha encontrado a "mulher da sua vida". Não vive em Portugal há 18 anos e confessa que deixou de votar depois do processo contra José Sócrates. Nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>fala sobre a evolução da Igreja</category>
      <category>partilha as conversas que teve com homossexuais e reflete como o “fraco investimento” na Educação em Portugal já ultrapassa fronteiras: “Os alunos portugueses já não são bem vistos”.</category>
      <itunes:keywords>Igreja, Abusos sexuais, infância, educação, política, religião, jesuítas, conhecimento, Inteligência artificial, padre, estados unidos, José Sócrates, Não é um padre comum porque os jesuítas são “diferentes”. Tem 5 licenciaturas, é doutorado e especialista em Inteligência Artificial em contexto de guerra. Nunca tinha pensado ser padre, teve os seus “namoricos” de adolescente e até achou que tinha encontrado a "mulher da sua vida". Não vive em Portugal há 18 anos e confessa que deixou de votar depois do processo contra José Sócrates. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre a evolução da Igreja, partilha as conversas que teve com homossexuais e reflete como o “fraco investimento” na Educação em Portugal já ultrapassa fronteiras: “Os alunos portugueses já não são bem vistos”.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 20 Dec 2023 06:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Pedro Penim: “A menos que o próximo Governo seja de extrema direita e me queira fora do teatro, não acho que o meu lugar esteja em risco"</title>
      <itunes:title>Pedro Penim: “A menos que o próximo Governo seja de extrema direita e me queira fora do teatro, não acho que o meu lugar esteja em risco"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Deixou o curso de Arquitetura para se dedicar ao teatro e muitos o conhecem dos programas Clube Disney e Art Attack. Em criança ia com o pai aos comícios do MDP e tinha na ponta da língua os cancioneiros da Revolução. Quando foi nomeado diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II assumiu a orientação sexual: “Não sei o que é o lobby gay. Não faço lobby por nenhum movimento e acusaram-me de não querer heterossexuais no teatro. Não há coisa mais ridícula”. É casado e tem uma filha, nascida de uma gravidez de substituição no Canadá. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, faz o retrato de um país a “várias velocidades” e fala ainda do risco “real” do crescimento da extrema direita</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Deixou o curso de Arquitetura para se dedicar ao teatro e muitos o conhecem dos programas Clube Disney e Art Attack. Em criança ia com o pai aos comícios do MDP e tinha na ponta da língua os cancioneiros da Revolução. Quando foi nomeado diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II assumiu a orientação sexual: “Não sei o que é o lobby gay. Não faço lobby por nenhum movimento e acusaram-me de não querer heterossexuais no teatro. Não há coisa mais ridícula”. É casado e tem uma filha, nascida de uma gravidez de substituição no Canadá. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, faz o retrato de um país a “várias velocidades” e fala ainda do risco “real” do crescimento da extrema direita</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista do diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II no Geração 70 com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>teatro</category>
      <category>cultura</category>
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      <category>Pedro Zegre Penim</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>homofobia</category>
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      <category>Extrema Direita</category>
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      <itunes:keywords>teatro, cultura, política, pobreza, gay, homossexualidade, gravidez de substituição, Pedro Zegre Penim, Bernardo Ferrão, homofobia, filhos, educação, lisboa, conservatório, Estado Novo, 25 de Abril, PCP, Esquerda, Chega, Extrema Direita, Escola, Geração 70</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Dec 2023 06:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Ana Brito e Cunha: "Tive momentos de 'egotrip' mas a família nunca me diferenciou por ser atriz. Sempre tive os pés na terra"</title>
      <itunes:title>Ana Brito e Cunha: "Tive momentos de 'egotrip' mas a família nunca me diferenciou por ser atriz. Sempre tive os pés na terra"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Tem Espírito Santo no nome mas “escondeu” o apelido durante anos porque o “país é muito preconceituoso”. Foi para Espanha com dias de vida e atravessou a fronteira escondida numa alcofa “como se fosse roupa suja”. Estávamos no Verão Quente. Na família era tratada como “Ana caracoletos”, tem 47 primos e sabe o nome de todos. Faz agora 30 anos de carreira. Quem não se lembra do seu Jardim da Celeste? Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Tem Espírito Santo no nome mas “escondeu” o apelido durante anos porque o “país é muito preconceituoso”. Foi para Espanha com dias de vida e atravessou a fronteira escondida numa alcofa “como se fosse roupa suja”. Estávamos no Verão Quente. Na família era tratada como “Ana caracoletos”, tem 47 primos e sabe o nome de todos. Faz agora 30 anos de carreira. Quem não se lembra do seu Jardim da Celeste? Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Bernardo Ferrão entrevista Ana Brito e Cunha</itunes:summary>
      <category>atriz</category>
      <category>teatro</category>
      <category>Espírito Santo</category>
      <category>BES</category>
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      <category>infância</category>
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      <category>Portugal</category>
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      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>preconceito</category>
      <category>televisão</category>
      <itunes:keywords>atriz, teatro, Espírito Santo, BES, economia, infância, família, Portugal, país, Bernardo Ferrão, Geração 70, preconceito, televisão</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 06:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>António Zambujo: “Portugal anda a duas velocidades: a Norte noto sempre outro dinamismo e poder de iniciativa; de Lisboa para sul, sinto que as coisas estão a regredir, que as prioridades foram trocadas”</title>
      <itunes:title>António Zambujo: “Portugal anda a duas velocidades: a Norte noto sempre outro dinamismo e poder de iniciativa; de Lisboa para sul, sinto que as coisas estão a regredir, que as prioridades foram trocadas”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Aos 48 anos, António Zambujo é um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa, com uma carreira firmada em palcos nacionais e internacionais. Nesta entrevista a Bernardo Ferrão, fala sobre as origens alentejanas, a carreira musical, o preconceito em relação aos maiores sucessos do seu repertório e ainda os músicos com quem gostaria de vir um dia a cantar. Oiça aqui o podcast Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Aos 48 anos, António Zambujo é um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa, com uma carreira firmada em palcos nacionais e internacionais. Nesta entrevista a Bernardo Ferrão, fala sobre as origens alentejanas, a carreira musical, o preconceito em relação aos maiores sucessos do seu repertório e ainda os músicos com quem gostaria de vir um dia a cantar. Oiça aqui o podcast Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista a um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa</itunes:summary>
      <category>um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa</category>
      <category>António Zambujo: “Portugal anda a duas velocidades: a Norte noto sempre outro dinamismo e poder de iniciativa; de Lisboa para sul</category>
      <category>sinto que as coisas estão a regredir</category>
      <category>que as prioridades foram trocadas”</category>
      <category>Aos 48 anos</category>
      <category>António Zambujo é um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa</category>
      <category>com uma carreira firmada em palcos nacionais e internacionais. Nesta entrevista a Bernardo Ferrão</category>
      <category>fala sobre as origens alentejanas</category>
      <category>a carreira musical</category>
      <category>o preconceito em relação aos maiores sucessos do seu repertório e ainda os músicos com quem gostaria de vir um dia a cantar. Oiça aqui o podcast Geração 70.</category>
      <category>António Zambujo: “Adorava cantar com o Quim Barreiros. Aquelas letras são geniais e ele tem uma marca própria</category>
      <category>é o rei da música”</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>podcast</category>
      <itunes:keywords>um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa, António Zambujo: “Portugal anda a duas velocidades: a Norte noto sempre outro dinamismo e poder de iniciativa; de Lisboa para sul, sinto que as coisas estão a regredir, que as prioridades foram trocadas”, Aos 48 anos, António Zambujo é um dos maiores autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesa, com uma carreira firmada em palcos nacionais e internacionais. Nesta entrevista a Bernardo Ferrão, fala sobre as origens alentejanas, a carreira musical, o preconceito em relação aos maiores sucessos do seu repertório e ainda os músicos com quem gostaria de vir um dia a cantar. Oiça aqui o podcast Geração 70., António Zambujo: “Adorava cantar com o Quim Barreiros. Aquelas letras são geniais e ele tem uma marca própria, é o rei da música”, geração 70, podcast</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 06:15:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Ana Bacalhau: “Os meus pais perderam o emprego aos 40 anos. Foi dramático, um trauma mesmo. Eu tinha 13 anos”</title>
      <itunes:title>Ana Bacalhau: “Os meus pais perderam o emprego aos 40 anos. Foi dramático, um trauma mesmo. Eu tinha 13 anos”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Cresceu em Benfica numa casa onde cabia toda a família - os pais, avós, bisavó e até o gato. Em criança, gostava de comer e começou a ganhar peso antes de entrar na primária. A avó passou fome na infância e para ela “era uma alegria ver a netinha comer.” O excesso de peso e o apelido Bacalhau tornaram-na um "alvo fácil". Sofreu bullying e ainda hoje vive com as “marcas”. A música não era a primeira opção, mas o ‘Grunge’ e o Slash puseram-na a cantar e a tocar guitarra. Ana Bacalhau é a nova convidada de Bernardo Ferrão, as críticas ao país que agora “chora” pela falta de professores”, os tempos dos Deolinda e da Troika: "Eu quis dar aulas mas a minha geração não foi utilizada. Estávamos a mais."</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Cresceu em Benfica numa casa onde cabia toda a família - os pais, avós, bisavó e até o gato. Em criança, gostava de comer e começou a ganhar peso antes de entrar na primária. A avó passou fome na infância e para ela “era uma alegria ver a netinha comer.” O excesso de peso e o apelido Bacalhau tornaram-na um "alvo fácil". Sofreu bullying e ainda hoje vive com as “marcas”. A música não era a primeira opção, mas o ‘Grunge’ e o Slash puseram-na a cantar e a tocar guitarra. Ana Bacalhau é a nova convidada de Bernardo Ferrão, as críticas ao país que agora “chora” pela falta de professores”, os tempos dos Deolinda e da Troika: "Eu quis dar aulas mas a minha geração não foi utilizada. Estávamos a mais."</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista a Ana Bacalhau no Geração 70</itunes:summary>
