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    <title>O Princípio da Inquietação</title>
    <itunes:subtitle>Um podcast que transforma a dúvida em motor de pensamento e convida os portugueses a pensar</itunes:subtitle>
    <link>https://expresso.pt/podcasts</link>
    <description><![CDATA[<p>Um podcast onde pensar &eacute; um verbo que se exercita a s&oacute;s e em conversa. Fil&oacute;sofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erlich, professor e escritor, recebem convidados de v&aacute;rias &aacute;reas para di&aacute;logos sem rede. Aqui, as certezas s&atilde;o questionadas e a d&uacute;vida ganha estatuto de virtude. O objetivo &eacute; praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza n&atilde;o a respostas, mas a novas perguntas. <br><br>Todas as quintas-feiras um novo epis&oacute;dio, uma inquieta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o &aacute;udio e v&iacute;deo deste podcast &eacute; assegurada pela Tale House, com identidade sonora a partir da interpreta&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sico e produtor Pedro Lu&iacute;s, da obra Inquieta&ccedil;&atilde;o, da autoria de Jos&eacute; M&aacute;rio Branco, inspirada na vers&atilde;o interpretada pelo grupo A Naifa. A capa &eacute; de Tiago Pereira Santos, com fotografia de Matilde Fieschi e logo do Expresso e do Festival Espanto. A coordena&ccedil;&atilde;o est&aacute; a cargo de Joana Beleza e a dire&ccedil;&atilde;o &eacute; de Jo&atilde;o Vieira Pereira.</p>]]></description>
    <itunes:type>episodic</itunes:type>
    <itunes:summary>Um podcast onde pensar é um verbo que se exercita a sós e em conversa. Filósofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erlich, professor e escritor, recebem convidados de várias áreas para diálogos sem rede. Aqui, as certezas são questionadas e a dúvida ganha estatuto de virtude. O objetivo é praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza não a respostas, mas a novas perguntas. 

Todas as quintas-feiras um novo episódio, uma inquietação.

A edição áudio e vídeo deste podcast é assegurada pela Tale House, com identidade sonora a partir da interpretação do músico e produtor Pedro Luís, da obra Inquietação, da autoria de José Mário Branco, inspirada na versão interpretada pelo grupo A Naifa. A capa é de Tiago Pereira Santos, com fotografia de Matilde Fieschi e logo do Expresso e do Festival Espanto. A coordenação está a cargo de Joana Beleza e a direção é de João Vieira Pereira.</itunes:summary>
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      <itunes:name>Joana Beleza</itunes:name>
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    <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
    <copyright>2026 Expresso</copyright>
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    <itunes:category text="Society &amp; Culture">
      <itunes:category text="Philosophy" />
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      <title>O Princípio da Inquietação</title>
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      <title>Ideologia e terror. Será a solidão a condição subjacente a todos os movimentos totalitários?</title>
      <itunes:title>Ideologia e terror. Será a solidão a condição subjacente a todos os movimentos totalitários?</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio vamos ser desafiados a refletir sobre a solid&atilde;o na nossa era de isolamento, enquanto assistimos &agrave; ascens&atilde;o da nova extrema-direita em v&aacute;rias partes do mundo. Samantha Rose Hill, fil&oacute;sofa americana especializada no pensamento de Hannah Arendt, afirma: &ldquo;Nunca pensei, ao longo da minha vida, tendo estudado isto profissionalmente, que testemunharia o alinhamento entre o que hoje se chama antissemitismos e a nova extrema-direita.&rdquo;</p> <p>Fala-nos da solid&atilde;o como condi&ccedil;&atilde;o subjacente a todos os movimentos totalit&aacute;rios e diz-nos que &ldquo;agora vivemos num mundo onde as pessoas est&atilde;o isoladas e com medo umas das outras o tempo todo&rdquo;. Embora vivamos uma forma estranha de solid&atilde;o, Samantha, inspirada no pensamento de Arendt, insiste que &eacute; importante n&atilde;o se deixar levar pela mar&eacute;. A ideologia &eacute; a mar&eacute; que nos afasta da experi&ecirc;ncia de estar no mundo como um ser humano &uacute;nico que vive com os outros.</p> <p>Nesta palestra, h&aacute; um apelo &agrave; a&ccedil;&atilde;o e &agrave; coragem. A coragem, como disse Arendt no seu livro &ldquo;Condi&ccedil;&atilde;o Humana&rdquo;, &eacute; a virtude pol&iacute;tica por excel&ecirc;ncia, porque quando se entra na esfera p&uacute;blica e se fala, pode-se ser acusado de estar errado. Pode ser-se morto, pode sentir-se terror. &Eacute; preciso coragem para falar. &Eacute; preciso coragem para falar em tempos sombrios. &Eacute; preciso coragem para agir.