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    <title>TEXTO SENTIDO, por Antônio Viviani</title>
    <itunes:subtitle>Texto Sentido, apresentado por Antônio Viviani. Um podcast com textos, poemas e poesias pra você ouvir e sentir...</itunes:subtitle>
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    <description><![CDATA[Texto Sentido, apresentado por Antônio Viviani. Um podcast com textos, poemas e poesias pra você ouvir e sentir...]]></description>
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      <title>TEXTO SENTIDO 034 - Estação Dezembro</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 034 - Estação Dezembro</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>O embarque compuls&oacute;rio de todos n&oacute;s que vamos atravessar a fronteira que nos separa de um ano novo que est&aacute; para chegar.</p> <p>A Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro est&aacute; a&iacute;.</p> <p>Venha com a gente o quanto antes em mais este epis&oacute;dio do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> escrito e interpretado por <strong>Ant&ocirc;nio Viviani</strong>.</p> <p>Se voc&ecirc; tem algo escrito de sua autoria ou de algu&eacute;m que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><strong>Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro&nbsp;</strong></em></p> <p><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>Aten&ccedil;&atilde;o, Senhores passageiros, sejam bem-vindos &agrave; Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro.&nbsp;</strong></em><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>Senhores passageiros, que somente agora souberam de nossa viagem, preparem-se para algumas informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis antes do embarque.&nbsp;</strong></em><em><strong>Nossa partida come&ccedil;ou no dia 1&ordm; e muitos j&aacute; embarcaram.&nbsp;</strong></em><em><strong>Todos que aqui estamos temos dividido os momentos vividos durante o ano. Alegrias, tristezas, conquistas, derrotas, ganhos e perdas.&nbsp;</strong></em><em><strong>Ao embarcar saiba que as suas experi&ecirc;ncias ser&atilde;o muito importantes quando compartilhadas, mesmo que somente para uma &uacute;nica pessoa. Bem como voc&ecirc; tamb&eacute;m se sentir&aacute; muito melhor ao nos ouvir.&nbsp;</strong></em><em><strong>Para seu conhecimento n&atilde;o haver&aacute; como n&atilde;o embarcar at&eacute; &agrave;s 23 horas e 59 minutos do dia 31.&nbsp;</strong></em><em><strong>O embarque &eacute; compuls&oacute;rio.&nbsp;</strong></em><em><strong>A palavra de ordem &agrave; bordo &eacute; COMPARTILHAR.&nbsp;</strong></em><em><strong>Venha o quanto antes dividir o que viveu e o que pretende viver quando desembarcarmos na Esta&ccedil;&atilde;o Ano Novo.&nbsp;</strong></em><em><strong>Desejamos a todos uma boa viagem!</strong></em><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>A'Viv&nbsp;</strong><strong><br></strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O embarque compuls&oacute;rio de todos n&oacute;s que vamos atravessar a fronteira que nos separa de um ano novo que est&aacute; para chegar.</p> <p>A Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro est&aacute; a&iacute;.</p> <p>Venha com a gente o quanto antes em mais este epis&oacute;dio do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> escrito e interpretado por <strong>Ant&ocirc;nio Viviani</strong>.</p> <p>Se voc&ecirc; tem algo escrito de sua autoria ou de algu&eacute;m que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><strong>Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro&nbsp;</strong></em></p> <p><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>Aten&ccedil;&atilde;o, Senhores passageiros, sejam bem-vindos &agrave; Esta&ccedil;&atilde;o Dezembro.&nbsp;</strong></em><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>Senhores passageiros, que somente agora souberam de nossa viagem, preparem-se para algumas informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis antes do embarque.&nbsp;</strong></em><em><strong>Nossa partida come&ccedil;ou no dia 1&ordm; e muitos j&aacute; embarcaram.&nbsp;</strong></em><em><strong>Todos que aqui estamos temos dividido os momentos vividos durante o ano. Alegrias, tristezas, conquistas, derrotas, ganhos e perdas.&nbsp;</strong></em><em><strong>Ao embarcar saiba que as suas experi&ecirc;ncias ser&atilde;o muito importantes quando compartilhadas, mesmo que somente para uma &uacute;nica pessoa. Bem como voc&ecirc; tamb&eacute;m se sentir&aacute; muito melhor ao nos ouvir.&nbsp;</strong></em><em><strong>Para seu conhecimento n&atilde;o haver&aacute; como n&atilde;o embarcar at&eacute; &agrave;s 23 horas e 59 minutos do dia 31.&nbsp;</strong></em><em><strong>O embarque &eacute; compuls&oacute;rio.&nbsp;</strong></em><em><strong>A palavra de ordem &agrave; bordo &eacute; COMPARTILHAR.&nbsp;</strong></em><em><strong>Venha o quanto antes dividir o que viveu e o que pretende viver quando desembarcarmos na Esta&ccedil;&atilde;o Ano Novo.&nbsp;</strong></em><em><strong>Desejamos a todos uma boa viagem!</strong></em><em><strong>&nbsp;</strong></em><em><strong>A'Viv&nbsp;</strong><strong><br></strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 13 Dec 2021 17:50:39 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 033 – Vou-me embora pra Pasárgada</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 033 – Vou-me embora pra Pasárgada</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Episódio super especial do nosso podcast, este de número 033.</p> <p>Texto e interpretação de <strong>Manuel Bandeira</strong> pra todos embarcarmos junto com ele a este lugar que só poderia existir na mente do grande poeta.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></span></em></p> <p><em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em><br> <em><strong>Lá sou amigo do rei</strong></em><br> <em><strong>Lá tenho a mulher que eu quero</strong></em><br> <em><strong>Na cama que escolherei</strong></em></p> <p><em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em><br> <em><strong>Aqui eu não sou feliz</strong></em><br> <em><strong>Lá a existência é uma aventura</strong></em><br> <em><strong>De tal modo inconsequente</strong></em><br> <em><strong>Que Joana a Louca de Espanha</strong></em><br> <em><strong>Rainha e falsa demente</strong></em><br> <em><strong>Vem a ser contraparente</strong></em><br> <em><strong>Da nora que nunca tive</strong></em></p> <p><em><strong>E como farei ginástica</strong></em><br> <em><strong>Andarei de bicicleta</strong></em><br> <em><strong>Montarei em burro brabo</strong></em><br> <em><strong>Subirei no pau-de-sebo</strong></em><br> <em><strong>Tomarei banhos de mar!</strong></em><br> <em><strong>E quando estiver cansado</strong></em><br> <em><strong>Deito na beira do rio</strong></em><br> <em><strong>Mando chamar a mãe-d’água</strong></em><br> <em><strong>Pra me contar as histórias</strong></em><br> <em><strong>Que no tempo de eu menino</strong></em><br> <em><strong>Rosa vinha me contar</strong></em><br> <em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em></p> <p><em><strong>Em Pasárgada tem tudo</strong></em><br> <em><strong>É outra civilização</strong></em><br> <em><strong>Tem um processo seguro</strong></em><br> <em><strong>De impedir a concepção</strong></em><br> <em><strong>Tem telefone automático</strong></em><br> <em><strong>Tem alcaloide à vontade</strong></em><br> <em><strong>Tem prostitutas bonitas</strong></em><br> <em><strong>Para a gente namorar</strong></em></p> <p><em><strong>E quando eu estiver mais triste</strong></em><br> <em><strong>Mas triste de não ter jeito</strong></em><br> <em><strong>Quando de noite me der</strong></em><br> <em><strong>Vontade de me matar</strong></em><br> <em><strong>— Lá sou amigo do rei —</strong></em><br> <em><strong>Terei a mulher que eu quero</strong></em><br> <em><strong>Na cama que escolherei</strong></em><br> <em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada.</strong></em></p> <p><em><strong>Manuel Bandeira<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Episódio super especial do nosso podcast, este de número 033.</p> <p>Texto e interpretação de <strong>Manuel Bandeira</strong> pra todos embarcarmos junto com ele a este lugar que só poderia existir na mente do grande poeta.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></span></em></p> <p><em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em><br> <em><strong>Lá sou amigo do rei</strong></em><br> <em><strong>Lá tenho a mulher que eu quero</strong></em><br> <em><strong>Na cama que escolherei</strong></em></p> <p><em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em><br> <em><strong>Aqui eu não sou feliz</strong></em><br> <em><strong>Lá a existência é uma aventura</strong></em><br> <em><strong>De tal modo inconsequente</strong></em><br> <em><strong>Que Joana a Louca de Espanha</strong></em><br> <em><strong>Rainha e falsa demente</strong></em><br> <em><strong>Vem a ser contraparente</strong></em><br> <em><strong>Da nora que nunca tive</strong></em></p> <p><em><strong>E como farei ginástica</strong></em><br> <em><strong>Andarei de bicicleta</strong></em><br> <em><strong>Montarei em burro brabo</strong></em><br> <em><strong>Subirei no pau-de-sebo</strong></em><br> <em><strong>Tomarei banhos de mar!</strong></em><br> <em><strong>E quando estiver cansado</strong></em><br> <em><strong>Deito na beira do rio</strong></em><br> <em><strong>Mando chamar a mãe-d’água</strong></em><br> <em><strong>Pra me contar as histórias</strong></em><br> <em><strong>Que no tempo de eu menino</strong></em><br> <em><strong>Rosa vinha me contar</strong></em><br> <em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada</strong></em></p> <p><em><strong>Em Pasárgada tem tudo</strong></em><br> <em><strong>É outra civilização</strong></em><br> <em><strong>Tem um processo seguro</strong></em><br> <em><strong>De impedir a concepção</strong></em><br> <em><strong>Tem telefone automático</strong></em><br> <em><strong>Tem alcaloide à vontade</strong></em><br> <em><strong>Tem prostitutas bonitas</strong></em><br> <em><strong>Para a gente namorar</strong></em></p> <p><em><strong>E quando eu estiver mais triste</strong></em><br> <em><strong>Mas triste de não ter jeito</strong></em><br> <em><strong>Quando de noite me der</strong></em><br> <em><strong>Vontade de me matar</strong></em><br> <em><strong>— Lá sou amigo do rei —</strong></em><br> <em><strong>Terei a mulher que eu quero</strong></em><br> <em><strong>Na cama que escolherei</strong></em><br> <em><strong>Vou-me embora pra Pasárgada.</strong></em></p> <p><em><strong>Manuel Bandeira<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 29 Sep 2020 13:00:57 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 032 – Estou indo buscar a Primavera…</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 032 – Estou indo buscar a Primavera…</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>E chega a estação mais linda de todas.</p> <p>E com ela mais um episódio do Podcast Texto Sentido com um texto lindíssimo de <strong>Paulo Ribeiro</strong> que vamos ouvir e sentir na voz de <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>Venha você também buscar a Primavera junto com a gente!</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estou indo buscar a Primavera&#8230;</strong></span></em></p> <p><em><strong>Quando um pedaço de terra frio e sem vida deixar brotar das suas entranhas uma pequena semente, e esta irromper o cascalho que a segurava para &#8216;enxergar&#8217; a luz brilhante e vívida.</strong></em></p> <p><em><strong>Fazendo brilhar com ela novas expectativas, face o equilíbrio do seu equinócio.</strong></em></p> <p><em><strong>Isso sim, é Primavera!!!</strong></em></p> <p><em><strong>Um convite ao que há de mais belo, a natureza em festa com suas flores e perfumes, e o céu de anil intenso nos convida a apreciá-lo mais de &#8216;perto&#8217;.</strong></em></p> <p><em><strong>Vai embora o cinza, o recolhimento onde a natureza resistiu aos tempos secos e à letargia, dando espaço ao acasalamento, reprodução, fertilidade e beleza.</strong></em></p> <p><em><strong>A natureza desabrocha e se enfeita para nos mostrar que um novo ciclo se instaura.</strong></em></p> <p><em><strong>A nova estação chega assim, com promessa de luz, de brilho, de aromas renovados, de cantos de pássaros namorando no alto das árvores,</strong></em><br> <em><strong>de vento levando pólen para fertilizar os campos e de borboletas ligeiras com tantas flores para pousar.</strong></em></p> <p><em><strong>Quão inteligente e sábia é a natureza, pois, ela nos ensina que em nossas experiências, podemos passar por momentos hibernais,</strong></em><br> <em><strong>em que tudo ao nosso redor parece estar frio e aparentemente sem vida.</strong></em></p> <p><em><strong>Seja por situações de perdas, decepções ou pelo simples desaquecimento da roda da vida, momentos de pausa que chegam e se instalam.</strong></em></p> <p><em><strong>Nesses períodos, algo de muito belo pode acontecer, se optarmos por resguardar nossos dons preciosos, sem perdermos jamais a Esperança.</strong></em></p> <p><em><strong>Devemos sim, concentrar nossa energia, até que uma nova brisa possa soprar e anunciar que:</strong></em></p> <p><em><strong>O gelo vai derreter e a grama verde que havia por baixo dele irá enfim se revelar!!!</strong></em></p> <p><em><strong>Paulo Ribeiro<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>E chega a estação mais linda de todas.</p> <p>E com ela mais um episódio do Podcast Texto Sentido com um texto lindíssimo de <strong>Paulo Ribeiro</strong> que vamos ouvir e sentir na voz de <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>Venha você também buscar a Primavera junto com a gente!</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estou indo buscar a Primavera&#8230;</strong></span></em></p> <p><em><strong>Quando um pedaço de terra frio e sem vida deixar brotar das suas entranhas uma pequena semente, e esta irromper o cascalho que a segurava para &#8216;enxergar&#8217; a luz brilhante e vívida.</strong></em></p> <p><em><strong>Fazendo brilhar com ela novas expectativas, face o equilíbrio do seu equinócio.</strong></em></p> <p><em><strong>Isso sim, é Primavera!!!</strong></em></p> <p><em><strong>Um convite ao que há de mais belo, a natureza em festa com suas flores e perfumes, e o céu de anil intenso nos convida a apreciá-lo mais de &#8216;perto&#8217;.</strong></em></p> <p><em><strong>Vai embora o cinza, o recolhimento onde a natureza resistiu aos tempos secos e à letargia, dando espaço ao acasalamento, reprodução, fertilidade e beleza.</strong></em></p> <p><em><strong>A natureza desabrocha e se enfeita para nos mostrar que um novo ciclo se instaura.</strong></em></p> <p><em><strong>A nova estação chega assim, com promessa de luz, de brilho, de aromas renovados, de cantos de pássaros namorando no alto das árvores,</strong></em><br> <em><strong>de vento levando pólen para fertilizar os campos e de borboletas ligeiras com tantas flores para pousar.</strong></em></p> <p><em><strong>Quão inteligente e sábia é a natureza, pois, ela nos ensina que em nossas experiências, podemos passar por momentos hibernais,</strong></em><br> <em><strong>em que tudo ao nosso redor parece estar frio e aparentemente sem vida.</strong></em></p> <p><em><strong>Seja por situações de perdas, decepções ou pelo simples desaquecimento da roda da vida, momentos de pausa que chegam e se instalam.</strong></em></p> <p><em><strong>Nesses períodos, algo de muito belo pode acontecer, se optarmos por resguardar nossos dons preciosos, sem perdermos jamais a Esperança.</strong></em></p> <p><em><strong>Devemos sim, concentrar nossa energia, até que uma nova brisa possa soprar e anunciar que:</strong></em></p> <p><em><strong>O gelo vai derreter e a grama verde que havia por baixo dele irá enfim se revelar!!!</strong></em></p> <p><em><strong>Paulo Ribeiro<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 21 Sep 2020 14:10:57 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 031 – Bicho danado</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 031 – Bicho danado</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio de hoje um texto regional, mais especificamente mineiro, escrito pelo talentoso <strong>Renato Castanhari</strong>, que confidenciou a <strong>Antônio Viviani</strong> que o escreveu pensando em como ele o interpretaria.</p> <p><em>O resurtado taí, num bão mineirês, pá mó di ocê oví i sintí, uai!</em></p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bicho danado</strong></span></em></p> <p><strong><em>Dundia protro</em></strong><br> <strong><em>Vi tudo ferrá</em></strong><br> <strong><em>Um bicho danado</em></strong><br> <strong><em>Chegô sem avisá</em></strong></p> <p><strong><em>Estorvano todo mundo</em></strong><br> <strong><em>Paradeza geral</em></strong><br> <strong><em>Ô trem cabuloso</em></strong><br> <strong><em>Furdunço viral</em></strong></p> <p><strong><em>Cadiquê?</em></strong><br> <strong><em>Pra modiquê?</em></strong></p> <p><strong><em>Disgrama di bicho</em></strong><br> <strong><em>Custoso dimais</em></strong></p> <p><strong><em>Gastura lascada</em></strong><br> <strong><em>Nun ti guento, uai</em></strong></p> <p><strong><em>Alquingéu nas mão</em></strong><br> <strong><em>Máscra na cara</em></strong></p> <p><strong><em>Ninguém na cadavó</em></strong><br> <strong><em>Fica dendicasa</em></strong></p> <p><strong><em>Vacina tá chegano</em></strong><br> <strong><em>Vamu todos aguardá</em></strong></p> <p><strong><em>Um cadim di paciência</em></strong><br> <strong><em>Si ispirrá, mió arredá</em></strong></p> <p><strong><em>A prosa tá boa</em></strong><br> <strong><em>Mas vô pega istrada</em></strong></p> <p><strong><em>Fica veiáco, Deus ticri</em></strong><br> <strong><em>Deixa passá a boiada</em></strong></p> <p><strong><em>Amanhã é outro dia</em></strong><br> <strong><em>Tudo vai fica bão</em></strong><br> <strong><em>O final tá logo ali</em></strong><br> <strong><em>Moita aí, seu cagão</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio de hoje um texto regional, mais especificamente mineiro, escrito pelo talentoso <strong>Renato Castanhari</strong>, que confidenciou a <strong>Antônio Viviani</strong> que o escreveu pensando em como ele o interpretaria.</p> <p><em>O resurtado taí, num bão mineirês, pá mó di ocê oví i sintí, uai!</em></p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bicho danado</strong></span></em></p> <p><strong><em>Dundia protro</em></strong><br> <strong><em>Vi tudo ferrá</em></strong><br> <strong><em>Um bicho danado</em></strong><br> <strong><em>Chegô sem avisá</em></strong></p> <p><strong><em>Estorvano todo mundo</em></strong><br> <strong><em>Paradeza geral</em></strong><br> <strong><em>Ô trem cabuloso</em></strong><br> <strong><em>Furdunço viral</em></strong></p> <p><strong><em>Cadiquê?</em></strong><br> <strong><em>Pra modiquê?</em></strong></p> <p><strong><em>Disgrama di bicho</em></strong><br> <strong><em>Custoso dimais</em></strong></p> <p><strong><em>Gastura lascada</em></strong><br> <strong><em>Nun ti guento, uai</em></strong></p> <p><strong><em>Alquingéu nas mão</em></strong><br> <strong><em>Máscra na cara</em></strong></p> <p><strong><em>Ninguém na cadavó</em></strong><br> <strong><em>Fica dendicasa</em></strong></p> <p><strong><em>Vacina tá chegano</em></strong><br> <strong><em>Vamu todos aguardá</em></strong></p> <p><strong><em>Um cadim di paciência</em></strong><br> <strong><em>Si ispirrá, mió arredá</em></strong></p> <p><strong><em>A prosa tá boa</em></strong><br> <strong><em>Mas vô pega istrada</em></strong></p> <p><strong><em>Fica veiáco, Deus ticri</em></strong><br> <strong><em>Deixa passá a boiada</em></strong></p> <p><strong><em>Amanhã é outro dia</em></strong><br> <strong><em>Tudo vai fica bão</em></strong><br> <strong><em>O final tá logo ali</em></strong><br> <strong><em>Moita aí, seu cagão</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari<br> </strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 14 Sep 2020 13:00:19 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 030 – Agostos</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 030 – Agostos</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste episódio trazemos um texto de autoria da educadora infantil <strong>Miryan Lucy de Resende</strong>, que, através de um pedido de <strong>Irineu Toledo</strong>, nos concedeu autorização para gravá-lo.