      <category>infância</category>
      <category>professores</category>
      <category>país</category>
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      <category>troika</category>
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      <category>Ana Bacalhau</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>economia</category>
      <category>pobreza</category>
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      <category>escola</category>
      <category>geração</category>
      <category>Benfica</category>
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      <category>artista</category>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 22 Nov 2023 06:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó só falava de política quando faltava a luz à hora da novela e culpava os comunistas”</title>
      <itunes:title>Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó só falava de política quando faltava a luz à hora da novela e culpava os comunistas”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu três dias depois do 25 de Abril. É filho de trabalhadores da TAP e em criança passava as férias com a avó na casa de campo da família. Sempre gostou de fazer rir os outros e hoje é a “inclinação para o humor" que lhe paga as contas. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância, fala sobre a família e não esquece o “lamaçal” político em que vivemos: “Este Governo já estava minado.” E a relação com Marcelo Rebelo de Sousa e a queixa-crime de que foi alvo? “Os meus pais disseram-me: ‘realmente, abusaste’.”</p> <p> </p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu três dias depois do 25 de Abril. É filho de trabalhadores da TAP e em criança passava as férias com a avó na casa de campo da família. Sempre gostou de fazer rir os outros e hoje é a “inclinação para o humor" que lhe paga as contas. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância, fala sobre a família e não esquece o “lamaçal” político em que vivemos: “Este Governo já estava minado.” E a relação com Marcelo Rebelo de Sousa e a queixa-crime de que foi alvo? “Os meus pais disseram-me: ‘realmente, abusaste’.”</p> <p> </p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância, fala sobre a família e não esquece o “lamaçal” político em que vivemos: “Este Governo já estava minado”</itunes:summary>
      <category>Ricardo Araújo Pereira</category>
      <category>RAP</category>
      <category>Benfica</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
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      <category>Nasceu três dias depois do 25 de Abril. É filho de trabalhadores da TAP e em criança passava as férias com a avó na casa de campo da família. Sempre gostou de fazer rir os outros e hoje é a “inclinação para o humor" que lhe paga as contas. Nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>recorda a infância</category>
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      <category>Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó só falava de política quando faltava a luz à hora da novela e culpava os comunistas”</category>
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      <itunes:keywords>Ricardo Araújo Pereira, RAP, Benfica, Bernardo Ferrão, política, infância, crise política, Presidente, Marcelo, Ventura, educação, família, Nasceu três dias depois do 25 de Abril. É filho de trabalhadores da TAP e em criança passava as férias com a avó na casa de campo da família. Sempre gostou de fazer rir os outros e hoje é a “inclinação para o humor" que lhe paga as contas. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância, fala sobre a família e não esquece o “lamaçal” político em que vivemos: “Este Governo já estava minado.” E a relação com Marcelo Rebelo de Sousa e a queixa-crime de que foi alvo? “Os meus pais disseram-me: ‘realmente, abusaste’.”, Ricardo Araújo Pereira: “A minha avó só falava de política quando faltava a luz à hora da novela e culpava os comunistas”, filhas, desporto, portugal, pedro nuno santos, bernardo ferrao, podcast, sic noticias</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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    <item>
      <title>Zita Martins: “Há cientistas com 50 anos e sem emprego fixo. Só conseguimos competir em Ciência se garantirmos qualidade de vida aos melhores”</title>
      <itunes:title>Zita Martins: “Há cientistas com 50 anos e sem emprego fixo. Só conseguimos competir em Ciência se garantirmos qualidade de vida aos melhores”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Quanto tempo levará uma viagem dos estúdios da SIC até Marte? Zita Martins sempre gostou de olhar para o céu e perceber o que se passava “lá em cima.” Juntou a química ao espaço e aproveitou as “muitas coisas que caem do céu” para tentar descobrir se há vida extraterreste no Sistema Solar. E é no que acredita. Estudou na escola pública e depois no Instituto Superior Técnico. Viveu lá fora e trabalhou na NASA, mas voltou para Portugal para "devolver todo o investimento que o meu país fez em mim." Zita Martins é a nova convidada do Geração 70. Ouça a entrevista com a astrobióloga e consultora do Presidente da República para a Ciência, Inovação e Transição Digital</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quanto tempo levará uma viagem dos estúdios da SIC até Marte? Zita Martins sempre gostou de olhar para o céu e perceber o que se passava “lá em cima.” Juntou a química ao espaço e aproveitou as “muitas coisas que caem do céu” para tentar descobrir se há vida extraterreste no Sistema Solar. E é no que acredita. Estudou na escola pública e depois no Instituto Superior Técnico. Viveu lá fora e trabalhou na NASA, mas voltou para Portugal para "devolver todo o investimento que o meu país fez em mim." Zita Martins é a nova convidada do Geração 70. Ouça a entrevista com a astrobióloga e consultora do Presidente da República para a Ciência, Inovação e Transição Digital</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão à astrobióloga Zita Martins</itunes:summary>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Ciência</category>
      <category>Portugal</category>
      <category>Política</category>
      <category>Governo</category>
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      <category>viagem espacial</category>
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      <category>Técnico</category>
      <category>estrelas</category>
      <category>cometas</category>
      <category>meteoritos</category>
      <category>Quanto tempo levará uma viagem dos estúdios da SIC até Marte? Zita Martins sempre gostou de olhar para o céu e perceber o que se passava “lá em cima.” Juntou a química ao espaço e aproveitou as “muitas coisas que caem do céu” para tentar descobrir se há vida extraterreste no Sistema Solar. E é no que acredita. Estudou na escola pública e depois no Instituto Superior Técnico. Viveu lá fora e trabalhou na NASA</category>
      <category>mas voltou para Portugal para "devolver todo o investimento que o meu país fez em mim." Zita Martins é a nova convidada do Geração 70. Ouça a entrevista com a astrobióloga e consultora do Presidente da República para a Ciência</category>
      <category>Inovação e Transição Digital</category>
      <category>zita martins</category>
      <category>os politicos nao me inspiram</category>
      <itunes:keywords>Bernardo Ferrão, Ciência, Portugal, Política, Governo, economia, investimento, emprego, astros, espaço, viagem espacial, astronauta, Técnico, estrelas, cometas, meteoritos, Quanto tempo levará uma viagem dos estúdios da SIC até Marte? Zita Martins sempre gostou de olhar para o céu e perceber o que se passava “lá em cima.” Juntou a química ao espaço e aproveitou as “muitas coisas que caem do céu” para tentar descobrir se há vida extraterreste no Sistema Solar. E é no que acredita. Estudou na escola pública e depois no Instituto Superior Técnico. Viveu lá fora e trabalhou na NASA, mas voltou para Portugal para "devolver todo o investimento que o meu país fez em mim." Zita Martins é a nova convidada do Geração 70. Ouça a entrevista com a astrobióloga e consultora do Presidente da República para a Ciência, Inovação e Transição Digital, zita martins, os politicos nao me inspiram</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Sandra Tavares da Silva: “A minha mãe, por ser suíça e casada com um militar, foi perseguida pela PIDE. Achavam que era espia”</title>
      <itunes:title>Sandra Tavares da Silva: “A minha mãe, por ser suíça e casada com um militar, foi perseguida pela PIDE. Achavam que era espia”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, nos Açores, onde o pai estava destacado como Oficial da Marinha. Começou a pisar uvas muito cedo, ajudava o avô na vindima. Já foi considerada pelo Financial Times uma das “melhores enólogas do mundo”. Formou-se em agronomia e fez mestrado em enologia, em Itália. Pelo meio, foi jogadora profissional de voleibol e desfilou como modelo nas passarelas de Milão. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância na quinta da família, os momentos de aflição que viveu durante o Verão Quente e a perseguição que fizeram à mãe - “sempre que ia à Suíça e regressava era interrogada durante horas no aeroporto.”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, nos Açores, onde o pai estava destacado como Oficial da Marinha. Começou a pisar uvas muito cedo, ajudava o avô na vindima. Já foi considerada pelo Financial Times uma das “melhores enólogas do mundo”. Formou-se em agronomia e fez mestrado em enologia, em Itália. Pelo meio, foi jogadora profissional de voleibol e desfilou como modelo nas passarelas de Milão. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância na quinta da família, os momentos de aflição que viveu durante o Verão Quente e a perseguição que fizeram à mãe - “sempre que ia à Suíça e regressava era interrogada durante horas no aeroporto.”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Bernardo Ferrão entrevista a enóloga Sandra Tavares da Silva</itunes:summary>
      <category>Vinho</category>
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      <category>Cultura</category>
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      <category>Quinta da Chocapalha</category>
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      <category>Nasceu em 1971</category>
      <category>nos Açores</category>
      <category>onde o pai estava destacado como Oficial da Marinha. Começou a pisar uvas muito cedo</category>
      <category>ajudava o avô na vindima. Já foi considerada pelo Financial Times uma das “melhores enólogas do mundo”. Formou-se em agronomia e fez mestrado em enologia</category>
      <category>em Itália. Pelo meio</category>
      <category>foi jogadora profissional de voleibol e desfilou como modelo nas passarelas de Milão. Nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>recorda a infância na quinta da família</category>
      <category>os momentos de aflição que viveu com a família durante o Verão Quente e a perseguição que fizeram à mãe - “sempre que ia à Suíça e regressava era interrogada durante horas no aeroporto.”</category>