</p> <p>Samantha conclui que ningu&eacute;m sabe o que vai acontecer e apela: &ldquo;Das pessoas que dizem que sabem o que vai acontecer, fuja, bandeira vermelha, fuja. Pessoas que dizem: 'Eu tenho uma solu&ccedil;&atilde;o para isso'. Fuja.&rdquo;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio vamos ser desafiados a refletir sobre a solid&atilde;o na nossa era de isolamento, enquanto assistimos &agrave; ascens&atilde;o da nova extrema-direita em v&aacute;rias partes do mundo. Samantha Rose Hill, fil&oacute;sofa americana especializada no pensamento de Hannah Arendt, afirma: &ldquo;Nunca pensei, ao longo da minha vida, tendo estudado isto profissionalmente, que testemunharia o alinhamento entre o que hoje se chama antissemitismos e a nova extrema-direita.&rdquo;</p> <p>Fala-nos da solid&atilde;o como condi&ccedil;&atilde;o subjacente a todos os movimentos totalit&aacute;rios e diz-nos que &ldquo;agora vivemos num mundo onde as pessoas est&atilde;o isoladas e com medo umas das outras o tempo todo&rdquo;. Embora vivamos uma forma estranha de solid&atilde;o, Samantha, inspirada no pensamento de Arendt, insiste que &eacute; importante n&atilde;o se deixar levar pela mar&eacute;. A ideologia &eacute; a mar&eacute; que nos afasta da experi&ecirc;ncia de estar no mundo como um ser humano &uacute;nico que vive com os outros.</p> <p>Nesta palestra, h&aacute; um apelo &agrave; a&ccedil;&atilde;o e &agrave; coragem. A coragem, como disse Arendt no seu livro &ldquo;Condi&ccedil;&atilde;o Humana&rdquo;, &eacute; a virtude pol&iacute;tica por excel&ecirc;ncia, porque quando se entra na esfera p&uacute;blica e se fala, pode-se ser acusado de estar errado. Pode ser-se morto, pode sentir-se terror. &Eacute; preciso coragem para falar. &Eacute; preciso coragem para falar em tempos sombrios. &Eacute; preciso coragem para agir.</p> <p>Samantha conclui que ningu&eacute;m sabe o que vai acontecer e apela: &ldquo;Das pessoas que dizem que sabem o que vai acontecer, fuja, bandeira vermelha, fuja. Pessoas que dizem: 'Eu tenho uma solu&ccedil;&atilde;o para isso'. Fuja.&rdquo;</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Samantha Rose Hill, filósofa americana, reflete sobre a solidão na era do isolamento, enquanto assistimos à ascensão da nova extrema-direita em várias partes do mundo</itunes:summary>
      <category>Neste episódio vamos ser desafiados a refletir sobre a solidão na nossa era de isolamento</category>
      <category>enquanto assistimos à ascensão da nova extrema-direita em várias partes do mundo. Samantha Rose Hill</category>
      <category>filósofa americana especializada no pensamento de Hannah Arendt</category>
      <category>afirma: “Nunca pensei</category>
      <category>ao longo da minha vida</category>
      <category>tendo estudado isto profissionalmente</category>
      <category>que testemunharia o alinhamento entre o que hoje se chama antissemitismos e a nova extrema-direita.”  Fala-nos da solidão como condição subjacente a todos os movimentos totalitários e diz-nos que “agora vivemos num mundo onde as pessoas estão isoladas e com medo umas das outras o tempo todo”. Embora vivamos uma forma estranha de solidão</category>
      <category>Samantha</category>
      <category>inspirada no pensamento de Arendt</category>
      <category>insiste que é importante não se deixar levar pela maré. A ideologia é a maré que nos afasta da experiência de estar no mundo como um ser humano único que vive com os outros.  Nesta palestra</category>
      <category>há um apelo à ação e à coragem. A coragem</category>
      <category>como disse Arendt no seu livro “Condição Humana”</category>
      <category>é a virtude política por excelência</category>
      <category>porque quando se entra na esfera pública e se fala</category>
      <category>pode-se ser acusado de estar errado. Pode ser-se morto</category>
      <category>pode sentir-se terror. É preciso coragem para falar. É preciso coragem para falar em tempos sombrios. É preciso coragem para agir.  Samantha conclui que ninguém sabe o que vai acontecer e apela: “Das pessoas que dizem que sabem o que vai acontecer</category>
      <category>fuja</category>
      <category>bandeira vermelha</category>
      <category>fuja. Pessoas que dizem: 'Eu tenho uma solução para isso'. Fuja.”</category>
      <category>Samantha Rose Hill</category>
      <category>Hannah Arendt</category>
      <category>extrema-direita</category>
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      <category>filosofia</category>