</p> <p>Para ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Agostos</strong></span></em></p> <p><strong><em>“Só quem vive bem os agostos é merecedor da primavera!</em></strong><br> <strong><em>Lembro-me bem. Foi quando julho se foi, que um vento mais gelado, mais destemperado, que arrastava ainda folhas deixadas pelo outono, me disse algumas verdades.</em></strong><br> <strong><em>Convenceu-me de que o céu começaria a apresentar metamorfoses avermelhadas.</em></strong><br> <strong><em>Que a poeira levantada por ele daria lições de que as coisas nem sempre ficam no mesmo lugar</em></strong><br> <strong><em>e que é preciso aceitar que a poeira só assenta depois que os redemoinhos se vão.</em></strong><br> <strong><em>Foi quando julho se foi que a minha solidão me convidou para uma conversa. E me contou de tempo de esperas. E me disse que o barulho das árvores tinha algo a dizer sobre aceitação.</em></strong><br> <strong><em>E eu fiquei pensando como elas, as árvores, aceitam as estações que, se as estremecem, também lhes florescem os galhos. Mas tudo a seu tempo.</em></strong><br> <strong><em>Foi em agosto que descobri que os cachorros loucos são, na verdade, os uivos que não lançamos ao vento.</em></strong><br> <strong><em>São nossos estremecimentos particulares que a nossa rigidez de certezas não nos permite encarar.</em></strong><br> <strong><em>O mês de agosto tem muito a ensinar. Porque agosto é mês jardineiro, é dentro dele, berço do inverno, que as sementes dormem.</em></strong><br> <strong><em>Aguardam seu tempo de brotar. Agosto é guardador da boa-nova, preparador de flores.</em></strong><br> <strong><em>Agosto é quando a natureza traduz visivelmente o tempo das mutações.</em></strong><br> <strong><em>Mude, diz agosto, em seu recado de sementes. Aceite, diz agosto, com seu jeito frio de vento que levanta poeira e a faz avermelhar o céu.</em></strong><br> <strong><em>Compartilhe, diz agosto. Agasalhos, sopas quentinhas, cafés com chocolate, abraços mais apertados – eles também aquecem a alma e aninham o corpo.</em></strong><br> <strong><em>Distribua mais afetos, que inverno é acolhimento, é tempo de preparar setembro.</em></strong><br> <strong><em>E, de setembro, todos sabemos o que esperar. Esperamos a arrebentação das cores, que com seus mais variados nomes vêm em forma de flores.</em></strong><br> <strong><em>Vamos apreciar agosto, recebê-lo com o espanto feliz de quem não desafia ventos. Que ele desarrume e espalhe suas folhas e levante suas poeiras.</em></strong><br> <strong><em>Aceite as esperas, mas coloque floreiras na janela.</em></strong><br> <strong><em>Só quem vive bem os agostos é merecedor da primavera!”</em></strong></p> <p><em><strong>Miryan Lucy de Rezende<br> Escritora e Educadora Infantil</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio trazemos um texto de autoria da educadora infantil <strong>Miryan Lucy de Resende</strong>, que, através de um pedido de <strong>Irineu Toledo</strong>, nos concedeu autorização para gravá-lo.</p> <p>Para ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Agostos</strong></span></em></p> <p><strong><em>“Só quem vive bem os agostos é merecedor da primavera!</em></strong><br> <strong><em>Lembro-me bem. Foi quando julho se foi, que um vento mais gelado, mais destemperado, que arrastava ainda folhas deixadas pelo outono, me disse algumas verdades.</em></strong><br> <strong><em>Convenceu-me de que o céu começaria a apresentar metamorfoses avermelhadas.</em></strong><br> <strong><em>Que a poeira levantada por ele daria lições de que as coisas nem sempre ficam no mesmo lugar</em></strong><br> <strong><em>e que é preciso aceitar que a poeira só assenta depois que os redemoinhos se vão.</em></strong><br> <strong><em>Foi quando julho se foi que a minha solidão me convidou para uma conversa. E me contou de tempo de esperas. E me disse que o barulho das árvores tinha algo a dizer sobre aceitação.</em></strong><br> <strong><em>E eu fiquei pensando como elas, as árvores, aceitam as estações que, se as estremecem, também lhes florescem os galhos. Mas tudo a seu tempo.</em></strong><br> <strong><em>Foi em agosto que descobri que os cachorros loucos são, na verdade, os uivos que não lançamos ao vento.</em></strong><br> <strong><em>São nossos estremecimentos particulares que a nossa rigidez de certezas não nos permite encarar.</em></strong><br> <strong><em>O mês de agosto tem muito a ensinar. Porque agosto é mês jardineiro, é dentro dele, berço do inverno, que as sementes dormem.</em></strong><br> <strong><em>Aguardam seu tempo de brotar. Agosto é guardador da boa-nova, preparador de flores.</em></strong><br> <strong><em>Agosto é quando a natureza traduz visivelmente o tempo das mutações.</em></strong><br> <strong><em>Mude, diz agosto, em seu recado de sementes. Aceite, diz agosto, com seu jeito frio de vento que levanta poeira e a faz avermelhar o céu.</em></strong><br> <strong><em>Compartilhe, diz agosto. Agasalhos, sopas quentinhas, cafés com chocolate, abraços mais apertados – eles também aquecem a alma e aninham o corpo.</em></strong><br> <strong><em>Distribua mais afetos, que inverno é acolhimento, é tempo de preparar setembro.</em></strong><br> <strong><em>E, de setembro, todos sabemos o que esperar. Esperamos a arrebentação das cores, que com seus mais variados nomes vêm em forma de flores.</em></strong><br> <strong><em>Vamos apreciar agosto, recebê-lo com o espanto feliz de quem não desafia ventos. Que ele desarrume e espalhe suas folhas e levante suas poeiras.</em></strong><br> <strong><em>Aceite as esperas, mas coloque floreiras na janela.</em></strong><br> <strong><em>Só quem vive bem os agostos é merecedor da primavera!”</em></strong></p> <p><em><strong>Miryan Lucy de Rezende<br> Escritora e Educadora Infantil</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 31 Aug 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 029 – Lua navegante</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 029 – Lua navegante</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Mais um texto de <strong>Antônio Viviani</strong> neste episódio do nosso podcast.</p> <p>O autor faz um comparativo do formato da lua crescente com uma gôndola a singrar pelo céu e mexe com a imaginação dos amantes.</p> <p>Para os corações românticos ouvirem, navegarem e sentirem&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Lua navegante</strong></span></em></p> <p><em><strong>A lua de hoje, tal qual uma gôndola a singrar as águas, navega pelo céu e, de sua parte, faz sangrar ainda mais os corações apaixonados.</strong></em></p> <p><em><strong>Sem dar a mínima para as raras nuvens que ousam tentar apagar seu brilho nem se importa também com as estrelas que brilham tão pouco perto dela.</strong></em></p> <p><em><strong>É a rainha da noite e assim se porta colocando seus súditos a seus pés.</strong></em></p> <p><em><strong>E sua viagem é longa. Para aqueles que pensam que aqui só está no início, lá ao leste já está chegando ao fim.</strong></em></p> <p><em><strong>Ilusório, claro, pois que no ocidente ainda vai começar sua jornada.</strong></em></p> <p><em><strong>E assim carrega em si todas as paixões desenfreadas e em seu seio as guarda para sempre, pois que volta e meia</strong></em></p> <p><em><strong>as despeja naqueles corações que tentam esquecer seus verdadeiros amores e que latejam de dor quando isso acontece.</strong></em></p> <p><em><strong>Vai lua.</strong></em></p> <p><em><strong>Leva hoje contigo muitas dores e volta amanhã trazendo novos e velhos amores.</strong></em></p> <p><em><strong>A&#8217;Viv</strong></em><br> <em><strong>10.Jun.15</strong></em><br> <em><strong>02h43</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Mais um texto de <strong>Antônio Viviani</strong> neste episódio do nosso podcast.</p> <p>O autor faz um comparativo do formato da lua crescente com uma gôndola a singrar pelo céu e mexe com a imaginação dos amantes.</p> <p>Para os corações românticos ouvirem, navegarem e sentirem&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Lua navegante</strong></span></em></p> <p><em><strong>A lua de hoje, tal qual uma gôndola a singrar as águas, navega pelo céu e, de sua parte, faz sangrar ainda mais os corações apaixonados.</strong></em></p> <p><em><strong>Sem dar a mínima para as raras nuvens que ousam tentar apagar seu brilho nem se importa também com as estrelas que brilham tão pouco perto dela.</strong></em></p> <p><em><strong>É a rainha da noite e assim se porta colocando seus súditos a seus pés.</strong></em></p> <p><em><strong>E sua viagem é longa. Para aqueles que pensam que aqui só está no início, lá ao leste já está chegando ao fim.</strong></em></p> <p><em><strong>Ilusório, claro, pois que no ocidente ainda vai começar sua jornada.</strong></em></p> <p><em><strong>E assim carrega em si todas as paixões desenfreadas e em seu seio as guarda para sempre, pois que volta e meia</strong></em></p> <p><em><strong>as despeja naqueles corações que tentam esquecer seus verdadeiros amores e que latejam de dor quando isso acontece.</strong></em></p> <p><em><strong>Vai lua.</strong></em></p> <p><em><strong>Leva hoje contigo muitas dores e volta amanhã trazendo novos e velhos amores.</strong></em></p> <p><em><strong>A&#8217;Viv</strong></em><br> <em><strong>10.Jun.15</strong></em><br> <em><strong>02h43</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 Aug 2020 13:37:21 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 028 – As montanhas da minha infância</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 028 – As montanhas da minha infância</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><strong>Fernando Prati</strong> é um amigo de infância de <strong>Antônio Viviani.</strong> Moravam na montanhosa Poços de Caldas e na Rua Rio Grande do Norte, na época ainda de terra, brincavam quase que diariamente, como verdadeiros irmãos de infância.</p> <p>O texto do episódio de hoje, escrito por ele, reflete praticamente tudo o que viveram, assim como outros bons amigos que com eles conviveram e vivenciaram os bons momentos das décadas de 1960 e 1970. É praticamente o que todos eles sentem ao recordarem suas infância e juventude vividas nas montanhas do Sul de Minas Gerais.</p> <p>Fernando escreveu e convidamos você a ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>As montanhas da minha infância</strong></span></em></p> <p><strong><em>Uma coisa que eu gosto de fazer é ficar sentado no banco da praça, olhando para aquelas montanhas que rodeiam a minha infância.</em></strong></p> <p><strong><em>Tem mágica neste olhar. Algumas nuvens tomam a forma da minha imaginação e mostram meus heróis, potentes aviões, cavalos alados,</em></strong></p> <p><strong><em>tudo que um dia foi sonhado em tempos de fértil adolescência sem compromisso.</em></strong></p> <p><strong><em>Ah! montanhas que tantas vezes subi até o ponto mais alto; hoje, lá de cima,</em></strong></p> <p><strong><em>vejo os caminhos que andei, os bailes que dancei as escolas que estudei, os amores que não namorei.</em></strong></p> <p><strong><em>Este encontro dentro de mim como festa em discoteca faz ter a certeza de que vivendo e sonhando se pode chegar onde cheguei.</em></strong></p> <p><strong><em>Que a busca é constante e o encontro nem sempre é o desejado, mas se bem olhado é tudo e muito mais que precisei.</em></strong></p> <p><strong><em>Nunca me senti o gauche que o anjo falou para Drummond, e também nem me chamo Raimundo.</em></strong></p> <p><strong><em>Sou como sempre fui, lá do interior das Gerais, do interior de mim mesmo, sou de casa, vou chegando seguindo o cheiro do café e o calor do pão de queijo.</em></strong></p> <p><strong><em>Vou sentando querendo um dedo de prosa e dando gargalhadas com as histórias que vivi.</em></strong></p> <p><strong><em>E elas continuam lá, as montanhas que rodeiam a minha infância.</em></strong></p> <p><strong><em>Fernando Antonio de Mello Prati</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fernando Prati</strong> é um amigo de infância de <strong>Antônio Viviani.</strong> Moravam na montanhosa Poços de Caldas e na Rua Rio Grande do Norte, na época ainda de terra, brincavam quase que diariamente, como verdadeiros irmãos de infância.</p> <p>O texto do episódio de hoje, escrito por ele, reflete praticamente tudo o que viveram, assim como outros bons amigos que com eles conviveram e vivenciaram os bons momentos das décadas de 1960 e 1970. É praticamente o que todos eles sentem ao recordarem suas infância e juventude vividas nas montanhas do Sul de Minas Gerais.</p> <p>Fernando escreveu e convidamos você a ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>As montanhas da minha infância</strong></span></em></p> <p><strong><em>Uma coisa que eu gosto de fazer é ficar sentado no banco da praça, olhando para aquelas montanhas que rodeiam a minha infância.</em></strong></p> <p><strong><em>Tem mágica neste olhar. Algumas nuvens tomam a forma da minha imaginação e mostram meus heróis, potentes aviões, cavalos alados,</em></strong></p> <p><strong><em>tudo que um dia foi sonhado em tempos de fértil adolescência sem compromisso.</em></strong></p> <p><strong><em>Ah! montanhas que tantas vezes subi até o ponto mais alto; hoje, lá de cima,</em></strong></p> <p><strong><em>vejo os caminhos que andei, os bailes que dancei as escolas que estudei, os amores que não namorei.</em></strong></p> <p><strong><em>Este encontro dentro de mim como festa em discoteca faz ter a certeza de que vivendo e sonhando se pode chegar onde cheguei.</em></strong></p> <p><strong><em>Que a busca é constante e o encontro nem sempre é o desejado, mas se bem olhado é tudo e muito mais que precisei.</em></strong></p> <p><strong><em>Nunca me senti o gauche que o anjo falou para Drummond, e também nem me chamo Raimundo.</em></strong></p> <p><strong><em>Sou como sempre fui, lá do interior das Gerais, do interior de mim mesmo, sou de casa, vou chegando seguindo o cheiro do café e o calor do pão de queijo.</em></strong></p> <p><strong><em>Vou sentando querendo um dedo de prosa e dando gargalhadas com as histórias que vivi.</em></strong></p> <p><strong><em>E elas continuam lá, as montanhas que rodeiam a minha infância.</em></strong></p> <p><strong><em>Fernando Antonio de Mello Prati</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Aug 2020 13:59:39 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 027 – Sexualidade</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 027 – Sexualidade</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio 27 do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> falamos sobre o assunto Sexualidade com um texto de <strong>Silvio Carlos Ambrosini</strong>, mais conhecido como <strong>Sivuca</strong>.</p> <p>É só clicar, ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexualidade</strong></span></em></p> <p><strong><em>&#8220;O que penso sobre o preconceito contra transexuais, Natura e Tammy Miranda.</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria de ressaltar que embora devesse, iniciei esse texto com um discreto &#8220;O que penso&#8230;&#8221; e não com um &#8220;A verdade é&#8230;&#8221;. Então se você não pensa assim, paciência, né?</em></strong></p> <p><strong><em>Nossa cultura vê o falo como símbolo do modelo masculino, porém um homem não é seu pênis. O gênero não se resume àquilo que está entre as pernas, a genitália. O gênero de uma pessoa é o retrato de uma mente, ou se preferir entender assim, de uma alma. Sendo assim, pessoas que nascem com um sexo e sentem que pertencem, se identificam com este mesmo sexo, como eu e você são pessoas cisgênero. Homens ou mulheres cisgênero, ou apenas cis.</em></strong></p> <p><strong><em>Por outro lado existem aquelas pessoas que sentem que pertencem a um sexo diferente do sexo biológico. Estas pessoas são chamadas transgênero. Isso se chama Identidade Sexual, ou seja, o sexo a qual a pessoa sente que pertence.</em></strong></p> <p><strong><em>Isso pode acontecer tanto com pessoas de um sexo quanto com pessoas do outro. Estas pessoas podem ser homens trans, como Tammy e vários outros, e também podem ser mulheres trans, como a cartunista Laerte, por exemplo. (lembre-se que Laerte transformou-se após os 65 anos de idade).</em></strong></p> <p><strong><em>Quando uma pessoa transgênero decide passar a realmente identificar-se como pertencendo ao outro sexo, essa pessoa passa a ser transexual. Isso pode nunca acontecer, ou acontecer em qualquer fase da vida da pessoa, depende exclusivamente dela, das motivações interiores e exteriores a que esta pessoa está sujeita. Imagine que um número enorme de pessoas trans simplesmente não conseguem sentir-se seguras para assumir seu verdadeiro sexo e não há dúvida que estas pessoas passam por um sofrimento enorme até que esta questão tão grave possa quem sabe um dia, estar finalmente resolvida na vida dela.</em></strong></p> <p><strong><em>A essa altura, o pênis ou a vagina, de fato torna-se um detalhe, afinal você não precisa ver o pênis para identificar um homem na rua e nem ver a vagina para concluir que está diante de uma mulher, basta olhar para a aparência. Homens gostam de se parecer com homens e mulheres sentem-se felizes parecidas com mulheres. É claro que isso não é binário, existem muitas graduações de uma ponta desse fio até o outro.</em></strong></p> <p><strong><em>De fato, o pênis é hipervalorizado pela nossa cultura, e a verdade é que não importa se um homem trans o possui, pois mesmo sem um, ele ainda será um homem, da mesma maneira que se por exemplo, um homem cis sofrer um acidente e ter seu pênis cortado, ele não se transformará em uma mulher, ao contrário, seguirá sendo um homem, porém um homem sem um pênis.</em></strong></p> <p><strong><em>Então, não vem ao caso se Tammy tem ou não pênis, Tammy é um homem trans. Sente-se homem, identifica-se como sendo um homem e ainda por cima é um homem heterossexual, pois casou-se com uma mulher e juntos, tiveram um filho (não vem ao caso de que forma a criança foi gerada, não é mesmo?).</em></strong></p> <p><strong><em>Aproveito o detalhe para lembrar que a Identidade sexual não tem relação com a Preferência Sexual. A preferência é assim como diz o nome, com qual sexo a pessoa prefere se relacionar (ir pra cama). Quem prefere pessoas do outro sexo, como o Tammy (porque Tammy é homem) ou como muitos de vocês, são pessoas heterossexuais. Quem prefere pessoas do mesmo sexo como a Daniela Mercury ou eu ou muitos de nós, são pessoas homossexuais. Isso não tem relação com a identidade sexual. Daniela é uma mulher cisgênero homossexual. Há os homens cisgênero heterossexuais, Tammy é um homem transgênero heterossexual. Eu e muitos, somos homens cisgênero homossexuais.</em></strong></p> <p><strong><em>Como comentei acima, estas pessoas não têm uma vida nada fácil, especialmente em um país machista e pouco culto como o nosso e são facilmente alvo de intolerância, desprezo e violência todos os dias.</em></strong></p> <p><strong><em>Isso é lamentavelmente triste. Em minha opinião, todos os seres humanos são iguais e não cabe a mim ou a ninguém julgar ninguém por acreditar naquilo que sente na parte mais profunda de seu ser.</em></strong></p> <p><strong><em>Transfobia, assim como homofobia, racismo ou qualquer outro tipo de preconceito, é uma merda, um inferno, um câncer que arruína nossa condição de seres humanos sociais e são comportamentos que devem ser insistentemente enfrentados e coibidos.