      <itunes:keywords>Vinho, Douro, Cultura, infância, Geração 70, Educação, PIDE, 25 de Abril, Revolução, Modelo, Moda, Bernardo Ferrão, Quinta da Chocapalha, Vinhas, Portugal, Turismo, Nasceu em 1971, nos Açores, onde o pai estava destacado como Oficial da Marinha. Começou a pisar uvas muito cedo, ajudava o avô na vindima. Já foi considerada pelo Financial Times uma das “melhores enólogas do mundo”. Formou-se em agronomia e fez mestrado em enologia, em Itália. Pelo meio, foi jogadora profissional de voleibol e desfilou como modelo nas passarelas de Milão. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância na quinta da família, os momentos de aflição que viveu com a família durante o Verão Quente e a perseguição que fizeram à mãe - “sempre que ia à Suíça e regressava era interrogada durante horas no aeroporto.”</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 02 Nov 2023 06:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Clara Raposo: “Os nossos salários são curtos em comparação com outros da Europa. Investimos na Educação e os jovens vão para fora”</title>
      <itunes:title>Clara Raposo: “Os nossos salários são curtos em comparação com outros da Europa. Investimos na Educação e os jovens vão para fora”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>É “vice” de Mário Centeno no Banco de Portugal, mãe de duas filhas universitárias e já considerada “uma das portuguesas mais poderosas nos negócios”. Diz que nunca programou nada para chegar onde chegou: a vida foi acontecendo. Fala rápido e sempre com um sorriso. Aprendeu em Londres, onde se doutorou em Finanças e deu aulas em Oxford, que não deve deixar de dar a sua opinião e que ela deve ser respeitada. Foi a primeira mulher presidente do ISEG. Numa conversa com Bernardo Ferrão, aponta para a importância do Ensino Superior (ainda significa melhores salários) e de como Portugal está a exportar conhecimento.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>É “vice” de Mário Centeno no Banco de Portugal, mãe de duas filhas universitárias e já considerada “uma das portuguesas mais poderosas nos negócios”. Diz que nunca programou nada para chegar onde chegou: a vida foi acontecendo. Fala rápido e sempre com um sorriso. Aprendeu em Londres, onde se doutorou em Finanças e deu aulas em Oxford, que não deve deixar de dar a sua opinião e que ela deve ser respeitada. Foi a primeira mulher presidente do ISEG. Numa conversa com Bernardo Ferrão, aponta para a importância do Ensino Superior (ainda significa melhores salários) e de como Portugal está a exportar conhecimento.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista com a vice-governadora do Banco de Portugal no Geração 70</itunes:summary>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Economia</category>
      <category>Pobreza</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Banco de Portugal</category>
      <category>Mário Centeno</category>
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      <category>clara raposo</category>
      <category>É “vice” de Mário Centeno no Banco de Portugal</category>
      <category>mãe de duas filhas universitárias e já considerada “uma das portuguesas mais poderosas nos negócios”. Diz que nunca programou nada para chegar onde chegou: a vida foi acontecendo. Fala rápido e sempre com um sorriso. Aprendeu em Londres</category>
      <category>onde se doutorou em Finanças e deu aulas em Oxford</category>
      <category>que não deve deixar de dar a sua opinião e que ela deve ser respeitada. Foi a primeira mulher presidente do ISEG. Numa conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>aponta para a importância do Ensino Superior (ainda significa melhores salários) e de como Portugal está a exportar conhecimento.</category>
      <itunes:keywords>Geração 70, Bernardo Ferrão, Economia, Pobreza, Infância, Banco de Portugal, Mário Centeno, SIC, País, Política, Habitação, Taxas de juro, educação, Portugal, crianças, 25 de Abril, clara raposo, É “vice” de Mário Centeno no Banco de Portugal, mãe de duas filhas universitárias e já considerada “uma das portuguesas mais poderosas nos negócios”. Diz que nunca programou nada para chegar onde chegou: a vida foi acontecendo. Fala rápido e sempre com um sorriso. Aprendeu em Londres, onde se doutorou em Finanças e deu aulas em Oxford, que não deve deixar de dar a sua opinião e que ela deve ser respeitada. Foi a primeira mulher presidente do ISEG. Numa conversa com Bernardo Ferrão, aponta para a importância do Ensino Superior (ainda significa melhores salários) e de como Portugal está a exportar conhecimento.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 25 Oct 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>David Fonseca: “Ganhei muito dinheiro com o 1º disco. Tornei-me uma vedeta nacional, mas continuava em casa dos meus pais”</title>
      <itunes:title>David Fonseca: “Ganhei muito dinheiro com o 1º disco. Tornei-me uma vedeta nacional, mas continuava em casa dos meus pais”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Criou os <em>Silence 4</em> depois de desistir do curso de Design. Saiu de Lisboa e regressou a casa dos pais em Leiria e não tinha nada para fazer. David Fonseca arrastava-se de esplanada em esplanada. “Entrei na música por tédio”, mas rapidamente chegou aos tops das rádios. “Ganhei muito dinheiro, cheguei a vender 240 mil cópias, números absurdos para os dias que correm”. Os pais só se aperceberam do sucesso do filho quando o viram no programa do Herman. O rapaz dos Marrazes era “vedeta nacional”, com “fotografias nos restaurantes”. Hoje a sua terra “virou dormitório” e o país “estagnou”. “Parece que estamos sempre a dar a volta ao quarteirão dos problemas”. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão no Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Criou os <em>Silence 4</em> depois de desistir do curso de Design. Saiu de Lisboa e regressou a casa dos pais em Leiria e não tinha nada para fazer. David Fonseca arrastava-se de esplanada em esplanada. “Entrei na música por tédio”, mas rapidamente chegou aos tops das rádios. “Ganhei muito dinheiro, cheguei a vender 240 mil cópias, números absurdos para os dias que correm”. Os pais só se aperceberam do sucesso do filho quando o viram no programa do Herman. O rapaz dos Marrazes era “vedeta nacional”, com “fotografias nos restaurantes”. Hoje a sua terra “virou dormitório” e o país “estagnou”. “Parece que estamos sempre a dar a volta ao quarteirão dos problemas”. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão no Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>“Parece que estamos sempre a dar a volta ao quarteirão dos problemas”: uma entrevista ao músico português sobre as suas origens, a carreira e o estado da arte em Portugal</itunes:summary>
      <category>david fonseca</category>
      <category>musica</category>
      <category>portugal</category>
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      <category>silence 4</category>
      <category>Criou os Silence 4 depois de desistir do curso de Design. Saiu de Lisboa e regressou a casa dos pais em Leiria e não tinha nada para fazer. David Fonseca arrastava-se de esplanada em esplanada. “Entrei na música por tédio”</category>
      <category>mas rapidamente chegou aos tops das rádios. “Ganhei muito dinheiro</category>
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      <category>com “fotografias nos restaurantes”. Hoje a sua terra “virou dormitório” e o país “estagnou”. “Parece que estamos sempre a dar a volta ao quarteirão dos problemas”. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão no Geração 70</category>
      <category>bernardo ferrao</category>
      <itunes:keywords>david fonseca, musica, portugal, leiria, silence 4, Criou os Silence 4 depois de desistir do curso de Design. Saiu de Lisboa e regressou a casa dos pais em Leiria e não tinha nada para fazer. David Fonseca arrastava-se de esplanada em esplanada. “Entrei na música por tédio”, mas rapidamente chegou aos tops das rádios. “Ganhei muito dinheiro, cheguei a vender 240 mil cópias, números absurdos para os dias que correm”. Os pais só se aperceberam do sucesso do filho quando o viram no programa do Herman. O rapaz dos Marrazes era “vedeta nacional”, com “fotografias nos restaurantes”. Hoje a sua terra “virou dormitório” e o país “estagnou”. “Parece que estamos sempre a dar a volta ao quarteirão dos problemas”. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão no Geração 70, bernardo ferrao</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Isabel Abreu: “Na 4ª classe, depois da escola, fazia teatrinhos à porta do supermercado. Chamavam-me doutora pequenina”</title>
      <itunes:title>Isabel Abreu: “Na 4ª classe, depois da escola, fazia teatrinhos à porta do supermercado. Chamavam-me doutora pequenina”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Alentejana, atriz, feminista e filha de médicos da pequena vila de Arronches. Isabel Abreu sempre quis representar e fazer cinema, a mãe chamava-lhe “teatreira.” Foi à porta do supermercado da aldeia que conseguiu a tão desejada Barbie que a mãe odiava - um “estereótipo de mulher.” Politicamente assume-me “uma mulher em luta” que se desiludiu com a geringonça. Fala sobre o “caos social” que “todos” estamos a viver. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Alentejana, atriz, feminista e filha de médicos da pequena vila de Arronches. Isabel Abreu sempre quis representar e fazer cinema, a mãe chamava-lhe “teatreira.” Foi à porta do supermercado da aldeia que conseguiu a tão desejada Barbie que a mãe odiava - um “estereótipo de mulher.” Politicamente assume-me “uma mulher em luta” que se desiludiu com a geringonça. Fala sobre o “caos social” que “todos” estamos a viver. Ouça aqui a entrevista com Bernardo Ferrão</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão à atriz Isabel Abreu</itunes:summary>
      <category>Teatro</category>
      <category>Atriz</category>
      <category>Isabel Abreu</category>
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      <category>Alentejo</category>
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      <category>PS</category>
      <category>Bloco de Esquerda</category>
      <category>Política</category>
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      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Serviço Nacional de Saúde</category>
      <category>Estado Novo</category>
      <category>25 de Abril</category>
      <itunes:keywords>Teatro, Atriz, Isabel Abreu, Educação, Alentejo, Geringonça, PS, Bloco de Esquerda, Política, família, infância, Geração 70, Bernardo Ferrão, Serviço Nacional de Saúde, Estado Novo, 25 de Abril</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>José Luís Peixoto: o menino da catequese que virou anarquista. E que foi contra o McDonald’s</title>