      <itunes:keywords>Neste episódio vamos ser desafiados a refletir sobre a solidão na nossa era de isolamento, enquanto assistimos à ascensão da nova extrema-direita em várias partes do mundo. Samantha Rose Hill, filósofa americana especializada no pensamento de Hannah Arendt, afirma: “Nunca pensei, ao longo da minha vida, tendo estudado isto profissionalmente, que testemunharia o alinhamento entre o que hoje se chama antissemitismos e a nova extrema-direita.”  Fala-nos da solidão como condição subjacente a todos os movimentos totalitários e diz-nos que “agora vivemos num mundo onde as pessoas estão isoladas e com medo umas das outras o tempo todo”. Embora vivamos uma forma estranha de solidão, Samantha, inspirada no pensamento de Arendt, insiste que é importante não se deixar levar pela maré. A ideologia é a maré que nos afasta da experiência de estar no mundo como um ser humano único que vive com os outros.  Nesta palestra, há um apelo à ação e à coragem. A coragem, como disse Arendt no seu livro “Condição Humana”, é a virtude política por excelência, porque quando se entra na esfera pública e se fala, pode-se ser acusado de estar errado. Pode ser-se morto, pode sentir-se terror. É preciso coragem para falar. É preciso coragem para falar em tempos sombrios. É preciso coragem para agir.  Samantha conclui que ninguém sabe o que vai acontecer e apela: “Das pessoas que dizem que sabem o que vai acontecer, fuja, bandeira vermelha, fuja. Pessoas que dizem: 'Eu tenho uma solução para isso'. Fuja.”, Samantha Rose Hill, Hannah Arendt, extrema-direita, antissemitismos, politica, filosofia</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 04:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>Especial Dia Mundial da Criança com Rodrigo Costa, 10 anos: a prova  de que as crianças gostam de Filosofia e de que a praticam</title>
      <itunes:title>Especial Dia Mundial da Criança com Rodrigo Costa, 10 anos: a prova  de que as crianças gostam de Filosofia e de que a praticam</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio, gravado na semana do Dia da Crian&ccedil;a, conversamos com Rodrigo Costa, ator de 10 anos e uma das promessas da fic&ccedil;&atilde;o nacional, que se estreou em televis&atilde;o aos 4. Mais do que falar de respostas, exploramos as suas perguntas sobre o infinito, o universo e a import&acirc;ncia de continuar sempre a questionar, mesmo quando a tecnologia parece ter solu&ccedil;&otilde;es. Para Rodrigo, perguntar &eacute; essencial: as respostas n&atilde;o s&atilde;o definitivas e d&atilde;o sempre origem a novas d&uacute;vidas.</p> <p>Ao longo da conversa, revela um pensamento surpreendentemente filos&oacute;fico para a idade, que se estende at&eacute; temas como o papel do Estado e o uso do dinheiro p&uacute;blico. No final, a habitual caixa transforma‑se numa &ldquo;caixa de interroga&ccedil;&otilde;es&rdquo;, onde objetos do quotidiano despertam novas perguntas, entre elas, sobre como funciona um telem&oacute;vel e de que forma a voz viaja de um lado para o outro.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio, gravado na semana do Dia da Crian&ccedil;a, conversamos com Rodrigo Costa, ator de 10 anos e uma das promessas da fic&ccedil;&atilde;o nacional, que se estreou em televis&atilde;o aos 4. Mais do que falar de respostas, exploramos as suas perguntas sobre o infinito, o universo e a import&acirc;ncia de continuar sempre a questionar, mesmo quando a tecnologia parece ter solu&ccedil;&otilde;es. Para Rodrigo, perguntar &eacute; essencial: as respostas n&atilde;o s&atilde;o definitivas e d&atilde;o sempre origem a novas d&uacute;vidas.</p> <p>Ao longo da conversa, revela um pensamento surpreendentemente filos&oacute;fico para a idade, que se estende at&eacute; temas como o papel do Estado e o uso do dinheiro p&uacute;blico. No final, a habitual caixa transforma‑se numa &ldquo;caixa de interroga&ccedil;&otilde;es&rdquo;, onde objetos do quotidiano despertam novas perguntas, entre elas, sobre como funciona um telem&oacute;vel e de que forma a voz viaja de um lado para o outro.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Neste episódio especial do Dia da Criança, Rodrigo revela um pensamento surpreendentemente filosófico ao explorar perguntas sobre o infinito, o mundo e a importância de nunca deixar de questionar</itunes:summary>
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      <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
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      <title> António de Castro Caeiro: A possibilidade de Resistência</title>