</em></strong></p> <p><strong><em>Não é suficiente fingir que não viu, que não é comigo, silenciar-se, porque quem cala, consente. Quem se cala diante do preconceito o avaliza. É sim preciso lutar, lutar pelo direito que todas as pessoas têm de serem tratadas como iguais, sejam elas quem forem, com quem ou o que se parecem, que cor têm, ou com quem elas vão para cama.&#8221;</em></strong></p> <p><strong><em>Silvio Carlos Ambrosini, o Sivuca</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio 27 do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> falamos sobre o assunto Sexualidade com um texto de <strong>Silvio Carlos Ambrosini</strong>, mais conhecido como <strong>Sivuca</strong>.</p> <p>É só clicar, ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexualidade</strong></span></em></p> <p><strong><em>&#8220;O que penso sobre o preconceito contra transexuais, Natura e Tammy Miranda.</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria de ressaltar que embora devesse, iniciei esse texto com um discreto &#8220;O que penso&#8230;&#8221; e não com um &#8220;A verdade é&#8230;&#8221;. Então se você não pensa assim, paciência, né?</em></strong></p> <p><strong><em>Nossa cultura vê o falo como símbolo do modelo masculino, porém um homem não é seu pênis. O gênero não se resume àquilo que está entre as pernas, a genitália. O gênero de uma pessoa é o retrato de uma mente, ou se preferir entender assim, de uma alma. Sendo assim, pessoas que nascem com um sexo e sentem que pertencem, se identificam com este mesmo sexo, como eu e você são pessoas cisgênero. Homens ou mulheres cisgênero, ou apenas cis.</em></strong></p> <p><strong><em>Por outro lado existem aquelas pessoas que sentem que pertencem a um sexo diferente do sexo biológico. Estas pessoas são chamadas transgênero. Isso se chama Identidade Sexual, ou seja, o sexo a qual a pessoa sente que pertence.</em></strong></p> <p><strong><em>Isso pode acontecer tanto com pessoas de um sexo quanto com pessoas do outro. Estas pessoas podem ser homens trans, como Tammy e vários outros, e também podem ser mulheres trans, como a cartunista Laerte, por exemplo. (lembre-se que Laerte transformou-se após os 65 anos de idade).</em></strong></p> <p><strong><em>Quando uma pessoa transgênero decide passar a realmente identificar-se como pertencendo ao outro sexo, essa pessoa passa a ser transexual. Isso pode nunca acontecer, ou acontecer em qualquer fase da vida da pessoa, depende exclusivamente dela, das motivações interiores e exteriores a que esta pessoa está sujeita. Imagine que um número enorme de pessoas trans simplesmente não conseguem sentir-se seguras para assumir seu verdadeiro sexo e não há dúvida que estas pessoas passam por um sofrimento enorme até que esta questão tão grave possa quem sabe um dia, estar finalmente resolvida na vida dela.</em></strong></p> <p><strong><em>A essa altura, o pênis ou a vagina, de fato torna-se um detalhe, afinal você não precisa ver o pênis para identificar um homem na rua e nem ver a vagina para concluir que está diante de uma mulher, basta olhar para a aparência. Homens gostam de se parecer com homens e mulheres sentem-se felizes parecidas com mulheres. É claro que isso não é binário, existem muitas graduações de uma ponta desse fio até o outro.</em></strong></p> <p><strong><em>De fato, o pênis é hipervalorizado pela nossa cultura, e a verdade é que não importa se um homem trans o possui, pois mesmo sem um, ele ainda será um homem, da mesma maneira que se por exemplo, um homem cis sofrer um acidente e ter seu pênis cortado, ele não se transformará em uma mulher, ao contrário, seguirá sendo um homem, porém um homem sem um pênis.</em></strong></p> <p><strong><em>Então, não vem ao caso se Tammy tem ou não pênis, Tammy é um homem trans. Sente-se homem, identifica-se como sendo um homem e ainda por cima é um homem heterossexual, pois casou-se com uma mulher e juntos, tiveram um filho (não vem ao caso de que forma a criança foi gerada, não é mesmo?).</em></strong></p> <p><strong><em>Aproveito o detalhe para lembrar que a Identidade sexual não tem relação com a Preferência Sexual. A preferência é assim como diz o nome, com qual sexo a pessoa prefere se relacionar (ir pra cama). Quem prefere pessoas do outro sexo, como o Tammy (porque Tammy é homem) ou como muitos de vocês, são pessoas heterossexuais. Quem prefere pessoas do mesmo sexo como a Daniela Mercury ou eu ou muitos de nós, são pessoas homossexuais. Isso não tem relação com a identidade sexual. Daniela é uma mulher cisgênero homossexual. Há os homens cisgênero heterossexuais, Tammy é um homem transgênero heterossexual. Eu e muitos, somos homens cisgênero homossexuais.</em></strong></p> <p><strong><em>Como comentei acima, estas pessoas não têm uma vida nada fácil, especialmente em um país machista e pouco culto como o nosso e são facilmente alvo de intolerância, desprezo e violência todos os dias.</em></strong></p> <p><strong><em>Isso é lamentavelmente triste. Em minha opinião, todos os seres humanos são iguais e não cabe a mim ou a ninguém julgar ninguém por acreditar naquilo que sente na parte mais profunda de seu ser.</em></strong></p> <p><strong><em>Transfobia, assim como homofobia, racismo ou qualquer outro tipo de preconceito, é uma merda, um inferno, um câncer que arruína nossa condição de seres humanos sociais e são comportamentos que devem ser insistentemente enfrentados e coibidos.</em></strong></p> <p><strong><em>Não é suficiente fingir que não viu, que não é comigo, silenciar-se, porque quem cala, consente. Quem se cala diante do preconceito o avaliza. É sim preciso lutar, lutar pelo direito que todas as pessoas têm de serem tratadas como iguais, sejam elas quem forem, com quem ou o que se parecem, que cor têm, ou com quem elas vão para cama.&#8221;</em></strong></p> <p><strong><em>Silvio Carlos Ambrosini, o Sivuca</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2020 19:50:53 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 026 – Estrada de terra</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 026 – Estrada de terra</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>A comparação de nossas vidas a uma simples estrada de terra: reflexão de <strong>Antônio Viviani</strong> que apresentamos neste episódio do Podcast Texto Sentido, que sempre conta com as trilhas sonoras de <strong>Marcelo Gagliotti</strong>.</p> <p>Vamos ouvir?</p> <p>Vamos sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estrada de terra</strong></span></em></p> <p><strong><em>Somos todos como uma estrada de terra ou, como se diz lá no interiorzão, estrada de chão batido.</em></strong></p> <p><strong><em>Sujeitos ao sol, à chuva, ao vento&#8230;</em></strong></p> <p><strong><em>Enfim, muito mais influenciados pelas intempéries externas do que pelas internas.</em></strong></p> <p><strong><em>Um dia surge um buraco ali e noutros surge uma pedra, uma poça, ficamos mais ou menos poeirentos,</em></strong></p> <p><strong><em>enlameados, amassados por quem pisa ou passa sobre a estrada. Às vezes fica tudo lisinho.</em></strong></p> <p><strong><em>Só uma coisa é certa. Não há um dia sequer que a estrada seja como no dia anterior</em></strong></p> <p><strong><em>e certamente não será a mesma no dia seguinte.</em></strong></p> <p><strong><em>É tudo muito dinâmico e, por mais que a gente queira, tem coisas que não conseguimos dominar.</em></strong></p> <p><strong><em>Só uma coisa podemos fazer. Impormos, pela força de vontade, a direção que esta estrada deve tomar</em></strong></p> <p><strong><em>com o mínimo de bifurcações possível rumo ao nosso objetivo.</em></strong></p> <p><strong><em>A&#8217;Viv</em></strong><br> <strong><em>22Ago2015</em></strong><br> <strong><em>11h56</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>A comparação de nossas vidas a uma simples estrada de terra: reflexão de <strong>Antônio Viviani</strong> que apresentamos neste episódio do Podcast Texto Sentido, que sempre conta com as trilhas sonoras de <strong>Marcelo Gagliotti</strong>.</p> <p>Vamos ouvir?</p> <p>Vamos sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Estrada de terra</strong></span></em></p> <p><strong><em>Somos todos como uma estrada de terra ou, como se diz lá no interiorzão, estrada de chão batido.</em></strong></p> <p><strong><em>Sujeitos ao sol, à chuva, ao vento&#8230;</em></strong></p> <p><strong><em>Enfim, muito mais influenciados pelas intempéries externas do que pelas internas.</em></strong></p> <p><strong><em>Um dia surge um buraco ali e noutros surge uma pedra, uma poça, ficamos mais ou menos poeirentos,</em></strong></p> <p><strong><em>enlameados, amassados por quem pisa ou passa sobre a estrada. Às vezes fica tudo lisinho.</em></strong></p> <p><strong><em>Só uma coisa é certa. Não há um dia sequer que a estrada seja como no dia anterior</em></strong></p> <p><strong><em>e certamente não será a mesma no dia seguinte.</em></strong></p> <p><strong><em>É tudo muito dinâmico e, por mais que a gente queira, tem coisas que não conseguimos dominar.</em></strong></p> <p><strong><em>Só uma coisa podemos fazer. Impormos, pela força de vontade, a direção que esta estrada deve tomar</em></strong></p> <p><strong><em>com o mínimo de bifurcações possível rumo ao nosso objetivo.</em></strong></p> <p><strong><em>A&#8217;Viv</em></strong><br> <strong><em>22Ago2015</em></strong><br> <strong><em>11h56</em></strong></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2020 13:32:23 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 025 – Chove lá fora</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 025 – Chove lá fora</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Quando <strong>Fernando Bianchi</strong> postou uma fotografia em suas redes sociais, <strong>Antônio Viviani</strong> imediatamente se lembrou de um texto que escreveu há alguns anos.</p> <p>Quando falaram por telefone, surgiu a ideia de se juntar uma série de fotografias do diretor e excelente fotógrafo <strong>Fernando Bianchi</strong> àquele texto que falava sobre gotas na janela.</p> <p>Acrescentou-se a trilha sonora de <strong>Marcelo Gagliotti</strong> e estava finalizado o episódio 025 do nosso podcast pra você ouvir, ver e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Chove lá fora</strong></span></em></p> <p><strong><em>Chove lá fora</em></strong><br> <strong><em>A chuva bate na janela</em></strong><br> <strong><em>E nela</em></strong><br> <strong><em>As gotas escorrem.</em></strong></p> <p><strong><em>Cá, dentro da casa,</em></strong><br> <strong><em>Meus olhos são janelas</em></strong><br> <strong><em>E neles também escorrem</em></strong><br> <strong><em>Gotas de minh&#8217;alma.</em></strong></p> <p><strong><em>Lá fora são gotas doces</em></strong><br> <strong><em>Aqui, salgadas</em></strong><br> <strong><em>Fora são muitas</em></strong><br> <strong><em>Dentro, nem tantas.</em></strong></p> <p><strong><em>Olhos são janelas</em></strong><br> <strong><em>Abertos para o todo</em></strong><br> <strong><em>Mas se cheios de gotas</em></strong><br> <strong><em>Não se pode ver através.</em></strong></p> <p><strong><em>Que a chuva passe</em></strong><br> <strong><em>Que as lágrimas sequem</em></strong><br> <strong><em>Que o sol volte</em></strong><br> <strong><em>Que eu te veja novamente.</em></strong></p> <p><em><strong>A’Viv</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Quando <strong>Fernando Bianchi</strong> postou uma fotografia em suas redes sociais, <strong>Antônio Viviani</strong> imediatamente se lembrou de um texto que escreveu há alguns anos.</p> <p>Quando falaram por telefone, surgiu a ideia de se juntar uma série de fotografias do diretor e excelente fotógrafo <strong>Fernando Bianchi</strong> àquele texto que falava sobre gotas na janela.</p> <p>Acrescentou-se a trilha sonora de <strong>Marcelo Gagliotti</strong> e estava finalizado o episódio 025 do nosso podcast pra você ouvir, ver e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Chove lá fora</strong></span></em></p> <p><strong><em>Chove lá fora</em></strong><br> <strong><em>A chuva bate na janela</em></strong><br> <strong><em>E nela</em></strong><br> <strong><em>As gotas escorrem.</em></strong></p> <p><strong><em>Cá, dentro da casa,</em></strong><br> <strong><em>Meus olhos são janelas</em></strong><br> <strong><em>E neles também escorrem</em></strong><br> <strong><em>Gotas de minh&#8217;alma.</em></strong></p> <p><strong><em>Lá fora são gotas doces</em></strong><br> <strong><em>Aqui, salgadas</em></strong><br> <strong><em>Fora são muitas</em></strong><br> <strong><em>Dentro, nem tantas.</em></strong></p> <p><strong><em>Olhos são janelas</em></strong><br> <strong><em>Abertos para o todo</em></strong><br> <strong><em>Mas se cheios de gotas</em></strong><br> <strong><em>Não se pode ver através.</em></strong></p> <p><strong><em>Que a chuva passe</em></strong><br> <strong><em>Que as lágrimas sequem</em></strong><br> <strong><em>Que o sol volte</em></strong><br> <strong><em>Que eu te veja novamente.</em></strong></p> <p><em><strong>A’Viv</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 30 Jun 2020 13:49:03 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 024 – Vivência e Sabedência</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 024 – Vivência e Sabedência</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste episódio 024 os textos de <strong>Sidnei Maschio</strong> reunidos numa coletânea chamada <strong>&#8220;Vivência e Sabedência&#8221;</strong> nos levam a uma deliciosa viagem sertaneja. Aquele lado caipira que mesmo os que não são do interior conseguem sentir.</p> <p>E por isso convidamos a todos para ouvir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vivência e Sabedência</strong></span></em></p> <p><em><strong>&#8211; Quando eu tiver descansado da obrigação, depois dessa viagem, eu vou passar uma tarde inteira sentado na beira do ribeirão, com o pé dentro d’água,</strong></em><br> <em><strong>pensando bestagem, guardando pouca mágoa e nenhuma dor no coração.</strong></em><br> <em><strong>Eu tô levando a lida com muito rigor e isso é bobagem, eu quero ter menos compromisso com o serviço pra poder dar mais valor à liberdade,</strong></em><br> <em><strong>não quero ver a vida perder o viço enquanto eu fico escravo da saudade.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Na carreira do marruá eu comecei cantando o á e fui até o zê, e se alguém não quiser escutar, de qualquer maneira eu vou dizer,</strong></em><br> <em><strong>que no braço do meu pinho e na força do meu laço eu corri o sertão inteiro sozinho, domando pagão cavorteiro e quebrando violeiro desafinado,</strong></em><br> <em><strong>e se mais não faço é porque eu tô cansado de ser verdadeiro e cantar a honestidade nesses campos e cidades onde manda o dinheiro, que só é parceiro da falsidade.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Eu não tenho em mente planos de ser dono de gado e gente, nem alimento o desejo enganoso de ser poderoso a qualquer preço, o meu apreço é pela amizade e eu gosto de viver com humildade.</strong></em><br> <em><strong>Mas não sou cavalo que se assusta com o estalo do chicote, e pro dono da mão que maneja o facão da opressão eu respondo com a alegria e a leveza da minha poesia,</strong></em><br> <em><strong>na certeza de que um dia o cipó vai virar no lombo de quem mandou me chicotear.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Eu fui boiadeiro afamado e festejado neste sertão brasileiro, mas desamontei e a minha coroa de rei eu deixei abandonada no galho de um angiqueiro na beira da estrada.</strong></em><br> <em><strong>Larguei mão desse serviço porque eu vi que nessa lida a minha vida tava perdendo o viço, e quando eu já não sabia mais se eu era o patrão ou se fazia parte da boiada</strong></em><br> <em><strong>eu resolvi fazer parada pra campear outro rumo e pôr de novo meu coração no prumo.</strong></em></p> <p><em><strong>Sidnei Maschio</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio 024 os textos de <strong>Sidnei Maschio</strong> reunidos numa coletânea chamada <strong>&#8220;Vivência e Sabedência&#8221;</strong> nos levam a uma deliciosa viagem sertaneja. Aquele lado caipira que mesmo os que não são do interior conseguem sentir.</p> <p>E por isso convidamos a todos para ouvir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vivência e Sabedência</strong></span></em></p> <p><em><strong>&#8211; Quando eu tiver descansado da obrigação, depois dessa viagem, eu vou passar uma tarde inteira sentado na beira do ribeirão, com o pé dentro d’água,</strong></em><br> <em><strong>pensando bestagem, guardando pouca mágoa e nenhuma dor no coração.</strong></em><br> <em><strong>Eu tô levando a lida com muito rigor e isso é bobagem, eu quero ter menos compromisso com o serviço pra poder dar mais valor à liberdade,</strong></em><br> <em><strong>não quero ver a vida perder o viço enquanto eu fico escravo da saudade.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Na carreira do marruá eu comecei cantando o á e fui até o zê, e se alguém não quiser escutar, de qualquer maneira eu vou dizer,</strong></em><br> <em><strong>que no braço do meu pinho e na força do meu laço eu corri o sertão inteiro sozinho, domando pagão cavorteiro e quebrando violeiro desafinado,</strong></em><br> <em><strong>e se mais não faço é porque eu tô cansado de ser verdadeiro e cantar a honestidade nesses campos e cidades onde manda o dinheiro, que só é parceiro da falsidade.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Eu não tenho em mente planos de ser dono de gado e gente, nem alimento o desejo enganoso de ser poderoso a qualquer preço, o meu apreço é pela amizade e eu gosto de viver com humildade.</strong></em><br> <em><strong>Mas não sou cavalo que se assusta com o estalo do chicote, e pro dono da mão que maneja o facão da opressão eu respondo com a alegria e a leveza da minha poesia,</strong></em><br> <em><strong>na certeza de que um dia o cipó vai virar no lombo de quem mandou me chicotear.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Eu fui boiadeiro afamado e festejado neste sertão brasileiro, mas desamontei e a minha coroa de rei eu deixei abandonada no galho de um angiqueiro na beira da estrada.</strong></em><br> <em><strong>Larguei mão desse serviço porque eu vi que nessa lida a minha vida tava perdendo o viço, e quando eu já não sabia mais se eu era o patrão ou se fazia parte da boiada</strong></em><br> <em><strong>eu resolvi fazer parada pra campear outro rumo e pôr de novo meu coração no prumo.</strong></em></p> <p><em><strong>Sidnei Maschio</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2020 13:24:22 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 023 – O Extraordinário</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 023 – O Extraordinário</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste episódio trazemos um texto reflexivo e inspirador do meu grande amigo e maestro <strong>Dyonisio Moreno</strong> que também se mostra um grande escritor, inspirado nas sugestões dos alunos do 5º semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade Metodista de São Paulo, onde é professor.</p> <p>Pra você ouvir, sentir e se inspirar&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>O Extraordinário</strong></span></em></p> <p><strong><em>A gente nem de longe podia imaginar que em meio a tanta velocidade, numa rotina que nos atropela, nos oprime e não espera por ninguém, seríamos condenados a parar.</em></strong><br> <strong><em>Nós estávamos acostumados a correr contra o tempo, a passar por cima de tudo e de todos, simplesmente pra continuar na mesma situação.</em></strong><br> <strong><em>Mas ele, dissimulado e silencioso nos alcançou, e de uma maneira covarde e sádica nos feriu, bloqueou… e nos isolou.</em></strong><br> <strong><em>Diante do imprevisível sofremos, choramos, nos deprimimos, por vezes procuramos em vão a saída, mas tivemos que nos submeter e nos resignar.