      <itunes:title>José Luís Peixoto: o menino da catequese que virou anarquista. E que foi contra o McDonald’s</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em Galveias em 1974. Filho tardio e mimado pelas irmãs mais velhas como “se fosse um bebé”. Sempre mergulhou nas “culturas mais rebeldes” da sua geração. Aos 17 anos, “sonhava com um socialismo ideal” e assumia-se como anarquista. Como jovem escritor transformou José Saramago em personagem de romance. "O que nos aproximava era a escrita e o Alentejo. As tatuagens, os piercings e a música pesada era algo do outro mundo para ele.” José Luís Peixoto é o novo convidado do podcast “Geração 70”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre o interior abandonado, sobre seu o lado mais solitário e “individualista”, e sobre o gosto pela “música pesada”, que o tornam um escritor diferente. “Sou um homem que fez um caminho eclético e fora de todas as caixas.” Ouça a entrevista</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em Galveias em 1974. Filho tardio e mimado pelas irmãs mais velhas como “se fosse um bebé”. Sempre mergulhou nas “culturas mais rebeldes” da sua geração. Aos 17 anos, “sonhava com um socialismo ideal” e assumia-se como anarquista. Como jovem escritor transformou José Saramago em personagem de romance. "O que nos aproximava era a escrita e o Alentejo. As tatuagens, os piercings e a música pesada era algo do outro mundo para ele.” José Luís Peixoto é o novo convidado do podcast “Geração 70”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, fala sobre o interior abandonado, sobre seu o lado mais solitário e “individualista”, e sobre o gosto pela “música pesada”, que o tornam um escritor diferente. “Sou um homem que fez um caminho eclético e fora de todas as caixas.” Ouça a entrevista</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista a José Luís Peixoto com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>José Luís Peixoto</category>
      <category>Alentejo</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Escrita</category>
      <category>Livros</category>
      <category>Saramago</category>
      <category>política</category>
      <category>anarquismo</category>
      <category>cultura</category>
      <category>música</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>interior</category>
      <itunes:keywords>José Luís Peixoto, Alentejo, Infância, Escrita, Livros, Saramago, política, anarquismo, cultura, música, Geração 70, interior</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Sérgio Sousa Pinto: “Não sou opositor do PS, limito-me a ser um deputado à moda antiga. Sou livre”</title>
      <itunes:title>Sérgio Sousa Pinto: “Não sou opositor do PS, limito-me a ser um deputado à moda antiga. Sou livre”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1972. Em criança viveu na casa dos avós e andou na escola dos "meninos de esquerda”. Era um miúdo que tinha um interesse quase “aberrante” pela política e em adolescente “meteu na cabeça” que era comunista. A ruptura com o PCP acabaria por acontecer no liceu, virou a página e apontou ao PS - o partido dos pais e de Mário Soares. Não faz uma análise positiva da política e dos partidos. Sérgio Sousa Pinto, o político “livre" e à “moda antiga”, voz incómoda dentro do PS - com “ângulos retos” e “arestas bicudas” - é o novo convidado do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1972. Em criança viveu na casa dos avós e andou na escola dos "meninos de esquerda”. Era um miúdo que tinha um interesse quase “aberrante” pela política e em adolescente “meteu na cabeça” que era comunista. A ruptura com o PCP acabaria por acontecer no liceu, virou a página e apontou ao PS - o partido dos pais e de Mário Soares. Não faz uma análise positiva da política e dos partidos. Sérgio Sousa Pinto, o político “livre" e à “moda antiga”, voz incómoda dentro do PS - com “ângulos retos” e “arestas bicudas” - é o novo convidado do Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de Bernardo Ferrão ao deputado e voz incómoda do PS</itunes:summary>
      <category>PS</category>
      <category>Guterres</category>
      <category>Sérgio Sousa Pinto</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>aborto</category>
      <category>união de facto entre homossexuais</category>
      <category>António Costa</category>
      <category>Governo</category>
      <category>Política</category>
      <category>Democracia</category>
      <category>infância</category>
      <category>Educação</category>
      <category>Geringonça</category>
      <category>PCP</category>
      <category>Partido Comunista</category>
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      <category>Esquerda</category>
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      <category>bernardo ferrão</category>
      <category>sic noticias</category>
      <category>entrevista</category>
      <itunes:keywords>PS, Guterres, Sérgio Sousa Pinto, Geração 70, aborto, união de facto entre homossexuais, António Costa, Governo, Política, Democracia, infância, Educação, Geringonça, PCP, Partido Comunista, Avante, Esquerda, CGTP, bernardo ferrão, sic noticias, entrevista</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Sep 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Bárbara Bulhosa: "Aos 50 descobri que o meu pai esteve na ocupação da RTP, no 25 de Abril. Foi quando ouvi pela primeira vez a voz dele"</title>
      <itunes:title>Bárbara Bulhosa: "Aos 50 descobri que o meu pai esteve na ocupação da RTP, no 25 de Abril. Foi quando ouvi pela primeira vez a voz dele"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1972, em Lisboa. Ainda não tinha seis anos quando o pai morreu. Era militar. A mãe, Bióloga e professora no Liceu, voltou depois a casar. Foi da mãe e do padrasto que recebeu a herança da esquerda: "chamavam-nos esquerdalhas e tínhamos orgulho nisso!". Cresceu numa casa cheia de livros e a paixão pela leitura vem desde pequena. Foi diretora da Bulhosa e em 2005 fundou a Tinta-da-China, “sem dinheiro e sem autores”. Responsabiliza o Estado pelos maus hábitos de leitura em Portugal, mas orgulha-se de ter um Presidente que "dá exemplo, que lê e que gosta de livros". Acredita que a “herança democrática” ficou e que a “democracia está bem entranhada” nos portugueses, mas lembra os “riscos" da extrema direita. Bárbara Bulhosa é a nova convidada de Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1972, em Lisboa. Ainda não tinha seis anos quando o pai morreu. Era militar. A mãe, Bióloga e professora no Liceu, voltou depois a casar. Foi da mãe e do padrasto que recebeu a herança da esquerda: "chamavam-nos esquerdalhas e tínhamos orgulho nisso!". Cresceu numa casa cheia de livros e a paixão pela leitura vem desde pequena. Foi diretora da Bulhosa e em 2005 fundou a Tinta-da-China, “sem dinheiro e sem autores”. Responsabiliza o Estado pelos maus hábitos de leitura em Portugal, mas orgulha-se de ter um Presidente que "dá exemplo, que lê e que gosta de livros". Acredita que a “herança democrática” ficou e que a “democracia está bem entranhada” nos portugueses, mas lembra os “riscos" da extrema direita. Bárbara Bulhosa é a nova convidada de Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>A paixão pelos livros, os maus hábitos de leitura dos portugueses e os ricos da extrema direita numa entrevista com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Livros</category>
      <category>Leitura</category>
      <category>Barbara Bulhosa</category>
      <category>hábitos de leitura</category>
      <category>feira do livro</category>
      <category>Marcelo Rebelo de Sousa</category>
      <category>Livrarias</category>
      <category>Tinta-da-China</category>
      <category>Bulhosa</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Extrema Direita</category>
      <category>Política</category>
      <category>25 de Abril</category>
      <itunes:keywords>Bernardo Ferrão, Livros, Leitura, Barbara Bulhosa, hábitos de leitura, feira do livro, Marcelo Rebelo de Sousa, Livrarias, Tinta-da-China, Bulhosa, Geração 70, Extrema Direita, Política, 25 de Abril</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Pêpê Rapazote: “A democracia portuguesa é uma desilusão. É preciso fazer uma limpeza”</title>
      <itunes:title>Pêpê Rapazote: “A democracia portuguesa é uma desilusão. É preciso fazer uma limpeza”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nascido em 1970 e dono de uma voz inconfundível, é um dos atores nacionais que mais cartas tem dado fora de Portugal. Em entrevista a Bernardo Ferrão, Pedro de Matos Fernandes, mais conhecido como Pêpê Rapazote, fala sobre a paixão pela arquitetura, os desafios na arte da representação e as fortes raízes familiares. “Vivi até muito tarde em casa dos meus pais e não vivi mais porque não dava, quer dizer, se quisesse viver mais e com outra pessoa teria de lhe perguntar: não te queres juntar aos meus pais? Eu adorava os meus pais e achei que a minha vida ia acabar se se desfizesse este núcleo familiar. Estes últimos tempos foram muito violentos com a doença da minha mãe e a morte do meu pai”. Ouça aqui a entrevista no podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nascido em 1970 e dono de uma voz inconfundível, é um dos atores nacionais que mais cartas tem dado fora de Portugal. Em entrevista a Bernardo Ferrão, Pedro de Matos Fernandes, mais conhecido como Pêpê Rapazote, fala sobre a paixão pela arquitetura, os desafios na arte da representação e as fortes raízes familiares. “Vivi até muito tarde em casa dos meus pais e não vivi mais porque não dava, quer dizer, se quisesse viver mais e com outra pessoa teria de lhe perguntar: não te queres juntar aos meus pais? Eu adorava os meus pais e achei que a minha vida ia acabar se se desfizesse este núcleo familiar. Estes últimos tempos foram muito violentos com a doença da minha mãe e a morte do meu pai”. Ouça aqui a entrevista no podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>A arte, a política e a paixão pela vida do ator português em entrevista a Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Pêpê Rapazote</category>
      <category>Nascido em 1970 e dono de uma voz inconfundível</category>
      <category>é um dos atores nacionais que mais cartas tem dado fora de Portugal. Em entrevista a Bernardo Ferrão</category>
      <category>Pedro de Matos Fernandes</category>
      <category>mais conhecido como Pêpê Rapazote</category>
      <category>fala sobre a paixão pela arquitetura</category>
      <category>os desafios na arte da representação e as fortes raízes familiares. “Vivi até muito tarde em casa dos meus pais e não vivi mais porque não dava</category>
      <category>quer dizer</category>
      <category>se quisesse viver mais e com outra pessoa teria de lhe perguntar: não te queres juntar aos meus pais? Eu adorava os meus pais e achei que a minha vida ia acabar se se desfizesse este núcleo familiar. Estes últimos tempos foram muito violentos com a doença da minha mãe e a morte do meu pai”. Ouça aqui a entrevista no podcast Geração 70</category>
      <category>geraçao 70</category>
      <category>bernardo ferrao</category>
      <category>sic noticias</category>
      <itunes:keywords>Pêpê Rapazote, Nascido em 1970 e dono de uma voz inconfundível, é um dos atores nacionais que mais cartas tem dado fora de Portugal. Em entrevista a Bernardo Ferrão, Pedro de Matos Fernandes, mais conhecido como Pêpê Rapazote, fala sobre a paixão pela arquitetura, os desafios na arte da representação e as fortes raízes familiares. “Vivi até muito tarde em casa dos meus pais e não vivi mais porque não dava, quer dizer, se quisesse viver mais e com outra pessoa teria de lhe perguntar: não te queres juntar aos meus pais? Eu adorava os meus pais e achei que a minha vida ia acabar se se desfizesse este núcleo familiar. Estes últimos tempos foram muito violentos com a doença da minha mãe e a morte do meu pai”. Ouça aqui a entrevista no podcast Geração 70, geraçao 70, bernardo ferrao, sic noticias</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 05:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Pedrito de Portugal: “Para haver direitos tem de haver deveres e os animais não têm deveres. A partir daí os direitos são questionáveis”</title>