      <itunes:title> António de Castro Caeiro: A possibilidade de Resistência</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>O fil&oacute;sofo Ant&oacute;nio de Castro Caeiro prop&otilde;e-nos pensar o assombro como uma sensa&ccedil;&atilde;o de estranheza e inospitalidade perante a perda de objetos ou de pessoas, atitudes inesperadas, mudan&ccedil;as s&uacute;bitas no familiar ou situa&ccedil;&otilde;es como a doen&ccedil;a na inf&acirc;ncia e as despedidas. &Eacute; o ins&oacute;lito que irrompe no quotidiano, tornando o conhecido desconhecido e provocando a perce&ccedil;&atilde;o de que tudo mudou.</p> <p>Desde cedo, experi&ecirc;ncias radicais (como a morte, a separa&ccedil;&atilde;o ou a aus&ecirc;ncia) revelam a vulnerabilidade do tempo e do ser: &ldquo;A morte apresenta-se como um agente patol&oacute;gico&rdquo;, e o assombro nasce desse confronto com o outro, com o inesperado e com a transforma&ccedil;&atilde;o. Leva &agrave; consci&ecirc;ncia da passagem do tempo, da sua escassez e da esperan&ccedil;a que pode emergir ap&oacute;s longos per&iacute;odos de letargia. No fundo de todas as coisas, o assombro &eacute; o surgimento do ser, a revela&ccedil;&atilde;o da vida no pr&oacute;prio ato de resistir ao desaparecimento.</p> <p>A inquieta&ccedil;&atilde;o perante o desconhecido e o desconforto quando este se manifesta retiram o v&eacute;u da nossa vulnerabilidade e finitude. &ldquo;E, no assombro, pode parecer que estamos sempre expostos a coisas diferentes, quando podemos estar sempre expostos &agrave; mesma coisa.&rdquo; Nesta jornada filos&oacute;fica, Ant&oacute;nio de Castro Caeiro leva-nos n&atilde;o apenas pela epistemologia e pela etimologia do assombro, mas tamb&eacute;m pela realidade intang&iacute;vel com que todos nos deparamos na vida quotidiana, muitas vezes sem disso nos apercebermos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O fil&oacute;sofo Ant&oacute;nio de Castro Caeiro prop&otilde;e-nos pensar o assombro como uma sensa&ccedil;&atilde;o de estranheza e inospitalidade perante a perda de objetos ou de pessoas, atitudes inesperadas, mudan&ccedil;as s&uacute;bitas no familiar ou situa&ccedil;&otilde;es como a doen&ccedil;a na inf&acirc;ncia e as despedidas. &Eacute; o ins&oacute;lito que irrompe no quotidiano, tornando o conhecido desconhecido e provocando a perce&ccedil;&atilde;o de que tudo mudou.</p> <p>Desde cedo, experi&ecirc;ncias radicais (como a morte, a separa&ccedil;&atilde;o ou a aus&ecirc;ncia) revelam a vulnerabilidade do tempo e do ser: &ldquo;A morte apresenta-se como um agente patol&oacute;gico&rdquo;, e o assombro nasce desse confronto com o outro, com o inesperado e com a transforma&ccedil;&atilde;o. Leva &agrave; consci&ecirc;ncia da passagem do tempo, da sua escassez e da esperan&ccedil;a que pode emergir ap&oacute;s longos per&iacute;odos de letargia. No fundo de todas as coisas, o assombro &eacute; o surgimento do ser, a revela&ccedil;&atilde;o da vida no pr&oacute;prio ato de resistir ao desaparecimento.</p> <p>A inquieta&ccedil;&atilde;o perante o desconhecido e o desconforto quando este se manifesta retiram o v&eacute;u da nossa vulnerabilidade e finitude. &ldquo;E, no assombro, pode parecer que estamos sempre expostos a coisas diferentes, quando podemos estar sempre expostos &agrave; mesma coisa.&rdquo; Nesta jornada filos&oacute;fica, Ant&oacute;nio de Castro Caeiro leva-nos n&atilde;o apenas pela epistemologia e pela etimologia do assombro, mas tamb&eacute;m pela realidade intang&iacute;vel com que todos nos deparamos na vida quotidiana, muitas vezes sem disso nos apercebermos.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>O que é o assombro e porque nos deixa desconfortáveis? O filósofo António de Castro Caeiro explica </itunes:summary>
      <category>assombro</category>
      <category>António de Castro Caeiro</category>
      <category>filosofia</category>
      <category>estranheza</category>
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      <itunes:keywords>assombro, António de Castro Caeiro, filosofia, estranheza, insólito, quotidiano, finitude, vulnerabilidade, morte, separação, ausência, infância, doença, despedidas, tempo, passagem do tempo, escassez do tempo, transformação, desconhecido, inquietação, consciência, ser, existência, fenomenologia, epistemologia, etimologia, realidade intangível, vida, experiência, reflexão, pensamento filosófico, sensação, perceção, alteridade, exposição, resistência, desaparecimento, letargia, esperança, condição humana</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Entre um lápis e uma flor: a escolha de Joana Bértholo diz muito sobre nós</title>