</em></strong><br> <strong><em>Batalhas se vencem em conjunto, com coragem e equilíbrio. Certamente nós vamos reverter este cenário e retornar a nossa vida social. </em></strong><br> <strong><em>Pode ser que demore um pouquinho…, </em></strong><br> <strong><em>ou um pouco mais do que a gente esperava…, </em></strong><br> <strong><em>mas tenha certeza de que as coisas vão se recompor. </em></strong><br> <strong><em>Vai ser preciso confiança, persistência, resiliência, desapego e mente aberta para o singular. </em></strong><br> <strong><em>Os vínculos, negócios, transações não serão mais como antes. Nós vamos ter que conquistar um “novo normal”.</em></strong><br> <strong><em>Mas, em meio a esse caos, talvez a gente possa descobrir caminhos que aliviem nossa ansiedade e apaziguem nossos corações:</em></strong><br> <strong><em>Ligue para os que estão distantes, bata um papo com aquela tia chata, exercite a tolerância.</em></strong><br> <strong><em>Divirta-se mais com seus pets, ou adote um cachorro.</em></strong><br> <strong><em>Arrume a gaveta de meias, faça um bolo, transforme seu desencanto num poema, e encante alguém. </em></strong><br> <strong><em>Assista de novo aquele filme inesquecível.</em></strong><br> <strong><em>Toque violão, piano, flauta ou escute uma música que inspire.</em></strong><br> <strong><em>Arrisque uma língua nova. “Perché non studiare un po&#8217; di italiano?”</em></strong><br> <strong><em>Descanse mais. Leia mais, procure um novo foco de interesse: que tal astrologia, ou balonismo, ou orquídeas? </em></strong><br> <strong><em>Você pode descobrir seu talento como mestre-cuca… ou escritor. Já pensou alguma vez em tricotar?</em></strong><br> <strong><em>Pinte um quadro, ou a parede do seu quarto.</em></strong><br> <strong><em>Componha uma música ou cante na janela do apartamento.</em></strong><br> <strong><em>Proponha um jantar temático, ou faça um caprichado sanduíche de queijo.</em></strong><br> <strong><em>Espalhe o surto… de esperança.</em></strong><br> <strong><em>O importante é ter cautela e não perder a fé, a certeza que tudo vai amenizar, mesmo que a melhora nos leve a um novo estilo de vida e convivência. </em></strong><br> <strong><em>E um dia vamos poder contar com orgulho, a nossos filhos ou netos, que nós fomos a geração que superou o que nem a ficção de Hollywood concebeu com tanta competência: </em></strong><br> <strong><em>o imponderável, o impensado…, o extraordinário.</em></strong></p> <p><em><strong>Dyonisio Moreno</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio trazemos um texto reflexivo e inspirador do meu grande amigo e maestro <strong>Dyonisio Moreno</strong> que também se mostra um grande escritor, inspirado nas sugestões dos alunos do 5º semestre de Publicidade e Propaganda da Universidade Metodista de São Paulo, onde é professor.</p> <p>Pra você ouvir, sentir e se inspirar&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>O Extraordinário</strong></span></em></p> <p><strong><em>A gente nem de longe podia imaginar que em meio a tanta velocidade, numa rotina que nos atropela, nos oprime e não espera por ninguém, seríamos condenados a parar.</em></strong><br> <strong><em>Nós estávamos acostumados a correr contra o tempo, a passar por cima de tudo e de todos, simplesmente pra continuar na mesma situação.</em></strong><br> <strong><em>Mas ele, dissimulado e silencioso nos alcançou, e de uma maneira covarde e sádica nos feriu, bloqueou… e nos isolou.</em></strong><br> <strong><em>Diante do imprevisível sofremos, choramos, nos deprimimos, por vezes procuramos em vão a saída, mas tivemos que nos submeter e nos resignar.</em></strong><br> <strong><em>Batalhas se vencem em conjunto, com coragem e equilíbrio. Certamente nós vamos reverter este cenário e retornar a nossa vida social. </em></strong><br> <strong><em>Pode ser que demore um pouquinho…, </em></strong><br> <strong><em>ou um pouco mais do que a gente esperava…, </em></strong><br> <strong><em>mas tenha certeza de que as coisas vão se recompor. </em></strong><br> <strong><em>Vai ser preciso confiança, persistência, resiliência, desapego e mente aberta para o singular. </em></strong><br> <strong><em>Os vínculos, negócios, transações não serão mais como antes. Nós vamos ter que conquistar um “novo normal”.</em></strong><br> <strong><em>Mas, em meio a esse caos, talvez a gente possa descobrir caminhos que aliviem nossa ansiedade e apaziguem nossos corações:</em></strong><br> <strong><em>Ligue para os que estão distantes, bata um papo com aquela tia chata, exercite a tolerância.</em></strong><br> <strong><em>Divirta-se mais com seus pets, ou adote um cachorro.</em></strong><br> <strong><em>Arrume a gaveta de meias, faça um bolo, transforme seu desencanto num poema, e encante alguém. </em></strong><br> <strong><em>Assista de novo aquele filme inesquecível.</em></strong><br> <strong><em>Toque violão, piano, flauta ou escute uma música que inspire.</em></strong><br> <strong><em>Arrisque uma língua nova. “Perché non studiare un po&#8217; di italiano?”</em></strong><br> <strong><em>Descanse mais. Leia mais, procure um novo foco de interesse: que tal astrologia, ou balonismo, ou orquídeas? </em></strong><br> <strong><em>Você pode descobrir seu talento como mestre-cuca… ou escritor. Já pensou alguma vez em tricotar?</em></strong><br> <strong><em>Pinte um quadro, ou a parede do seu quarto.</em></strong><br> <strong><em>Componha uma música ou cante na janela do apartamento.</em></strong><br> <strong><em>Proponha um jantar temático, ou faça um caprichado sanduíche de queijo.</em></strong><br> <strong><em>Espalhe o surto… de esperança.</em></strong><br> <strong><em>O importante é ter cautela e não perder a fé, a certeza que tudo vai amenizar, mesmo que a melhora nos leve a um novo estilo de vida e convivência. </em></strong><br> <strong><em>E um dia vamos poder contar com orgulho, a nossos filhos ou netos, que nós fomos a geração que superou o que nem a ficção de Hollywood concebeu com tanta competência: </em></strong><br> <strong><em>o imponderável, o impensado…, o extraordinário.</em></strong></p> <p><em><strong>Dyonisio Moreno</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2020 14:14:41 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 022 – Adoro-te</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 022 – Adoro-te</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Para esta semana especial, quando se comemora o Dia dos Namorados, o Podcast Texto Sentido traz um texto escrito e narrado por <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>É so se deixar levar pelo romantismo e viajar nas palavras e trilha sonora composta por <strong>Marcelo Gagliotti</strong>.</p> <p>Portanto, ouça e sinta&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Adoro-te</strong></span></em></p> <p><em><strong>Já não amo amar-te.</strong></em><br> <em><strong>Meu peito explode ao sentir-te</strong></em><br> <em><strong>Perto ou longe.</strong></em><br> <em><strong>Amar é pouco. Não basta.</strong></em></p> <p><em><strong>Adoro o que me faz bater o coração.</strong></em><br> <em><strong>Já não bate.</strong></em><br> <em><strong>Fica acelerado quando te imagino</strong></em><br> <em><strong>E me recordo de tudo o que já vivemos.</strong></em><br> <em><strong>O todo.</strong></em></p> <p><em><strong>Adoro-te!</strong></em><br> <em><strong>E até mais que isso.</strong></em><br> <em><strong>Estás acima do que seria normal,</strong></em><br> <em><strong>Razoável sentir.</strong></em></p> <p><em><strong>Só isso que digo.</strong></em><br> <em><strong>E repito:</strong></em><br> <em><strong>Adoro-te!</strong></em><br> <em><strong>E não consigo suportar a menor</strong></em><br> <em><strong>Possibilidade de perder-te.</strong></em></p> <p><em><strong>Tua presença é constante</strong></em><br> <em><strong>Em meu coração e minha mente.</strong></em><br> <em><strong>Já não amo amar-te.</strong></em><br> <em><strong>Adoro-te eternamente,</strong></em><br> <em><strong>Amor meu.</strong></em></p> <p><em><strong>Avi’V</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Para esta semana especial, quando se comemora o Dia dos Namorados, o Podcast Texto Sentido traz um texto escrito e narrado por <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>É so se deixar levar pelo romantismo e viajar nas palavras e trilha sonora composta por <strong>Marcelo Gagliotti</strong>.</p> <p>Portanto, ouça e sinta&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Adoro-te</strong></span></em></p> <p><em><strong>Já não amo amar-te.</strong></em><br> <em><strong>Meu peito explode ao sentir-te</strong></em><br> <em><strong>Perto ou longe.</strong></em><br> <em><strong>Amar é pouco. Não basta.</strong></em></p> <p><em><strong>Adoro o que me faz bater o coração.</strong></em><br> <em><strong>Já não bate.</strong></em><br> <em><strong>Fica acelerado quando te imagino</strong></em><br> <em><strong>E me recordo de tudo o que já vivemos.</strong></em><br> <em><strong>O todo.</strong></em></p> <p><em><strong>Adoro-te!</strong></em><br> <em><strong>E até mais que isso.</strong></em><br> <em><strong>Estás acima do que seria normal,</strong></em><br> <em><strong>Razoável sentir.</strong></em></p> <p><em><strong>Só isso que digo.</strong></em><br> <em><strong>E repito:</strong></em><br> <em><strong>Adoro-te!</strong></em><br> <em><strong>E não consigo suportar a menor</strong></em><br> <em><strong>Possibilidade de perder-te.</strong></em></p> <p><em><strong>Tua presença é constante</strong></em><br> <em><strong>Em meu coração e minha mente.</strong></em><br> <em><strong>Já não amo amar-te.</strong></em><br> <em><strong>Adoro-te eternamente,</strong></em><br> <em><strong>Amor meu.</strong></em></p> <p><em><strong>Avi’V</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2020 13:55:18 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 021 – Constelações</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 021 – Constelações</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio #021 do nosso podcast mais um texto baseado em um desenho de <strong>Rodrigo de Castro Scott</strong>.</p> <p>Imagine-se deitado ao relento olhando para um céu estrelado e embarque nesta viagem até as &#8220;<strong>Constelações&#8221;</strong>&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Constelações</strong></span></em></p> <p><em><strong>Incomensurável é este universo visível aos olhos e compreendido pela razão.</strong></em></p> <p><em><strong>Mas como classificar aqueles universos que não são captados pelos órgãos sensoriais e apenas impelidos ao conhecimento abstrato?</strong></em></p> <p><em><strong>Hoje o céu está nublado e não posso ver as estrelas!</strong></em></p> <p><em><strong>Para que o abstrato se faça presente, é preciso enganar a razão, essa severa tutora com a palmatória da lógica nas mãos. O abstrato é ilógico para as cabeças humanas.</strong></em></p> <p><em><strong>A brisa leve do começo da madrugada acalma meu corpo e me inebria.</strong></em></p> <p><em><strong>Penso que aquilo que não se vê é grande, muito grande, sete vezes maior. Os sons que não ouvimos. Os aromas que não sentimos. O universo invisível é poderoso.</strong></em></p> <p><em><strong>A pedra fria do chão é filosofia e me faz sentir a eterna efemeridade das coisas.</strong></em></p> <p><em><strong>Gosto do silêncio dessa hora porque não verbalizo pensamento.</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo o clarão da lua por trás das nuvens e crio meu próprio mundo invisível.</strong></em></p> <p><em><strong>E ele é como as estrelas que estão encobertas, continua brilhando sem que eu o perceba e ilumina cada átomo do meu corpo.</strong></em></p> <p><em><strong>São constelações paridas na mente.</strong></em></p> <p><em><strong>Senti um pingo de chuva, acho melhor entrar.</strong></em></p> <p><em><strong>Quando eu estiver lá dentro, tudo que eu contemplei aqui fora já estará distante, perdido em algum ponto dessa caminhada elíptica da terra pelo universo visível.</strong></em></p> <p><em><strong>Já o invisível levarei comigo para o interior de minha casa.</strong></em></p> <p><em><strong>O sol a tudo irá clarear, mas apagará as estrelas.</strong></em></p> <p><em><strong>Rodrigo de Castro Scott</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio #021 do nosso podcast mais um texto baseado em um desenho de <strong>Rodrigo de Castro Scott</strong>.</p> <p>Imagine-se deitado ao relento olhando para um céu estrelado e embarque nesta viagem até as &#8220;<strong>Constelações&#8221;</strong>&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Constelações</strong></span></em></p> <p><em><strong>Incomensurável é este universo visível aos olhos e compreendido pela razão.</strong></em></p> <p><em><strong>Mas como classificar aqueles universos que não são captados pelos órgãos sensoriais e apenas impelidos ao conhecimento abstrato?</strong></em></p> <p><em><strong>Hoje o céu está nublado e não posso ver as estrelas!</strong></em></p> <p><em><strong>Para que o abstrato se faça presente, é preciso enganar a razão, essa severa tutora com a palmatória da lógica nas mãos. O abstrato é ilógico para as cabeças humanas.</strong></em></p> <p><em><strong>A brisa leve do começo da madrugada acalma meu corpo e me inebria.</strong></em></p> <p><em><strong>Penso que aquilo que não se vê é grande, muito grande, sete vezes maior. Os sons que não ouvimos. Os aromas que não sentimos. O universo invisível é poderoso.</strong></em></p> <p><em><strong>A pedra fria do chão é filosofia e me faz sentir a eterna efemeridade das coisas.</strong></em></p> <p><em><strong>Gosto do silêncio dessa hora porque não verbalizo pensamento.</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo o clarão da lua por trás das nuvens e crio meu próprio mundo invisível.</strong></em></p> <p><em><strong>E ele é como as estrelas que estão encobertas, continua brilhando sem que eu o perceba e ilumina cada átomo do meu corpo.</strong></em></p> <p><em><strong>São constelações paridas na mente.</strong></em></p> <p><em><strong>Senti um pingo de chuva, acho melhor entrar.</strong></em></p> <p><em><strong>Quando eu estiver lá dentro, tudo que eu contemplei aqui fora já estará distante, perdido em algum ponto dessa caminhada elíptica da terra pelo universo visível.</strong></em></p> <p><em><strong>Já o invisível levarei comigo para o interior de minha casa.</strong></em></p> <p><em><strong>O sol a tudo irá clarear, mas apagará as estrelas.</strong></em></p> <p><em><strong>Rodrigo de Castro Scott</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2020 14:47:32 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 020 – Silêncio</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 020 – Silêncio</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Sabe aquela expressão &#8220;A palavra é prata, o silêncio é ouro&#8221;? Pois foi assim que recebemos este texto de <strong>Lígia Sales</strong> com palavras que conseguem exprimir em todo o seu significado o quanto pode ser de ouro o silêncio em determinados momentos.</p> <p>E como a vida nos ensina com o tempo e assim passamos a agir de forma inversa a como agíamos antes.</p> <p>Olhos e ouvidos abertos para mergulharem e sentirem em <strong>&#8220;Silêncio&#8221;</strong> o episódio de hoje do Texto Sentido.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Silêncio</strong></span></em></p> <p><strong><em>O tempo faz com a gente, modificações cruéis.</em></strong></p> <p><strong><em>Todos nós mudamos para melhor e pior.</em></strong></p> <p><strong><em>Há tempos, percebi que muitas das minhas convicções sobre mim mesma, foram totalmente transformadas.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me achava tão dona da verdade. Não sou. Nunca fui.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me achava tão resoluta.</em></strong></p> <p><strong><em>Se fui, não sou mais.</em></strong></p> <p><strong><em>Admito a necessidade de outros sons que não sejam somente os meus.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me considerava tão forte diante de tudo. Passou.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu sempre quis dar a última palavra, numa troca de farpas, numa decisão, sempre achei que tivesse os &#8220;melhores&#8221; argumentos.</em></strong></p> <p><strong><em>Balela.</em></strong></p> <p><strong><em>Descobri o quão oportuno e confortante é, muitas vezes, me calar também.</em></strong></p> <p><strong><em>Como é bom deixar pra lá!</em></strong></p> <p><strong><em>É bom ouvir meus pensamentos e guardar minhas conclusões somente para mim.</em></strong></p> <p><strong><em>Entendi a pluralidade das opiniões e antes de qualquer conclusão e julgamento, tentar separar o coração da razão de cada um.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu acho&#8230;e somente acho, que cresci um pouco.</em></strong></p> <p><strong><em>Como dizem, crescer dói, mas este crescimento interno é reconfortante.</em></strong></p> <p><strong><em>Ainda que, muitas vezes, a vida peça que eu grite, o tempo me revelou que eu posso dizer não, e se isto ferir alguém,</em></strong></p> <p><strong><em>mesmo sem nenhuma breve intenção, que seja pelo silêncio que agora, me dou de presente.</em></strong></p> <p><em><strong>Lígia Sales</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquela expressão &#8220;A palavra é prata, o silêncio é ouro&#8221;? Pois foi assim que recebemos este texto de <strong>Lígia Sales</strong> com palavras que conseguem exprimir em todo o seu significado o quanto pode ser de ouro o silêncio em determinados momentos.</p> <p>E como a vida nos ensina com o tempo e assim passamos a agir de forma inversa a como agíamos antes.</p> <p>Olhos e ouvidos abertos para mergulharem e sentirem em <strong>&#8220;Silêncio&#8221;</strong> o episódio de hoje do Texto Sentido.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Silêncio</strong></span></em></p> <p><strong><em>O tempo faz com a gente, modificações cruéis.</em></strong></p> <p><strong><em>Todos nós mudamos para melhor e pior.</em></strong></p> <p><strong><em>Há tempos, percebi que muitas das minhas convicções sobre mim mesma, foram totalmente transformadas.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me achava tão dona da verdade. Não sou. Nunca fui.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me achava tão resoluta.</em></strong></p> <p><strong><em>Se fui, não sou mais.</em></strong></p> <p><strong><em>Admito a necessidade de outros sons que não sejam somente os meus.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu me considerava tão forte diante de tudo. Passou.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu sempre quis dar a última palavra, numa troca de farpas, numa decisão, sempre achei que tivesse os &#8220;melhores&#8221; argumentos.</em></strong></p> <p><strong><em>Balela.</em></strong></p> <p><strong><em>Descobri o quão oportuno e confortante é, muitas vezes, me calar também.</em></strong></p> <p><strong><em>Como é bom deixar pra lá!</em></strong></p> <p><strong><em>É bom ouvir meus pensamentos e guardar minhas conclusões somente para mim.</em></strong></p> <p><strong><em>Entendi a pluralidade das opiniões e antes de qualquer conclusão e julgamento, tentar separar o coração da razão de cada um.</em></strong></p> <p><strong><em>Eu acho&#8230;e somente acho, que cresci um pouco.</em></strong></p> <p><strong><em>Como dizem, crescer dói, mas este crescimento interno é reconfortante.</em></strong></p> <p><strong><em>Ainda que, muitas vezes, a vida peça que eu grite, o tempo me revelou que eu posso dizer não, e se isto ferir alguém,</em></strong></p> <p><strong><em>mesmo sem nenhuma breve intenção, que seja pelo silêncio que agora, me dou de presente.