      <itunes:title>Pedrito de Portugal: “Para haver direitos tem de haver deveres e os animais não têm deveres. A partir daí os direitos são questionáveis”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1975, em Lisboa. Aos 8 anos percebeu que tinha vocação para o toureio e, com o apoio do pai bandarilheiro profissional, entrou na praça para se assumir como um ‘matador de touros’. “O toureiro põe a sua vida em risco e o animal também está a cumprir a sua missão. Não existiria a espécie de touro bravo se não existissem as corridas”, diz. Em entrevista a Bernardo Ferrão, Pedrito de Portugal fala sobre política, religião, os direitos dos animais e os vários ferimentos que sofreu a tourear. "O touro não sofre. Não existe sofrimento, porque não existe dor. Eu já tive 6 cornadas, já tive as pernas todas abertas, 20, 30 e 40 cms, e não morri de dor porque naquele momento nem se sente a dor". </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1975, em Lisboa. Aos 8 anos percebeu que tinha vocação para o toureio e, com o apoio do pai bandarilheiro profissional, entrou na praça para se assumir como um ‘matador de touros’. “O toureiro põe a sua vida em risco e o animal também está a cumprir a sua missão. Não existiria a espécie de touro bravo se não existissem as corridas”, diz. Em entrevista a Bernardo Ferrão, Pedrito de Portugal fala sobre política, religião, os direitos dos animais e os vários ferimentos que sofreu a tourear. "O touro não sofre. Não existe sofrimento, porque não existe dor. Eu já tive 6 cornadas, já tive as pernas todas abertas, 20, 30 e 40 cms, e não morri de dor porque naquele momento nem se sente a dor". </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de vida do toureiro português a Bernardo Ferrão no podcast Geração 70</itunes:summary>
      <category>pedrito de portugal</category>
      <category>direitos dos animais</category>
      <category>deveres</category>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 06 Sep 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Pedro Ribeiro: “Existe um país e coisas para resolver, acordem para a vida e cresçam”</title>
      <itunes:title>Pedro Ribeiro: “Existe um país e coisas para resolver, acordem para a vida e cresçam”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, em Lisboa. A telefonia esteve presente desde sempre, e desde pequeno que sabia que queria “dar na rádio”. Também quis ser jogador do Benfica, mas só teve espaço para cumprir um sonho. Desde 1996 que acorda às 5h30 da manhã e há 18 anos que é diretor da Rádio Comercial. Numa conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, fala abertamente sobre os desafios da rádio, das “falências trágicas da democracia portuguesa” e admite que não confia nos políticos - "o que está a acontecer entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa é risível"</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1971, em Lisboa. A telefonia esteve presente desde sempre, e desde pequeno que sabia que queria “dar na rádio”. Também quis ser jogador do Benfica, mas só teve espaço para cumprir um sonho. Desde 1996 que acorda às 5h30 da manhã e há 18 anos que é diretor da Rádio Comercial. Numa conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, fala abertamente sobre os desafios da rádio, das “falências trágicas da democracia portuguesa” e admite que não confia nos políticos - "o que está a acontecer entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa é risível"</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nasceu em 1971, em Lisboa. A telefonia esteve presente desde sempre, e desde pequeno que sabia que queria “dar na rádio”. Também quis ser jogador do Benfica, mas só teve espaço para cumprir um sonho.</itunes:summary>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Pedro Ribeiro</category>
      <category>Rádio Comercial</category>
      <category>Benfica</category>
      <category>rádio</category>
      <category>política</category>
      <category>país</category>
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      <category>educação</category>
      <category>Portugal</category>
      <category>jornalismo</category>
      <itunes:keywords>Geração 70, Bernardo Ferrão, Pedro Ribeiro, Rádio Comercial, Benfica, rádio, política, país, economia, educação, Portugal, jornalismo</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 30 Aug 2023 06:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Bruno Vieira Amaral: “Com três anos, vi o meu pai pela última vez. Estava a vender bugigangas. Depois só o voltei a ver aos 16 anos”</title>
      <itunes:title>Bruno Vieira Amaral: “Com três anos, vi o meu pai pela última vez. Estava a vender bugigangas. Depois só o voltei a ver aos 16 anos”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu no Barreiro, em 1978. Da infância recorda as voltas de bicicleta no bairro do Vale da Amoreira. "A vida não era fácil" e os pais "faziam aquilo que era preciso para sobreviver". Numa conversa com Bernardo Ferrão fala sobre a infância sem o pai e como foi crescer numa família de testemunhas de Jeová. O escritor, crítico literário e vencedor de um prémio Saramago, Bruno Vieira Amaral, é o novo convidado do podcast Geração 70. Lembra as amarguras e desilusões da vida e reflete também sobre o país “centrado”, sem uma “verdadeira força de comunidade”, sem uma classe média “forte”, fracassado e “dependente do Estado”. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu no Barreiro, em 1978. Da infância recorda as voltas de bicicleta no bairro do Vale da Amoreira. "A vida não era fácil" e os pais "faziam aquilo que era preciso para sobreviver". Numa conversa com Bernardo Ferrão fala sobre a infância sem o pai e como foi crescer numa família de testemunhas de Jeová. O escritor, crítico literário e vencedor de um prémio Saramago, Bruno Vieira Amaral, é o novo convidado do podcast Geração 70. Lembra as amarguras e desilusões da vida e reflete também sobre o país “centrado”, sem uma “verdadeira força de comunidade”, sem uma classe média “forte”, fracassado e “dependente do Estado”. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <title>Pedro Lomba: “Quando entramos na política a pessoa que éramos termina. Passamos a ter um rótulo"</title>
      <itunes:title>Pedro Lomba: “Quando entramos na política a pessoa que éramos termina. Passamos a ter um rótulo"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>É quase um "filho do exército". Nasceu em abril de 1977 no Hospital Militar, o pai era militar e Santa Margarida foi a sua casa e escola durante anos. Dessa infância, marcada pela "ética militar, rigidez e disciplina", recorda as comemorações do dia do exército, sempre “um dia muito especial”, e os primeiros amigos, mais velhos e a cumprir serviço militar. O advogado e antigo secretário de Estado, Pedro Lomba é o novo convidado do podcast Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância no campo militar, os primeiros passos nos jornais e o salto para o governo de Pedro Passos Coelho - passando pelos momentos difíceis e as desilusões enquanto governante: “o poder de um membro no Governo é mais limitado do que eu pensei e do que as pessoas pensam. Onde é que está o poder? É uma excelente questão”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>É quase um "filho do exército". Nasceu em abril de 1977 no Hospital Militar, o pai era militar e Santa Margarida foi a sua casa e escola durante anos. Dessa infância, marcada pela "ética militar, rigidez e disciplina", recorda as comemorações do dia do exército, sempre “um dia muito especial”, e os primeiros amigos, mais velhos e a cumprir serviço militar. O advogado e antigo secretário de Estado, Pedro Lomba é o novo convidado do podcast Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância no campo militar, os primeiros passos nos jornais e o salto para o governo de Pedro Passos Coelho - passando pelos momentos difíceis e as desilusões enquanto governante: “o poder de um membro no Governo é mais limitado do que eu pensei e do que as pessoas pensam. Onde é que está o poder? É uma excelente questão”.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>É quase um "filho do exército". Pedro Lomba é o novo convidado do podcast Geração 70, conversa com Bernardo Ferrão sobre a infância no campo militar, os primeiros passos nos jornais e o salto para o governo de Pedro Passos Coelho</itunes:summary>
      <category>É quase um "filho do exército". Nasceu em abril de 1977 no Hospital Militar</category>
      <category>o pai era militar e Santa Margarida foi a sua casa e escola durante anos. Dessa infância</category>
      <category>marcada pela "ética militar</category>
      <category>rigidez e disciplina"</category>
      <category>recorda as comemorações do dia do exército</category>
      <category>sempre “um dia muito especial”</category>
      <category>e os primeiros amigos</category>
      <category>mais velhos e a cumprir serviço militar. O advogado e antigo secretário de Estado</category>
      <category>Pedro Lomba é o novo convidado do podcast Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>recorda a infância no campo militar</category>
      <category>os primeiros passos nos jornais e o salto para o governo de Pedro Passos Coelho - passando pelos momentos difíceis e as desilusões enquanto governante: “o poder de um membro no Governo é mais limitado do que eu pensei e do que as pessoas pensam. Onde é que está o poder? É uma excelente questão”.</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>podcast</category>
      <category>Expresso</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Pedro Lomba</category>
      <category>Pedro Passos Coelho</category>
      <category>Governo</category>
      <category>Política</category>
      <itunes:keywords>É quase um "filho do exército". Nasceu em abril de 1977 no Hospital Militar, o pai era militar e Santa Margarida foi a sua casa e escola durante anos. Dessa infância, marcada pela "ética militar, rigidez e disciplina", recorda as comemorações do dia do exército, sempre “um dia muito especial”, e os primeiros amigos, mais velhos e a cumprir serviço militar. O advogado e antigo secretário de Estado, Pedro Lomba é o novo convidado do podcast Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão, recorda a infância no campo militar, os primeiros passos nos jornais e o salto para o governo de Pedro Passos Coelho - passando pelos momentos difíceis e as desilusões enquanto governante: “o poder de um membro no Governo é mais limitado do que eu pensei e do que as pessoas pensam. Onde é que está o poder? É uma excelente questão”., Geração 70, podcast, Expresso, Bernardo Ferrão, Pedro Lomba, Pedro Passos Coelho, Governo, Política</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 09 Aug 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Patrícia Reis: “Fiz muito sexo por boa educação. Era indigno e até chegava a ser humilhante, mas era assim. Sentia-me ameaçada enquanto mulher”</title>