      <itunes:title>Entre um lápis e uma flor: a escolha de Joana Bértholo diz muito sobre nós</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio, a conversa flui com Joana B&eacute;rtholo, escritora que, em paralelo com a cria&ccedil;&atilde;o liter&aacute;ria, escreve regularmente para dan&ccedil;a e para teatro.<br><br>Falamos de utopias e distopias e do papel da imagina&ccedil;&atilde;o. Joana revela ser uma pessoa de muitas inquieta&ccedil;&otilde;es, vinda de um longo per&iacute;odo a pensar em fantasmas, aus&ecirc;ncias e perdas, como a pr&oacute;pria refere: &ldquo;no meio deste processo criativo, dei por mim a falar com or&aacute;culos, a pensar nos or&aacute;culos, o que &eacute; muito interessante porque &eacute; um di&aacute;logo transcultural, ou seja, desde sempre e em diversas culturas havia sistemas de adivinha&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br><br>A conversa segue para as utopias e distopias como modalidades de pensamento que nos permitem criar uma esp&eacute;cie de laborat&oacute;rio para pensar o futuro. Poder&aacute; a Joana vir a escrever uma utopia? Ou ser&aacute; que se sente desconfort&aacute;vel com esta modalidade liter&aacute;ria? Ser&aacute; uma par&oacute;dia?<br><br>A contemporaneidade, onde todos t&ecirc;m opini&otilde;es e normalmente opini&otilde;es imediatas, &eacute; sinal, para a nossa convidada, da doen&ccedil;a dos nossos tempos: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; tempo para pensar, n&atilde;o h&aacute; tempo para duvidar, n&atilde;o h&aacute; tempo para discordar e muitas vezes sente-se que se apanha a boleia de uma esp&eacute;cie de movimento coletivo e isso &eacute; perigoso porque gera movimentos coletivos de pensamento&rdquo;.<br><br>Joana B&eacute;rtholo refor&ccedil;a que &ldquo;estamos a viver uma realidade, um mundo, uma &eacute;poca com fortes tra&ccedil;os dist&oacute;picos, o que &eacute; muito perigoso&rdquo;, &ldquo;a partir do momento em que aceitarmos que estamos a viver uma distopia estamos a abdicar de muito poder&rdquo;.<br><br>A conversa termina com a habitual caixa dos desejos filos&oacute;ficos e a escritora deixa-nos uma escolha que nos faz pensar na verdadeira import&acirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o com o n&atilde;o humano.<br><br>Joana B&eacute;rtholo &eacute; um exemplo indiscut&iacute;vel de uma escritora onde a imagina&ccedil;&atilde;o pode, na verdade, n&atilde;o ter limites e o sucesso dos seus livros pode compreender-se ainda melhor depois de a escutar neste epis&oacute;dio.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste epis&oacute;dio, a conversa flui com Joana B&eacute;rtholo, escritora que, em paralelo com a cria&ccedil;&atilde;o liter&aacute;ria, escreve regularmente para dan&ccedil;a e para teatro.<br><br>Falamos de utopias e distopias e do papel da imagina&ccedil;&atilde;o. Joana revela ser uma pessoa de muitas inquieta&ccedil;&otilde;es, vinda de um longo per&iacute;odo a pensar em fantasmas, aus&ecirc;ncias e perdas, como a pr&oacute;pria refere: &ldquo;no meio deste processo criativo, dei por mim a falar com or&aacute;culos, a pensar nos or&aacute;culos, o que &eacute; muito interessante porque &eacute; um di&aacute;logo transcultural, ou seja, desde sempre e em diversas culturas havia sistemas de adivinha&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br><br>A conversa segue para as utopias e distopias como modalidades de pensamento que nos permitem criar uma esp&eacute;cie de laborat&oacute;rio para pensar o futuro. Poder&aacute; a Joana vir a escrever uma utopia? Ou ser&aacute; que se sente desconfort&aacute;vel com esta modalidade liter&aacute;ria? Ser&aacute; uma par&oacute;dia?<br><br>A contemporaneidade, onde todos t&ecirc;m opini&otilde;es e normalmente opini&otilde;es imediatas, &eacute; sinal, para a nossa convidada, da doen&ccedil;a dos nossos tempos: &ldquo;N&atilde;o h&aacute; tempo para pensar, n&atilde;o h&aacute; tempo para duvidar, n&atilde;o h&aacute; tempo para discordar e muitas vezes sente-se que se apanha a boleia de uma esp&eacute;cie de movimento coletivo e isso &eacute; perigoso porque gera movimentos coletivos de pensamento&rdquo;.<br><br>Joana B&eacute;rtholo refor&ccedil;a que &ldquo;estamos a viver uma realidade, um mundo, uma &eacute;poca com fortes tra&ccedil;os dist&oacute;picos, o que &eacute; muito perigoso&rdquo;, &ldquo;a partir do momento em que aceitarmos que estamos a viver uma distopia estamos a abdicar de muito poder&rdquo;.<br><br>A conversa termina com a habitual caixa dos desejos filos&oacute;ficos e a escritora deixa-nos uma escolha que nos faz pensar na verdadeira import&acirc;ncia da rela&ccedil;&atilde;o com o n&atilde;o humano.<br><br>Joana B&eacute;rtholo &eacute; um exemplo indiscut&iacute;vel de uma escritora onde a imagina&ccedil;&atilde;o pode, na verdade, n&atilde;o ter limites e o sucesso dos seus livros pode compreender-se ainda melhor depois de a escutar neste epis&oacute;dio.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Oiça esta conversa filosófica com Joana Bértholo, sobre utopias, imaginação e a inquietação de vivermos todos ainda na caverna</itunes:summary>
      <category>utopias</category>