</em></strong></p> <p><em><strong>Lígia Sales</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2020 13:05:08 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 019 – Noite</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 019 – Noite</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Em nosso episódio #019 mais um texto de <strong>Caetano Sayão</strong> com o qual podemos nos deliciar com uma mensagem que nos levará a muitas reflexões.</p> <p>É por isso que convidamos a todos para relaxarem e curtirem <strong>&#8220;Noite&#8221;</strong>.</p> <p>É só ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Noite</strong></span></em></p> <p><em><strong>Névoa se adensa pelas ruas.</strong></em></p> <p><em><strong>Encobre o chão, esconde as árvores.</strong></em></p> <p><em><strong>Sua teia é como minha tristeza, quer me cobrir com seu tecido leve.</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo as luzes mortiças nos postes enfileirados.</strong></em></p> <p><em><strong>Sinto os olhos cansados pelo tempo.</strong></em></p> <p><em><strong>Um tango moderno toca no rádio.</strong></em></p> <p><em><strong>Onde ficou minha alegria?</strong></em></p> <p><em><strong>A lua teima em não aparecer.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Talvez não queira iluminar meus sentimentos..</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo o passado em imagens guardadas no celular.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; A doçura de olhos infantis apaixonados</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Uma risada estampada num grupo de amigos</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Um amor que já foi</strong></em></p> <p><em><strong>A taça de vinho me ajuda a espantar pensamentos.</strong></em></p> <p><em><strong>Sabiá insone me diz que não estou só.</strong></em></p> <p><em><strong>Vou me alimentar de mais paciência.</strong></em></p> <p><em><strong>Ainda vou viver as alegrias que quero: uma nova música. Um amor. Um novo dia.</strong></em></p> <p><em><strong>Caetano Sayão</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Em nosso episódio #019 mais um texto de <strong>Caetano Sayão</strong> com o qual podemos nos deliciar com uma mensagem que nos levará a muitas reflexões.</p> <p>É por isso que convidamos a todos para relaxarem e curtirem <strong>&#8220;Noite&#8221;</strong>.</p> <p>É só ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Noite</strong></span></em></p> <p><em><strong>Névoa se adensa pelas ruas.</strong></em></p> <p><em><strong>Encobre o chão, esconde as árvores.</strong></em></p> <p><em><strong>Sua teia é como minha tristeza, quer me cobrir com seu tecido leve.</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo as luzes mortiças nos postes enfileirados.</strong></em></p> <p><em><strong>Sinto os olhos cansados pelo tempo.</strong></em></p> <p><em><strong>Um tango moderno toca no rádio.</strong></em></p> <p><em><strong>Onde ficou minha alegria?</strong></em></p> <p><em><strong>A lua teima em não aparecer.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Talvez não queira iluminar meus sentimentos..</strong></em></p> <p><em><strong>Vejo o passado em imagens guardadas no celular.</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; A doçura de olhos infantis apaixonados</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Uma risada estampada num grupo de amigos</strong></em></p> <p><em><strong>&#8211; Um amor que já foi</strong></em></p> <p><em><strong>A taça de vinho me ajuda a espantar pensamentos.</strong></em></p> <p><em><strong>Sabiá insone me diz que não estou só.</strong></em></p> <p><em><strong>Vou me alimentar de mais paciência.</strong></em></p> <p><em><strong>Ainda vou viver as alegrias que quero: uma nova música. Um amor. Um novo dia.</strong></em></p> <p><em><strong>Caetano Sayão</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2020 13:55:38 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 018 – NÃO PENSEI</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 018 – NÃO PENSEI</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Mais um texto de <strong>Renato Castanhari</strong> que nos faz refletir sobre o momento que o mundo passa e, particularmente, cada um de nós.</p> <p>Está no ar o episódio número 18 do <strong>Texto Sentido</strong> pra você ouvir, refletir, curtir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>NÃO PENSEI</strong></span></em></p> <p><strong><em>Não pensei que viveria para ver a vida pela janela de casa</em></strong></p> <p><strong><em>Ver o dia passar e eu sem sair, interagir, ir e vir, só refletir</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei ter que me distanciar da família, dos amigos, do amor</em></strong></p> <p><strong><em>Me trancar, me afastar, me fechar, só digitar ou ligar, talvez acenar</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei que viveria para ver meu amor pela tela, sem aquela tagarela</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei ficar sem seu corpo, sem contato, muito louco, que sufoco</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>E agora, pensando, pensando, sinto que vai tudo mudar</em></strong></p> <p><strong><em>No andar, no tocar, no buscar melhorar, na forma de pensar</em></strong></p> <p><strong><em>E aí, vai ter valido a pena parar, distanciar, refletir, ficar sem sair</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei que seria assim, mas está no ar, vai tudo passar</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Mais um texto de <strong>Renato Castanhari</strong> que nos faz refletir sobre o momento que o mundo passa e, particularmente, cada um de nós.</p> <p>Está no ar o episódio número 18 do <strong>Texto Sentido</strong> pra você ouvir, refletir, curtir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>NÃO PENSEI</strong></span></em></p> <p><strong><em>Não pensei que viveria para ver a vida pela janela de casa</em></strong></p> <p><strong><em>Ver o dia passar e eu sem sair, interagir, ir e vir, só refletir</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei ter que me distanciar da família, dos amigos, do amor</em></strong></p> <p><strong><em>Me trancar, me afastar, me fechar, só digitar ou ligar, talvez acenar</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei que viveria para ver meu amor pela tela, sem aquela tagarela</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei ficar sem seu corpo, sem contato, muito louco, que sufoco</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei</em></strong></p> <p><strong><em>E agora, pensando, pensando, sinto que vai tudo mudar</em></strong></p> <p><strong><em>No andar, no tocar, no buscar melhorar, na forma de pensar</em></strong></p> <p><strong><em>E aí, vai ter valido a pena parar, distanciar, refletir, ficar sem sair</em></strong></p> <p><strong><em>Não pensei que seria assim, mas está no ar, vai tudo passar</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2020 13:01:28 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 017 – #SaudadeDeVocê</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 017 – #SaudadeDeVocê</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio de hoje <strong>Thelma Antun</strong> nos brinda com um texto delicioso.</p> <p>Esperamos que todos que um dia já viveram uma paixão, um grande amor, ouçam e sintam&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>#SaudadeDeVocê</strong></span></em></p> <p><em><strong>Eu tenho saudade</strong></em></p> <p><em><strong>Ela tem nome</strong></em><br> <em><strong>Sobrenome</strong></em><br> <em><strong>Tem endereço</strong></em></p> <p><em><strong>Tem caixa postal, também</strong></em><br> <em><strong>E tem hashtag</strong></em><br> <em><strong>#saudadedevoce</strong></em></p> <p><em><strong>Dos dias que vivemos o melhor</strong></em><br> <em><strong>Muito ou pouco</strong></em><br> <em><strong>Quem importa?</strong></em><br> <em><strong>Era o que cada um tinha pra doar</strong></em></p> <p><em><strong>Saudade do encontro sorrateiro</strong></em><br> <em><strong>Verdadeiro</strong></em><br> <em><strong>Traiçoeiro</strong></em><br> <em><strong>Quase deixando se apaixonar</strong></em></p> <p><em><strong>O melhor 2 em 1 que se pode imaginar</strong></em></p> <p><em><strong>Um amor obscuro</strong></em><br> <em><strong>Revelado para as paredes</strong></em><br> <em><strong>Para a mesa do lado</strong></em><br> <em><strong>Para o vizinho solitário</strong></em><br> <em><strong>Ou para o motelzinho de quinta que ousamos entrar</strong></em></p> <p><em><strong>Um amor transparente para nós dois</strong></em><br> <em><strong>Uma saudade secreta que sobrou apenas no meu olhar.</strong></em></p> <p><em><strong>Thelma Antun</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio de hoje <strong>Thelma Antun</strong> nos brinda com um texto delicioso.</p> <p>Esperamos que todos que um dia já viveram uma paixão, um grande amor, ouçam e sintam&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>#SaudadeDeVocê</strong></span></em></p> <p><em><strong>Eu tenho saudade</strong></em></p> <p><em><strong>Ela tem nome</strong></em><br> <em><strong>Sobrenome</strong></em><br> <em><strong>Tem endereço</strong></em></p> <p><em><strong>Tem caixa postal, também</strong></em><br> <em><strong>E tem hashtag</strong></em><br> <em><strong>#saudadedevoce</strong></em></p> <p><em><strong>Dos dias que vivemos o melhor</strong></em><br> <em><strong>Muito ou pouco</strong></em><br> <em><strong>Quem importa?</strong></em><br> <em><strong>Era o que cada um tinha pra doar</strong></em></p> <p><em><strong>Saudade do encontro sorrateiro</strong></em><br> <em><strong>Verdadeiro</strong></em><br> <em><strong>Traiçoeiro</strong></em><br> <em><strong>Quase deixando se apaixonar</strong></em></p> <p><em><strong>O melhor 2 em 1 que se pode imaginar</strong></em></p> <p><em><strong>Um amor obscuro</strong></em><br> <em><strong>Revelado para as paredes</strong></em><br> <em><strong>Para a mesa do lado</strong></em><br> <em><strong>Para o vizinho solitário</strong></em><br> <em><strong>Ou para o motelzinho de quinta que ousamos entrar</strong></em></p> <p><em><strong>Um amor transparente para nós dois</strong></em><br> <em><strong>Uma saudade secreta que sobrou apenas no meu olhar.</strong></em></p> <p><em><strong>Thelma Antun</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2020 14:07:53 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 016 – Bolhas</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 016 – Bolhas</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Um texto lúdico é o que apresentamos neste episódio do nosso podcast: palavras sutis e de grande imaginação escritas a partir de um desenho do autor <strong>Rodrigo de Castro Scott</strong>.</p> <p>É hora de deixarmos nossa imaginação tomar conta e nos deliciarmos com&#8230;</p> <p><strong>&#8220;Bolhas&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bolhas</strong></span></em></p> <p><em><strong>A luz que invadia o quarto naquela tarde outonal tinha uma essência, alguma coisa de tão elemental,</strong></em></p> <p><em><strong>que todo o ambiente parecia ter sido agasalhado por uma colcha de vó.</strong></em></p> <p><em><strong>Pairavam junto às partículas de poeira; aquelas vistas através dos raios de luz que trespassam as frestas das janelas</strong></em></p> <p><em><strong>e vão aureoloar os criados mudos, pequenas bolhas, microscópicas bolhas, granuladas bolhas de felicidade.</strong></em></p> <p><em><strong>Eram tão sutis e delicadas que se assentavam em todos os cantos do cômodo, envernizando a laca dos móveis.</strong></em></p> <p><em><strong>Enevoavam os olhos, entravam pelas narinas, enchiam os pulmões e irrigavam todo o corpo pela corrente sanguínea.</strong></em></p> <p><em><strong>Nesse momento o ar se perfumava e tudo fazia sentido. O tempo adormecia.</strong></em></p> <p><em><strong>Eram imperceptíveis e atemporais. Não se sabe de onde vinham e nem para onde iam.</strong></em></p> <p><em><strong>Mas de tempos em tempos sarapintavam a casa de número 22 da Vila das Preces.</strong></em></p> <p><em><strong>Rodrigo de Castro Scott</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Um texto lúdico é o que apresentamos neste episódio do nosso podcast: palavras sutis e de grande imaginação escritas a partir de um desenho do autor <strong>Rodrigo de Castro Scott</strong>.</p> <p>É hora de deixarmos nossa imaginação tomar conta e nos deliciarmos com&#8230;</p> <p><strong>&#8220;Bolhas&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bolhas</strong></span></em></p> <p><em><strong>A luz que invadia o quarto naquela tarde outonal tinha uma essência, alguma coisa de tão elemental,</strong></em></p> <p><em><strong>que todo o ambiente parecia ter sido agasalhado por uma colcha de vó.</strong></em></p> <p><em><strong>Pairavam junto às partículas de poeira; aquelas vistas através dos raios de luz que trespassam as frestas das janelas</strong></em></p> <p><em><strong>e vão aureoloar os criados mudos, pequenas bolhas, microscópicas bolhas, granuladas bolhas de felicidade.</strong></em></p> <p><em><strong>Eram tão sutis e delicadas que se assentavam em todos os cantos do cômodo, envernizando a laca dos móveis.</strong></em></p> <p><em><strong>Enevoavam os olhos, entravam pelas narinas, enchiam os pulmões e irrigavam todo o corpo pela corrente sanguínea.</strong></em></p> <p><em><strong>Nesse momento o ar se perfumava e tudo fazia sentido. O tempo adormecia.</strong></em></p> <p><em><strong>Eram imperceptíveis e atemporais. Não se sabe de onde vinham e nem para onde iam.</strong></em></p> <p><em><strong>Mas de tempos em tempos sarapintavam a casa de número 22 da Vila das Preces.</strong></em></p> <p><em><strong>Rodrigo de Castro Scott</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2020 13:01:26 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 015 – Sobre portas</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 015 – Sobre portas</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Um poema lindíssimo de <strong>Bruna Tang</strong> é o que teremos no nosso Podcast Texto Sentido desta semana.</p> <p>Quantas vezes damos atenção àquele simples objeto com o qual convivemos diariamente? Uma pia, um sofá, uma cama e&#8230; que tal, uma porta?</p> <p>É sobre isso que convidamos a todos para ouvir e sentir.</p> <p>É <strong>&#8220;Sobre Portas&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre portas</strong></span></em></p> <p><em><strong>Sempre gostei de admirar portas</strong></em><br> <em><strong>E claro, com a curiosidade de quem quer saber o que se passa por detrás delas.</strong></em><br> <em><strong>Poderia me admirar por jardins, quintais, varandas</strong></em><br> <em><strong>Talvez até por mezaninos ou enormes janelas&#8230;</strong></em><br> <em><strong>Mas para toda pessoa torta,</strong></em><br> <em><strong>Assim como eu, o que realmente importa é:</strong></em><br> <em><strong>⁃ O que existe por trás da porta?!</strong></em><br> <em><strong>E se acaso a porta se abre,</strong></em><br> <em><strong>fará ela barulho?</strong></em><br> <em><strong>E se esconde entulho?</strong></em><br> <em><strong>Se abre, clareia, se fecha, escuro.</strong></em><br> <em><strong>Por que vamos abrir a porta</strong></em><br> <em><strong>Se alguém chega ou vai embora?</strong></em><br> <em><strong>Pra mostrar assim que desejamos a volta</strong></em><br> <em><strong>E que nesse retorno não haja demora.</strong></em><br> <em><strong>A vida começa sempre assim</strong></em><br> <em><strong>Passamos pela porta em rumo do dia</strong></em><br> <em><strong>Dinheiro, trabalho, carros e meios-fios&#8230;</strong></em><br> <em><strong>Quando voltamos passamos pela mesma porta</strong></em><br> <em><strong>A mãe, o pai, o filho.</strong></em><br> <em><strong>Ela ao se abrir acredita que cabe</strong></em><br> <em><strong>Mais luz, mais vento</strong></em><br> <em><strong>Por trás da porta não existe relento</strong></em><br> <em><strong>Dorme toda família, aposentos.</strong></em><br> <em><strong>Será que existe amor, existe alegria?</strong></em><br> <em><strong>O que a porta esconde é magia</strong></em><br> <em><strong>Ela protege, abraça, abriga</strong></em><br> <em><strong>O que do lado de fora só se imagina,</strong></em><br> <em><strong>Rotina.</strong></em><br> <em><strong>E por fim, se a porta deixa de receber, acolher</strong></em><br> <em><strong>Nenhuma brecha, nenhuma visita</strong></em><br> <em><strong>Irão mais acontecer.</strong></em><br> <em><strong>Nem a brisa, nenhum feixe conseguirão adentrar</strong></em><br> <em><strong>Como um sinal de que ninguém mais vive ali e que morta a porta está!</strong></em></p> <p><em><strong>Bruna Tang</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Um poema lindíssimo de <strong>Bruna Tang</strong> é o que teremos no nosso Podcast Texto Sentido desta semana.</p> <p>Quantas vezes damos atenção àquele simples objeto com o qual convivemos diariamente? Uma pia, um sofá, uma cama e&#8230; que tal, uma porta?</p> <p>É sobre isso que convidamos a todos para ouvir e sentir.</p> <p>É <strong>&#8220;Sobre Portas&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre portas</strong></span></em></p> <p><em><strong>Sempre gostei de admirar portas</strong></em><br> <em><strong>E claro, com a curiosidade de quem quer saber o que se passa por detrás delas.</strong></em><br> <em><strong>Poderia me admirar por jardins, quintais, varandas</strong></em><br> <em><strong>Talvez até por mezaninos ou enormes janelas&#8230;</strong></em><br> <em><strong>Mas para toda pessoa torta,</strong></em><br> <em><strong>Assim como eu, o que realmente importa é:</strong></em><br> <em><strong>⁃ O que existe por trás da porta?!</strong></em><br> <em><strong>E se acaso a porta se abre,</strong></em><br> <em><strong>fará ela barulho?</strong></em><br> <em><strong>E se esconde entulho?</strong></em><br> <em><strong>Se abre, clareia, se fecha, escuro.</strong></em><br> <em><strong>Por que vamos abrir a porta</strong></em><br> <em><strong>Se alguém chega ou vai embora?</strong></em><br> <em><strong>Pra mostrar assim que desejamos a volta</strong></em><br> <em><strong>E que nesse retorno não haja demora.</strong></em><br> <em><strong>A vida começa sempre assim</strong></em><br> <em><strong>Passamos pela porta em rumo do dia</strong></em><br> <em><strong>Dinheiro, trabalho, carros e meios-fios&#8230;</strong></em><br> <em><strong>Quando voltamos passamos pela mesma porta</strong></em><br> <em><strong>A mãe, o pai, o filho.</strong></em><br> <em><strong>Ela ao se abrir acredita que cabe</strong></em><br> <em><strong>Mais luz, mais vento</strong></em><br> <em><strong>Por trás da porta não existe relento</strong></em><br> <em><strong>Dorme toda família, aposentos.</strong></em><br> <em><strong>Será que existe amor, existe alegria?</strong></em><br> <em><strong>O que a porta esconde é magia</strong></em><br> <em><strong>Ela protege, abraça, abriga</strong></em><br> <em><strong>O que do lado de fora só se imagina,</strong></em><br> <em><strong>Rotina.</strong></em><br> <em><strong>E por fim, se a porta deixa de receber, acolher</strong></em><br> <em><strong>Nenhuma brecha, nenhuma visita</strong></em><br> <em><strong>Irão mais acontecer.</strong></em><br> <em><strong>Nem a brisa, nenhum feixe conseguirão adentrar</strong></em><br> <em><strong>Como um sinal de que ninguém mais vive ali e que morta a porta está!</strong></em></p> <p><em><strong>Bruna Tang</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2020 14:04:32 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 014 – Gostaria</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 014 – Gostaria</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste episódio #014 trazemos um texto de <strong>Daniel Freitas</strong> pra refletirmos um pouco sobre a vida e as oportunidades que tivemos no decorrer dela.</p> <p>Quais foram ou poderiam ter sido nossas escolhas?