      <itunes:title>Patrícia Reis: “Fiz muito sexo por boa educação. Era indigno e até chegava a ser humilhante, mas era assim. Sentia-me ameaçada enquanto mulher”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Lisboeta de gema, nasceu a 12 de dezembro de 1970 em Benfica. “Vivia num caldo muito estranho”, os pais “eram uns putos”, tinham apenas 17 anos quando nasceu, e “sempre foram de direita”. Patrícia Reis sempre votou “à esquerda”. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala na atual maioria absoluta, “mal aproveitada” por um Governo que “não tem mãos para tocar a viola”. Sem tabus, refere o assédio de que foi vítima e diz mesmo que foi “penalizada” por ser feminista. “Fui muito penalizada por ser mulher. Por ter um palmo de cara, por ser loirinha, por ser novinha, depois por ter namorado mais velho e depois não sei por quê...” Escritora, jornalista, mãe e amante de livros, lembra ainda os loucos anos 80 e uma certa forma de fazer - e viver - o jornalismo que é cada vez mais rara nas redações. Oiça aqui o podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Lisboeta de gema, nasceu a 12 de dezembro de 1970 em Benfica. “Vivia num caldo muito estranho”, os pais “eram uns putos”, tinham apenas 17 anos quando nasceu, e “sempre foram de direita”. Patrícia Reis sempre votou “à esquerda”. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala na atual maioria absoluta, “mal aproveitada” por um Governo que “não tem mãos para tocar a viola”. Sem tabus, refere o assédio de que foi vítima e diz mesmo que foi “penalizada” por ser feminista. “Fui muito penalizada por ser mulher. Por ter um palmo de cara, por ser loirinha, por ser novinha, depois por ter namorado mais velho e depois não sei por quê...” Escritora, jornalista, mãe e amante de livros, lembra ainda os loucos anos 80 e uma certa forma de fazer - e viver - o jornalismo que é cada vez mais rara nas redações. Oiça aqui o podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 02 Aug 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Carlos Moedas: “Éramos pobres, mas não tínhamos vergonha nem inveja. O grande ativo da minha família era o respeito que tinham pelo meu pai. A inteligência do meu pai era o nosso orgulho”</title>
      <itunes:title>Carlos Moedas: “Éramos pobres, mas não tínhamos vergonha nem inveja. O grande ativo da minha família era o respeito que tinham pelo meu pai. A inteligência do meu pai era o nosso orgulho”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Carlos Moedas nasceu em Beja em 1970. É filho do histórico comunista da terra 'Zé' Moedas. O pai foi jornalista e a mãe costureira. Viviam com “zero privilégios”, mas Moedas “sempre quis lutar para ter as mesmas condições que os outros”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, fala da infância pobre no Alentejo, do primeiro emprego em Paris, das dificuldades no tempo da Troika e do estado atual da política, marcado pela “incapacidade de combater o populismo”. Recorda ainda a passagem pela Comissão Europeia e o regresso à política nacional na Câmara de Lisboa: “a minha única ambição é governar a autarquia”, afirma.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Moedas nasceu em Beja em 1970. É filho do histórico comunista da terra 'Zé' Moedas. O pai foi jornalista e a mãe costureira. Viviam com “zero privilégios”, mas Moedas “sempre quis lutar para ter as mesmas condições que os outros”. Numa conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, fala da infância pobre no Alentejo, do primeiro emprego em Paris, das dificuldades no tempo da Troika e do estado atual da política, marcado pela “incapacidade de combater o populismo”. Recorda ainda a passagem pela Comissão Europeia e o regresso à política nacional na Câmara de Lisboa: “a minha única ambição é governar a autarquia”, afirma.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O presidente da CM Lisboa fala da infância pobre no Alentejo, do primeiro emprego em Paris, das dificuldades no tempo da Troika e do estado atual da política</itunes:summary>
      <category>Carlos Moedas</category>
      <category>Política</category>
      <category>PSD</category>
      <category>Comunismo</category>
      <category>PCP</category>
      <category>Beja</category>
      <category>Alentejo</category>
      <category>Pobreza</category>
      <category>Infância</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Câmara Municipal de Lisboa</category>
      <category>educação</category>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Troika</category>
      <category>Economia</category>
      <category>Comissão Europeia</category>
      <category>Diário do Alentejo</category>
      <itunes:keywords>Carlos Moedas, Política, PSD, Comunismo, PCP, Beja, Alentejo, Pobreza, Infância, Geração 70, Câmara Municipal de Lisboa, educação, Bernardo Ferrão, Troika, Economia, Comissão Europeia, Diário do Alentejo</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Cecília Meireles: “A minha irmã tinha uma deficiência profunda e morreu há dois anos. A forma como olhavam para nós na rua marcou-me muito”</title>
      <itunes:title>Cecília Meireles: “A minha irmã tinha uma deficiência profunda e morreu há dois anos. A forma como olhavam para nós na rua marcou-me muito”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu no Porto, em 1977, e cresceu em Guimarães, “na altura, a cidade dos novos ricos”. Da infância, recorda a luta da mãe para conseguir um lugar na escola para a filha - irmã de Cecília - que tinha uma deficiência profunda, e não esquece “a maneira como olhavam para nós, como apontavam o dedo” na rua. Cecília Meireles sempre quis ser a voz dessa irmã e, nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala do seu caminho na política, da saída do CDS numa altura difícil para o partido, e do regresso à advocacia. “Não sou pessoa de andar a saltar de uma vida para a outra. Não vou regressar à política, não sou candidata a Bruxelas”, esclarece. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu no Porto, em 1977, e cresceu em Guimarães, “na altura, a cidade dos novos ricos”. Da infância, recorda a luta da mãe para conseguir um lugar na escola para a filha - irmã de Cecília - que tinha uma deficiência profunda, e não esquece “a maneira como olhavam para nós, como apontavam o dedo” na rua. Cecília Meireles sempre quis ser a voz dessa irmã e, nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala do seu caminho na política, da saída do CDS numa altura difícil para o partido, e do regresso à advocacia. “Não sou pessoa de andar a saltar de uma vida para a outra. Não vou regressar à política, não sou candidata a Bruxelas”, esclarece. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Entrevista de vida à ex-deputada Cecília Meireles: a vida em Guimarães, a irmã deficiente e a vida política em revista</itunes:summary>
      <category>Nasceu no Porto</category>
      <category>em 1977</category>
      <category>e cresceu em Guimarães</category>
      <category>“na altura</category>
      <category>a cidade dos novos ricos”. Da infância</category>
      <category>recorda a luta da mãe para conseguir um lugar na escola para a filha - irmã de Cecília - que tinha uma deficiência profunda</category>
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      <category>nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>fala do seu caminho na política</category>
      <category>da saída do CDS numa altura difícil para o partido</category>
      <category>e do regresso à advocacia. “Não sou pessoa de andar a saltar de uma vida para a outra. Não vou regressar à política</category>
      <category>não sou candidata a Bruxelas”</category>
      <category>esclarece. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>no podcast Geração 70</category>
      <category>cecilia meireles</category>
      <category>entrevista</category>
      <category>Cecília Meireles: “A forma como olhavam para nós na rua marcou-me muito. A minha irmã tinha uma deficiência profunda</category>
      <category>nós crescemos juntas e ela morreu há dois anos”</category>
      <category>podcast</category>
      <category>sic noticias</category>
      <category>deficiência</category>
      <category>deficiente profundo</category>
      <category>politica</category>
      <category>cds</category>
      <category>portugal dos pequenitos</category>
      <itunes:keywords>Nasceu no Porto, em 1977, e cresceu em Guimarães, “na altura, a cidade dos novos ricos”. Da infância, recorda a luta da mãe para conseguir um lugar na escola para a filha - irmã de Cecília - que tinha uma deficiência profunda, e não esquece “a maneira como olhavam para nós, como apontavam o dedo” na rua. Cecília Meireles sempre quis ser a voz dessa irmã e, nesta conversa com Bernardo Ferrão, fala do seu caminho na política, da saída do CDS numa altura difícil para o partido, e do regresso à advocacia. “Não sou pessoa de andar a saltar de uma vida para a outra. Não vou regressar à política, não sou candidata a Bruxelas”, esclarece. Oiça aqui a conversa com Bernardo Ferrão, no podcast Geração 70, cecilia meireles, entrevista, Cecília Meireles: “A forma como olhavam para nós na rua marcou-me muito. A minha irmã tinha uma deficiência profunda, nós crescemos juntas e ela morreu há dois anos”, podcast, sic noticias, deficiência, deficiente profundo, politica, cds, portugal dos pequenitos</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 19 Jul 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Marisa Matias: “Comecei a trabalhar aos 16 anos, primeiro nas limpezas, depois num bar. O meu primeiro salário foi de 350 euros”</title>
      <itunes:title>Marisa Matias: “Comecei a trabalhar aos 16 anos, primeiro nas limpezas, depois num bar. O meu primeiro salário foi de 350 euros”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Militante, dirigente do Bloco de Esquerda e eurodeputada, Marisa Matias é a mais recente convidada do Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão fala da infância pobre numa aldeia com cem habitantes, do salto para a cidade e da vida estudantil, que Marisa conciliava com trabalho nas limpezas e num bar, mas que - sublinha - era num tempo em que apesar de tudo se tinha muitas ‘expectativas no futuro’. Candidata à presidência da República por duas vezes, fala ainda do seu percurso político, as batalhas que travou e as que trava diariamente. Oiça aqui a entrevista em podcast</p> <p> </p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Militante, dirigente do Bloco de Esquerda e eurodeputada, Marisa Matias é a mais recente convidada do Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão fala da infância pobre numa aldeia com cem habitantes, do salto para a cidade e da vida estudantil, que Marisa conciliava com trabalho nas limpezas e num bar, mas que - sublinha - era num tempo em que apesar de tudo se tinha muitas ‘expectativas no futuro’. Candidata à presidência da República por duas vezes, fala ainda do seu percurso político, as batalhas que travou e as que trava diariamente. Oiça aqui a entrevista em podcast</p> <p> </p> <p> </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nasceu numa família pobre em 1976, mas cresceu num tempo em que havia esperança no futuro. Hoje, diz, já não é bem assim</itunes:summary>
      <category>Militante</category>
      <category>dirigente do Bloco de Esquerda e eurodeputada</category>
      <category>Marisa Matias é a mais recente convidada do Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão fala da infância pobre numa aldeia com cem habitantes</category>
      <category>do salto para a cidade e da vida estudantil</category>