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      <category>Princípio da Inquietação</category>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>José Gil: O Medo que vem aí</title>
      <itunes:title>José Gil: O Medo que vem aí</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>O medo protege-nos, mas tamb&eacute;m nos pode aniquilar. Segundo Jos&eacute; Gil, &ldquo;retira ao sujeito a sua capacidade de agir&rdquo;. Gil &eacute; um dos maiores fil&oacute;sofos portugueses da atualidade. Neste epis&oacute;dio do&nbsp;<em>Princ&iacute;pio da Inquieta&ccedil;&atilde;o</em>, faz uma caracteriza&ccedil;&atilde;o do medo que hoje se anuncia atrav&eacute;s dos perigos trazidos pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, pelos avan&ccedil;os da extrema-direita, pela intelig&ecirc;ncia artificial e por outros fatores. Analisa ainda diversos tipos e fun&ccedil;&otilde;es sociais do medo, para descrever o sentimento que parece estar a invadir e a moldar as subjetividades contempor&acirc;neas. Relembra o medo da ditadura salazarista, o medo pol&iacute;tico e alguns dos aspetos da repress&atilde;o do regime de Salazar.<br><br>Jos&eacute; Gil nasceu em Mo&ccedil;ambique, fez o curso de Filosofia em Paris, onde terminou o doutoramento com uma tese (<em>doctorat d&rsquo;&Eacute;tat</em>) sobre <em>O corpo como campo do poder</em>. Em 1982 voltou a Portugal, onde lecionou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa. Paralelamente, lecionou no Coll&egrave;ge International de Philosophie de Paris, na New School for Dance Development, em Amesterd&atilde;o, e na Universidade de S&atilde;o Paulo (PUC-SP). Orientou v&aacute;rios semin&aacute;rios em Porto Alegre, Fortaleza (Brasil) e Medell&iacute;n (Col&ocirc;mbia) sobre Est&eacute;tica e sobre Fernando Pessoa.</p> <p>Publicou artigos e ensaios cient&iacute;ficos em revistas e enciclop&eacute;dias de todo o mundo, al&eacute;m de romances e numerosos ensaios, alguns traduzidos em franc&ecirc;s, espanhol, ingl&ecirc;s e italiano. Entre as suas obras destacam-se: <em>Fernando Pessoa ou a metaf&iacute;sica das sensa&ccedil;&otilde;es</em>; <em>Salazar &mdash; a ret&oacute;rica da invisibilidade</em>; <em>A imagem-nua e as pequenas perce&ccedil;&otilde;es</em>; <em>Movimento total</em>; <em>Portugal, hoje &mdash; o medo de existir</em>; <em>O impercet&iacute;vel devir da iman&ecirc;ncia &mdash; sobre a filosofia de Deleuze</em>; <em>A arte como linguagem</em>; <em>O humor e a l&oacute;gica dos objetos de Duchamp</em> (em colabora&ccedil;&atilde;o com Ana Godinho); <em>Caos e ritmo</em>; e <em>Morte e democracia</em>.</p> <p>Foi o primeiro fil&oacute;sofo a ser homenageado pelo Espanto &mdash; Festival Internacional de Filosofia.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O medo protege-nos, mas tamb&eacute;m nos pode aniquilar. Segundo Jos&eacute; Gil, &ldquo;retira ao sujeito a sua capacidade de agir&rdquo;. Gil &eacute; um dos maiores fil&oacute;sofos portugueses da atualidade. Neste epis&oacute;dio do&nbsp;<em>Princ&iacute;pio da Inquieta&ccedil;&atilde;o</em>, faz uma caracteriza&ccedil;&atilde;o do medo que hoje se anuncia atrav&eacute;s dos perigos trazidos pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, pelos avan&ccedil;os da extrema-direita, pela intelig&ecirc;ncia artificial e por outros fatores. Analisa ainda diversos tipos e fun&ccedil;&otilde;es sociais do medo, para descrever o sentimento que parece estar a invadir e a moldar as subjetividades contempor&acirc;neas. Relembra o medo da ditadura salazarista, o medo pol&iacute;tico e alguns dos aspetos da repress&atilde;o do regime de Salazar.<br><br>Jos&eacute; Gil nasceu em Mo&ccedil;ambique, fez o curso de Filosofia em Paris, onde terminou o doutoramento com uma tese (<em>doctorat d&rsquo;&Eacute;tat</em>) sobre <em>O corpo como campo do poder</em>. Em 1982 voltou a Portugal, onde lecionou Filosofia na Universidade Nova de Lisboa. Paralelamente, lecionou no Coll&egrave;ge International de Philosophie de Paris, na New School for Dance Development, em Amesterd&atilde;o, e na Universidade de S&atilde;o Paulo (PUC-SP). Orientou v&aacute;rios semin&aacute;rios em Porto Alegre, Fortaleza (Brasil) e Medell&iacute;n (Col&ocirc;mbia) sobre Est&eacute;tica e sobre Fernando Pessoa.</p> <p>Publicou artigos e ensaios cient&iacute;ficos em revistas e enciclop&eacute;dias de todo o mundo, al&eacute;m de romances e numerosos ensaios, alguns traduzidos em franc&ecirc;s, espanhol, ingl&ecirc;s e italiano. Entre as suas obras destacam-se: <em>Fernando Pessoa ou a metaf&iacute;sica das sensa&ccedil;&otilde;es</em>; <em>Salazar &mdash; a ret&oacute;rica da invisibilidade</em>; <em>A imagem-nua e as pequenas perce&ccedil;&otilde;es</em>; <em>Movimento total</em>; <em>Portugal, hoje &mdash; o medo de existir</em>; <em>O impercet&iacute;vel devir da iman&ecirc;ncia &mdash; sobre a filosofia de Deleuze</em>; <em>A arte como linguagem</em>; <em>O humor e a l&oacute;gica dos objetos de Duchamp</em> (em colabora&ccedil;&atilde;o com Ana Godinho); <em>Caos e ritmo</em>; e <em>Morte e democracia</em>.</p> <p>Foi o primeiro fil&oacute;sofo a ser homenageado pelo Espanto &mdash; Festival Internacional de Filosofia.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Um dos maiores filósofos portugueses fala sobre o medo e a sua disseminação política. Oiça-o aqui</itunes:summary>