</p> <p>Ouça, sinta e chegue à sua conclusão do que realmente <strong>&#8220;Gostaria&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Gostaria</strong></span></em></p> <p><strong><em>Gostaria de ter dito muita coisa que não disse</em></strong><br> <strong><em>Muitas das vezes que calei, muitas das vezes que engoli</em></strong><br> <strong><em>Gostaria ter tido coragem para defender um ponto</em></strong><br> <strong><em>Ou apenas ter discordado de algo que ouvi</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria também de ter me resignado, e deixado para lá</em></strong><br> <strong><em>Algo que disse, demonstrei ou apenas agi sem pensar</em></strong><br> <strong><em>Gostaria de poder voltar e desfazer o mal que fiz</em></strong><br> <strong><em>E ter evitado tudo que já fez outro chorar</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria de ter ajudado mais, de ter acertado mais</em></strong><br> <strong><em>Ter amado mais do que amei, ter dado mais atenção</em></strong><br> <strong><em>Gostaria de estar mais próximo de Deus</em></strong><br> <strong><em>De ter me entregado um pouco mais em oração</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria por fim, de deixar claro que apesar de arrependimentos</em></strong><br> <strong><em>Não mudaria nada do que hoje é parte do meu dia</em></strong><br> <strong><em>Todos que tenho, todos que amo, todos que me são queridos</em></strong><br> <strong><em>Pois se qualquer um não estivesse, tenho certeza que não Gostaria</em></strong></p> <p><em><strong>Daniel Freitas</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio #014 trazemos um texto de <strong>Daniel Freitas</strong> pra refletirmos um pouco sobre a vida e as oportunidades que tivemos no decorrer dela.</p> <p>Quais foram ou poderiam ter sido nossas escolhas?</p> <p>Ouça, sinta e chegue à sua conclusão do que realmente <strong>&#8220;Gostaria&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Gostaria</strong></span></em></p> <p><strong><em>Gostaria de ter dito muita coisa que não disse</em></strong><br> <strong><em>Muitas das vezes que calei, muitas das vezes que engoli</em></strong><br> <strong><em>Gostaria ter tido coragem para defender um ponto</em></strong><br> <strong><em>Ou apenas ter discordado de algo que ouvi</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria também de ter me resignado, e deixado para lá</em></strong><br> <strong><em>Algo que disse, demonstrei ou apenas agi sem pensar</em></strong><br> <strong><em>Gostaria de poder voltar e desfazer o mal que fiz</em></strong><br> <strong><em>E ter evitado tudo que já fez outro chorar</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria de ter ajudado mais, de ter acertado mais</em></strong><br> <strong><em>Ter amado mais do que amei, ter dado mais atenção</em></strong><br> <strong><em>Gostaria de estar mais próximo de Deus</em></strong><br> <strong><em>De ter me entregado um pouco mais em oração</em></strong></p> <p><strong><em>Gostaria por fim, de deixar claro que apesar de arrependimentos</em></strong><br> <strong><em>Não mudaria nada do que hoje é parte do meu dia</em></strong><br> <strong><em>Todos que tenho, todos que amo, todos que me são queridos</em></strong><br> <strong><em>Pois se qualquer um não estivesse, tenho certeza que não Gostaria</em></strong></p> <p><em><strong>Daniel Freitas</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Rádiofobia Podcast Network</itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 15:21:25 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 013 – A VOZ DA VIDA</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 013 – A VOZ DA VIDA</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Com uma sensibilidade sem tamanho, <strong>João Miras</strong> escreveu o texto do episódio de hoje especialmente pra interpretação de <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a>.</p> <p>Esperamos que gostem de ouvir e sentir <strong>&#8220;A voz da vida&#8221;</strong> e que este episódio traga paz, alento e, por que não, alegria em sua vida.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>A VOZ DA VIDA</strong></span></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida.</strong></em></p> <p><em><strong>Como uma música&#8230; como a chuva caindo, o pássaro cantando, os carros zanzando, o filho chorando, a mãe sorrindo.</strong></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida&#8230; nova, que vai desabrochar depois desse temporal.</strong></em></p> <p><em><strong>Presta atenção&#8230; ouve o futuro grávido de som nesse silêncio&#8230; ouviu?</strong></em></p> <p><em><strong>Aquiete sua mente, tente ouvir seu coração porque é possível ouvir a vida que vem chegando lá daquela vastidão cavalgando um cavalo ainda sem nome mas que quando chegar aqui vai se chamar: Gratidão.</strong></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida nessa minha voz que por obra do destino foi instrumento e ofício que tento fazer ser nobre ao não rivalizar com o silêncio, mas colaborar com ele.</strong></em></p> <p><em><strong>Que tento fazer ser nobre trazendo a você palavras de esperança: vai se preparando, vida nova vem aí!</strong></em></p> <p><em><strong>João Miras</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Com uma sensibilidade sem tamanho, <strong>João Miras</strong> escreveu o texto do episódio de hoje especialmente pra interpretação de <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a>.</p> <p>Esperamos que gostem de ouvir e sentir <strong>&#8220;A voz da vida&#8221;</strong> e que este episódio traga paz, alento e, por que não, alegria em sua vida.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>A VOZ DA VIDA</strong></span></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida.</strong></em></p> <p><em><strong>Como uma música&#8230; como a chuva caindo, o pássaro cantando, os carros zanzando, o filho chorando, a mãe sorrindo.</strong></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida&#8230; nova, que vai desabrochar depois desse temporal.</strong></em></p> <p><em><strong>Presta atenção&#8230; ouve o futuro grávido de som nesse silêncio&#8230; ouviu?</strong></em></p> <p><em><strong>Aquiete sua mente, tente ouvir seu coração porque é possível ouvir a vida que vem chegando lá daquela vastidão cavalgando um cavalo ainda sem nome mas que quando chegar aqui vai se chamar: Gratidão.</strong></em></p> <p><em><strong>É possível ouvir a vida nessa minha voz que por obra do destino foi instrumento e ofício que tento fazer ser nobre ao não rivalizar com o silêncio, mas colaborar com ele.</strong></em></p> <p><em><strong>Que tento fazer ser nobre trazendo a você palavras de esperança: vai se preparando, vida nova vem aí!</strong></em></p> <p><em><strong>João Miras</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2020 13:01:56 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 012 – ESPERANÇAAAAAAAAA!</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 012 – ESPERANÇAAAAAAAAA!</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio #012 do nosso podcast trazemos mais um texto reflexivo escrito pelo excelente <strong>Caetano Sayão</strong>.</p> <p>Em tempos de recolhimento, de interiorização e de reflexão, fiquemos com as lindas palavras contidas em <strong>&#8220;ESPERANÇAAAAAAAAA!&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>ESPERANÇAAAAAAAAA!</strong></span></em></p> <p><strong><em>Cadê você?</em></strong><br> <strong><em>Sei que anda escondida, não me engana</em></strong><br> <strong><em>Ok, cuida do mundo inteiro,</em></strong><br> <strong><em>não só de uma menina na cama.</em></strong><br> <strong><em>Eu gosto de você Esperança</em></strong><br> <strong><em>Eu quero você Esperança</em></strong><br> <strong><em>Não brinque de se esconder</em></strong><br> <strong><em>Gosto de te ver nos olhos de uma criança</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos olhos de quem se ama</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos planos</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos encantos</em></strong><br> <strong><em>no olhar do plantador</em></strong><br> <strong><em>no céu que promete chuva</em></strong><br> <strong><em>no embarque do pescador</em></strong><br> <strong><em>na aposta do jogador</em></strong><br> <strong><em>no desejo do trabalhador</em></strong><br> <strong><em>nas noites do estudante</em></strong><br> <strong><em>na sedução dos amantes</em></strong><br> <strong><em>nos olhares constantes</em></strong><br> <strong><em>mas quero você aqui comigo</em></strong><br> <strong><em>não me deixe de castigo</em></strong><br> <strong><em>volta pro meu horizonte</em></strong><br> <strong><em>pros meus sonhos, brilhantes</em></strong><br> <strong><em>volta , Esperança</em></strong><br> <strong><em>meu amor, minha mãe,</em></strong><br> <strong><em>sou tua eterna criança.</em></strong></p> <p><em><strong>Caetano Sayão</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio #012 do nosso podcast trazemos mais um texto reflexivo escrito pelo excelente <strong>Caetano Sayão</strong>.</p> <p>Em tempos de recolhimento, de interiorização e de reflexão, fiquemos com as lindas palavras contidas em <strong>&#8220;ESPERANÇAAAAAAAAA!&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>ESPERANÇAAAAAAAAA!</strong></span></em></p> <p><strong><em>Cadê você?</em></strong><br> <strong><em>Sei que anda escondida, não me engana</em></strong><br> <strong><em>Ok, cuida do mundo inteiro,</em></strong><br> <strong><em>não só de uma menina na cama.</em></strong><br> <strong><em>Eu gosto de você Esperança</em></strong><br> <strong><em>Eu quero você Esperança</em></strong><br> <strong><em>Não brinque de se esconder</em></strong><br> <strong><em>Gosto de te ver nos olhos de uma criança</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos olhos de quem se ama</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos planos</em></strong><br> <strong><em>de te ver nos encantos</em></strong><br> <strong><em>no olhar do plantador</em></strong><br> <strong><em>no céu que promete chuva</em></strong><br> <strong><em>no embarque do pescador</em></strong><br> <strong><em>na aposta do jogador</em></strong><br> <strong><em>no desejo do trabalhador</em></strong><br> <strong><em>nas noites do estudante</em></strong><br> <strong><em>na sedução dos amantes</em></strong><br> <strong><em>nos olhares constantes</em></strong><br> <strong><em>mas quero você aqui comigo</em></strong><br> <strong><em>não me deixe de castigo</em></strong><br> <strong><em>volta pro meu horizonte</em></strong><br> <strong><em>pros meus sonhos, brilhantes</em></strong><br> <strong><em>volta , Esperança</em></strong><br> <strong><em>meu amor, minha mãe,</em></strong><br> <strong><em>sou tua eterna criança.</em></strong></p> <p><em><strong>Caetano Sayão</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:02:01 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>EDITORIAL – Ações da Rádiofobia Podcast Network face à pandemia do Coronavírus</title>
      <itunes:title>EDITORIAL – Ações da Rádiofobia Podcast Network face à pandemia do Coronavírus</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Um áudio publicado nos FEEDS de todos os podcasts da <strong>Rádiofobia Podcast Network</strong> com um posicionamento sobre ações relacionadas à pandemia do Coronavírus.</span></p> <p><strong><span style="color: #990000;">Links citados neste EDITORIAL:</span></strong><br> &#8211; <a href="https://www.rendabasica.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Renda Básica que Queremos</strong> &#8211; clique e apoie!</a><br> &#8211; <a href="https://leolop.es/spotscovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>SPOTS da campanha contra o Coronavírus produzidos pelo #ColetivoPodcast</strong> &#8211; clique, baixe e use em seu podcast!</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Um áudio publicado nos FEEDS de todos os podcasts da <strong>Rádiofobia Podcast Network</strong> com um posicionamento sobre ações relacionadas à pandemia do Coronavírus.</span></p> <p><strong><span style="color: #990000;">Links citados neste EDITORIAL:</span></strong><br> &#8211; <a href="https://www.rendabasica.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A Renda Básica que Queremos</strong> &#8211; clique e apoie!</a><br> &#8211; <a href="https://leolop.es/spotscovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>SPOTS da campanha contra o Coronavírus produzidos pelo #ColetivoPodcast</strong> &#8211; clique, baixe e use em seu podcast!</a></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Rádiofobia Podcast Network</itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2020 21:43:31 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 011 – Tenho em mim um tempo</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 011 – Tenho em mim um tempo</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Em tempos de saber o que fazer com o tempo, que atualmente temos até de sobra, tive a grata surpresa de receber o escrito de <strong>Hudson Figueiredo</strong> que nos traz uma reflexão sobre este passar de minutos, horas, dias, semanas, meses e anos.</p> <p>Convidamos você, portanto, a ouvir e sentir <strong>&#8220;Tenho em mim um tempo&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tenho em mim um tempo</strong></span></em></p> <p><strong><em>Tenho em mim um calendário</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os anos em meses</em></strong><br> <strong><em>Mas em céus de brigadeiro e frio na alma</em></strong><br> <strong><em>Em folhas secas e frio no corpo</em></strong><br> <strong><em>Em flores nos campos e brilho nos olhos</em></strong><br> <strong><em>Em calor de tempestades e alma lavada.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um calendário</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os meses em semanas</em></strong><br> <strong><em>Senão em encontros, alegrias, tristezas e saudades.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um relógio</em></strong><br> <strong><em>Que não marca as horas em minutos</em></strong><br> <strong><em>Mas em momentos vividos.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um relógio</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os minutos em segundos</em></strong><br> <strong><em>Mas em batidas do meu coração.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um tempo</em></strong><br> <strong><em>Diferente do tempo convencionado</em></strong><br> <strong><em>Que não tem regras</em></strong><br> <strong><em>Que não tem medidas.</em></strong></p> <p><em><strong>Hudson Figueiredo</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de saber o que fazer com o tempo, que atualmente temos até de sobra, tive a grata surpresa de receber o escrito de <strong>Hudson Figueiredo</strong> que nos traz uma reflexão sobre este passar de minutos, horas, dias, semanas, meses e anos.</p> <p>Convidamos você, portanto, a ouvir e sentir <strong>&#8220;Tenho em mim um tempo&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Tenho em mim um tempo</strong></span></em></p> <p><strong><em>Tenho em mim um calendário</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os anos em meses</em></strong><br> <strong><em>Mas em céus de brigadeiro e frio na alma</em></strong><br> <strong><em>Em folhas secas e frio no corpo</em></strong><br> <strong><em>Em flores nos campos e brilho nos olhos</em></strong><br> <strong><em>Em calor de tempestades e alma lavada.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um calendário</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os meses em semanas</em></strong><br> <strong><em>Senão em encontros, alegrias, tristezas e saudades.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um relógio</em></strong><br> <strong><em>Que não marca as horas em minutos</em></strong><br> <strong><em>Mas em momentos vividos.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um relógio</em></strong><br> <strong><em>Que não marca os minutos em segundos</em></strong><br> <strong><em>Mas em batidas do meu coração.</em></strong><br> <strong><em>Tenho em mim um tempo</em></strong><br> <strong><em>Diferente do tempo convencionado</em></strong><br> <strong><em>Que não tem regras</em></strong><br> <strong><em>Que não tem medidas.</em></strong></p> <p><em><strong>Hudson Figueiredo</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <itunes:author>Rádiofobia Podcast Network</itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2020 13:14:35 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 010 – Canção pra menina que eu amo</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 010 – Canção pra menina que eu amo</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Parte integrante do livro <strong>&#8220;Crônicas da Garoa&#8221;</strong> o episódio de hoje traz o texto <strong>&#8220;Canção pra menina que eu amo&#8221;</strong>.</p> <p>De uma grande delicadeza em suas palavras, o escritor e excelente pianista <strong>Marcos Romera</strong> nos presenteia com esta sua obra.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Canção pra menina que eu amo</strong></span></em></p> <p><strong><em>Esse teu riso</em></strong><br> <strong><em>Esse teu rio de Deus iluminado</em></strong><br> <strong><em>É meu som, meu sonho bom de cada dia</em></strong><br> <strong><em>E a cada dia</em></strong><br> <strong><em>de abraços</em></strong><br> <strong><em>de amigos</em></strong><br> <strong><em>de amor</em></strong><br> <strong><em>Asas te farei,</em></strong><br> <strong><em>sonhos te trarei</em></strong><br> <strong><em>Flores te darei</em></strong><br> <strong><em>As luzes de Paris serei</em></strong><br> <strong><em>O céu do Hawai terei</em></strong><br> <strong><em>Por las calles de Madri te levarei</em></strong><br> <strong><em>Flutua a Lua tua</em></strong><br> <strong><em>E a cada noite enluarada</em></strong><br> <strong><em>Asas te darei,</em></strong><br> <strong><em>sonhos te farei</em></strong><br> <strong><em>Flores te trarei</em></strong><br> <strong><em>Serei eu</em></strong><br> <strong><em>Serei teu</em></strong><br> <strong><em>Serei.</em></strong></p> <p><em><strong>Marcos Romera</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Parte integrante do livro <strong>&#8220;Crônicas da Garoa&#8221;</strong> o episódio de hoje traz o texto <strong>&#8220;Canção pra menina que eu amo&#8221;</strong>.</p> <p>De uma grande delicadeza em suas palavras, o escritor e excelente pianista <strong>Marcos Romera</strong> nos presenteia com esta sua obra.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Canção pra menina que eu amo</strong></span></em></p> <p><strong><em>Esse teu riso</em></strong><br> <strong><em>Esse teu rio de Deus iluminado</em></strong><br> <strong><em>É meu som, meu sonho bom de cada dia</em></strong><br> <strong><em>E a cada dia</em></strong><br> <strong><em>de abraços</em></strong><br> <strong><em>de amigos</em></strong><br> <strong><em>de amor</em></strong><br> <strong><em>Asas te farei,</em></strong><br> <strong><em>sonhos te trarei</em></strong><br> <strong><em>Flores te darei</em></strong><br> <strong><em>As luzes de Paris serei</em></strong><br> <strong><em>O céu do Hawai terei</em></strong><br> <strong><em>Por las calles de Madri te levarei</em></strong><br> <strong><em>Flutua a Lua tua</em></strong><br> <strong><em>E a cada noite enluarada</em></strong><br> <strong><em>Asas te darei,</em></strong><br> <strong><em>sonhos te farei</em></strong><br> <strong><em>Flores te trarei</em></strong><br> <strong><em>Serei eu</em></strong><br> <strong><em>Serei teu</em></strong><br> <strong><em>Serei.</em></strong></p> <p><em><strong>Marcos Romera</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2020 13:45:07 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 009 – Vai e vem</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 009 – Vai e vem</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio desta semana o lindo texto de <strong>Renato Castanhari</strong> que, ouvindo nosso podcast, nos enviou o que escreveu e que traz em si um tema para reflexão sobre como vivemos ou poderíamos viver.