      <category>que Marisa conciliava com trabalho nas limpezas e num bar</category>
      <category>mas que - sublinha - era num tempo em que apesar de tudo se tinha muitas ‘expectativas no futuro’. Candidata à presidência da República por duas vezes</category>
      <category>fala ainda do seu percurso político</category>
      <category>as batalhas que travou e as que trava diariamente. Oiça aqui a entrevista em podcast</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>politica</category>
      <category>marisa matias</category>
      <category>portugal</category>
      <category>esquerda</category>
      <category>esperança no futuro</category>
      <category>precariedade</category>
      <category>habitação</category>
      <category>europa</category>
      <itunes:keywords>Militante, dirigente do Bloco de Esquerda e eurodeputada, Marisa Matias é a mais recente convidada do Geração 70. Numa conversa com Bernardo Ferrão fala da infância pobre numa aldeia com cem habitantes, do salto para a cidade e da vida estudantil, que Marisa conciliava com trabalho nas limpezas e num bar, mas que - sublinha - era num tempo em que apesar de tudo se tinha muitas ‘expectativas no futuro’. Candidata à presidência da República por duas vezes, fala ainda do seu percurso político, as batalhas que travou e as que trava diariamente. Oiça aqui a entrevista em podcast, geração 70, politica, marisa matias, portugal, esquerda, esperança no futuro, precariedade, habitação, europa</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 12 Jul 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>João Miguel Tavares: “Eu era um adolescente muito feio, com os dentes tortos, e a minha mulher estava muito acima da minha Liga. Casei com a primeira namorada”</title>
      <itunes:title>João Miguel Tavares: “Eu era um adolescente muito feio, com os dentes tortos, e a minha mulher estava muito acima da minha Liga. Casei com a primeira namorada”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>João Miguel Tavares nasceu em Portalegre em 1973, é cronista e comentador político. A infância faz lembrar a quinta dos avós, o corte de cabelo “à tigela”, “cara redonda” e a "pouca sorte com as miúdas". Casou com a "primeira namorada" e é pai de quatro filhos. Quando regressa à cidade onde cresceu percebe que “Portalegre era mais povoada nos anos 80 do que agora." É um assumido crítico da “elite lisboeta", os pais eram funcionários públicos e assume-se como um "filho do Estado". Na esfera política aponta à "hegemonia do PS", à "erosão do PSD" e ao Chega: “André Ventura diz as coisas mais bárbaras, mas é falso que o Chega seja um partido antidemocrático.”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>João Miguel Tavares nasceu em Portalegre em 1973, é cronista e comentador político. A infância faz lembrar a quinta dos avós, o corte de cabelo “à tigela”, “cara redonda” e a "pouca sorte com as miúdas". Casou com a "primeira namorada" e é pai de quatro filhos. Quando regressa à cidade onde cresceu percebe que “Portalegre era mais povoada nos anos 80 do que agora." É um assumido crítico da “elite lisboeta", os pais eram funcionários públicos e assume-se como um "filho do Estado". Na esfera política aponta à "hegemonia do PS", à "erosão do PSD" e ao Chega: “André Ventura diz as coisas mais bárbaras, mas é falso que o Chega seja um partido antidemocrático.”</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>As memórias de infância com os pais funcionários públicos, o casamento com a primeira namorada e a visão política do comentador sobre Costa, Marcelo e a matemática entre PSD e Chega</itunes:summary>
      <category>politica</category>
      <category>joao miguel tavares</category>
      <category>comentador</category>
      <category>cronista</category>
      <category>portugal</category>
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      <category>psd</category>
      <category>chega</category>
      <category>marcelo rebelo de sousa</category>
      <category>João Miguel Tavares: “Eu era um jovem adolescente muito feio com os dentes tortos</category>
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      <category>andre ventura</category>
      <category>luis montenegro</category>
      <category>morte de sá carneiro primeira memória</category>
      <itunes:keywords>politica, joao miguel tavares, comentador, cronista, portugal, estado, portugueses, psd, chega, marcelo rebelo de sousa, João Miguel Tavares: “Eu era um jovem adolescente muito feio com os dentes tortos, e a minha mulher estava muito acima da minha Liga. Casei com a minha primeira namorada”, andre ventura, luis montenegro, morte de sá carneiro primeira memória</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 05 Jul 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Isabel Gordo: "Vou-me emocionar: I did it! Lembro-me de chegar à universidade e pensar no meu pai. Cumpri o sonho da família”</title>
      <itunes:title>Isabel Gordo: "Vou-me emocionar: I did it! Lembro-me de chegar à universidade e pensar no meu pai. Cumpri o sonho da família”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1975, no Alentejo. A infância foi “comedida” e sem grandes luxos na pequena vila de Alter do Chão, em Portalegre. Os pais tinham a 4ª classe e "trabalharam muito para que os filhos pudessem estudar". O primeiro livro que leu chegou-lhe pela carrinha da Biblioteca Itinerante da Gulbenkian. Portugal parecia demasiado pequeno para “perceber a origem da vida”. Doutorou-se em Genética Evolutiva na Universidade de Edimburgo, na Escócia, mas o coração esteve sempre em Portugal: “Só me reformo quando já não conseguir pensar. Devo isso ao meu país”. Numa conversa emocionada com Bernardo Ferrão, a investigadora Isabel Gordo fala sobre os perigos, receios e potencialidades das novas tecnologias, a valorização da Ciência e da “pandemia silenciosa” em que acredita que vivemos. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1975, no Alentejo. A infância foi “comedida” e sem grandes luxos na pequena vila de Alter do Chão, em Portalegre. Os pais tinham a 4ª classe e "trabalharam muito para que os filhos pudessem estudar". O primeiro livro que leu chegou-lhe pela carrinha da Biblioteca Itinerante da Gulbenkian. Portugal parecia demasiado pequeno para “perceber a origem da vida”. Doutorou-se em Genética Evolutiva na Universidade de Edimburgo, na Escócia, mas o coração esteve sempre em Portugal: “Só me reformo quando já não conseguir pensar. Devo isso ao meu país”. Numa conversa emocionada com Bernardo Ferrão, a investigadora Isabel Gordo fala sobre os perigos, receios e potencialidades das novas tecnologias, a valorização da Ciência e da “pandemia silenciosa” em que acredita que vivemos. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>A infância foi “comedida” e sem grandes luxos na pequena vila de Alter do Chão, em Portalegre. Os pais tinham a 4ª classe e "trabalharam muito para que os filhos pudessem estudar", conta numa conversa emocionada com Bernardo Ferrão</itunes:summary>
      <category>Bernardo Ferrão</category>
      <category>Geração 70</category>
      <category>Sic Notícias</category>
      <category>Elevador Social</category>
      <category>Educação em Portugal</category>
      <category>Ciência</category>
      <category>Investigação</category>
      <category>Pobreza</category>
      <category>Papel da mulher</category>
      <category>jornalismo</category>
      <category>paridade</category>
      <category>infância</category>
      <category>Isabel Gordo</category>
      <category>Gulbenkian</category>
      <category>antibióticos</category>
      <category>bactérias</category>
      <itunes:keywords>Bernardo Ferrão, Geração 70, Sic Notícias, Elevador Social, Educação em Portugal, Ciência, Investigação, Pobreza, Papel da mulher, jornalismo, paridade, infância, Isabel Gordo, Gulbenkian, antibióticos, bactérias</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 28 Jun 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Carlão: “Só gravei um disco dos Da Weasel sob o efeito de drogas. Íamos gravar e eu fazia uma desintoxicação... De certa forma, a música salvou-me no meio daquele caos todo”</title>
      <itunes:title>Carlão: “Só gravei um disco dos Da Weasel sob o efeito de drogas. Íamos gravar e eu fazia uma desintoxicação... De certa forma, a música salvou-me no meio daquele caos todo”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Carlos Nobre, o Pacman que virou Carlão, cresceu num bairro de onde "saíram todo o tipo de pessoas" - de membros do Governo a bandidos e traficantes que acabaram presos. Nasceu em 1975, em Angola, em casa e ao "som dos tiros", que se ouviam na rua. Os pais fugiram para Portugal "com a roupa que tinham no corpo". Foi em Cacilhas, na margem sul, que se tornou um homem "sem luxos", que "acredita na esquerda, no ideal comunista e numa sociedade sem classes". Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Carlão recorda os momentos altos e os mais sombrios da vida e da carreira. Fala ainda do regresso dos Da Weasel - 10 anos depois - com um brilho nos olhos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Carlos Nobre, o Pacman que virou Carlão, cresceu num bairro de onde "saíram todo o tipo de pessoas" - de membros do Governo a bandidos e traficantes que acabaram presos. Nasceu em 1975, em Angola, em casa e ao "som dos tiros", que se ouviam na rua. Os pais fugiram para Portugal "com a roupa que tinham no corpo". Foi em Cacilhas, na margem sul, que se tornou um homem "sem luxos", que "acredita na esquerda, no ideal comunista e numa sociedade sem classes". Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Carlão recorda os momentos altos e os mais sombrios da vida e da carreira. Fala ainda do regresso dos Da Weasel - 10 anos depois - com um brilho nos olhos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Carlão recorda os momentos altos e os mais sombrios da vida e da carreira</itunes:summary>
      <category>Carlos Nobre</category>
      <category>o Pacman que virou Carlão</category>
      <category>cresceu num bairro de onde "saíram todo o tipo de pessoas" - de membros do Governo a bandidos e traficantes que acabaram presos. Nasceu em 1975</category>
      <category>em Angola</category>
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      <category>que se ouviam na rua. Os pais fugiram para Portugal "com a roupa que tinham no corpo". Foi em Cacilhas</category>
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      <category>carlão</category>
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      <itunes:keywords>Carlos Nobre, o Pacman que virou Carlão, cresceu num bairro de onde "saíram todo o tipo de pessoas" - de membros do Governo a bandidos e traficantes que acabaram presos. Nasceu em 1975, em Angola, em casa e ao "som dos tiros", que se ouviam na rua. Os pais fugiram para Portugal "com a roupa que tinham no corpo". Foi em Cacilhas, na margem sul, que se tornou um homem "sem luxos", que "acredita na esquerda, no ideal comunista e numa sociedade sem classes". Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Carlão recorda os momentos altos e os mais sombrios da vida e da carreira. Fala ainda do regresso dos Da Weasel - 10 anos depois - com um brilho nos olhos., carlão, da weasel, drogas, bairro, pobreza, sociedade, politica, pcp</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 21 Jun 2023 05:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Marta Temido: “Quando nasci o meu pai tinha 23 anos, a minha mãe 21. Sou a filha mais velha, era uma vida difícil nos anos 70, tudo era mais contado”</title>