      <category>medo</category>
      <category>José Gil</category>
      <category>filosofia portuguesa</category>
      <category>medo contemporâneo</category>
      <category>alterações climáticas</category>
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      <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 07:05:00 +0000</pubDate>
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      <title>Porque é que uma esponja pode despertar o desejo filosófico? Rodrigo Guedes de Carvalho explica-nos</title>
      <itunes:title>Porque é que uma esponja pode despertar o desejo filosófico? Rodrigo Guedes de Carvalho explica-nos</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No epis&oacute;dio de estreia, o convidado que filosofa com David Erlich e Catarina Barosa &eacute; Rodrigo Guedes de Carvalho. Pivot da SIC e tamb&eacute;m escritor, revela as suas duas grandes inquieta&ccedil;&otilde;es: a origem do mal e a morte, dois temas que mant&ecirc;m a sua mente em alvoro&ccedil;o. Entre o mal e a morte, muitos outros pensamentos foram sendo tecidos durante a conversa. <br><br>O neologismo &ldquo;apipocar&rdquo; serve para caracterizar crian&ccedil;as e adultos e uma certa nova forma de estar no mundo atual. O convidado deixa claras as suas preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao rumo do jornalismo e dos jornalistas; as amea&ccedil;as das novas ferramentas de Intelig&ecirc;ncia Artificial (IA), criadas por acontecimentos totalmente gerados por IA, que podem ter uma resposta reativa no mundo real. Isto pode estar na origem do mal.&nbsp;<br><br>No final, Rodrigo Guedes de Carvalho &eacute; desafiado a fazer escolhas entre v&aacute;rios desejos filos&oacute;ficos e, por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, uma esponja de lavar a lou&ccedil;a torna-se o objeto que mais desperta o seu desejo filos&oacute;fico. Ele explica a raz&atilde;o de tal escolha.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No epis&oacute;dio de estreia, o convidado que filosofa com David Erlich e Catarina Barosa &eacute; Rodrigo Guedes de Carvalho. Pivot da SIC e tamb&eacute;m escritor, revela as suas duas grandes inquieta&ccedil;&otilde;es: a origem do mal e a morte, dois temas que mant&ecirc;m a sua mente em alvoro&ccedil;o. Entre o mal e a morte, muitos outros pensamentos foram sendo tecidos durante a conversa. <br><br>O neologismo &ldquo;apipocar&rdquo; serve para caracterizar crian&ccedil;as e adultos e uma certa nova forma de estar no mundo atual. O convidado deixa claras as suas preocupa&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao rumo do jornalismo e dos jornalistas; as amea&ccedil;as das novas ferramentas de Intelig&ecirc;ncia Artificial (IA), criadas por acontecimentos totalmente gerados por IA, que podem ter uma resposta reativa no mundo real. Isto pode estar na origem do mal.&nbsp;<br><br>No final, Rodrigo Guedes de Carvalho &eacute; desafiado a fazer escolhas entre v&aacute;rios desejos filos&oacute;ficos e, por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, uma esponja de lavar a lou&ccedil;a torna-se o objeto que mais desperta o seu desejo filos&oacute;fico. Ele explica a raz&atilde;o de tal escolha.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Oiça aqui o jornalista, pivot da SIC e escritor, primeiro convidado do primeiro podcast de Filosofia do Expresso</itunes:summary>
      <category>Filosofia</category>
      <category>Podcast Expresso</category>
      <category>O Princípio da Inquietação</category>
      <category>Rodrigo Guedes de Carvalho</category>
      <category>David Erlich</category>
      <category>Catarina Barosa</category>
      <category>morte</category>
      <category>origem do mal</category>
      <category>inquietação</category>
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      <category>futuro</category>
      <itunes:keywords>Filosofia, Podcast Expresso, O Princípio da Inquietação, Rodrigo Guedes de Carvalho, David Erlich, Catarina Barosa, morte, origem do mal, inquietação, jornalismo, inteligência artificial, deepfakes, verdade, desinformação, redes sociais, ética, pensamento crítico, literatura, filosofia contemporânea, esfera pública, crianças, frustração, apipocar, cultura digital, desejo filosófico, música, esfregão, limpeza, futuro</itunes:keywords>