</p> <p>Com vocês, &#8220;Vai e vem&#8221;!</p> <p>Pra você ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vai e vem</strong></span></em></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, se desligar da tomada, desplugar da rede, fazer um retiro, retirar do dia as amarras que laçamos, em nossa mente, pernas e mãos.</em></strong></p> <p><strong><em>Nesse retiro de alma, nessa pausa de ar, o difícil é encarar os vazios, sem as máscaras, os disfarces que já fazem parte da rotina. A prova está em se escanear, se aguentar, se enxergar sem maquiagem, o face to face com o seu eu.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, dar um tempo, de sol ou chuva, areia e mar. E apenas parar, só olhar, o vai e vem da onda que só vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Se tem alguém, ela vai e vem. Se tem ninguém, ela vai e vem, vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>E se no meio do caminho tinha uma pedra, ali tem areia, um tanto de pedrinhas, empurradas pela onda, que vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, ser ninguém, apenas andar, só olhar, o vai e vem, o vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>São tantos, tão diferentes, cada um com suas dúvidas, seus medos, seus desejos, seus problemas, suas dores. E tão iguais, nesse vai e vem, vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, aprender com a vida, com o ter e não ter, com o vai e vem, da maré que nos embala e nos maltrata, nos alegra e apavora, nos levanta e nos afoga.</em></strong></p> <p><strong><em>É por isso que todo mundo, de tempos e tempos, morre. Para poder renascer, e assim renovar, como a onda do mar, o seu vai e vem, vem e vai, sem fim.</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio desta semana o lindo texto de <strong>Renato Castanhari</strong> que, ouvindo nosso podcast, nos enviou o que escreveu e que traz em si um tema para reflexão sobre como vivemos ou poderíamos viver.</p> <p>Com vocês, &#8220;Vai e vem&#8221;!</p> <p>Pra você ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vai e vem</strong></span></em></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, se desligar da tomada, desplugar da rede, fazer um retiro, retirar do dia as amarras que laçamos, em nossa mente, pernas e mãos.</em></strong></p> <p><strong><em>Nesse retiro de alma, nessa pausa de ar, o difícil é encarar os vazios, sem as máscaras, os disfarces que já fazem parte da rotina. A prova está em se escanear, se aguentar, se enxergar sem maquiagem, o face to face com o seu eu.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, dar um tempo, de sol ou chuva, areia e mar. E apenas parar, só olhar, o vai e vem da onda que só vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Se tem alguém, ela vai e vem. Se tem ninguém, ela vai e vem, vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>E se no meio do caminho tinha uma pedra, ali tem areia, um tanto de pedrinhas, empurradas pela onda, que vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, ser ninguém, apenas andar, só olhar, o vai e vem, o vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>São tantos, tão diferentes, cada um com suas dúvidas, seus medos, seus desejos, seus problemas, suas dores. E tão iguais, nesse vai e vem, vem e vai.</em></strong></p> <p><strong><em>Todo mundo deveria, de tempos em tempos, aprender com a vida, com o ter e não ter, com o vai e vem, da maré que nos embala e nos maltrata, nos alegra e apavora, nos levanta e nos afoga.</em></strong></p> <p><strong><em>É por isso que todo mundo, de tempos e tempos, morre. Para poder renascer, e assim renovar, como a onda do mar, o seu vai e vem, vem e vai, sem fim.</em></strong></p> <p><em><strong>Renato Castanhari</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2020 14:40:00 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 008 – Amigos por nada</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 008 – Amigos por nada</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Neste episódio, a amizade é o destaque. Para isso <strong><a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Antônio Viviani</a></strong> reuniu grandes amigos para realizá-lo. Começando pelo autor do texto <strong>&#8220;Amigos por nada&#8221;</strong>, <strong>William Oliveira</strong>, amigo de infância da querida Poços de Caldas.</p> <p>Os outros amigos são citados pelo grande amigo <strong>Célio Guimarães</strong> (Idemur de Matos) na ficha técnica e para interpretar mais três amigos queridos: <strong>Edinho Moreno, Ronam Junqueira e Irineu Toledo</strong>.</p> <p>Pra você ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Amigos por nada</strong></span></em></p> <p><em><strong>Sou como milhões: conheço centenas de pessoas, converso habitualmente com dezenas delas e tenho poucos muito amigos. Sim, porque amizade não é uma questão quantitativa, nem pode ser. Ninguém tem centena de amigos. A maioria conta seus amigos pelos dedos das mãos. Só Roberto Carlos é que, em uma antiga canção, afirmava querer ter um milhão de amigos&#8230; que comprassem seus discos e acabou conseguindo. Amigo de verdade não tem a ver com querer. Se alguém disser “quero ser seu amigo”, pronto, acabou a amizade, até porque cheira falsidade.</strong></em></p> <p><em><strong>Amizade não é algo que se escolhe, não tem a ver com desejo, não exige esforço, nem experiência. Não exige currículo, carta de apresentação, nem bons antecedentes. Os amigos que tenho foram frutos de encontros fortuitos e que, sabe-se lá porque, continuaram fazendo parte da minha existência ao longo do tempo. Tornamo-nos amigos realmente sem querer. Não conheço ninguém que possua uma “caderneta de amigos” e, por favor, não me venham com esta história de amigos virtuais. Não desqualifiquem a palavra. Amigo é quem compartilhou com a gente, em corpo presente, alegrias e tristezas. Aquele que sabe da nossa história, que conhece o espelho de nossa alma e frequenta nosso coração. Derramou lágrimas ao nosso lado sem dizer uma única palavra e gargalhou junto por uma piada infame até ficar com dor no pescoço. Amigo mesmo até se esquece da data do nosso aniversário, mas lembra sempre de torcer diariamente para que a gente seja feliz. Não precisa estar geograficamente próximo, pois amigo de verdade reside permanentemente no quarto das nossas lembranças, no sótão das nossas memórias. Não precisa telefonar para gente a todo instante, pois sabe que a ligação é permanente.</strong></em></p> <p><em><strong>Amigos nunca vão embora, pois a proximidade não é física, nem temporal. Amizade lembra algo genético, sem ser familiar. Parece muito com transfusão, mas não tem nada a ver com laços sanguíneos. Os amigos que tenho são pessoas fantásticas e, por isto mesmo, possuem muitos defeitos. Um deles é o mesmo meu: na maioria das vezes eles não dizem para mim os defeitos que tenho. Não é falta de sinceridade. Amigo não precisa ser sempre sincero, nem ser sempre mentiroso. Não precisa declarar que gosta da gente. Não necessita testemunhar, nem provar sua amizade. A amizade não precisa de justificativas. Ela existe por nada e apesar de tudo.</strong></em></p> <p><em><strong>William Oliveira</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio, a amizade é o destaque. Para isso <strong><a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Antônio Viviani</a></strong> reuniu grandes amigos para realizá-lo. Começando pelo autor do texto <strong>&#8220;Amigos por nada&#8221;</strong>, <strong>William Oliveira</strong>, amigo de infância da querida Poços de Caldas.</p> <p>Os outros amigos são citados pelo grande amigo <strong>Célio Guimarães</strong> (Idemur de Matos) na ficha técnica e para interpretar mais três amigos queridos: <strong>Edinho Moreno, Ronam Junqueira e Irineu Toledo</strong>.</p> <p>Pra você ouvir e sentir&#8230;</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Amigos por nada</strong></span></em></p> <p><em><strong>Sou como milhões: conheço centenas de pessoas, converso habitualmente com dezenas delas e tenho poucos muito amigos. Sim, porque amizade não é uma questão quantitativa, nem pode ser. Ninguém tem centena de amigos. A maioria conta seus amigos pelos dedos das mãos. Só Roberto Carlos é que, em uma antiga canção, afirmava querer ter um milhão de amigos&#8230; que comprassem seus discos e acabou conseguindo. Amigo de verdade não tem a ver com querer. Se alguém disser “quero ser seu amigo”, pronto, acabou a amizade, até porque cheira falsidade.</strong></em></p> <p><em><strong>Amizade não é algo que se escolhe, não tem a ver com desejo, não exige esforço, nem experiência. Não exige currículo, carta de apresentação, nem bons antecedentes. Os amigos que tenho foram frutos de encontros fortuitos e que, sabe-se lá porque, continuaram fazendo parte da minha existência ao longo do tempo. Tornamo-nos amigos realmente sem querer. Não conheço ninguém que possua uma “caderneta de amigos” e, por favor, não me venham com esta história de amigos virtuais. Não desqualifiquem a palavra. Amigo é quem compartilhou com a gente, em corpo presente, alegrias e tristezas. Aquele que sabe da nossa história, que conhece o espelho de nossa alma e frequenta nosso coração. Derramou lágrimas ao nosso lado sem dizer uma única palavra e gargalhou junto por uma piada infame até ficar com dor no pescoço. Amigo mesmo até se esquece da data do nosso aniversário, mas lembra sempre de torcer diariamente para que a gente seja feliz. Não precisa estar geograficamente próximo, pois amigo de verdade reside permanentemente no quarto das nossas lembranças, no sótão das nossas memórias. Não precisa telefonar para gente a todo instante, pois sabe que a ligação é permanente.</strong></em></p> <p><em><strong>Amigos nunca vão embora, pois a proximidade não é física, nem temporal. Amizade lembra algo genético, sem ser familiar. Parece muito com transfusão, mas não tem nada a ver com laços sanguíneos. Os amigos que tenho são pessoas fantásticas e, por isto mesmo, possuem muitos defeitos. Um deles é o mesmo meu: na maioria das vezes eles não dizem para mim os defeitos que tenho. Não é falta de sinceridade. Amigo não precisa ser sempre sincero, nem ser sempre mentiroso. Não precisa declarar que gosta da gente. Não necessita testemunhar, nem provar sua amizade. A amizade não precisa de justificativas. Ela existe por nada e apesar de tudo.</strong></em></p> <p><em><strong>William Oliveira</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Feb 2020 13:01:34 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 007 – Os olhos não enrugam</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 007 – Os olhos não enrugam</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No episódio 007 do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> um texto espetacular do amigo e conterrâneo Paulo Sampaio que cita um banco na praça em frente à fonte luminosa de Poços de Caldas.</p> <p>Venha ouvir e sentir <strong>&#8220;Os olhos não enrugam&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Os olhos não enrugam</strong></span></p> <p><strong>No dia que meu corpo tiver passado todos os dias de minha vida e de mim restar apenas os dias, estarei sentado lhe esperando, naquele banco do jardim dentre a flores perfumadas, bem em frente à fonte luminosa, numa noite de lua cheia!</strong></p> <p><strong>E pedirei então que toquem “Sonata ao Luar “ de Beethoven! Escolherei a melhor roupa e o melhor perfume e lá estarei ansioso para lhe ver!</strong></p> <p><strong>Verás em mim um corpo com rugas que o tempo traçou e os cabelos brancos que perderam a cor, mas os olhos não enrugam!</strong></p> <p><strong>E quando pousares teu corpo frágil junto ao meu, verás que o tempo não tirou-me o calor que de mim emana. Então sentirás as batidas de meu coração; e quando olhares dentro de meus olhos, verás tua imagem juvenil colada nas minhas pupilas, bem no centro de minha íris. E então te darei o beijo que não morreu; ficou guardado nos lábios meus, desde o primeiro dia que te vi!</strong></p> <p><em><strong>Paulo Sampaio</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No episódio 007 do <strong>Podcast Texto Sentido</strong> um texto espetacular do amigo e conterrâneo Paulo Sampaio que cita um banco na praça em frente à fonte luminosa de Poços de Caldas.</p> <p>Venha ouvir e sentir <strong>&#8220;Os olhos não enrugam&#8221;</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Os olhos não enrugam</strong></span></p> <p><strong>No dia que meu corpo tiver passado todos os dias de minha vida e de mim restar apenas os dias, estarei sentado lhe esperando, naquele banco do jardim dentre a flores perfumadas, bem em frente à fonte luminosa, numa noite de lua cheia!</strong></p> <p><strong>E pedirei então que toquem “Sonata ao Luar “ de Beethoven! Escolherei a melhor roupa e o melhor perfume e lá estarei ansioso para lhe ver!</strong></p> <p><strong>Verás em mim um corpo com rugas que o tempo traçou e os cabelos brancos que perderam a cor, mas os olhos não enrugam!</strong></p> <p><strong>E quando pousares teu corpo frágil junto ao meu, verás que o tempo não tirou-me o calor que de mim emana. Então sentirás as batidas de meu coração; e quando olhares dentro de meus olhos, verás tua imagem juvenil colada nas minhas pupilas, bem no centro de minha íris. E então te darei o beijo que não morreu; ficou guardado nos lábios meus, desde o primeiro dia que te vi!</strong></p> <p><em><strong>Paulo Sampaio</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 04 Feb 2020 13:00:18 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 006 – O que eu amo em ti / Recomeçar</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 006 – O que eu amo em ti / Recomeçar</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>No seu episódio número 006, o <strong>Podcast Texto Sentido</strong> traz dois textos do autor <strong>Fernando Coelho</strong>, um excelente jornalista e um grande poeta.</p> <p>Venha ouvir e sentir com a interpretação de <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que eu amo em ti</strong></span></p> <p><strong>O que eu amo em ti não é o coração.</strong><br> <strong>Muito menos a tua sabedoria de mulher feita de pequenas mutações.</strong><br> <strong>Nem o teu corpo que preenche o organismo da lua.</strong><br> <strong>O que eu amo em ti não é exatamente o que eu amo de tua boca.</strong><br> <strong>Nem o flamejar dos teus olhos quando bebem água do mar.</strong><br> <strong>O que me faz te amar tanto, é que com tudo isso que tens, ainda passeias dentro de mim, humilde, plena de alimentos da terra, a me matar a fome, a semear o meu interior selvagem. E só.</strong></p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Recomeçar</strong></span></p> <p><strong>Recomeçar. A lei da vida.</strong><br> <strong>Recomeçar. Amar de novo.</strong><br> <strong>Aprender de novo. Amar mais. Aprender a tolerar.</strong><br> <strong>Recomeçar outro amor. Amar outro amor. Mesmo que o grande amor permaneça sob a pele.</strong><br> <strong>Mas não há que parar, esmorecer, ter febre de medo. Recomeçar, ir, insistir, resistir, aguentar, reinventar, imaginar o que não há, sonhar tudo, acordar e sonhar, e recomeçar.</strong><br> <strong>Recomeçar.</strong></p> <p><em><strong>Fernando Coelho Poeta</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>No seu episódio número 006, o <strong>Podcast Texto Sentido</strong> traz dois textos do autor <strong>Fernando Coelho</strong>, um excelente jornalista e um grande poeta.</p> <p>Venha ouvir e sentir com a interpretação de <strong>Antônio Viviani</strong>.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que eu amo em ti</strong></span></p> <p><strong>O que eu amo em ti não é o coração.</strong><br> <strong>Muito menos a tua sabedoria de mulher feita de pequenas mutações.</strong><br> <strong>Nem o teu corpo que preenche o organismo da lua.</strong><br> <strong>O que eu amo em ti não é exatamente o que eu amo de tua boca.</strong><br> <strong>Nem o flamejar dos teus olhos quando bebem água do mar.</strong><br> <strong>O que me faz te amar tanto, é que com tudo isso que tens, ainda passeias dentro de mim, humilde, plena de alimentos da terra, a me matar a fome, a semear o meu interior selvagem. E só.</strong></p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Recomeçar</strong></span></p> <p><strong>Recomeçar. A lei da vida.</strong><br> <strong>Recomeçar. Amar de novo.</strong><br> <strong>Aprender de novo. Amar mais. Aprender a tolerar.</strong><br> <strong>Recomeçar outro amor. Amar outro amor. Mesmo que o grande amor permaneça sob a pele.</strong><br> <strong>Mas não há que parar, esmorecer, ter febre de medo. Recomeçar, ir, insistir, resistir, aguentar, reinventar, imaginar o que não há, sonhar tudo, acordar e sonhar, e recomeçar.</strong><br> <strong>Recomeçar.</strong></p> <p><em><strong>Fernando Coelho Poeta</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 28 Jan 2020 13:00:12 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>TEXTO SENTIDO 005 – A voz e avós</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 005 – A voz e avós</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Hoje o<strong> Podcast Texto Sentido </strong>traz em seu episódio número 005 um texto que nos faz refletir bastante.</p> <p>O autor <strong>Marcelo Abud</strong> tem vários outros textos que você pode encontrar em <a href="http://abudismos.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://abudismos.blogspot.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1579297876292000&amp;usg=AFQjCNHN1BAtrNVqqdhQ7op-yZYOMlTSCw">http://abudismos.blogspot.com<wbr>.</a></p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A voz e avós</strong></span></p> <p><strong>Onde estará aquela incontida alegria que minha voz continha?</strong><br> <strong>Por que manifesta-se cansada essa voz</strong><br> <strong>que outrora impulsionava incansáveis manifestos?</strong><br> <strong>O que há com aquela criatura que não crê mais no que cria?</strong><br> <strong>Por que será que dizemos &#8220;sentir muito&#8221; pela impossibilidade de sentir?</strong></p> <p><strong>A voz cala o grito</strong><br> <strong>Outrora a voz gritava o que calava</strong><br> <strong>Há voz no silêncio que se faz ouvir</strong></p> <p><strong>O que há com a voz que troca idílios sentidos por trocadilhos sem sentido?</strong><br> <strong>Por que depois de tanta tentação só nos resta tentar outra ação?</strong><br> <strong>O que faz a voz ganhar vida na dúvida e na dívida?</strong><br> <strong>Por que será que depois de termos nos entregado a tudo,</strong><br> <strong>a voz diz &#8220;por nada&#8221;?</strong></p> <p><strong>A voz grita sufocada pelos calos vocais</strong><br> <strong>Vogais calam os gritos consoantes</strong><br> <strong>Revogamos e sentimos muito por nada mais sentirmos</strong></p> <p><strong>Fomos a voz!</strong><br> <strong>Agora, somos apenas avós</strong><br> <strong>Aliás, a duras penas</strong></p> <p><em><strong>Marcelo Abud</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Hoje o<strong> Podcast Texto Sentido </strong>traz em seu episódio número 005 um texto que nos faz refletir bastante.</p> <p>O autor <strong>Marcelo Abud</strong> tem vários outros textos que você pode encontrar em <a href="http://abudismos.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://abudismos.blogspot.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1579297876292000&amp;usg=AFQjCNHN1BAtrNVqqdhQ7op-yZYOMlTSCw">http://abudismos.blogspot.com<wbr>.</a></p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A voz e avós</strong></span></p> <p><strong>Onde estará aquela incontida alegria que minha voz continha?</strong><br> <strong>Por que manifesta-se cansada essa voz</strong><br> <strong>que outrora impulsionava incansáveis manifestos?</strong><br> <strong>O que há com aquela criatura que não crê mais no que cria?