      <itunes:title>Marta Temido: “Quando nasci o meu pai tinha 23 anos, a minha mãe 21. Sou a filha mais velha, era uma vida difícil nos anos 70, tudo era mais contado”</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1974, pouco antes do 25 de abril, e até aos 12 anos andou em viagem pelo país muito por força das profissões do pai, magistrado, e da mãe, professora. Marta Temido, a irmã mais nova e os pais num carro é uma memória ainda hoje presente, muito por causa do mau estado das estradas portuguesas: "era uma tortura, longas horas de viagem por estradas terríveis", diz. "Eu gostava muito de ler e tinha direito a comprar um livro por mês. O resto dos livros íamos buscar à biblioteca itinerante da Gulbenkian. Senti-me quase sempre uma privilegiada, porque o ambiente em minha casa era um ambiente com livros". Não fez parte de movimentos estudantis, porque era muito tímida e tinha dificuldade em entrar nos círculos políticos, mas fez parte da geração do movimento estudantil anti-propinas e participou em manifestações. "Hoje entendo melhor qual era a ideia dos governos da altura sem dúvida nenhuma", afirma a ex-ministra da Saúde, cuja irmã é... médica. Licenciada em Direito, administradora hospitalar, Marta Temido fala sobre as discussões em família na altura da pandemia, a pausa que decidiu fazer na vida política de saúde e muito mais. Oiça aqui a entrevista conduzida por Bernardo Ferrão, no novo podcast 'Geração 70'.</p> <p>  </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1974, pouco antes do 25 de abril, e até aos 12 anos andou em viagem pelo país muito por força das profissões do pai, magistrado, e da mãe, professora. Marta Temido, a irmã mais nova e os pais num carro é uma memória ainda hoje presente, muito por causa do mau estado das estradas portuguesas: "era uma tortura, longas horas de viagem por estradas terríveis", diz. "Eu gostava muito de ler e tinha direito a comprar um livro por mês. O resto dos livros íamos buscar à biblioteca itinerante da Gulbenkian. Senti-me quase sempre uma privilegiada, porque o ambiente em minha casa era um ambiente com livros". Não fez parte de movimentos estudantis, porque era muito tímida e tinha dificuldade em entrar nos círculos políticos, mas fez parte da geração do movimento estudantil anti-propinas e participou em manifestações. "Hoje entendo melhor qual era a ideia dos governos da altura sem dúvida nenhuma", afirma a ex-ministra da Saúde, cuja irmã é... médica. Licenciada em Direito, administradora hospitalar, Marta Temido fala sobre as discussões em família na altura da pandemia, a pausa que decidiu fazer na vida política de saúde e muito mais. Oiça aqui a entrevista conduzida por Bernardo Ferrão, no novo podcast 'Geração 70'.</p> <p>  </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O lado mais íntimo e menos conhecido de Marta Temido, da infância familiar em itinerância por Portugal à primeira viagem ao estrangeiro, onde encontrou uma diversidade que desconhecia por cá</itunes:summary>
      <category>Até aos 12 anos andou em viagem pelo país muito por força das profissões dos pais. Marta Temido</category>
      <category>a irmã mais nova e os pais num carro é uma memória ainda hoje presente</category>
      <category>muito por causa do mau estado das estradas portuguesas: "era uma tortura</category>
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      <category>diz. "Eu gostava muito de ler e tinha direito a comprar um livro por mês. O resto dos livros íamos buscar à biblioteca itinerante da Gulbenkian. Senti-me quase sempre uma privilegiada</category>
      <category>porque o ambiente em minha casa era um ambiente com livros". Não fez parte de movimentos estudantis</category>
      <category>porque era muito tímida e tinha dificuldade em entrar nos círculos políticos</category>
      <category>mas fez parte da geração do movimento estudantil anti-propinas e participou em manifestações. "Hoje entendo melhor qual era a ideia dos governos da altura sem dúvida nenhuma"</category>
      <category>afirma a ex-ministra da Saúde</category>
      <category>cuja irmã é... médica. Marta Temido fala sobre as discussões em família na altura da pandemia e muito mais. Oiça aqui a entrevista conduzida por Bernardo Ferrão</category>
      <category>no novo podcast 'Geração 70'.</category>
      <category>marta temido</category>
      <category>partido socialista</category>
      <category>pcp</category>
      <category>irmã medica</category>
      <category>covid</category>
      <category>pandemia</category>
      <category>familia</category>
      <category>educação</category>
      <category>consciência politica</category>
      <itunes:keywords>Até aos 12 anos andou em viagem pelo país muito por força das profissões dos pais. Marta Temido, a irmã mais nova e os pais num carro é uma memória ainda hoje presente, muito por causa do mau estado das estradas portuguesas: "era uma tortura, longas horas de viagem por estradas terríveis", diz. "Eu gostava muito de ler e tinha direito a comprar um livro por mês. O resto dos livros íamos buscar à biblioteca itinerante da Gulbenkian. Senti-me quase sempre uma privilegiada, porque o ambiente em minha casa era um ambiente com livros". Não fez parte de movimentos estudantis, porque era muito tímida e tinha dificuldade em entrar nos círculos políticos, mas fez parte da geração do movimento estudantil anti-propinas e participou em manifestações. "Hoje entendo melhor qual era a ideia dos governos da altura sem dúvida nenhuma", afirma a ex-ministra da Saúde, cuja irmã é... médica. Marta Temido fala sobre as discussões em família na altura da pandemia e muito mais. Oiça aqui a entrevista conduzida por Bernardo Ferrão, no novo podcast 'Geração 70'., marta temido, partido socialista, pcp, irmã medica, covid, pandemia, familia, educação, consciência politica</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 14 Jun 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Henrique Raposo: "Na minha família éramos muito, muito pobres. A minha avó quando me via com os livros dizia sempre assim: o que é que vai ser deste moço? Na cabeça dela, um rapaz como eu tinha que aprender um ofício"</title>
      <itunes:title>Henrique Raposo: "Na minha família éramos muito, muito pobres. A minha avó quando me via com os livros dizia sempre assim: o que é que vai ser deste moço? Na cabeça dela, um rapaz como eu tinha que aprender um ofício"</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Nasceu em 1979 no bairro do Mealheiro, na Portela da Azóia, em Loures, é cronista do Expresso e da Renascença. Estudou História e Ciência Política. Casado, com duas filhas, disse em tempos que se preparou na vida para ser odiado, pois gosta de cultivar um lado contracorrente. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Henrique Raposo fala das suas origens humildes, de como os livros e a escola o salvaram da pobreza do bairro onde cresceu, e partilha a música e o cinema que o acompanharam até à vida adulta. Hoje, olha para a classe política de forma crítica: "Nós não estamos a conseguir furar as chamadas bolsas de pobreza. Continuamos a ter essas bolsas de pobreza quer no campo quer nas cinturas suburbanas das cidades. Estamos a falhar, é preciso apostar na educação", diz sem rodeios. Oiça aqui o episódio de estreia do podcast de Bernardo Ferrão, uma série de entrevistas aos protagonistas da sua própria geração: a Geração 70. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu em 1979 no bairro do Mealheiro, na Portela da Azóia, em Loures, é cronista do Expresso e da Renascença. Estudou História e Ciência Política. Casado, com duas filhas, disse em tempos que se preparou na vida para ser odiado, pois gosta de cultivar um lado contracorrente. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Henrique Raposo fala das suas origens humildes, de como os livros e a escola o salvaram da pobreza do bairro onde cresceu, e partilha a música e o cinema que o acompanharam até à vida adulta. Hoje, olha para a classe política de forma crítica: "Nós não estamos a conseguir furar as chamadas bolsas de pobreza. Continuamos a ter essas bolsas de pobreza quer no campo quer nas cinturas suburbanas das cidades. Estamos a falhar, é preciso apostar na educação", diz sem rodeios. Oiça aqui o episódio de estreia do podcast de Bernardo Ferrão, uma série de entrevistas aos protagonistas da sua própria geração: a Geração 70. </p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>"Nós não estamos a conseguir furar as chamadas bolsas de pobreza. É preciso apostar na educação"</itunes:summary>
      <category>bernardo ferrao</category>
      <category>geração 70</category>
      <category>podcast</category>
      <category>sic noticias</category>
      <category>henrique raposo</category>
      <category>Nasceu em 1979 no bairro do Mealheiro</category>
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      <category>em Loures</category>
      <category>é cronista do Expresso e da Renascença. Estudou História e Ciência Política. Casado</category>
      <category>com duas filhas</category>
      <category>disse em tempos que se preparou na vida para ser odiado</category>
      <category>pois gosta de cultivar um lado contracorrente. Nesta conversa com Bernardo Ferrão</category>
      <category>Henrique Raposo fala das suas origens humildes</category>
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      <category>e partilha a música e o cinema que o acompanharam até à vida adulta. Hoje</category>
      <category>olha para a classe política de forma crítica: "Nós não estamos a conseguir furar as chamadas bolsas de pobreza. Continuamos a ter essas bolsas de pobreza quer no campo quer nas cinturas suburbanas das cidades. Estamos a falhar</category>
      <category>é preciso apostar na educação"</category>
      <category>diz sem rodeios. Oiça aqui o episódio de estreia do podcast de Bernardo Ferrão</category>
      <category>uma série de entrevistas aos protagonistas da sua própria geração: a Geração 70.</category>
      <itunes:keywords>bernardo ferrao, geração 70, podcast, sic noticias, henrique raposo, Nasceu em 1979 no bairro do Mealheiro, na Portela da Azóia, em Loures, é cronista do Expresso e da Renascença. Estudou História e Ciência Política. Casado, com duas filhas, disse em tempos que se preparou na vida para ser odiado, pois gosta de cultivar um lado contracorrente. Nesta conversa com Bernardo Ferrão, Henrique Raposo fala das suas origens humildes, de como os livros e a escola o salvaram da pobreza do bairro onde cresceu, e partilha a música e o cinema que o acompanharam até à vida adulta. Hoje, olha para a classe política de forma crítica: "Nós não estamos a conseguir furar as chamadas bolsas de pobreza. Continuamos a ter essas bolsas de pobreza quer no campo quer nas cinturas suburbanas das cidades. Estamos a falhar, é preciso apostar na educação", diz sem rodeios. Oiça aqui o episódio de estreia do podcast de Bernardo Ferrão, uma série de entrevistas aos protagonistas da sua própria geração: a Geração 70.</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Bernardo Ferrão</itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Jun 2023 05:00:00 +0000</pubDate>
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