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      <itunes:author>Catarina Barosa e David Erlich</itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 05:55:00 +0000</pubDate>
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      <title>O Princípio da Inquietação: Expresso lança podcast que quer pôr os portugueses a pensar</title>
      <itunes:title>O Princípio da Inquietação: Expresso lança podcast que quer pôr os portugueses a pensar</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Vem a&iacute; o primeiro podcast do Expresso dedicado &agrave; Filosofia.&nbsp;<strong>O Pr&iacute;ncipio da Inquieta&ccedil;&atilde;o</strong> &eacute; um podcast onde <strong>pensar</strong> &eacute; um verbo que se exercita a s&oacute;s e em conversa. <br><br>Fil&oacute;sofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto <strong>Catarina G. Barosa</strong>, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e <strong>David Erlich</strong>, professor e escritor, recebem convidados de v&aacute;rias &aacute;reas para di&aacute;logos sem rede. Aqui, as certezas s&atilde;o questionadas e a d&uacute;vida ganha estatuto de virtude. O objetivo &eacute; praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza n&atilde;o a respostas, mas a novas perguntas. <br><br>Pode ouvir o novo podcast em Expresso.pt ou em qualquer aplica&ccedil;&atilde;o de podcasts, onde consegue subscrev&ecirc;-lo, comentar e enviar sugest&otilde;es.<br><br>Todas as quintas-feiras um novo epis&oacute;dio, uma nova inquieta&ccedil;&atilde;o. A primeira &eacute; j&aacute; a 7 de maio.<br><br>A edi&ccedil;&atilde;o &aacute;udio e v&iacute;deo deste podcast &eacute; assegurada pela Tale House, com identidade sonora a partir da interpreta&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sico e produtor Pedro Lu&iacute;s, da obra Inquieta&ccedil;&atilde;o, da autoria de Jos&eacute; M&aacute;rio Branco, inspirada na vers&atilde;o interpretada pelo grupo A Naifa. A capa &eacute; de Tiago Pereira Santos, com fotografia de Matilde Fieschi e logo do Expresso e do Festival Espanto. A coordena&ccedil;&atilde;o est&aacute; a cargo de Joana Beleza e a dire&ccedil;&atilde;o &eacute; de Jo&atilde;o Vieira Pereira.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Vem a&iacute; o primeiro podcast do Expresso dedicado &agrave; Filosofia.&nbsp;<strong>O Pr&iacute;ncipio da Inquieta&ccedil;&atilde;o</strong> &eacute; um podcast onde <strong>pensar</strong> &eacute; um verbo que se exercita a s&oacute;s e em conversa. <br><br>Fil&oacute;sofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto <strong>Catarina G. Barosa</strong>, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e <strong>David Erlich</strong>, professor e escritor, recebem convidados de v&aacute;rias &aacute;reas para di&aacute;logos sem rede. Aqui, as certezas s&atilde;o questionadas e a d&uacute;vida ganha estatuto de virtude. O objetivo &eacute; praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza n&atilde;o a respostas, mas a novas perguntas. <br><br>Pode ouvir o novo podcast em Expresso.pt ou em qualquer aplica&ccedil;&atilde;o de podcasts, onde consegue subscrev&ecirc;-lo, comentar e enviar sugest&otilde;es.<br><br>Todas as quintas-feiras um novo epis&oacute;dio, uma nova inquieta&ccedil;&atilde;o. A primeira &eacute; j&aacute; a 7 de maio.<br><br>A edi&ccedil;&atilde;o &aacute;udio e v&iacute;deo deste podcast &eacute; assegurada pela Tale House, com identidade sonora a partir da interpreta&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sico e produtor Pedro Lu&iacute;s, da obra Inquieta&ccedil;&atilde;o, da autoria de Jos&eacute; M&aacute;rio Branco, inspirada na vers&atilde;o interpretada pelo grupo A Naifa. A capa &eacute; de Tiago Pereira Santos, com fotografia de Matilde Fieschi e logo do Expresso e do Festival Espanto. A coordena&ccedil;&atilde;o est&aacute; a cargo de Joana Beleza e a dire&ccedil;&atilde;o &eacute; de Jo&atilde;o Vieira Pereira.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
      <itunes:summary>Oiça aqui a introdução de Catarina Barosa e David Erlich no novo podcast do Expresso</itunes:summary>
      <category>Filosofia</category>
      <category>Podcast</category>
      <category>Expresso</category>
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      <category>Catarina G Barosa</category>
      <category>David Erlich</category>
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      <category>Festival de Filosofia</category>
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      <category>Filosofia no Expresso</category>
      <category>Novo Podcast</category>
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