</strong><br> <strong>Por que será que dizemos &#8220;sentir muito&#8221; pela impossibilidade de sentir?</strong></p> <p><strong>A voz cala o grito</strong><br> <strong>Outrora a voz gritava o que calava</strong><br> <strong>Há voz no silêncio que se faz ouvir</strong></p> <p><strong>O que há com a voz que troca idílios sentidos por trocadilhos sem sentido?</strong><br> <strong>Por que depois de tanta tentação só nos resta tentar outra ação?</strong><br> <strong>O que faz a voz ganhar vida na dúvida e na dívida?</strong><br> <strong>Por que será que depois de termos nos entregado a tudo,</strong><br> <strong>a voz diz &#8220;por nada&#8221;?</strong></p> <p><strong>A voz grita sufocada pelos calos vocais</strong><br> <strong>Vogais calam os gritos consoantes</strong><br> <strong>Revogamos e sentimos muito por nada mais sentirmos</strong></p> <p><strong>Fomos a voz!</strong><br> <strong>Agora, somos apenas avós</strong><br> <strong>Aliás, a duras penas</strong></p> <p><em><strong>Marcelo Abud</strong></em></p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2020 14:00:23 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 004 – As Letras me Dominam</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 004 – As Letras me Dominam</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p><strong>Podcast Texto Sentido</strong>: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Hoje, no episódio de número 4, um texto de <strong>Raphael Kepler</strong> chamado <strong>&#8220;As Letras me Dominam&#8221;</strong>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>As Letras me Dominam</strong></span></p> <p><strong>Eu escrevo pela solidão de ontem.</strong></p> <p><strong>Eu sonho com as cores, verde musgo e café quente. Eu não escrevo para ser. Eu escrevo para o vazio. Para os nomes que nunca falarei.</strong></p> <p><strong>Quando a chuva me assombra e o frio me liberta. Quando os homens andam em linha. Quando as freiras despertam úmidas de madrugada. No fim de um filme amargo. No sabor de uma indecisão. Na padaria ou no ponto. É onde eu escrevo.</strong></p> <p><strong>E minhas linhas são corretas e tortas. Meus receios cobrem letras e minha alma vaga em folhas amareladas. Diários de outrora. Vontades escondidas.</strong></p> <p><strong>Eu sei dos sonhos que o vento levou, e das horas perdidas numa rua do centro. Eu sei que nunca serei meu alvo, mas de flecha me orgulho. Sou inconstante, inquieto e medroso. Sou piloto de fuga na frente do volante.</strong></p> <p><strong>Sou fim de noite num boteco e dia novo em cachoeira.</strong></p> <p><strong>E por isso eu escrevo. Pois não sou o que vejo.</strong></p> <p><strong>E as letras me dominam.</strong></p> <p><strong>Belas e ligeiras palavras que me despertam.</strong></p> <p><strong>Pé na mesa sem culpa.</strong></p> <p><strong>Eu não sei da solidão da moça. Não escrevo por deleite, muito menos por vontade. A tinta é sangue em minha veia, esses clichês da modernidade.</strong></p> <p><strong>Tirar a roupa do varal.</strong></p> <p><strong>Levar o lixo pra fora.</strong></p> <p><strong>Ter que dormir cedo.</strong></p> <p><strong>Acordar meio-dia.</strong></p> <p><strong>Eu escrevo pelo fim, por outro eu que encontrarei.</strong></p> <p><strong>Sonho, tesão, gozo na barriga.</strong></p> <p><strong>É tudo cinza aqui fora, e desafinado é o coração.</strong></p> <p><strong>Só escrevo o que não sei, pois detesto ter razão. O vazio é minha musa, e com ele sou completo. No tédio de quarta-feira eu me jogo nos papéis.</strong></p> <p><strong>Tarde é feita de memórias. Aquarela de poeta.</strong></p> <p><strong>Por isso as palavras me transbordam e se perdem na lixeira.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem brinquedos. Olhos de vidro e pelo liso.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem mentiras, frases feitas e absorventes usados.</strong></p> <p><strong>Vem aqui no fim do dia. Vem aqui me alegrar.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem promessas de um tempo sem paixão.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro eu me perdi, aqui dentro não há nada.</strong></p> <p><strong>É por isso que escrevo.</strong></p> <p><strong>Pois não sei me explicar.</strong></p> <p><em><strong>Texto de Raphael Kepler</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Podcast Texto Sentido</strong>: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Hoje, no episódio de número 4, um texto de <strong>Raphael Kepler</strong> chamado <strong>&#8220;As Letras me Dominam&#8221;</strong>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>As Letras me Dominam</strong></span></p> <p><strong>Eu escrevo pela solidão de ontem.</strong></p> <p><strong>Eu sonho com as cores, verde musgo e café quente. Eu não escrevo para ser. Eu escrevo para o vazio. Para os nomes que nunca falarei.</strong></p> <p><strong>Quando a chuva me assombra e o frio me liberta. Quando os homens andam em linha. Quando as freiras despertam úmidas de madrugada. No fim de um filme amargo. No sabor de uma indecisão. Na padaria ou no ponto. É onde eu escrevo.</strong></p> <p><strong>E minhas linhas são corretas e tortas. Meus receios cobrem letras e minha alma vaga em folhas amareladas. Diários de outrora. Vontades escondidas.</strong></p> <p><strong>Eu sei dos sonhos que o vento levou, e das horas perdidas numa rua do centro. Eu sei que nunca serei meu alvo, mas de flecha me orgulho. Sou inconstante, inquieto e medroso. Sou piloto de fuga na frente do volante.</strong></p> <p><strong>Sou fim de noite num boteco e dia novo em cachoeira.</strong></p> <p><strong>E por isso eu escrevo. Pois não sou o que vejo.</strong></p> <p><strong>E as letras me dominam.</strong></p> <p><strong>Belas e ligeiras palavras que me despertam.</strong></p> <p><strong>Pé na mesa sem culpa.</strong></p> <p><strong>Eu não sei da solidão da moça. Não escrevo por deleite, muito menos por vontade. A tinta é sangue em minha veia, esses clichês da modernidade.</strong></p> <p><strong>Tirar a roupa do varal.</strong></p> <p><strong>Levar o lixo pra fora.</strong></p> <p><strong>Ter que dormir cedo.</strong></p> <p><strong>Acordar meio-dia.</strong></p> <p><strong>Eu escrevo pelo fim, por outro eu que encontrarei.</strong></p> <p><strong>Sonho, tesão, gozo na barriga.</strong></p> <p><strong>É tudo cinza aqui fora, e desafinado é o coração.</strong></p> <p><strong>Só escrevo o que não sei, pois detesto ter razão. O vazio é minha musa, e com ele sou completo. No tédio de quarta-feira eu me jogo nos papéis.</strong></p> <p><strong>Tarde é feita de memórias. Aquarela de poeta.</strong></p> <p><strong>Por isso as palavras me transbordam e se perdem na lixeira.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem brinquedos. Olhos de vidro e pelo liso.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem mentiras, frases feitas e absorventes usados.</strong></p> <p><strong>Vem aqui no fim do dia. Vem aqui me alegrar.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro tem promessas de um tempo sem paixão.</strong></p> <p><strong>Aqui dentro eu me perdi, aqui dentro não há nada.</strong></p> <p><strong>É por isso que escrevo.</strong></p> <p><strong>Pois não sei me explicar.</strong></p> <p><em><strong>Texto de Raphael Kepler</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2020 13:00:23 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 003 – 2020</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 003 – 2020</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Oi pessoal,</p> <p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o Podcast Texto Sentido: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Bem, ano novo chegando e o episódio número 3 traz o texto <strong>2020</strong> de <strong>Luiz Marcelo Diniz</strong>.</p> <p>O que será que ele diz?</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>2020</strong></span></p> <p><strong>Encare todos os dias de 2020, como o último dia do ano. Como o dia da virada. O dia de mudar tudo.<br> Porque na verdade, todo dia a gente pode se propor a mudar. A fazer mais. A fazer melhor. Fazer diferente.<br> Todos os dias do ano e da vida a gente pode tentar fazer as coisas com mais calma. Com mais tempo. Com mais amor.<br> Todo dia a gente pode cumprir metas. Estipular metas. Riscar metas. Cumpridas ou não. Não importa.<br> Porque todo dia é dia de ser mais grato à vida, a Deus, ao Universo. Independente das crenças. Pois a gratidão faz milagres. Cura doenças. Abre portas. Nos faz seres mais evoluídos e felizes.<br> Todo dia é dia de pedir perdão. De perdoar. E deixar pra trás as coisas que não saíram como esperávamos e seguir em frente. Sempre em frente. E em paz consigo mesmo, com os outros, com tudo.<br> Porque não se vive dignamente, com o peito cheio de rancor, mágoa, ingratidão.<br> Todo dia é dia de se fazer de novo. Ou de se fazer o novo. Sem medo de errar, de ser feliz, de ser melhor. Melhor para si. E melhor para os que amamos.<br> Por isso, que em 2020 você se renove. A cada virada de dia, a cada passada de hora. A cada piscar de olhos.<br> Porque a vida é agora. E a felicidade, não precisa de contagem regressiva para chegar. .</strong></p> <p><em><strong>Texto de Luiz Marcelo Diniz</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal,</p> <p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o Podcast Texto Sentido: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Bem, ano novo chegando e o episódio número 3 traz o texto <strong>2020</strong> de <strong>Luiz Marcelo Diniz</strong>.</p> <p>O que será que ele diz?</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>2020</strong></span></p> <p><strong>Encare todos os dias de 2020, como o último dia do ano. Como o dia da virada. O dia de mudar tudo.<br> Porque na verdade, todo dia a gente pode se propor a mudar. A fazer mais. A fazer melhor. Fazer diferente.<br> Todos os dias do ano e da vida a gente pode tentar fazer as coisas com mais calma. Com mais tempo. Com mais amor.<br> Todo dia a gente pode cumprir metas. Estipular metas. Riscar metas. Cumpridas ou não. Não importa.<br> Porque todo dia é dia de ser mais grato à vida, a Deus, ao Universo. Independente das crenças. Pois a gratidão faz milagres. Cura doenças. Abre portas. Nos faz seres mais evoluídos e felizes.<br> Todo dia é dia de pedir perdão. De perdoar. E deixar pra trás as coisas que não saíram como esperávamos e seguir em frente. Sempre em frente. E em paz consigo mesmo, com os outros, com tudo.<br> Porque não se vive dignamente, com o peito cheio de rancor, mágoa, ingratidão.<br> Todo dia é dia de se fazer de novo. Ou de se fazer o novo. Sem medo de errar, de ser feliz, de ser melhor. Melhor para si. E melhor para os que amamos.<br> Por isso, que em 2020 você se renove. A cada virada de dia, a cada passada de hora. A cada piscar de olhos.<br> Porque a vida é agora. E a felicidade, não precisa de contagem regressiva para chegar. .</strong></p> <p><em><strong>Texto de Luiz Marcelo Diniz</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2019 20:49:12 +0000</pubDate>
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      <title>TEXTO SENTIDO 002 – Natal</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 002 – Natal</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o Podcast Texto Sentido: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Ah, e se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Hoje, no episódio de número 2, um texto bem apropriado para esta época do ano. O autor é <strong>Luiz Marcelo Diniz</strong> e o texto chama-se <strong>Natal</strong>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Natal</strong></span></p> <p><strong>Natal é dia de presente. Mas não presente daqueles que vem em grandes caixas ou em belos embrulhos com laços vermelhos. Não presente desses que você compra às pressas, em shoppings lotados, por conta apenas de uma obrigação social.</strong><br> <strong>Natal é dia de presente, sim. Mas presente no sentido de se fazer presente: na casa, na vida e na alma de quem a gente ama. Dia de ter o amor e o respeito ainda mais presentes em nossos corações. De manter a paz presente no espírito. E de se comemorar a vida. Porque essa é feita, acima de tudo, do presente.</strong><br> <strong>Então, seja grato pelas pessoas especiais que estão sempre presentes em sua vida. E dê à elas um abraço apertado e carinhoso de Natal. Como um presente. O melhor presente que se pode dar.</strong><br> <strong>FELIZ NATAL!</strong></p> <p><em><strong>Texto de Luiz Marcelo Diniz</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o Podcast Texto Sentido: um espaço para interpretação dos mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Ah, e se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Hoje, no episódio de número 2, um texto bem apropriado para esta época do ano. O autor é <strong>Luiz Marcelo Diniz</strong> e o texto chama-se <strong>Natal</strong>.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Natal</strong></span></p> <p><strong>Natal é dia de presente. Mas não presente daqueles que vem em grandes caixas ou em belos embrulhos com laços vermelhos. Não presente desses que você compra às pressas, em shoppings lotados, por conta apenas de uma obrigação social.</strong><br> <strong>Natal é dia de presente, sim. Mas presente no sentido de se fazer presente: na casa, na vida e na alma de quem a gente ama. Dia de ter o amor e o respeito ainda mais presentes em nossos corações. De manter a paz presente no espírito. E de se comemorar a vida. Porque essa é feita, acima de tudo, do presente.</strong><br> <strong>Então, seja grato pelas pessoas especiais que estão sempre presentes em sua vida. E dê à elas um abraço apertado e carinhoso de Natal. Como um presente. O melhor presente que se pode dar.</strong><br> <strong>FELIZ NATAL!</strong></p> <p><em><strong>Texto de Luiz Marcelo Diniz</strong></em></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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      <title>TEXTO SENTIDO 001 – Sede</title>
      <itunes:title>TEXTO SENTIDO 001 – Sede</itunes:title>
      <description><![CDATA[<p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o primeiro episódio do Podcast Texto Sentido.</p> <p>Uma ideia que tive em outubro de 2013: um espaço em que pudesse interpretar os mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Hoje, finalmente, damos início a esta jornada! E se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Pra começar escolhi um texto meu mesmo escrito em 2011.</p> <p>Chama-se Sede.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>Espero que gostem!</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sede</strong></span></p> <p><strong>Tenho sede. Mas a mim não basta qualquer água, qualquer líquido.</strong><br> <strong>Quero beber daquela fonte. Ah! Como alcançá-la? Tento, busco e não consigo.</strong><br> <strong>Arrebento-me em meu intento. E depois de muito esforço quando penso tê-la sob meu domínio ela escapa-me entre os dedos. Foge.</strong><br> <strong>Olho ao longe e parece-me que ficou ainda mais distante.</strong><br> <strong>Corro feito um louco, nem olho para o caminho e, mais uma vez, vou ao chão.</strong><br> <strong>Mesmo tombado, rasgado, por fora e por dentro, não consigo deixar de almejá-la.</strong><br> <strong>Já não é fonte. É estrela. Ao longe. E dela chega-me o brilho, a luz.</strong><br> <strong>É só isto que bebo. Sorvo cada facho. Com intensidade.</strong><br> <strong>E descubro que era o que me bastava.</strong></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Antônio Viviani</strong></a> e este é o primeiro episódio do Podcast Texto Sentido.</p> <p>Uma ideia que tive em outubro de 2013: um espaço em que pudesse interpretar os mais variados textos, poemas e poesias.</p> <p>Hoje, finalmente, damos início a esta jornada! E se você tem algo escrito de sua autoria ou de alguém que concorde que seja publicado aqui, envie para o e-mail: <a href="mailto:podcasttextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcasttextosentido@gmail.com</strong></a>.</p> <p>Pra começar escolhi um texto meu mesmo escrito em 2011.</p> <p>Chama-se Sede.</p> <p>Vamos ouvir? Vamos&#8230; sentir?</p> <p>Espero que gostem!</p> <p>&nbsp;</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sede</strong></span></p> <p><strong>Tenho sede. Mas a mim não basta qualquer água, qualquer líquido.</strong><br> <strong>Quero beber daquela fonte. Ah! Como alcançá-la? Tento, busco e não consigo.</strong><br> <strong>Arrebento-me em meu intento. E depois de muito esforço quando penso tê-la sob meu domínio ela escapa-me entre os dedos. Foge.</strong><br> <strong>Olho ao longe e parece-me que ficou ainda mais distante.</strong><br> <strong>Corro feito um louco, nem olho para o caminho e, mais uma vez, vou ao chão.</strong><br> <strong>Mesmo tombado, rasgado, por fora e por dentro, não consigo deixar de almejá-la.</strong><br> <strong>Já não é fonte. É estrela. Ao longe. E dela chega-me o brilho, a luz.</strong><br> <strong>É só isto que bebo. Sorvo cada facho. Com intensidade.</strong><br> <strong>E descubro que era o que me bastava.</strong></p> <p><strong style="color: #990000;">Para seguir nas redes sociais:</strong><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/podcasttextosentido/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do podcast <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://www.youtube.com/channel/UC050RQ6FFCCv-0s5y8RWTyg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Assine o canal <strong>TEXTO SENTIDO</strong> no Youtube</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/podcasttextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podcasttextosentido</strong> no Instagram</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/podtextosentido" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@podtextosentido</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.facebook.com/antoniovivianioficial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Curta a página do <strong>Antonio Viviani</strong> no Facebook</a><br> &#8211; <a href="https://twitter.com/antonioviviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonioviviani</strong> no Twitter</a><br> &#8211; <a href="https://www.instagram.com/antonio.viviani" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Siga o <strong>@antonio.viviani</strong> no Instagram</a></p> <p><strong style="color: #990000;">Assine o FEED do TEXTO SENTIDO:</strong><br> Para ouvir o TEXTO SENTIDO no seu agregador de podcasts preferido, <a href="https://leolop.es/texto_sentido_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>clique aqui e assine o nosso FEED</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">Assine e avalie nosso podcast no iTunes:</strong><br> Se você usa o<strong> iTunes</strong> no seu computador, tablet ou smartphone, <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/texto-sentido-por-ant%C3%B4nio-viviani/id1491758224" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>assine e avalie nosso podcast clicando aqui</strong></a>!</p> <p><strong style="color: #990000;">TEXTO SENTIDO no Spotify:</strong><br> Caso prefira ouvir o <strong>TEXTO SENTIDO </strong>no<strong> Spotify</strong>, <a href="https://open.spotify.com/show/7hHS9szMDSUfAefYx38h8l?si=eb5A6zfcQe60a3dZ8x8-Og" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>E-mails:</strong></span><br> Mande seu feedback pra gente através do e-mail <a href="mailto:podcastextosentido@gmail.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>podcastextosentido@gmail.com</strong></a>!</p> <p><span style="color: #990000;"><strong>Publicidade:</strong></span><br> <a href="http://leolop.es/rfcontato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Entre em contato</strong></a> e saiba como <em>anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts</em>.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>]]></content:encoded>
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